Alimentação

Os hábitos mais saudáveis das pessoas nos últimos anos estão prejudicando as empresas que vendem alimentos industrializados

Os hábitos mais saudáveis das pessoas nos últimos anos estão prejudicando as empresas que vendem alimentos industrializados
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Batatas chips, salgadinhos do tipo fandangos e cheetos estão sendo cada vez menos consumidos pelo mundo. A boa notícia para a saúde das pessoas tem gerado muita preocupação dos grandes empresários das indústrias de alimentos “artificiais”.

Empresas dominadoras do mercado pelo mundo como a Krafts Foods (responsável pela fabricação de produtos famosos como o sonho de valsa, tang, traquinas, confeti e outros) assumiu recentemente que sua receita caiu 62% em 2014. A Kellogs Company, também divulgou seus resultados, anunciando que a empresa reduziu suas perspectivas de crescimento de receita a longo prazo.


O problema (que na verdade é um “bom” problema) é muito mais complicado e duradouro do que se pode imaginar. O fato é que os hábitos alimentares estão mudando e essas empresas vêm tendo muita dificuldade em se adaptar.

Mudanças no café da manhã

A Kellog Company, por exemplo, registrou uma queda de 6,7% nas vendas de 2014 na categoria de “alimentos matinais”. Isso significa que as pessoas, principalmente os americanos, estão deixando de comer cereais matinais como o Corn Flakes. Hoje, as pessoas estão optando por barras de cereais e iogurte grego, por exemplo. Além disso, cada vez se está priorizando a ingestão de frutas e pães integrais.

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Educação nas escolas e mídias sociais

Atualmente, há uma preocupação com a qualidade na alimentação das gerações futuras, por isso, as escolas estão trabalhando duro para ensinar suas crianças desde cedo a optarem por um cardápio mais variado e cada vez com menos alimentos industrializados. Já foi o tempo em que a merendeira vinha de casa com um pacote de fandangos e refrigerante.

As mídias também têm ajudado bastante nessa luta contra a má alimentação. As redes sociais têm se revelado grandes aliados nesta luta. Os especialistas acreditam que nos próximos anos, as comidas artificiais irão sofrer uma queda de 30% do consumo.

Fonte: vida-estilo/Kraft_Foods   Imagens: exame/testapramim

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