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	<title>Diário de Biologia &#124; BioBlog &#187; medo</title>
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<title>Diário de Biologia | BioBlog</title>
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		<title>Por que maioria dos gatos odeia água?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 05:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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&#8220;Estou adorando o Diário de Biologia. Como bióloga em formação aqui do Amazonas acho muito interessante os assuntos. Tenho uma curiosidade sobre uns bichinhos fofos: os Gatos!! Por que eles não gostam de água?&#8221; Charlene Gemaque &#8211; Amazonas
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Olá Charlene. Bem, esta aversão a água pode ser culpa da evolução dos felinos. Por muitas vezes vemos vídeos e fotos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5688" title="categoria_visitante21" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" /></a>&#8220;Estou adorando o Diário de Biologia. Como bióloga em formação aqui do Amazonas acho muito interessante os assuntos. Tenho uma curiosidade sobre uns bichinhos fofos: os Gatos!! Por que eles não gostam de água?&#8221; <em>Charlene Gemaque &#8211; Amazonas</em></strong></span></span></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center">
<p style="text-align: justify;">Olá Charlene. Bem, esta aversão a água pode ser culpa da evolução dos felinos. Por muitas vezes vemos vídeos e fotos na internet de gatinhos passando por situações de horror numa tentativa do dono molha-lo. Mas, é preciso saber que este medo é uma herança milenar da linhagem genética dos gatos domésticos na qual foi certamente herdada dos seus antepassados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os gatos domésticos fofinhos que conhecemos hoje provavelmente são descendentes de uma espécie de gatos selvagens que vivem numa região desértica ao leste do Mediterrâneo. É uma região seca, com pouca água disponível e por isso não só os gatos, mas os animais e plantas da região são adaptados para viverem com muito pouco deste recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo (cerca de 10 mil anos), quando a agricultura e estoque de grãos iniciaram-se, os ratos começaram a frequentar os armazéns atraindo aqueles gatos selvagens de clima seco da região. A presença dos gatos acabou agradando as pessoas e então veio sua domesticação. Neste processo, a facilidade de conseguir alimento, o cuidado humano entre outras coisas, fizeram com que os gatos selvagens perdessem algumas características e mantivessem outras, o que deu origem ao gato doméstico que conhecemos. Eles deixaram de ser ariscos e violentos, no entanto mantiveram outros traços como a adaptação para caçar presas em terra e nas árvores, mas não na água. Essa característica foi herdada pelo gato doméstico, pois ele já  nasce com pouca afinidade a água.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo conhecendo a origem desse hábito dos gatos, os especialistas não sabem ao certo o que está por trás dele. Por isso, não se tem certeza de que essa aversão é, por exemplo, por medo de se afogar, sentir frio ou simplesmente exalar mau cheiro o que facilita a localização de um possível predador. Na verdade, se um gatinho desde pequeno for acostumado ao banho, é possível que o ato seja apreciado e pode até mesmo causar prazer ao bichano. A evolução nunca pára e é bem possível que depois de alguns milhares de anos, os gatos domésticos percam de vez a aversão pela água. Enquanto isso, eles podem se limpar muito bem com os caprichosos banhos de língua.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/2_26_091805_katrina2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4341" title="Por que maioria dos gatos odeia água?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/2_26_091805_katrina2.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Os gatos domésticos herdaram dos seus antepassados a pouca afinidade com a água!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/cat-walks-along-the-water.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4342" title="Por que maioria dos gatos odeia água?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/cat-walks-along-the-water.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p style="text-align: center;">:o  De tanto &#8220;medo&#8221;, os gatos criam asas!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/oncinha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4343" title="Por que maioria dos gatos odeia água?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/oncinha.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A &#8220;fuga do banho&#8221; não é uma regra entre os felinos. Há casos como o da onça pintada, que nada muito bem e faz isso frequentemente para caçar animais aquáticos!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4305" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F05%2Fpor-que-maioria-dos-gatos-odeia-agua%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=4335&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Por que o avestruz enfia a cabeça no buraco?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2009/07/por-que-o-avestruz-enfia-a-cabeca-no-buraco/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2009/07/por-que-o-avestruz-enfia-a-cabeca-no-buraco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 05:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
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É verdade que o avestruz é um ave medrosa e por isso enfia a cabeça no buraco quando está em perigo?
