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	<title>Diário de Biologia &#187; bactérias</title>
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		<title>É verdade que os cravos na nossa pele são aracnídeos?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 03:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/cravos-na-pele150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9516" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/cravos-na-pele150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Olá Karlla, queria a princípio parabenizar pelo Blog. Queria saber o que são afinal os &#8220;cravos&#8221; que temos na pele? Ouvi dizer que são aracnídeos de oito perninhas! É verdade isso? Obrigado desde já! Guiii Motta</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Guiii, não é exatamente isso! Na verdade os cravos são poros entupidos de gordura (sebo). A nossa pele é recoberta por uma proteína que protege contra o ressecamento, chamada queratina. Ás vezes a queratina produzida atrapalha a saída dos poros, o que pode ser agravado como uso de produtos de beleza muito gordurosos. A pontinha preta do cravo é resultado da reação de oxidação de uma quantidade grande da proteína com o oxigênio do ar. Mesmo com o poro fechado a glândula sebácea continua produzindo gordura, ela então vai se acumulando no poro formando o cravo.</p>
<p style="text-align: justify">Mas essa história do aracnídeo não é um mito. Ela tem um fundo de verdade! O que acontece é que algumas bactérias, como a <em>Propionobacterium acne</em>, e o ácaro <em>Demodex folliculorum</em>, se aproveitam do entupimento dos poros para fazer dali um ambiente ideal para procriar. Esse ácaro, como todo aracnídeo, tem 8 perninhas sim, mas é muitíssimo pequeno.  A presença desse bichinho é mais comum no folículo piloso, onde ele pode viver de 14 a 18 dias e colocar até 25 ovos em um único folículo. Para nosso desespero o local mais comum para o Demodex viver é na superfície do canal do ouvido, onde podem viver populações desses pequenos seres, mas eles podem viver em qualquer folículo piloso, inclusive nos pêlos do rosto.</p>
<p style="text-align: justify">A relação entre o <em>Demodex </em>e o cravo não é necessária. Podemos ter a pele infestada desses pequenos animais, mesmo sem ter cravos e existem pessoas com cravos que não possuem esses ácaros na pele. Mas com ajuda de bactérias a presença do <em>Demodex </em>nos poros entupidos pode causar uma infecção e o agravamento de um cravo, o que causa uma reação do organismo resultando em uma espinha.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/What-are-the-causes-of-blac.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9511" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/What-are-the-causes-of-blac.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: center">O cravo é um poro entupido de gordura!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/demodex-follicul.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9513" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/demodex-follicul.jpg" alt="" width="300" height="257" /></a></p>
<p style="text-align: center">O <em>Demodex foliculorum</em> pode viver na nossa pele se aproveitando do ambiente ideal para sua sobrevivência!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/demodex1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9514" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/demodex1.jpg" alt="" width="300" height="313" /></a></p>
<p style="text-align: center">Eles podem viver principalmente associados aos folículos pilosos. Nesta imagem estão com a cabeça para dentro do folículo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/follicle-mite-heads-demode.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9510" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/follicle-mite-heads-demode.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center">Nessa imagem os <em>Demodex </em>estão com a cabeça para fota do folículo!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.ehow.com/">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/e-verdade-que-os-cravos-na-nossa-pele-sao-aracnideos/" data-text="É verdade que os cravos na nossa pele são aracnídeos?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fe-verdade-que-os-cravos-na-nossa-pele-sao-aracnideos%2F&#038;text=%C3%89%20verdade%20que%20os%20cravos%20na%20nossa%20pele%20s%C3%A3o%20aracn%C3%ADdeos%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Por que o fio dental fica com mau cheiro, quando passamos entre os dentes?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/09/por-que-o-fio-dental-fica-com-mau-cheiro-quando-passamos-entre-os-dentes/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 03:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Queria saber por que quando passamos o fio dental, ele fica com um cheiro horrível. O dente está com problema? Será que é carie?”Fabrício Alencar Fabrício, isso parece bem nojento,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/fiodental150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9185" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/fiodental150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Queria saber por que quando passamos o fio dental, ele fica com um cheiro horrível. O dente está com problema? Será que é carie?”Fabrício Alencar</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Fabrício, isso parece bem nojento, mas acontece com todo mundo. Comigo, com você, com jogadores de futebol, artistas de TV, com o Bill Gates, com o Mark Zuckerberg&#8230; Enfim, com absolutamente todo mundo que tem dentes. Não importa o que você faça!</p>
