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	<title>Diário de Biologia &#187; insetos</title>
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		<title>Por que as formigas se &#8220;cumprimentam&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sempre passo pelo seu site pra aprender um pouco mais ou simplesmente matar a curiosidade sobre alguns assuntos. Eu estava aqui em casa e me distraí um pouco vendo umas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2012/01/formigas_mortas150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10076" src="http://diariodebiologia.com/files/2012/01/formigas_mortas150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Sempre passo pelo seu site pra aprender um pouco mais ou simplesmente matar a curiosidade sobre alguns assuntos. Eu estava aqui em casa e me distraí um pouco vendo umas formiguinhas andando na parede. Percebi que, ao se encontrarem, as formiguinhas param uma diante da outra antes de seguir seu caminho, como se elas estivessem se cumprimentando. Se não for mesmo pra se &#8220;cumprimentar&#8221;, por que elas param ao encontrar outra formiga, antes de continuar andando?&#8221; Bruna Lambertini</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Ótima observação Bruna! Veja bem, as formigas tem um sistema de comunicação muito diverso, mas o mais importante sinal envolve uma mistura química conhecido como feromônio. As formigas produzem o feromônio através de estruturas glandulares e depositam em suas trilhas com o objetivo de &#8220;marcar o caminho&#8221;, usam para encontrar e marcar determinado local e também para recrutamento de formigas soldado no momento de perigo.</p>
<p style="text-align: justify">O reconhecimento da companheira de ninho é outro importante aspecto de comunicação entre as formigas. Um formigueiro é como um &#8220;forte&#8221; nenhum intruso pode entrar mesmo que este seja uma formiga que não nasceu ali. As formigas trabalhadoras precisam conhecer quem são as formigas de sua colônia natal, assim podem manter o formigueiro seguro. Para isso, elas precisam se &#8220;reconhecer&#8221; através do cheiro (feromônio), como a antena é um órgão sensorial nos insetos, formiguinhas sentem o cheiro uma das outras através do contato das antenas. Qualquer cheiro diferente é motivo para alarme convidando as &#8220;soldados&#8221; para expulsar o inimigo.</p>
<p style="text-align: justify">Essa &#8220;cheirada&#8221; também percebe se alguma formiga está infestada por parasitas ou fungos e bactérias. As próprias formigas infestadas liberam um feromônio diferenciado que é reconhecido&#8230; Como resultado, ela é expulsa da colônia e acaba morrendo, pois as formigas são insetos sociais e são incapazes de sobreviver sozinhas. Além disso, outro formigueiro jamais aceitaria uma formiga de outro ninho e muito menos doente! Para saber mais sobre os feromônios das formigas, clique <a href="http://diariodebiologia.com/2008/06/por-que-as-formigas-seguem-a-mesma-trilha/" target="_blank">AQUI</a>.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2012/01/formigas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10078" src="http://diariodebiologia.com/files/2012/01/formigas.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center">As formigas se cumprimentam para se comunicar, passar informações e identificar quem é do mesmo ninho!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-formigas-se-cumprimentam/" data-text="Por que as formigas se &#8220;cumprimentam&#8221;?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2012%2F01%2Fpor-que-as-formigas-se-cumprimentam%2F&#038;text=Por%20que%20as%20formigas%20se%20%26%238220%3Bcumprimentam%26%238221%3B%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Existe barata branca (albina)?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu vi uma barata albina. Eu nunca tinha ouvido falar de baratas brancas. Será uma espécie nova ou um albinismo? Infelizmente não tenho foto.&#8221; Lizandra Lizandra, não posso garantir que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/baratabranca150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9900" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/baratabranca150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Eu vi uma barata albina. Eu nunca tinha ouvido falar de baratas brancas. Será uma espécie nova ou um albinismo? Infelizmente não tenho foto.&#8221; Lizandra</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Lizandra, não posso garantir que não existam baratas brancas, ou albinas, ou então que essa seja uma nova espécie. Seria preciso que um especialista examinasse o inseto. Mas posso dizer que é possível que  baratas brancas sejam vistas por aí. As baratas, assim como todos os insetos &#8220;trocam de pele&#8221; quando precisam crescer. Elas soltam a camada mais externa da pele (o exoesqueleto) para aumentar o tamanho do seu corpo, é como se ela trocasse de roupa.</p>
