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Conheça o caso de Margaret Howe que na década de 60, aos 23 anos, viveu uma “história de amor” com um golfinho

Todo mundo já deve ter ouvido falar de Margaret Howe Lovatt que afirma ter feito sexo com o golfinho chamado Peter, na década de 60. Ela chama o relacionamento de “história de amor” com um golfinho. Ela fazia parte de um projeto da NASA para estudar o comportamento do animal e ensiná-lo a entender inglês. Por isso, ficou literalmente, vivendo com o golfinho em uma cas aquário por 9 meses. O ímpeto sexual de Peter atrapalhava as aulas que ela ministrava para ele, sendo que por várias vezes foram observados comportamentos de montagem de Peter em Margaret.

Margaret contou que, no início, colocava Peter em um elevador para que ele “brincasse” com as fêmeas. Mas as “necessidades” do golfinho eram cada vez mais urgentes e o transporte do animal cada vez mais difícil. Até que um dia ela se permitiu viver a experiência com o golfinho, fazendo massagens masturbatórias. Segundo Margaret, a expectativa dos estudiosos era que a relação contribuísse, inclusive, no processo de aprendizado de Peter do idioma.  Segundo a moça, de 23 anos na época, todo ato envolvia muito serenidade e respeito e em momento algum havia violência.


O projeto, foi suspenso depois que se começou a questionar as drogas (tipo LSD) que eram dadas aos animais como parte do projeto. Além disso, a divulgação da natureza do relacionamento entre Margaret e Peter foi um verdadeiro escândalo.  A verba foi cortada e Margaret foi afastada de Peter. Ele morreu em pouco tempo e alguns registros afirmam que ele cometeu suicídio quando se negou a subir para a superfície para respirar e Margaret  vive até hoje e se orgulha muito do projeto.

Fonte: oglobo / diariodebiologia

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