<p style="text-align: justify">Os dentes (mesmo limpos) abrigam colônias e mais colônias de bactérias. Elas vivem naturalmente na nossa boca, se aproveitando dos restos alimentares. Podem comer tanto  que formam uma massinha de bactérias, a placa bacteriana que é  um aglomerado de estreptococos e vários oportunistas. O metabolismo dessas bactérias resulta na produção de ácidos desmineralizadores que podem corroer nossos dentes e causar as cáries.</p>
<p style="text-align: justify">Bem, mas o fio dental fica mau cheiroso, não obrigatoriamente devido a uma cárie. Entre nossos dentes, não importa o quanto escovemos, ficam acumuladas bactérias que a escova de dentes não consegue remover. É por isso que o dentista é tão &#8220;chato&#8221; quando insiste para que o fio dental seja usado. É o fio que remove a placa bacteriana que fica entre os dentes e por isso acaba ficando todo cheio  delas, e consequentemente com aquele cheiro horroroso.</p>
<p style="text-align: justify">Mas atenção! É importante visitar o dentista com regularidade, pois, o fio dental pode sair com cheiro ruim também por causa de uma cárie.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/dental-floss.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9186" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/dental-floss.jpg" alt="" width="300" height="241" /></a></p>
<p style="text-align: center">Bactérias unidas, comendo à vontade não poderiam ser cheirosas, não é? Por causa disso, o fio dental fica com o cheiro tão ruim quando é passado entre os dentes.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/09/por-que-o-fio-dental-fica-com-mau-cheiro-quando-passamos-entre-os-dentes/" data-text="Por que o fio dental fica com mau cheiro, quando passamos entre os dentes?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F09%2Fpor-que-o-fio-dental-fica-com-mau-cheiro-quando-passamos-entre-os-dentes%2F&#038;text=Por%20que%20o%20fio%20dental%20fica%20com%20mau%20cheiro%2C%20quando%20passamos%20entre%20os%20dentes%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Poderíamos viver sem bactérias no corpo?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/05/poderiamos-viver-sem-bacterias-no-corpo/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 05:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É intrigante imaginar que neste momento incontáveis tipos de bactérias nojentas estão morando no nosso corpo. É comum que pensemos em bactérias no contexto de doenças, claro! Mas é importante saber...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/bacterias150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8326" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/bacterias150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>É intrigante imaginar que neste momento incontáveis tipos de bactérias nojentas estão morando no nosso corpo. É comum que pensemos em bactérias no contexto de doenças, claro! Mas é importante saber que da mesma forma que não podemos viver sem carbono, proteção contra doenças e a habilidade de digerir completamente os alimentos, não podemos sobreviver sem bactérias.</p>
<p style="text-align: justify">Dentro do nosso corpo, as bactérias oferecem muitos benefícios. Nos intestinos, favorecem a digestão de fibras vegetais, transformando resíduos complexos, que normalmente não são facilmente digeridas, em substâncias simples. Assim, é correto dizer que recebemos mais nutrientes durante a digestão exatamente por causa das bactérias. As bactérias no sistema digestivo também participam da geração de compostos químicos essenciais à vida humana, como as vitaminas D, K e B12.</p>
<p style="text-align: justify">Fora do corpo, uma &#8220;floresta&#8221; de bactérias vive na nossa pele (pelo menos 200 espécies diferentes), se alimentando dos recursos oferecidos e &#8220;desencorajando&#8221; bactérias indesejáveis. Contudo, ainda ajudam a degradar as células mortas e destruir os resíduos eliminados por poros e microglândulas. Dentro ou fora, a exposição à bactéria tem demonstrado ser uma parte importante do desenvolvimento do nosso sistema imunológico . A exposição a bactérias,  tanto benignas quanto nocivas, são importantes na resposta do sistema imunológico.