Pesquisadores divulgam ressonância magnética de casais durante o ato sexual. Assista ao vídeo!


Com o objetivo de compreender como o corpo funciona durante o coito e o excitamento sexual, cientistas holandeses fizeram um estudo bastante curioso. Eles colocaram um casal  em uma máquina de ressonância magnética durante o ato sexual.  Participaram da pesquisa oito casais e três mulheres solteiras, que deveriam se tocar. Os voluntários precisavam ser magros para que o casal coubesse na máquina e que ainda pudesse fazer os movimentos.

Embora pareça uma coisa banal, o estudo levou sete meses para ser concluído e segundo o professor Willibrord Schultz, do University Hospital Groningen, essa pesquisa trouxe avanços importantes no conhecimento da anatomia humana. Sabe-se agora, por exemplo, que, durante o sexo na posição de “missionário”, o órgão genital masculino fica em uma forma curvada, como se fosse um bumerangue, diferente do que antes era imaginado. Além disso, os cientistas puderam observar que, durante a excitação feminina, o útero fica mais alto e a parede vaginal fica maior.


Sete dos oito casais precisaram recorrer ao uso de viagra para conseguirem manter o ato na presença de todos dentro da máquina.

Fonte: blogcorpohumano

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 


Bióloga - CRBio/RJ 96514/02-D. Fundadora e administradora do Diário de Biologia. Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas. Doutorado (2013) e Mestrado (2009) em Zoologia pelo Museu Nacional/UFRJ, especialista em insetos, autora do livro "O Mundo Secreto dos Insetos" - Cortez Editora. Experiência com palestras nacionais e internacionais. É autora ou coautora de artigos científicos publicados em revistas científicas, livros e capítulos de livro, e comunicações em eventos nacionais e internacionais. Colaboradora em revistas de divulgação científica para crianças (Ciência Hoje Para Crianças e Revista Recreio). Interessada em cultivo de plantas carnívoras. Atualmente mora na França, mas seu coração é brasileiro. Instagram: @karlla_diariodebiologia.