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Mãe mantém recém-nascido ligado ao cordão umbilical e à placenta por SEIS dias

Mãe mantém recém-nascido ligado ao cordão umbilical e à placenta por SEIS dias
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Um crescente número de mulheres vem adotando uma forma diferente de dar à luz, em que o contato do bebê com a placenta é preservado por alguns dias após o nascimento: o parto de lótus. Foi o que decidiu a mãe de dois filhos Adele Allen que postou no blog Mom.me que já havia feito isso com o primeiro filho, hoje com cinco anos, e que a prática não é tão incomum quanto muita gente pensa.

Para manter o cordão e a placenta com cheiro agradável, ela o embebeu em sal grosso e pétalas de rosa, envolvendo-o com em tecido de musseline. Para transportar o bebê, Adele colocava a placenta em um saco térmico para manter tudo limpo e arejado.


Adele diz que não pode confirmar que o nascimento de lótus é melhor do que só atrasar o corte do cordão por cerca de dez minutos após o nascimento. Mas conta que a conexão física entre o bebê e a placenta garante que o pós-parto não seja apressado desnecessariamente. “Quando eu vejo vídeos de bebês nascendo e logo em seguida tendo o cordão cortado lamento que nosso sistema médico tenha essa urgência em provocar um trauma desnecessário à criança.”, diz a mãe.

Muitas das mães que optaram pela nova alternativa acreditam que a manutenção da ligação à placenta traz benefícios espirituais aos bebês. Na prática, a placenta, expelida pela mãe após o nascimento, permanece ligada ao recém-nascido através do cordão até que este se solte sozinho, naturalmente.

Para críticos, entretanto, manter a placenta por dias pode causar sérias infecções no bebê.

Fonte: evoke/mulher.uoldailymailmulher   Imagens: Reprodução/ dailymail

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