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de todos os benefícios, não podemos esquecer que as bactérias também podem fazer mal, inclusive as que normalmente fazem bem. Uma colônia de <em><span style="text-decoration: underline">Staphylococcus aureus</span></em> vivendo no braço pode impedir a entrada de invasores sem prejudicar o organismo. No entanto, se a pessoa se cortar ou se seu sistema imunológico estiver comprometido, essas bactérias podem causar uma infecção. A questão é que as bactérias nem sempre estão só comendo. Basta o ambiente do corpo ficar mais poluído e as defesas orgânicas falharem que elas começam a se reproduzir desenfreadamente. Rompeu-se o equilíbrio de forças entre parasita e hospedeiro.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/sem_bacteria.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8327" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/sem_bacteria.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center">Sem a &#8220;floresta&#8221; de bactérias não poderíamos sobreviver!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/05/poderiamos-viver-sem-bacterias-no-corpo/" data-text="Poderíamos viver sem bactérias no corpo?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F05%2Fpoderiamos-viver-sem-bacterias-no-corpo%2F&#038;text=Poder%C3%ADamos%20viver%20sem%20bact%C3%A9rias%20no%20corpo%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Por que algumas pessoas tem mau cheiro das axilas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/05/por-que-algumas-pessoas-tem-mau-cheiro-das-axilas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 04:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O que causa o mau-cheiro embaixo dos braços? É bactéria? Fungo? ou cada um tem seu cheiro?&#8221; Beatriz Bia Bia, nós temos glândulas no nosso corpo, chamadas apócrinas que se...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/02/cece150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8288" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/02/cece150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;O que causa o mau-cheiro embaixo dos braços? É bactéria? Fungo? ou cada um tem seu cheiro?&#8221; Beatriz Bia</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Bia, nós temos glândulas no nosso corpo, chamadas apócrinas que se desenvolvem mais em certas áreas como as axilas, na parte cabeluda da cabeça e nos genitais.  Essas glândulas liberam uma secreção que é drenada pelos folículos dos pelos destas regiões. Esta secreção é parecida com o suor, mas além de água e eletrólitos, ainda contém gorduras, proteínas, hormônios e alcalóides derivados da alimentação. Com a puberdade estas glândulas intensificam a sua atividade aumentando a secreção de um suor mais propenso a produzir odores, que chamamos de Bromidrose.</p>
<p style="text-align: justify">Inicialmente, essa secreção das glândulas apócrinas não tem cheiro intenso, mas devido ao contato com  bactérias e fungos sobre seus componentes, pode sofrer alterações de odor. Não existe uma bactéria única causadora do mau cheiro, mas diversos tipos que fazem parte da flora normal da pele a ao contrário do que muitas pessoas pensam, o  mau cheiro do suor não depende da quantidade suada.</p>
<p style="text-align: justify">Algumas pessoas possuem mais glândulas apócrinas do que outras. Por exemplo, antes da puberdade estas glândulas não costumam ser ativa, nas crianças a sua atividade é mínima. Índios e as raças amarelas as possuem em número bastante menor. Já os europeus e os negros as tem em número maior. Para que o mau cheiro de corpo seja percebido, às vezes mesmo à distância, dois fatores são essenciais. Primeiro a falta de higiene corporal e segundo maus cuidados com a limpeza das roupas em uso.</p>
<p style="text-align: justify">Esse mau cheiro é também conhecido como CC ou Cecê, que significa &#8220;Cheiro Corporal&#8221; pode ser controlado e até evitado. É essencial que as pessoas tomem banho todos os dias, lavando bem os locais do corpo onde se localizam as glândulas apócrinas. A ação de bactérias e fungos sobre estas secreções produzirá um odor que em poucos dias ultrapassará as roupas. O uso da mesma roupa sem que ela tenha sido devidamente lavada, pode ocasionar complicações da Bromidrose.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/02/mau-cheiro-nas-axilas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8289" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/02/mau-cheiro-nas-axilas.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center">O mau cheiro nas axilas é provocado por bactérias que se alimentam do suor. As glândulas que ficam nas axilas soltam secreções que são nutrientes desses microorganismos.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.abcdasaude.com.br/">FONTE</a></p>
</div>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/05/por-que-algumas-pessoas-tem-mau-cheiro-das-axilas/" data-text="Por que algumas pessoas tem mau cheiro das axilas?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F05%2Fpor-que-algumas-pessoas-tem-mau-cheiro-das-axilas%2F&#038;text=Por%20que%20algumas%20pessoas%20tem%20mau%20cheiro%20das%20axilas%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>O que são os lactobacilos vivos?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 04:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha dúvida é: O que é lactobacilos vivos que tem no  Yakult®? Por que eles são importantes? Jorge Luis &#8211; Cotia/SP &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Jorge, os lactobacilos são bactérias, isso mesmo! Muitas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/l_casei150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8142" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/l_casei150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Minha dúvida é: O que é lactobacilos vivos que tem no  Yakult®? Por que eles são importantes? Jorge Luis &#8211; Cotia/SP</span></strong></p>
