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Chegou o “viagra cerebral”! Mas será que ele é benéfico a nossa saúde?

Chegou o “viagra cerebral”! Mas será que ele é benéfico a nossa saúde?
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Quem já não teve noites em claro estudando ou trabalhando? Realmente conseguir sucesso é difícil e exige um esforço árduo. Algumas pessoas recorrem a várias fontes para manter-se despertadas e melhorar a sua eficiência mental. Cafeína, energéticos, pó de guaraná e até mesmo o uso indevido de remédios tarja preta são utilizados para esses fins. Alguns exemplos do uso indiscriminado de remédios que, teoricamente, deveriam ter fins restritos é a utilização de medicamentos para déficits de atenção como a Ritalina, além do uso de remédios para Alzheimer e Narcolepsia. Como nós falamos anteriormente (veja o link), a Ritalina tornou-se a droga dos vestibulandos e concurseiros, sendo esses medicamentos comumente utilizados também por executivos que buscam “alavancar” seu trabalho. O uso dessas drogas, sejam naturais (o cafezinho, por exemplo) ou remédios tarja preta, tem preocupado os profissionais da saúde.

Mas agora imagine um remédio que promete ser natural, sem efeitos colaterais e ainda ajudar a dar aquele estímulo para a sua memória, o raciocínio e a capacidade de atenção? Sonho? Alguns dizem que não! Nos últimos anos, nos Estados Unidos ocorre uma grande corrida pela criação de suplementos, pílulas que possuem misturas de compostos (vitaminas e estimulantes naturais) que estão sendo chamados de “Viagra cerebral”. Uma série de estudos que envolvem a compreensão tanto da ação fisiológica, cognitiva, comportamental e genética tem se empenhado em encontrar a tão sonhada fórmula para maximizar o desempenho. Mas seria esse novo trunfo realmente benéfico para a saúde? Quais são as implicações do seu uso a longo prazo?


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Apesar do grande entusiasmo nos relatos de quem já usou o novo “viagra”, ainda são necessários maiores estudos para compreender sua ação. E não é de hoje que os remédios para a memória vem preocupando os comitês de ética mundo afora. Afinal, quais implicações na sociedade eles podem causar? Seremos intelectualmente dependentes de remédios para ter um bom desempenho? Até que ponto é justo o uso desse artifício para concursos, provas e competições, já que nem todos a usarão? Além do medo pela dependência química/física de estimulantes, há também a hipótese de que esses medicamentos poderiam prejudicar outras áreas do cérebro. Não estão descartadas ainda as hipóteses de um efeito placebo. No entanto, alguns testes têm sido realizados e, apesar de não comprovados, parecem indicar resultados positivos.

Mesmo que muitas dessas pílulas ainda não sejam vendidas no mercado farmacêutico, devido à necessidade de pesquisas e trâmites legais de aprovação pelos órgãos de saúde nacionais, a compra individual é permitida. No entanto, o velho método ainda pode e deve ser utilizado: apesar de mais trabalhoso, ter uma vida saudável, dormindo e comendo bem, praticando atividades físicas é um ótimo método para estimular a memória. E para o sucesso individual foco e força de vontade são bons aliados e não causam efeito colateral algum.

Fontes: uol/icbneuro/epoca/bela-forma  Imagens: antroposofy/epoca

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