É hora de mudar:  Sabia que você está fazendo cocô de maneira errada?

Pois é, é isso mesmo! Durante muitos anos, desde o surgimento da civilização ocidental e da criação do vaso sanitário moderno, temos ido ao banheiro de maneira incorreta. A Universidade de Stanford revelou em um estudo que o certo é fazer cocô de cócoras!

O estudo não é novo. Estudos de Gastrenterologia dizem que a postura ideal para defecação é mesmo de cócoras, pois, deste modo, a capacidade abdominal é fortemente diminuída e a pressão intra-abdominal é aumentada e isso facilita muito mais a expulsão das fezes.

A razão disso é um músculo chamado “puboretal”, que age como um estilingue para o reto e mantém a nossa continência intestinal. Quando sentamos no vaso sanitário, o domínio sobre o reto é solto, mas isso acontece de forma parcial. Na postura de cócoras, todos os órgãos e músculos envolvidos na defecação relaxam, permitindo a liberação muito mais fácil das fezes.

Pesquisas mostram que a nossa postura no banheiro desempenha um importante papel no desenvolvimento de doenças como constipação, apendicite, hemorroidas. Assim, algumas empresas já tem desenvolvido uma estrutura parecida com um banquinho, que serve para nos colocar na posição correta no momento de fazer o cocô. Muita gente, principalmente que sofre de prisão de ventre, já tem adquirido o banco e os resultados são mais que satisfatórios!

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Estudos de Gastrenterologia dizem que a postura ideal para defecação é mesmo de cócoras, pois, deste modo, a capacidade abdominal é fortemente diminuída e a pressão intra-abdominal é aumentada e isso facilita muito mais a expulsão das fezes. Foto: medical-diagonosis
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A razão disso é um músculo chamado “puboretal”, que age como um estilingue para o reto e mantém a nossa continência intestinal. Quando sentamos no vaso sanitário, o domínio sobre o reto é solto, mas isso acontece de forma parcial. Na postura de cócoras, todos os órgãos e músculos envolvidos na defecação relaxam, permitindo a liberação muito mais fácil das fezes. Foto: studentdoctor

Fonte: medical-diagonosis