<div>
<p style="text-align: right">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify">Jorge, os lactobacilos são bactérias, isso mesmo! Muitas pessoas consideram as bactérias como organismos prejudiciais para nosso corpo. Mas, na verdade,  elas nem sempre são sinal de doença. Em nosso intestino (mesmo quando saudáveis) possui cerca de 10 bilhões de microorganismos por milímetro quadrado vivendo nele e fazendo que funcione corretamente. Essa é a chamada flora intestinal de que tanto ouvimos falar.</p>
<p style="text-align: justify">A redução da flora intestinal, seja por alguma enfermidade seja pelo uso de antibióticos pode dificultar a digestão e ainda tornar o aparelho digestivo vulnerável ao ataque de microorganismos nocivos. É aí que entram os tais lactobacilos. Eles são capazes de restarurar nossa flora intestinal deficiente.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Lactobacillus </em>é um gênero de bactéria que  tem uma grande vantagem: podem ser ingeridas e ainda chegar vivas ao intestino, atravessando sem problemas o estômago, ambiente ácido onde a maioria dos microorganismos não sobrevive. Uma vez no intestino, se reproduzem com grande rapidez e ainda criam um ambiente propício para que outras bactérias benignas possam se estabelecer ali. Como se não bastasse, eles produzem um muco que protege as vilosidades (pequenas dobraduras) intestinais e também sintetizam parte das vitaminas do complexo B de que necessitamos.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Os lactobacilos podem ser encontrados no leite que acabou de sair da vaca, mas não estão presentes no leite pasteurizado que encontramos à venda. Os produtos comercializados que contêm lactobacilos vivos são o iogurte e os chamados probióticos: alimentos especialmente destinados a ajudar nosso sistema digestivo pela introdução de microorganismos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bf55a3d449943d56c73679a28f0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8145" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bf55a3d449943d56c73679a28f0.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Yakult®, o probiótico mais vendido no Brasil utiliza o <em>lactobacillus</em> <em>casei shirota</em>, uma variedade desenvolvida há mais de 60 anos por um médico e microbiologista japonês.</p>
</div>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/04/o-que-sao-os-lactobacilos-vivos/" data-text="O que são os lactobacilos vivos?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F04%2Fo-que-sao-os-lactobacilos-vivos%2F&#038;text=O%20que%20s%C3%A3o%20os%20lactobacilos%20vivos%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Terapias loucas: transfusão de fezes</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/04/terapias-loucas-transfusao-de-fezes/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 05:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terapias Malucas]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
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		<category><![CDATA[transplante]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Querida bióloga, você é um exemplo. Seu blog é o mais divertido, informante e interessante que conheço. Parabéns! Queria saber: é verdade que existe transfusão fecal (de cocô)?&#8221; Maria Cristina...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bacterias150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8081" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/bacterias150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Querida bióloga, você é um exemplo. Seu blog é o mais divertido, informante e interessante que conheço. Parabéns! Queria saber: é verdade que existe transfusão fecal (de cocô)?&#8221; Maria Cristina &#8211; Rio de Janeiro</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Obrigada pelo carinho, Maria Cristina. Bom, por mais incrível e absurdo que pareça, a transfusão fecal, também conhecida como bacterioterapia fecal ou transplante fecal, existe SIM. E o procedimento é exatamente o que o nome diz: fezes de uma pessoa, é transferida para o intestino de outra.</p>