<p style="text-align: justify">Quando esse processo, que chamamos de ecdise acontece, o inseto fica com o corpo frágil com a cor bem clara, quase branca, pois uma nova pele ainda está se formando e precisa de um tempo para endurecer e escurecer, pois a quitina presente na pele dos insetos somente se enrijece quando entra em contato com o oxigênio do ar. Você pode ter visto uma barata nessa fase. Quando estão sofrendo ecdise, o inseto se mantém escondido, esperando a nova pele se tornar rígida para seguir a vida, por isso, não é muito comum vermos baratas brancas por aí. Nessa fase elas procuram o local mais seguro para se esconderem.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/barata_branca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9901" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/barata_branca.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/barata_branca_m.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9902" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/09/barata_branca_m.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a></p>
<p style="text-align: center">As baratas brancas, chamadas de noivas ou albinas.  Nada mais é do que uma barata que acabou de trocar de pele.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://bugguide.net/node/view/15740" target="_blank">FONTE</a></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/existe-barata-branca-albina/" data-text="Existe barata branca (albina)?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fexiste-barata-branca-albina%2F&#038;text=Existe%20barata%20branca%20%28albina%29%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Diferentes tipos de baratas: sensacional</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/11/diferentes-tipos-de-baratas-sensacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem imagina que só existem aquelas baratas de casa, nojentas que vivem nos esgotos se reproduzindo e causando doenças está enganado! O mundo das baratas é incrível. Conheça aqui algumas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888">Quem imagina que só existem aquelas baratas de casa, nojentas que vivem nos esgotos se reproduzindo e causando doenças está enganado! O mundo das baratas é incrível. Conheça aqui algumas baratas que podem mudar todos os seus conceitos sobre estes bichinhos simpáticos.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966"> Barata verde:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">As baratas do gênero <em>Panchlora </em>(você pode ler as <em>Panchloras </em><a href="http://diariodebiologia.com/2010/05/que-bicho-e-esse-10/" target="_blank">AQUI</a>), comumente chamadas de baratas verdes, baratas cubanas ou baratas da banana são conhecidas por sua cor esverdeada, o que se torna único entre todas as baratas. Os indivíduos jovens, porém podem assumir cores pardas. São baratas com ampla distribuição nas Américas inclusive aqui no Brasil.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/panchlora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10034" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/panchlora.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966">Barata besouro:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Uma grande parte das baratas costumam imitar besouros. O termo mimetismo batesiano se aplica, quando um animal inofensivo imita outro animal nocivo para não ser predado. Não se sabe se é o que acontece aqui, mas alguns gêneros de baratas (e não são poucas) são muito semelhantes a joaninhas e outros besouros crisomelideos como as <em>Prosoplecta </em>e as <em>Phoraspsis</em>. Algumas se assemelham tanto que podem até nos enganar. São conhecidas como baratas besouros, mas de besouro só tem a cara!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/phoraspis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10035" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/phoraspis.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata rinoceronte:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas espécies de baratas ostentam chifres e crenulações no pronoto ( aquela placa da região dorsal da barata que encobre parcialmente ou totalmente a cabeça). A mais conhecida é a barata rinoceronte <em>Macropanesthia rhinoceros</em>. Os machos  destas baratas usam as crenulações para brigarem nas disputas por fêmeas. Porém somente o macho é que possuem estas crenulações para brigarem.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/normal_Macropanesthia_rhino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10036" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/normal_Macropanesthia_rhino.jpg" alt="" width="300" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Baratas cascudas:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas baratas são realmente grandes. Um exemplo são as baratas do gênero <em>Blaberus</em>, chamadas de baratas cascudas que costumam ser utilizadas como bichinhos de estimações e ás vezes alimento para outros animais! São conhecidas pelo seu tamanho extremo podendo chegar até 8cm! Outra grandona é a barata do gênero <em>Hedaia </em>que possui esse nome devido a sua textura semelhante a uma madeira. Esta barata pode chegar a 6cm.