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Reconstruções faciais forenses: Rostos reconstruídos a partir de crânios de milhares de anos

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Reconstruções faciais forenses: Rostos reconstruídos a partir de crânios de milhares de anos
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Artistas forense e Paleoartistas tem o poder de trazer de volta rostos que nunca veremos por aí. Através de inacreditáveis técnicas modernas eles mostram como eram os rostos de pessoas na qual seus crânios foram encontrados. Da mesma forma que podem trazer toda fisionomia de um dinossauro através de um pequeno fóssil, eles podem trazer rostos humano. É um trabalho milimétrico, minucioso. Essa parte da arqueologia, envolve muito mais do que técnica. Afinal, cada rosto tem uma história por trás. Conheça abaixo alguns rostos e suas histórias feitos através de reconstruções faciais forense. Algumas dessas imagens demoram meses e até anos para chegarem ao resultado final.




Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Este lindo rapaz morreu com idade entre 18 e 25 anos (falecido em 540-600 dC). Análises isotópicas indicam que ele cresceu na região de Cramond, na Escócia, onde passou seus últimos anos de vida. Evidência forense revela que ele foi brutalmente ferido com dois cortes acima de seu olho direito. No entanto, essas feridas se curaram antes de sua morte. É possível que ele tenha sido com um guerreiro lutador. Arte: © Hayley Fisher

 



Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Esta moça, com lindo olhar marcante morreu com idade entre 18 e 25 anos (falecido entre 430-570 dC). Análises isotópicas revelam que ela viveu e cresceu em Edimburgo, na Escócia. O relatório forense revelou que ela foi assassinada por um golpe fatal no lado direito da cabeça. Houve exposição de massa encefálica. Com o golpe, o molar direito se desprendeu do osso, mais uma prova do ataque violento que sofreu. Arte © Hayley Fisher

 



Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Essa menina fofa morreu aos 6 anos de idade (de acordo com a dentição), há pelo menos 1100 anos e foi enterrada em Birka, na Suécia. Seu esqueleto estava excepcionalmente bem preservado. No túmulo haviam presentes como um fecho de ouro e bronze e um colar de pérolas. Os presentes caros mostram que sua família era rica.

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

É possível que esta moça tenha origem africana, mas tenha vivido da região de Eastbourne, na Inglaterra. Os especialistas acham que ela nasceu na África e ter sido levada para a Inglaterra. Os arqueólogos não têm certeza sobre seu status social. Mas seus dentes estavam em muito boas condições, o que não é comum na época. Eles tem duas opções: ou ela tinha alto status social ou era uma escrava que fazia “favores sexuais” a alguém de alto status. Arte Graham Huntley

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Essa é uma das mulheres mais antigas conhecidas na Suécia. Foi enterrada há cerca de 9.000 anos atrás, durante a primavera. Seu esqueleto foi encontrado em 1939 junto a ferramentas de caça.

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Este rapaz morreu aos 20 e poucos anos. Era um arqueiro e seu arco foi encontrado ao lado das partes do esqueleto. Aparentemente, a profissão do arqueiro arruinou suas articulações do ombro. Ele media perto de 1,80 m, alto para a época, e tinha pernas fortes. Apesar da pouca idade tinha problema de coluna. Ele tinha uma fratura curada antes de morte em um dos dedos na mão direita. Provavelmente, segundo os arqueólogos, quebrou o dedo quando puxada a corda do arco.

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Este homem morreu com idade entre 36 e 45 anos. De acordo com as análises osteológicas, ele sofria de uma série de doenças ósseas degenerativas, sugerindo que teve uma vida de trabalho pesado. A datação por radiocarbono de alta precisão indicou que ele morreu entre 1035 a 1070. Arte University of Dundee.

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Este é o rosto de um dos soldados escoceses do século XVII que foi preso e morreu após uma batalha em 1650. Ele tinha ente 18 e 25 anos quando morreu, mas usava cachimbo entre os dentes desde cedo. Estudos mostraram que ele teve uma infância de desnutrição e viveu no sudoeste da Escócia.

 

Reconstruções faciais forenses: Rostos feitos de crânios milenares

Esta jovem mulher, morta entre 26 a 35 anos, é uma das vítimas de assassinato encontradas em 1975 em Endimburgo. Seu esqueleto foi do século VI.Acredita-se que ela tenha morrido entre 430 e 550 dC e a análise isotópica revela que ela cresceu onde acredita-se ser a mais antiga aldeia da Escócia. A perícia também revelou dentes muito estragados e anemia ferropriva profunda.

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