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Conheça a experiência de ter dislexia. Sinta a frustração e stress de uma pessoa disléxica quando precisa ler



A dislexia se resume em um transtorno genético e hereditário da linguagem, de origem neurobiológica, que se caracteriza pela dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. A dislexia compromete a capacidade de aprender a ler e escrever com correção e fluência e de compreender um texto. Em diferentes graus, os portadores desse defeito congênito não conseguem estabelecer a memória fonêmica, isto é, associar os fonemas às letras.

Foi depois de ser diagnosticado aos 18 anos com o problema é que o estudante da London School of Communications teve a ideia de criar um alfabeto (uma fonte) mostrando como uma pessoa com dislexia sofre com a frustação de não conseguir ler. O trabalho teve início em favor de uma campanha para aumentar a conscientização sobre a doença.


Daniel diz que todo disléxico é tratado como burro e preguiçoso e que não tenta aprender. A maioria das pessoas que criam as companhas para conscientização do problema, não são disléxicos e por isso não conseguem divulgar a doença de forma adequada. Geralmente, a dislexia é mostrada como letras borradas, viradas de trás pra frente ou com espaços entre letras. Mas não é assim que acontece! Na verdade, há uma quebra na comunicação entre o olho e o cérebro.

Daniel diz que todo disléxico é tratado como burro e preguiçoso e que não tenta aprender. A maioria das pessoas que criam as companhas para conscientização do problema, não são disléxicos e por isso não conseguem divulgar a doença de forma adequada.

Daniel diz que todo disléxico é tratado como burro e preguiçoso e que não tenta aprender. A maioria das pessoas que criam as companhas para conscientização do problema, não são disléxicos e por isso não conseguem divulgar a doença de forma adequada. Foto: Reprodução/dailymail

 Foi pensando em tudo isso que Daniel criou cartazes que mostram como as partes das letras “caminham” no papel e se misturam com outras partes deixando o texto ilegível a ponto de não ser possível fazer a leitura.  Ele decidiu criar desenhos que iria transmitir a experiência de ter dislexia aos não-disléxicos para que pudessem entender como ele se sente. Ele tomou a fonte padrão Helvetica, e tirou 40% de cada letra, o que retarda o tempo de leitura de uma pessoa normal. O que os cartazes de Daniel faz é diminuir o tempo de leitura de um não-disléxico para o tempo que gasta o disléxico em uma leitura com letras normais. A retirada de parte das letras dificulta o cérebro de entender com rapidez qual palavra está sendo formada, então a pessoa demora muito mais para fazer a leitura. Ela demora o tempo que um disléxico demoraria para ler um texto normal.

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Foi pensando em tudo isso que Daniel criou cartazes que mostram como as partes das letras “caminham” no papel e se misturam com outras partes deixando o texto ilegível a ponto de não ser possível fazer a leitura. Foto: Reprodução/dailymail

Ele tomou a fonte padrão Helvetica, e tirou 40% de cada letra, o que retarda o tempo de leitura de uma pessoa normal. O que os cartazes de Daniel faz é diminuir o tempo de leitura de um não-disléxico para o tempo que gasta o disléxico em uma leitura com letras normais. Foto: Reprodução/dailymail

Fonte: dailymail

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