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/blaebrus-giganteus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10037" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/blaebrus-giganteus.jpg" alt="" width="300" height="388" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata trilobita:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas baratas se assemelham com os antigos arthropodas já extintos denominados de trilobitas. Estas baratas conhecidas como &#8220;baratas trilobitas&#8221; são espécies que se enterram na areia. Algumas ficam tanto na areia que os sedimentos chegam a ficar incrustados em seu exoesqueleto. Um exemplo é o gênero <em>Calolampra </em>e <em>Polyzosteria</em>.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/trilobita_barata.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10038" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/trilobita_barata.jpg" alt="" width="300" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata bombardeio:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">A espécie do gênero <em>Platyzosteria </em>encontrada na Austrália, possui um comportamento de defesa semelhante ao besouro bombardeio. Quando ameaçada, ela empina o abdômen para cima e espirra uma substância caustica que se atingir as mucosas pode causar até cegueira temporária. Ai ai ai&#8230;.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/Platyzosteria-secunda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10039" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/Platyzosteria-secunda.jpg" alt="" width="300" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><em>Este post foi uma fantástica contribuição do  Biólogo<strong> Flávio Matakanskas</strong>. Ele leu um artigo sobre baratas e achou que vocês iam gostar. O flávio trabalha no setor de Entomologia do Museu de Zoologia da USP, onde conduz um estudo com baratas. Adorei, obrigada Flávio!</em></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/11/diferentes-tipos-de-baratas-sensacional/" data-text="Diferentes tipos de baratas: sensacional" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F11%2Fdiferentes-tipos-de-baratas-sensacional%2F&#038;text=Diferentes%20tipos%20de%20baratas%3A%20sensacional" >Tweet</a></span></p>
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		<title>O bicho-da-seda existe mesmo?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/11/o-bicho-da-seda-existe-mesmo/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[secreção]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha dúvida é sobre o bicho da seda, queria saber que bicho é, se é um inseto ou outro tipo de bicho. É verdade que ele produz seda de verdade?...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/bichodaseda150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9782" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/bichodaseda150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Minha dúvida é sobre o bicho da seda, queria saber que bicho é, se é um inseto ou outro tipo de bicho. É verdade que ele produz seda de verdade? Diego Wagner Filho</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Olá Diego. O bicho-da-seda é um inseto. Na verdade é uma lagarta, ou seja uma larva de mariposa, da ordem Lepidoptera. A espécie que produz a seda de que falamos tem o nome científico de <em>Bombyx mori</em> e seu produto espetacular já vem sendo explorado a mais de 5.000 anos.</p>
<p style="text-align: justify">Depois da cópula, a fêmea de mariposa, coloca em torno de 500 ovos em folhas de amoreira (o alimento de suas larvas), após de uma a três semanas, pequenas lagartas nascem dos ovos, medindo apenas 2,5 mm. Essas lagartas são os famosos &#8220;bichos-da-seda&#8221;, que comem sem parar durante pelo menos 40 dias, o tempo correto depende da temperatura, umidade e vários outros fatores. Haja folha de amoreira! Elas comem tanto que aumentam o seu peso cerca de 10 mil vezes aumentando até 70 vezes do tamanho de nascimento.</p>
<p style="text-align: justify">Mas&#8230; E a seda? Bem, quando a lagarta já está pronta para ir se tornar mariposa, ela, como toda lagarta, precisa construir seu casulo para sofrer a metamorfose. É nesta fase que a larva começa a tecer o seu casulo feitos com muitos metros de fio: o fio de seda! O fio é secretado pela glândula sericígena que fica na parte inferior da boca da lagarta. A larva fia a seda ao redor do seu corpo fazendo movimentos geométricos em forma de número 8 até que todo o líquido que forma o fio acabe. Isso pode demorar até três dias. É um trabalho duro, onde são secretados aproximadamente 1.000 metros de fio de seda. Depois de cerca de 20 dias os adultos emergem e estão prontos para se reproduzir.</p>
