Você usa lentes de contato e acha uma tortura colocá-las? Veja como era em 1948


As lentes de contato geralmente servem para a mesma proposta corretiva que os óculos convencionais, porém elas são mais leves e visualmente invisíveis. Fora que as lentes de contato corrigem a miopia com 5% a mais de eficácia comparada aos óculos convencionais. Estima-se que cerca de 125 milhões de pessoas no mundo usem lentes de contato (2% da população mundial), incluindo 28 a 38 milhões nos Estados Unidos e 13 milhões no Japão.

A ideia de aplicar lentes corretivas diretamente na superfície do olho foi proposta pela primeira vez em 1508 por Leonardo da Vinci, e ideias similares surgiram de René Descartes em 1636, mas foi somente em 1887 que o fisiologista alemão Adolf Eugen Fick construiu as primeiras lentes de contato.


Mas muitas pessoas acham uma grande tortura o uso de lentes e muitas nem se adaptam a esse método. Este vídeo mostra que os problemas que temos agora não são nada, comparados a dificuldade que as pessoas tinham para colocar lentes em 1948. O vídeo feito por uma empresa Australiana, se trata de um comercial informativo, já algumas décadas após as lentes serem inventadas.

Fonte:  ravishly/ Lente_de_contato
Imagens: Reprodução/ youtube

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 


Bióloga - CRBio/RJ 96514/02-D. Fundadora e administradora do Diário de Biologia. Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas. Doutorado (2013) e Mestrado (2009) em Zoologia pelo Museu Nacional/UFRJ, especialista em insetos, autora do livro "O Mundo Secreto dos Insetos" - Cortez Editora. Experiência com palestras nacionais e internacionais. É autora ou coautora de artigos científicos publicados em revistas científicas, livros e capítulos de livro, e comunicações em eventos nacionais e internacionais. Colaboradora em revistas de divulgação científica para crianças (Ciência Hoje Para Crianças e Revista Recreio). Interessada em cultivo de plantas carnívoras. Atualmente mora na França, mas seu coração é brasileiro. Instagram: @karlla_diariodebiologia.