DÚVIDA DE LETÍCIA S. (via: contato@diariodebiologia.com)


E quem te falou que eles fazem isso? Olha só Letícia, essa história de que os avestruzes enfiam a cabeça no buraco quando estão em uma situação de perigo, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #000000;">É verdade que o avestruz é um ave medrosa e por isso enfia a cabeça no buraco quando está em perigo?</span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #000000;">DÚVIDA DE LETÍCIA S. (via: </span></em><a href="mailto:contato@diariodebiologia.com"><em><span style="color: #000000;">contato@diariodebiologia.com</span></em></a><em><span style="color: #000000;">)</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/ostrch.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/ostrch1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2842" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/ostrch1.jpg" alt="" width="480" height="128" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E quem te falou que eles fazem isso? Olha só Letícia, essa história de que os avestruzes enfiam a cabeça no buraco quando estão em uma situação de perigo, não passa de lenda. Isso não é verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, eles encostam o pescoço e a cabeça no chão, mas não chegam a metê-la em buracos como ouvimos falando por aí. Se fizessem isso, morreriam sufocadas. Suas pernas são suficientemente grandes e fortes para se defenderem de quem as ataca ou para fugirem correndo (e por sinal eles podem correr muito). Eles, na verdade, encostam a cabeça no chão para perceber a vibração do solo e a aproximação de eventuais predadores, nessa posição, o animal escuta melhor a aproximação de algum inimigo. Ao mesmo tempo, arruma uma boa camuflagem, pois deixa à mostra apenas a parte do corpo coberta de penas, o que, de longe, pode parecer um arbusto e consegue se misturar com a vegetação e afastar qualquer perigo de ataque.</p>
<p>Essa história começou por causa de uma ilusão de óptica. Os avestruzes são aves muito grandes e tem a cabeça muito pequena, quando eles encostam a cabeça no solo para sentir as vibrações, dependendo a distancia que se observe ou que fotografe, dá impressão que estão realmente com a cabeça enterrada!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/04/ostrch.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1784" title="Por que o avestruz enfia a cabeça no buraco?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/04/ostrch.jpg" alt="" width="307" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Se os avestruzes realmente enfiassem a cabeça no buraco, morreriam sufocados!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/04/035ostrich_468x538.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1785" title="Por que o avestruz enfia a cabeça no buraco?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/04/035ostrich_468x538.jpg" alt="" width="300" height="345" /></a></p>
<p style="text-align: center;">E só para deixar registrado, a maioria das imagens que vimos pela internet são montagens, para &#8220;forçar&#8221; essa lenda.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/bloco_visitante_otz.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2732" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/bloco_visitante_otz.jpg" alt="" width="223" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <span style="color: #008080;">Participe da nossa comunidade no ORKUT. Só falta VOCÊ!</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #008080;">Clique <span><strong><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84943581">AQUI</a></strong></span>!</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84943581"><span style="color: #008080;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2001" title="Clique AQUI!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/05/falta-vc.jpg" alt="" width="450" height="66" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #008080;">—————————–</span></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2009%2F07%2Fpor-que-o-avestruz-enfia-a-cabeca-no-buraco%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=1783&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Por que sentimos frio na barriga em descidas ou quando estamos ansiosos?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2009/06/por-que-sentimos-frio-na-barriga-em-descidas-ou-quando-estamos-ansiosos/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2009/06/por-que-sentimos-frio-na-barriga-em-descidas-ou-quando-estamos-ansiosos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 05:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[adrenalina]]></category>
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DÚVIDA DE ADRIANA OLIVEIRA E RÔMULO NUNES ( via: contato@diariodebiologia.com)
Opsss, tirando duas dúvidas ao mesmo tempo. Adriana e Rômulo, o &#8220;friozinho na barriga&#8221; é uma reação involuntária, causada pela impressão de estar frente ao desconhecido e ao imprevisível ou de falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais, que não são corpos rígidos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: left;">DÚVIDA DE ADRIANA OLIVEIRA E RÔMULO NUNES ( via: <a href="mailto:contato@diariodebiologia.com">contato@diariodebiologia.com</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Opsss, tirando duas dúvidas ao mesmo tempo. Adriana e Rômulo, o &#8220;friozinho na barriga&#8221; é uma reação involuntária, causada pela impressão de estar frente ao desconhecido e ao imprevisível ou de falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais, que não são corpos rígidos e têm certa mobilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro caso, o frio na barriga é desencadeado pelo cérebro na emissão de uma descarga de adrenalina causada por um medo, susto intenso ou ansiedade. É como se a adrenalina causasse no organismo uma sensação de &#8220;dormência instântanea&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os órgãos possuem células nervosas chamadas mecanoreceptores, que detectam mudanças bruscas de aceleração, causadas basicamente por aumento ou redução na ação da gravidade. Assim quando deslizamos numa montanha-russa, por exemplo, a queda é tão brusca que não há tempo para os órgãos se adaptarem à nova condição ou seja, descemos, mas nossas vísceras como que permanecem no mesmo lugar onde estavam.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece estranho, mas não é. Durante a queda ou a subida, a concentração de átomos eletricamente carregados dentro das células muda rapidamente, devido a uma mudança estrutural na membrana. A mensagem elétrica é, então, enviada para o cérebro, que processa a informação e a transforma no sintomático frio na barriga.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/06/frio-na-barriga.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2413" title="Frio na Barriga!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/06/frio-na-barriga.jpg" alt="" width="300" height="278" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O &#8220;friozinho na barriga&#8221; é uma reação involuntária, causada pela sensação do imprevisível ou pela falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;">FONTE: MUNDO ESTRANHO, SUPERINTERESSANTE</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/bloco_visitante_otz.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2732" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/07/bloco_visitante_otz.jpg" alt="" width="223" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: center;">  <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84943581"><img class="aligncenter size-full wp-image-2085" title="Clique AQUI!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/05/clique-aqui1.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84943581"></a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2009%2F06%2Fpor-que-sentimos-frio-na-barriga-em-descidas-ou-quando-estamos-ansiosos%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=2409&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Síndrome de Koro &#8211; Redução Genital</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2009/04/sindrome-de-koro-reducao-genital/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2009/04/sindrome-de-koro-reducao-genital/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 05:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias da medicina]]></category>
		<category><![CDATA[angustia]]></category>
		<category><![CDATA[constragimento]]></category>
		<category><![CDATA[despero]]></category>
		<category><![CDATA[genitais]]></category>
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		<category><![CDATA[redução genital]]></category>
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O nome já diz tudo! A Síndrome de Redução Genital é uma íncrível reação de pânico que algumas pessoas adquirem, caracterizadas pelo medo agudo, ou ansiedade intensa diante da redução normal no tamanho do pênis (no caso dos homens), da vulva ou dos mamilos (em mulheres).