<p style="text-align: justify">Para obter a seda, os casulos abandonados pela mariposa são mergulhados em água quente que amolece os casulos, formando uma espécie de goma. Quando a ponta dos fios é localizada, os profissionais os desenrolam com muita calma e são enrolados, formando grandes novelos. O processo na verdade, desfaz todo trabalho que o bicho-da-seda teve.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/Bombyx1-L.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9785" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/Bombyx1-L.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p style="text-align: center">Na natureza, após copular com o macho, a fêmea coloca os ovinhos na folha de amoreira e em alguns dias, nasce uma lagartinha muito pequena de mais ou menos 2 mm que logo já começa a se alimentar. Fofa!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/bichodaseda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9784" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/bichodaseda.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: center">Quando ainda é uma lagarta, o bicho-da-seda come muito. Ele vive para comer e crescer. E podem crescer 70 vezes o tamanho de quando saiu do ovo. Uau!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/spinner2sm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9788" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/spinner2sm.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Quando chega a hora de se tornar mariposa, a lagarta procura um lugar seguro e começa a produzir fios de seda através de uma glândula que tem na boca.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/spinner3sm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9789" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/spinner3sm.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Ao final dos trabalhos, o casulo de seda fica assim. fantástico, não é?</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/wetcocoon.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9790" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/wetcocoon.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">O primeiro sinal de que a mariposa está prestes a sair, é essa região úmida na extremidade do casulo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/hatchmoth3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9787" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/hatchmoth3.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Depois de muita luta, a mariposa começa a empurrar a mancha úmida no casulo e sai procurando um local para se apoiar. O corpo está úmido, e ela precisa de tempo para as asas secarem!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/malemoth.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9791" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/malemoth.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui está o lindo macho com suas asas já secas!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/copula_Bombyx.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9786" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/08/copula_Bombyx.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: center">Com as asas secas, só resta os casais se encontrarem para a cópula.</p>
<p style="text-align: center">____________________________</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.infoescola.com/">FONTE</a></p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.wormspit.com/">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/11/o-bicho-da-seda-existe-mesmo/" data-text="O bicho-da-seda existe mesmo?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F11%2Fo-bicho-da-seda-existe-mesmo%2F&#038;text=O%20bicho-da-seda%20existe%20mesmo%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Insetos têm sangue?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/insetos-tem-sangue/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/10/insetos-tem-sangue/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 03:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[hemolinfa]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tenho uma pergunta: pode-se dizer que insetos possuem sangue?&#8221; Marco Nunes Sim, os insetos tem sangue, porém o “sangue dos insetos” é chamado de hemolinfa e algumas características desta substância...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><em><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/insetos_sangue150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9559" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/insetos_sangue150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Tenho uma pergunta: pode-se dizer que insetos possuem sangue?&#8221; Marco Nunes</strong></span></em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Sim, os insetos tem sangue, porém o “sangue dos insetos” é chamado de <strong>hemolinfa </strong>e algumas características desta substância são bem diferentes do que estamos acostumados ver por aí. Mas, não dá para falar em sangue de inseto sem contar uma grande novidade: os insetos não possuem veias e artérias pelo corpo como nós. Neles o sangue, fica espalhado entre os órgãos, num tipo de circulação chamada circulação aberta, o coração fica ao longo de todo corpo e assim como nós, serve como uma bomba para movimentar a hemolinfa por todo o corpo. O sangue dos insetos não é vermelho como conhecemos, isso porque os insetos não possuem hemoglobina no sangue.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, se você pensa que ao matar um mosquito, aquele sangue vermelho que fica espalhado é o sangue do próprio, você está muito enganado, pois aquele sangue é seu, ou de outra pessoa que o mosquito picou. A cor da hemolinfa pode variar, mas normalmente é transparente, algumas vezes com pigmento amarelo, marrom ou esverdeado. Eles também tem uma quantidade muito grande de proteínas, contém ainda células que nós não temos, chamadas de hemócitos  e ainda muita água. A  água da hemolinfa corresponde a quase metade da água que existe em todo o corpo do inseto.</p>