<p style="text-align: justify">A transfusão fecal foi criada por um médico australiano e consiste de uma  aplicação das fezes alheias no intestino doente por meio de um tubo introduzido a partir do nariz. Assustador, não é? Essa terapia é usada como o tratamento de uma doença chamada colite pseudomembranosa (colite ulcerosa),  causada pela bactéria <em>Clostridium difficile.</em> A ação do micro-organismo destrói tecidos do cólon, uma das partes do intestino grosso. Segundo alguns estudos, a taxa de sucesso gira em torno de 95% e embora sejam recomendados cinco procedimentos, a pessoa já se sente melhor após o primeiro. O objetivo da transfusão é garantir uma flora bacteriana de fezes de um doador saudável.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000">Funciona assim:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000">1.</span> Mistura-se cerca de 30 g de cocô do doador a 50 ml de uma solução salina até formar um líquido fétido, mas homogêneo</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000">2.</span> Essa mistura é filtrada com um coador para retenção das partes sólidas que não foram diluídas</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000">3.</span> Com uma seringa, o médico injeta por volta de 25 ml da solução de cocô por um tubo enfiado no nariz do paciente e que se estende até o estômago</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000">4. </span>As bactérias presentes na solução fecal ajudam no restabelecimento da flora intestinal e na reconstituição do tecido afetado do intestino</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/clostrdiff.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8083" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/01/clostrdiff.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: center">Bactéria <em>Clostridium difficile</em> causadora da colite ulcerosa</p>
<p style="text-align: right">MUNDO ESTRANHO</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/04/terapias-loucas-transfusao-de-fezes/" data-text="Terapias loucas: transfusão de fezes" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F04%2Fterapias-loucas-transfusao-de-fezes%2F&#038;text=Terapias%20loucas%3A%20transfus%C3%A3o%20de%20fezes" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Sabia que alguns animais tem hábito de comer pedras?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/03/sabia-que-alguns-animais-tem-habito-de-comer-pedras/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 04:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Minha professora disse que alguns animais podem comer pedra, é verdade? Por favor, coloca minha dúvida no site. Já mandei outras e você não publicou.&#8221; Thiago Tonelli &#8211; Rio Claro/...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/pedras150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7557" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/pedras150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Minha professora disse que alguns animais podem comer pedra, é verdade? Por favor, coloca minha dúvida no site. Já mandei outras e você não publicou.&#8221; Thiago Tonelli &#8211; Rio Claro/ SP</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #888888">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Ahh Thiago&#8230; Não fica bravo. Tenho recebido tantos emails que infelizmente preciso selecionar as perguntas do visitante curioso. É humanamente impossível responder todas… Mas hoje deu tudo certo: Sua pergunta foi selecionada!</p>
<p style="text-align: justify">É claro que sua professora está certíssima. Pode parecer estranho para os seres humanos o hábito maluco de comer pedras, mas alguns animais possuem esse costume e isso é muito importante para eles. Algumas aves, crocodilos, pingüins, focas e leões-marinhos, cães, entre outros são comedores de pedras. No caso dos animais aquáticos, as pedras ingeridas funcionam como lastro, isto é: os ajudam a afundar, da mesma forma que os cintos de chumbo servem aos mergulhadores profissionais.</p>
<p style="text-align: justify">As pedras engolidas são chamadas gastrólitos, ou seja, &#8220;pedra do estômago&#8221;. Este nome não é à toa. É no estômago que elas ficam armazenadas e servem para ajudar a triturar e os alimentos e a limpar as paredes estomacais dos parasitos que a infestam. Além disso, as pedras aliviam a sensação de fome durante longos períodos em que os bichos precisam ficar sem comer, dando uma sensação de saciedade.</p>
<p style="text-align: justify">As pedras não ficam no organismo de alguns desses animais para sempre. O mais interessante é que o próprio bicho é que determina quanto tempo as pedras devem ficar no estômago de acordo com o desconforto ou não que sentem. Se não estiver se sentindo bem, o animal provoca vômito, botando algumas pedras para fora. Eles também não ingerem qualquer pedra que veem pela frente. As mais lisinhas e bem arredondadas são a preferência. Pedras com esse formato, ao serem engolidas, não machucam o animal por dentro.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/jacare_acu1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7558" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/jacare_acu1.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center"> <img src='http://diariodebiologia.com/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':o' class='wp-smiley' />   O jacaré é um dos animais que tem o hábito de engolir pedras!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/03/sabia-que-alguns-animais-tem-habito-de-comer-pedras/" data-text="Sabia que alguns animais tem hábito de comer pedras?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F03%2Fsabia-que-alguns-animais-tem-habito-de-comer-pedras%2F&#038;text=Sabia%20que%20alguns%20animais%20tem%20h%C3%A1bito%20de%20comer%20pedras%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Como a cárie se forma?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 05:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