Trata-se de uma forte angústia pela diminuição dos órgãos sexuais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2009%2F04%2Fsindrome-de-koro-reducao-genital%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O nome já diz tudo! A Síndrome de Redução Genital é uma íncrível reação de pânico que algumas pessoas adquirem, caracterizadas pelo medo agudo, ou ansiedade intensa diante da redução normal no tamanho do pênis (no caso dos homens), da vulva ou dos mamilos (em mulheres).</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma forte angústia pela diminuição dos órgãos sexuais. As pessoas com esta doença realmente acreditam que seus órgãos sexuais estão dimunuindo e esta &#8220;sensação&#8221; desenvolve uma forte angustia, pois ela acreditam que o seu pênis (no caso dos homens) continuará retraindo incessantemente, até penetrar de volta à cavidade abdominal, quando isto lhe provocará a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">também conhecida como Síndrome de Koro. Koro, na língua Malaia, significa cabeça de tartaruga, uma clara referência à retração que esta é capaz de fazer em direção ao casco, desaparecendo por completo, exatamente como os pacientes perturbados pela síndrome acreditam que aconteça com a sua genitália.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de &#8220;tratar-se&#8221;, as pessoas com essa doença tentam examinar constantemente os próprios genitais, ou solicitam a familiares que o façam, colocam talas para evitar a retração dos genitais, num comportamento compulsivo e totalmente constrangedor!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/03/koro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1238" title="Redução genital" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/03/koro.jpg" alt="" width="300" height="430" /></a><br />
Pessoas com Síndrome de Koro (ou Redução Genital) acreditam que seus órgãos sexuais irão desaparecer até leva-los a morte!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><span style="color: #999999;"></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;">—————————–</span></p>
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		<title>Imagens de assassinato &#8211; Parte 4</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 06:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens de assassinatos]]></category>
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		<category><![CDATA[assassino]]></category>
		<category><![CDATA[carniça]]></category>
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DUELO, VENCE O MAIS FORTE: Aqui, um encontro para a morte: um besouro e uma vespa lutaram e apenas um poderia escapar com vida. Esta briga só poderia deixar um vencedor que teria a chance de comer o banquete fruto da sua vitória. O dia da morte é, entretanto, talvez o nascimento de eternidade. Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">DUELO, VENCE O MAIS FORTE: Aqui, um encontro para a morte: um besouro e uma vespa lutaram e apenas um poderia escapar com vida. Esta briga só poderia deixar um vencedor que teria a chance de comer o banquete fruto da sua vitória. O dia da morte é, entretanto, talvez o nascimento de eternidade. Quem pode dizer?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/vespaebesouro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1086" title="VESPA E BESOURO!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/vespaebesouro.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify;">COMEDOR DE CARNIÇA VISITA O MORTO: De alguma forma a &#8220;Bee fly&#8221; chegou ao fim de sua vida. Não sabemos se foi morta ou simplesmente cumpriu seu ciclo de vida. O pior pode vir agora, pois seu &#8220;corpo&#8221; foi encontrado por um astuto comedor de carniça menor, que obviamente se alimenta e, se a comida for boa, ainda bota seus ovos na carcaça para sua futuras larvinhas terem o que comer quando nascerem. Nada irá desperdiçar!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/morto-em-visitante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1087" title="COMEDOR DE CARNIÇA VISITA O MORTO!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/morto-em-visitante.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">COMEDORES DE CARNIÇA VISITAM OUTRO MORTO: Uma criatura morta pode ser a fonte de vida para centenas, quem sabe até milhares de outros, assim o ciclo da vida vai se passando, não é? Aqui, um pobre gafanhoto (ou algum parente próximo) está tendo sua carcaça usada como alimento por milhares de formigas famintas. Quem são elas? Assassinas cruéis ou criaturinhas que sabem aproveitar um ótima oportunidade?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/orthoptera.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1088" title="Orthoptera" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/02/orthoptera.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
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