<p style="text-align: justify">Além de servir como estoque de substâncias importantes e como reserva de água, a hemolinfa tem outras funções super importantes, como por exemplo, ajudar a borboleta a inflar suas asas assim que ela sai do casulo. Quando as borboletas e mariposas saem do casulo, as suas asas são completamente amassadas e molhadas e seria muito difícil voar se não pudessem contar com hemolinfa. Esta substância entra pelas nervuras das asas, que são como canudinhos capazes de se encher de líquido e dá uma ajuda para que as borboletas deixem suas asas esticadas.	Mas talvez a maior importância do sangue dos insetos seja a capacidade de proteger o corpo contra fungos, bactérias, vírus e outros microorganismos que causam doenças. Os hemócitos, podem funcionar como células de defesa contra os germe. Esta sim é uma função indispensável, pois, evita que os insetos adoeçam e acabem morrendo.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/formiga1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9562" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/formiga1.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a></p>
<p style="text-align: center">O sangue dos insetos é transparente, com poucos pigmentos e se chama hemolinfa!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888">Este texto foi adaptado do capítulo do meu livro (O Mundo Secreto dos Insetos): Insetos têm sangue? Em 2012 nas melhores livrarias!</span></strong></p>
<p style="text-align: right"><strong><span style="color: #888888">Karlla Patrícia</span></strong></p>
</blockquote>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/insetos-tem-sangue/" data-text="Insetos têm sangue?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Finsetos-tem-sangue%2F&#038;text=Insetos%20t%C3%AAm%20sangue%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>O maior testículo do mundo pertence a um grilo!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/o-maior-testiculo-do-mundo-pertence-a-um-grilo/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 07:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[grilo]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[testículos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu costumo dizer que os cinetistas que estudam insetos passam a vida vendo coisas que as outras pessoas jamais poderão ver. Recentemente, especialistas descobriram quem possui o maior testículo do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/testculo150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9533" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/testculo150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Eu costumo dizer que os cinetistas que estudam insetos passam a vida vendo coisas que as outras pessoas jamais poderão ver. Recentemente, especialistas descobriram quem possui o maior testículo do mundo em relação a massa corporal. O felizardo é um pequeno grilo que não possui mais de 5 centímetros de cumprimento.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Cientistas descobriram que o grilo da espécie <em>Platycleis affinis</em> possuem os maiores testículos do mundo animal (guardando, evidentemente, suas devidas proporções). Os testículos deste inseto corresponde a nada mais, nada menos que 14% em da sua massa corporal, ocupando quase todo abdome. Tá achando pouco? Com essa porcentagem (14%), é como se um homem de 80 kg tivesse 11,2 kg só de testículo, ou seja, um pouco mais que dois pacotes de 5 Kg de arroz entre as pernas. Nossa!</p>
<p style="text-align: justify">Os pesquisadores, surpreendidos comos resultados do levantamento, garantem que esse tamanho todo tem o objetivo de garantir seu sucesso reprodutivo, pois as fêmeas desta espécie copulam com pelo menos 23 machos diferentes. Podemos dizer que quando as fêmeas são promíscuas, os machos têm testículos maiores para oferecer um grande número de espermatozóides para competir com outros machos. Ao que parece, os testículos podem ser grandes simplesmente para permitir que os machos possam acasalar várias vezes sem que suas reservas de esperma se esgotem.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/sn-insects.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9534" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/sn-insects.jpg" alt="" width="300" height="283" /></a></p>