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		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[cárie]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Minha mãe falou que é um bichinho que causa a cárie? É verdade mesmo? De onde vem esse bicho?&#8221; Rafael D. &#8211; Rio de Janeiro &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Rafael querido, quando você...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/carie150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7494" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/carie150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Minha mãe falou que é um bichinho que causa a cárie? É verdade mesmo? De onde vem esse bicho?&#8221; Rafael D. &#8211; Rio de Janeiro</span></strong></p>
<p style="text-align: right">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify">Rafael querido, quando você escuta falar que a cárie é causada por um bichinho, não é pra se levar ao pé da letra. Na verdade, os causadores da cárie são bactérias, uma delas é a <span style="text-decoration: underline"><em>Streptococcus mutan</em></span>s. As bactérias não são bichos, são microrganismos com apenas uma célula que é diferente da nossa. Os bichos são do reino Animal, as bactérias são do reino Monera, ok?</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Bom, a cárie tem início quando a bactéria se fixa sobre a superfície que protege o dente, camada conhecida como esmalte, formado por proteínas e minerais de cálcio e fosfato. Ela usa o açúcar que fica na nossa saliva para se nutrir, crescer e com o crescimento, se formam as placas dentárias. Na reação química do metabolismo da bactéria com o açúcar, ocorre a produção de ácido lático. Esse ácido aumenta a acidez na superfície do dente, levando à desmineralização (enfraquecimento) do esmalte, e à formação de pequenas cavidades que são invadidas pelas bactérias.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Invadindo os furinhos, o processo continua até chegar na dentina e a polpa do dente, de onde a bactéria pode atingir a corrente sanguínea e provocar graves infecções em outras partes do corpo. Com o passar do tempo, todo o dente é destruído. Como a formação da placa dentária e a produção de ácido que provocam a cárie são dependentes da ingestão de açúcar. Por isso, quanto mais açúcar você ingerir, mais alimento as bactérias terão!</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Quando vamos ao dentista por causa de uma cárie, ele remove toda região atacada pela bactéria, coloca uma substância selante e preenche o buraco com uma massinha que endurece e fica com consistência parecida com o esmalte do dente. Apenas seu dentista pode dizer com certeza se você tem uma cárie, pois elas se desenvolvem embaixo da superfície do dente, onde você não pode vê-las.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/carie.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7495" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/carie.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
<p style="text-align: center">A cárie é um inimigo invisível&#8230;. O melhor é prevenir!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/infecção.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7496" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/infecção.jpg" alt="" width="300" height="306" /></a></p>
<p style="text-align: center">Caso uma cárie não seja tratada a infecção pode alcançar essas dimensões!  <img src='http://diariodebiologia.com/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':o' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/03/como-a-carie-se-forma/" data-text="Como a cárie se forma?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F03%2Fcomo-a-carie-se-forma%2F&#038;text=Como%20a%20c%C3%A1rie%20se%20forma%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Conheça os bichos das nossas notas!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/03/conheca-os-bichos-das-nossas-notas/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 05:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
