Estudos e pesquisas

“Levanta-te e anda!”. Cientistas recebem autorização para ressuscitar 20 pessoas clinicamente mortas!

Antes que comecem o texto pensando em coisas de filmes, já vamos avisando que os médicos e pesquisadores não abrirão caixões ou geladeiras de necrotérios e gritarão: “levanta-te e anda!”. No entanto, os médicos do Hospital Anupam, na Índia, e cientistas das organizações Bioquark e Revista Life Sciences querem ser os pioneiros em trazer mortos de volta à vida.

O grupo interessado nos experimentos já estão autorizados pelo Institutional Review Board, órgão internacional que regula e aprova testes em humanos e a fase inicial dos testes já se começaram em meados de 2016. Contudo, ainda não há um feedback da equipe se eles estão progredindo. O que se sabe, é que de acordo com o cronograma do projeto, os primeiros resultados já podem ser divulgados em 2017.

A ideia dos cientistas é reverter a morte cerebral já confirmada por exames clínicos e eletroencefalograma de 20 pacientes. A equipe está muito animada de estar trabalhando no projeto. Com a convergência de disciplinas de biologia regenerativa, neurociência e ressuscitação clínica, os médicos se acham prontos para mergulhar numa área do conhecimento científico que era inacessível com as tecnologias atuais. O que espera-se é  abrir portas para a reversão da morte cerebral e, consequentemente, o retorno da consciência e da vida.




Depois de constatada a morte cerebral, a pessoa passa a viver em estado vegetativo, ou seja, com o controle de máquinas o corpo de uma pessoa que tenha sofrido morte cerebral possa executar diversas funções vitais, como circulação sanguínea, digestão de alimentos e, até mesmo, gestação de um feto. No entanto, o dano cerebral é irreversível e representa a perda da consciência do ser humano. No ponto de vista médico, é o ponto final da vida e não há reversão. Se o projeto der certo, este dano cerebral será revertido. Cabe a nós aguardar!

Fonte: revistagalileu

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 


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