<p style="text-align: center">Sim, essas bolas perto do pobre grilo são os testículos! Opsss&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/testiculos-mas-grandes-de-m.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9535" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/testiculos-mas-grandes-de-m.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui dá pra ver melhor como os testículos ficam quando o grilo está vivo!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/o-maior-testiculo-do-mundo-pertence-a-um-grilo/" data-text="O maior testículo do mundo pertence a um grilo!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fo-maior-testiculo-do-mundo-pertence-a-um-grilo%2F&#038;text=O%20maior%20test%C3%ADculo%20do%20mundo%20pertence%20a%20um%20grilo%21" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Inchworm: Que bicho é esse?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/09/inchworm-que-bicho-e-esse/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/09/inchworm-que-bicho-e-esse/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 03:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Que bicho é esse?]]></category>
		<category><![CDATA[bicho]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[lagartas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230; Estou terminando o ensino médio e pretendo fazer biologia. Gostaria de saber se você pode me ajudar a identificar esta lagarta que encontrei em Sorocaba&#8221; Evelyn Dias Evelyn que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong>&#8220;&#8230; Estou terminando o ensino médio e pretendo fazer biologia. Gostaria de saber se você pode me ajudar a identificar esta lagarta que encontrei em Sorocaba&#8221; Evelyn Dias</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/geometridae_evelyn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9402" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/geometridae_evelyn.jpg" alt="" width="200" height="156" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Evelyn que lagarta fofa, não é? Essa parece ser um larva de mariposa (ordem Lepidoptera) da familía Geometridae. Eu não me arriscaria em fazer uma identificação na categoria de gênero ou espécie, mas certamente posso arriscar em reconhecer essa lagarta como uma larva de geometrídeo. Conhecidas pela sua forma de locomoção e pelo apelido simpático de &#8220;Inchworm&#8221;. Esse nome lembrando algo como &#8220;geometria&#8221; não é àtoa. As Geometridae  não possuem as prolegs (pernas falsas que a maioria das lagartas têm) no meio do corpo. Nessas lagartas apenas dois ou três pares de prolegs estão localizadas no final do corpo e por isso ao se movimentarem elas levantam a parte mediana do corpo e o movimento é como se elas estivessem &#8220;medindo em palmos&#8221; o caminho por onde andam&#8230; Daí o nome Geometridae e o apelido Inchworm. Uma simpatia! As lagartas são nuas (não possuem cerdas), mas podem ter várias cores diferentes.</p>
<p style="text-align: justify">Os adultos, não são tão engraçadinhos, mas possuem escamas bonitas formando desenhos bem interessantes. O corpo é muito deslgado e asas bem largas que em repouso ficam na posição horizontal com as asas posteriores bem visíveis. Apesar de parecerem muito com borboletas, elas são mariposas.  A maioria dos geometrídeos tem hábitos noturnos e durante o dia descansam escondidos com asas estendidas.</p>
<p style="text-align: justify">Algumas lagartinhas diferentes para vocês conhecerem:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9403" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm.jpg" alt="" width="300" height="274" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9404" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm2.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9405" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm3.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9406" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm4.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9408" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/inchworm5.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui um adulto da mesma família. Não necessariamente o adulto referente a larva que a Evelyn enviou, ok?</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center"><strong><br />
</strong></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/09/inchworm-que-bicho-e-esse/" data-text="Inchworm: Que bicho é esse?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F09%2Finchworm-que-bicho-e-esse%2F&#038;text=Inchworm%3A%20Que%20bicho%20%C3%A9%20esse%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Como as baratas matam umas as outras depois de envenenadas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/08/como-as-baratas-matam-umas-as-outras-depois-de-envenenadas/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 03:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[baratas]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;É inevitável não elogiar sua performace neste blog. É original e profissional ao mesmo tempo&#8230; Então&#8230; Compramos aquele pesticida para baratas em que elas contaminam as outras baratas do ninho....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/BARATAS150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9078" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/BARATAS150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;É inevitável não elogiar sua performace neste blog. É original e profissional ao mesmo tempo&#8230; Então&#8230; Compramos aquele pesticida para baratas em que elas contaminam as outras baratas do ninho. Queria saber como isso acontece?&#8221; Leonar</strong><strong>do e Li</strong><strong>a.</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Léo e Lia, obrigada pelas palavras de incentivo. Sobre baratas, não importa o que você faça. Elas são insetos muito nojentos e se você viu uma barata na sua casa, acredite: existem centenas (ou até milhares) delas escondidas entre suas coisas. Para evitar a luz do dia (ou artificial) elas encontram esconderijos que você nem imagina. Barata é um bicho persistente!</p>