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		<description><![CDATA[UM REAL: Beija-flor-de-peito-azul Desde 2005, as notas de um real deixaram de ser fabricadas. Mas, até então, nelas aparecia o beija-flor, uma ave miúda que tem fome de leão. Esse...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">UM REAL:  Beija-flor-de-peito-azul</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/1real22.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7542" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/1real22.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a></span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify">Desde 2005, as notas de um real deixaram de ser fabricadas. Mas, até então, nelas aparecia o beija-flor, uma ave miúda que tem fome de leão.  Esse bicho precisa estar sempre comendo, já que gasta muita energia com o movimento frenético de suas asas. Nas cidades, é fácil vê-lo visitando garrafinhas com água e açúcar, usadas para alimentá-los.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="color: #003300"><strong>DOIS REAIS: Tartaruga-de-pente</strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/2reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7543" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/2reais2.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A tartaruga-de-pente vive nos oceanos Atlântico e Pacífico, onde habita as áreas de águas rasas e os arrecifes de coral. Essa espécie se alimenta de medusas, camarões, esponjas e lulas. Por séculos, o casco dessa espécie serviu para produzir vários objetos. No Brasil, era usado na confecção de pentes, um costume que deu origem ao nome popular da espécie.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">CINCO REAIS: Garça-branca-grande</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/5reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7544" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/5reais2.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A garça-branca-grande se adapta muito bem a diversos ambientes. Mesmo em locais muito poluídos e degradados – como o rio Tietê, em São Paulo –, a ave é encontrada. No período reprodutivo, aparecem, no dorso (costas) de machos e fêmeas, longas e delicadas penas chamadas egretas, que indicam que as aves estão aptas a se reproduzir. Essa garça, que é tão comum hoje, já foimuito caçada no passado. Atualmente, com o costume de usar essas penas fora de moda, esse animal pode viver um pouco mais tranquila, mesmo em meio a tanta poluição.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">DEZ REAIS: Arara-vermelha</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/10reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7545" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/10reais2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A arara-vermelha é encontrada na Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Mata Atlântica. Se alimenta de frutas e sementes diversas, mas o curioso é que come também o barro dos barrancos. Tudo porque ele é rico em sódio e potássio, minerais que ajudam na sua digestão.O macho dessa espécie costuma escolher uma fêmea para viver ao seu lado a vida inteira. Muito legal, não é?</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">VINTE REAIS: Mico-leão-dourado</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/20reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7546" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/20reais2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Mico-leão-dourado é uma espécie é nativa da Mata Atlântica e só existe no Brasil. Com a destruição dessa parte da mata, o bicho esteve perto de desaparecer. Mas, hoje, já pode ser visto em algumas áreas que desenvolvem projetos de preservação. Geralmente nascem em pares de gêmeos e são muito apegados à mãe quando pequenos. As famílias da espécie costumam reunir de seis a sete integrantes e sempre têm um chefe. Ele comanda e conversa com os outros por meio de assobios, como é típico dos primatas.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">CINQUENTA REAIS: Onça Pintada</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/50reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7547" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/50reais2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A Onça Pintada habita áreas de floresta caracterizadas pela forte presença de água, como a Mata Atlântica, a Amazônia e até mesmo o Pantanal. Assim como leões e tigres, a onça-pintada faz um barulho diferente do miado característico dos felinos: é o esturro, um som grave e forte. Mas, apesar de todo esse vozeirão, esse animal é discreto na caça e dificilmente é visto. No seu habitat natural, as pintas da onça-pintada servem como camuflagem em meio à mata e facilitam a sua sobrevivência. Infelizmente, essa espécie passou a correr risco de extinção.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #008000"><strong><span style="color: #003300">CEM REAIS: Garoupa</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/100reais2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7548" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/100reais2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A garoupa é um peixe muito comum no sudeste do Brasil. Se alimenta basicamente de peixes menores e crustáceos. Uma característica curiosa dessa espécie é que as garoupas nascem como fêmeas e se tornam machos por volta dos nove ou dez anos de idade. Podem atingir até 120 centímetros de comprimento e há registros de animais com 50 anos de idade. Infelizmente, muitas não chegam tão longe devido à pesca indiscriminada. Aliás, por demorar até poder se reproduzir e ser muito apreciada na culinária mundial, a garoupa está ameaçada de extinção.