<p style="text-align: justify">Baratas são onívoras, ou seja, elas comem de tudo. Experimentam qualquer pedaço de matéria orgânica por perto. A limpeza do ambiente é uma forma de negar alimento e abrigo para essas &#8220;pragas&#8221;. Baratas gostam de ambientes escuros, úmidos e os mais sujos possíveis, por isso, frequentam esgotos e encanamentos durante o dia e a noite passeiam felizes nas suas panelas, pratos, escovas de dente. Só de falar dá nojo! Mas não adianta comprar o pesticida mais caro e eficaz se higiene do ambiente é precária.</p>
<p style="text-align: justify">Uma forma interessante e eficaz de se livrar dessas pragas, é causando um envenenamento que não seja instantâneo. O inseticida citado pelos leitores são os conhecidos como &#8220;iscas&#8221; que podem ser vendidos de várias formas: em gel, em pó ou sólidos. Todos possuem um grande atrativo: comida fácil! Como já dito, é importante que o veneno não seja instantâneo pois a barata precisa comer a isca e ter tempo para retornar para o ninho, onde se abrigam não só outras baratas, mas também seus ovos e ninfas.</p>
<p style="text-align: justify">Uma coisa que poucas pessoas sabem, é que as baratas além de nojentas são canibais, ou seja, devoram rapidamente um indivíduo da mesma espécie que tenha morrido por perto. Esse comportamento também ajuda na eficácia das iscas. O simples contato ou a ingestão do veneno causa uma contaminação imediata, voltando para o ninho de origem, a barata contaminada não resiste e morre por envenenamento, rapidamente vira comida das outras que se tornam susceptíveis a sofrer o mesmo destino. É um efeito dominó. Se uma barata comete o erro fatal de comer a isca envenenada, o seu ninho está comprometido!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/COCKROACH-TRAPS-Clean-Effec.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9145" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/COCKROACH-TRAPS-Clean-Effec.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>As baratas entram na isca e são envenenadas.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/bartas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9146" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/bartas.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Quando morrem, as outras baratas (canibais) se alimentam dos restos mortais e também ficam envenenadas.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/08/como-as-baratas-matam-umas-as-outras-depois-de-envenenadas/" data-text="Como as baratas matam umas as outras depois de envenenadas?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F08%2Fcomo-as-baratas-matam-umas-as-outras-depois-de-envenenadas%2F&#038;text=Como%20as%20baratas%20matam%20umas%20as%20outras%20depois%20de%20envenenadas%3F" >Tweet</a></span></p>
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			<item>
		<title>Terapias loucas: picada de abelhas</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/08/terapias-loucas-picada-de-abelhas/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/08/terapias-loucas-picada-de-abelhas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 03:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/apipuntura150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8630" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/apipuntura150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Pois é, cada um com sua loucura! Apesar  de não ser ainda comprovado cientificamente e nem haver autorização do Ministério da Saúde, o uso de picadas de abelhas (apipuntura ou apiterapia) contra doenças como reumatismos dolorosos, artrite reumática, tendinite, dores musculares, bursite, artrose, nevralgias tem sido cada vez mais usada pelo mundo, inclusive no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">A Apitoxina ou veneno de abelhas  é uma substância complexa, uma neurotoxina, cuja composição é de 88% de água e o restante corresponde a 19 aminoácidos, enzimas, peptídeos e aminas bioativas, açúcares, componentes voláteis e outros em menor quantidade. Com tantas substâncias na sua composição, a Apitoxina é também vasodilatadora, proporcionando uma maior irrigação na região afetada, possibilitando assim, uma melhor atuação do cortisol. Por maior que seja o estímulo que a apitoxina possa provocar, a glândula supra-renal só libera a quantidade de cortisol de que o organismo necessita, diferente da cortisona exógeno (corticóides) que é um antiinflamatório muito perigoso.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, a apipuntura é o tratamento feito com o veneno de abelhas melíferas que, segundo os adeptos, tem ação anestésica e anti-inflamatória. Na versão mais radical, o paciente é ferroado pelas próprias abelhas. Mas há versões menos dolorosas, em que o veneno é coletado e usado para produção de pomadas ou soluções injetáveis.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/apipuntura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8093" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/apipuntura.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p style="text-align: center">A terapia com picadas de abelhas vem sendo usada a cada dia mais!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bee-stinger-724392.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8094" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bee-stinger-724392.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/08/terapias-loucas-picada-de-abelhas/" data-text="Terapias loucas: picada de abelhas" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F08%2Fterapias-loucas-picada-de-abelhas%2F&#038;text=Terapias%20loucas%3A%20picada%20de%20abelhas" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Por que as formigas carregam a companheira morta de volta para o ninho?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 03:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
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		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/04/formigas_mortas150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8528" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/04/formigas_mortas150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Por que as formigas sempre carregam suas companheiras mortas? O que elas fazem com elas? Canibalismo?&#8221; &#8211; Luisa Mendonça</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Pois é Luisa, parece mesmo mentira, mas por incrível que pareça, as formigas têm uma espécie de &#8220;serviço funerário&#8221;. Mas como quase tudo na biologia, isso também tem uma explicação. A responsabilidade e o cuidado com o formigueiro não é nenhuma novidade para nós. Elas são insetos sociais que dividem seu trabalho de acordo com castas, e assim, vivem em harmonia com muitas tarefas para todas.</p>
<p style="text-align: justify">Um dos cuidados com o formigueiro é a sua proteção de agentes patógenos, ou seja, causadores de doenças como fungos e bactérias. Uma das formas de garantir essa proteção e manter a higiene da colônia é o cuidado com as formigas que morrem de velhice ou por algum acidente. Para elas, uma formiga morta pode significar perigo, uma vez que ao entrar em decomposição desenvolverá fungos e bactérias que poderão contaminar todo formigueiro e por isso não devem ficar espalhadas por aí, oferecendo perigo.</p>
<p style="text-align: justify">Os especialistas acreditam que quando uma formiga está viva, ele possui um &#8220;cheiro&#8221; característico e ausência desse cheiro indica que a formiga está morta. Além disso, depois de morta a formiga começa a emitir um substâncias quimicas como  ácidos graxos e então, sua remoção é necessária. Esse comportamento é incrível! Dentro do formigueiro existem câmaras especiais que funcionam como um &#8220;lixão&#8221;, ali, elas colocam tudo que é detrito que pode causar danos para o ninho. Assim, quando uma formiga é removida depois de morta está sendo levada para o monturo (lixão) e não para comer ou enterrar.</p>
<p style="text-align: justify">Mas&#8230; Muitas vezes vemos uma formiga que morreu fora do formigueiro sendo removida de volta para ele, não seria mais fácil deixá-la bem longe? Sim, seria. Mas essas danadinhas respeitam uma distância de segurança, ou seja, se a pobre operária morreu fora do formigueiro durante o trabalho e se essa morte aconteceu em uma distância &#8220;X&#8221;, ela, por segurança, será removida para o cemitério que existe dentro do formigueiro. Isso garante que a formiga que &#8220;passou dessa para melhor&#8221; não possa de forma alguma contaminar as companheiras e sua ninhada com seus decompositores.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/04/formiga_morta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8529" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/04/formiga_morta.jpg" alt="" width="300" height="314" /></a></p>
<p style="text-align: center">Da próxima vez que você ver uma formiga carregando outra formiga morta, você pode ter certeza que ela está levando uma amiga querida de volta para sua casa para que descanse em paz em um lugar seguro para todas!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.knowswhy.com/">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/08/por-que-as-formigas-carregam-a-companheira-morta-de-volta-para-o-ninho/" data-text="Por que as formigas carregam a companheira morta de volta para o ninho?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F08%2Fpor-que-as-formigas-carregam-a-companheira-morta-de-volta-para-o-ninho%2F&#038;text=Por%20que%20as%20formigas%20carregam%20a%20companheira%20morta%20de%20volta%20para%20o%20ninho%3F" >Tweet</a></span></p>
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