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/03/conheca-os-bichos-das-nossas-notas/" data-text="Conheça os bichos das nossas notas!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F03%2Fconheca-os-bichos-das-nossas-notas%2F&#038;text=Conhe%C3%A7a%20os%20bichos%20das%20nossas%20notas%21" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Por que temos meleca no nariz?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 05:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;De onde vem a meleca de nariz e como ela é feita?&#8221; Laís Karoline &#8211; Garanhuns/PE Laís, embora pareça bem nojenta a meleca exerce um importante papel no nosso organismo....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/meleca150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7485" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/meleca150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;De onde vem a meleca de nariz e como ela é feita?&#8221; Laís Karoline &#8211; Garanhuns/PE</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Laís, embora pareça bem nojenta a meleca exerce um importante papel no nosso organismo. Como sabemos, dentro do nariz temos muitos cílios (pelinhos microscópicos) e uma forte irrigação sanguínea que tem a função de purificar, aquecer e tornar mais úmido o ar que inspiramos para garantir uma respiração saudável. Além disso, temos na musosa nasal, glândulas produtoras de secreção, que mais tarde vira a meleca.</p>
<p style="text-align: justify">A meleca se forma porque junto com o ar, respiramos impurezas e microrganismos como vírus, bactérias e fungos. Isso tudo fica retido nos cílios e na secreção do nariz, quando a secreção fica saturada de impurezas, parte dela é removida. Quando estamos em um lugar muito poluído (poeira, fumaça e etc.) a produção da secreção nasal aumenta para reter as impurezas e evitar que ela chegue aos pulmões. Como os cílios estão em constante movimento, eles levam aquela massinha de caca misturada com poeira e micróbios para a abertura do nariz. Essa é a meleca!</p>
<p style="text-align: justify">Mais do que uma bolinha de sujeira sem serventia, a meleca é uma defesa do nosso organismo e serve como uma barreira protetora. Ela possui a consistência endurecida porque é ressecada pelo ar que entra quando respiramos Mas, embora seja útil, volta e meia, é preciso removê-la. Isso porque, em grande quantidade, ela pode atrapalhar a passagem de ar pelo nariz. E aos comedores de meleca fica um aviso: ao engolir meleca você está levando para o seu organismo impurezas, bactérias, vírus e outros microrganismos que ficaram retidos na mucosa nasal e isso é uma nojeira sem tamanho!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/beckhan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7477" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/beckhan.jpg" alt="" width="280" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: center">David Beckham: tira meleca do nariz, com o maior charme!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/Mariah_Carey.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7478" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/Mariah_Carey.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: center">Mariah Carey: tira meleca do nariz, que nojo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/Brad_Pitt.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7479" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/Brad_Pitt.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a></p>
<p style="text-align: center">Brad Pitt: tira meleca do nariz lindamente!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/papa-dedo-no-nariz.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7480" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/papa-dedo-no-nariz.jpg" alt="" width="280" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center">Sua santidade, o Papa: tirava meleca do nariz!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/dilma.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7483" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/dilma.jpg" alt="" width="280" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: center">A primeira presidente mulher do Brasil: Tira meleca também!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/jose_serra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7481" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/jose_serra.jpg" alt="" width="280" height="391" /></a></p>
<p style="text-align: center">José Serra: tira meleca do nariz!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/picking-nose01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7482" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/picking-nose01.jpg" alt="" width="280" height="179" /></a></p>
<p style="text-align: center">Rainha Elizabeth e sua meleca real!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify">.</p>
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