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	<title>Diário de Biologia &#187; anomalia</title>
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		<title>Por que as pessoas são sonâmbulas?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambula150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10015" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambula150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Quando eu era criança, minha mãe diz que eu levantava a noite e fazia as coisas dormindo. Se isso é verdade eu era sonâmbulo. Eu fico intrigado em saber, porque as pessoas são sonâmbulas.&#8221; Rogério Cannal</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Rogério, o sonambulismo é uma parassonia, ou seja, um transtorno comportamental do sono em que a pessoa pode desenvolver habilidades motoras complexas, como por exemplo sair da cama e andar, urinar, comer, realizar tarefas comuns e até mesmo sair de casa, enquanto permanece inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify">Em um estado normal, nosso sono tem cinco estágios durante os quais as ondas cerebrais diminuem de intensidade até atingir um profundo estado de relaxamento. A baixa atividade se mantém no hipotálamo, ligado à consciência, e no córtex cerebral, que controla os movimentos do corpo. No caso dos sonâmbulos, essas ondas, vindas de uma área do cérebro chamada ponte, são irregulares. Por isso não cumprem a contento a função de inibir a região motora. Como as áreas motoras permanecem ativas, o sonâmbulo é capaz de se sentar e andar. Já a área relacionada à consciência, no hipotálamo, se mantém quase inativa. E isso explica por que quem sofre desse distúrbio não percebe o que faz nem se lembra de nada no dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify">Os cientistas ainda não sabem as causas do sonambulismo, mas existe uma forte evidência de que existe uma alteração no cromossomo 20 das pessoas que sofrem com esse distúrbio. Eles estudaram famílias de sonâmbulos e descobriram que eles tendem a compartilhar um determinado código genético variante do cromossomo 20, que eles acreditam ser ligada ao sonambulismo. Existe uma suspeita de que o defeito genético pode existir no gene que é responsável por &#8220;desligar&#8221; as funções motoras o que poderia permitir que os sonâmbulos pudessem agir fisicamente, colocando para fora seus impulsos do subconsciente. O resultado disso é a realização de tarefas complexas, apesar de ser adormecido.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambulismo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10016" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambulismo.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Acordar um sonâmbulo não é fácil e ao contrário das crenças populares acordá-lo não é perigoso e isso não vai matá-lo, no entanto, é bom ter cuidado pois a pessoa pode ter uma reação violenta.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sleepwalke.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10017" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sleepwalke.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center">1/4 das crianças e 3% dos adultos apresentam essa parassomia!</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://saude.abril.com.br/index.shtml" target="_blank">FONTE</a>, <a href="http://www.lifeslittlemysteries.com/" target="_blank">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-pessoas-sao-sonambulas/" data-text="Por que as pessoas são sonâmbulas?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2012%2F01%2Fpor-que-as-pessoas-sao-sonambulas%2F&#038;text=Por%20que%20as%20pessoas%20s%C3%A3o%20son%C3%A2mbulas%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Como pessoas surdas pensam?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 11:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Karlla, quando uma pessoa nasce surda em que lingua ela pensa?&#8221; Davi Trindade &#8220;Agora me bateu uma dúvida: como são os pensamentos do deficiente auditivo?&#8221; Mariana &#8220;Sou fã do Diário...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/surdos150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9971" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/surdos150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Karlla, quando uma pessoa nasce surda  em que lingua ela pensa?&#8221; Davi Trindade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"> &#8220;Agora me bateu uma dúvida: como são os pensamentos do deficiente auditivo?&#8221; Mariana</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"> &#8220;Sou fã do Diário de Biologia. Leio todo dia, e quando não tem novidades, leio coisas antigas. Minha dúvida é: pessoas surdas podem pensar?&#8221; Luara Vasconcelos</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Davi, Mariana e Luara. É preciso deixar bem claro aqui que o deficiente auditivo possui apenas um bloqueio que o impede de escutar. Eles raciocinam normalmente assim como aquelas pessoas sem a deficiência, não possui nenhum retardo mental. Assim, é obvio que os surdos possuem alguma linguagem de raciocínio, só que, naturalmente, é diferente de quem não tem a deficiência. O pensamento é intimamente ligado à linguagem.</p>
<p style="text-align: justify">Anos atrás, os surdos congênitos eram chamados de &#8220;surdos-mudos&#8221;, e eram erradamente consideradas pessoas retardadas, pois a linguagem de sinais não era ensinada, a pessoa era surda e ponto final: estava destinada a viver desligado do mundo. Hoje, sabe-se que a linguagem de sinais e gestos é um grande passo para o aprendizado da criança surda. Dos 21 aos 36 meses a crianças aprende o básico e cria uma estrutura cognitiva essencial para o raciocínio futuro. Se os surdos congênitos não são diagnosticados antes de começar a escola, eles podem enfrentar graves problemas de aprendizagem para o resto de suas vidas, mesmo que em outros aspectos, a sua inteligência seja normal.</p>
<p style="text-align: justify">Uma pesquisa recente mostrou que a nossa voz interior, o monólogo privado em nossas cabeças, é essencial não apenas para o pensamento abstrato, mas também desempenha um papel fundamental em outras funções mentais superiores, como memória e auto-consciência. Nossa voz interior é como software que usamos para conduzir o hardware do cérebro. As pessoas nascidas surdez profunda nunca irá ouvir e assim nunca vai ter a imagem auditiva com que manter o pensamento privado. Sua única alternativa é pensar em linguagem gestual, essa que o coloca dentro do mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade é um pouco ousado da minha parte tentar responder essa pergunta sabendo que posso escutar e formar meu monólogo interior, mas pesquisando e lendo sobre o que o deficiente auditivo diz, é possível formar uma opinião que pode ser discutida aqui. Os surdos também não compreendem como pensamos, da mesma forma que temos dificuldade em entender o pensamento deles. Os surdos garantem que pensam, mas eles sabem que aquela língua pensada não é o português, ou outra língua qualquer. Assim, o pensamento do surdo é muito mais complexo do que podemos imaginar, ele envolve, formas, imagens, leitura labial, gestos e palavras que eles mesmos criaram. De fato, conseguem interagir e seu cérebro é capaz de raciocinar de uma forma muito mais complexa do que aqueles que podem ouvir.</p>
<p style="text-align: justify">Abaixo, coloquei um texto de uma pessoa surda relatando como são seus sonhos. Gostaria de pedir aos leitores do site que são deficientes auditivos que colaborem dando suas opiniões. Elas são pessoas mais indicadas para ajudar na resposta!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/depoimento.jpg"><img class="size-full wp-image-9972 aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/depoimento.jpg" alt="" width="600" height="103" /></a></p>
<p style="text-align: justify">TRADUÇÃO: <em>&#8220;Quando eu tenho sonhos, estou sempre ouvindo e posso entender o Inglês perfeitamente. Eu acredito que a linguagem dentro dos meus sonhos não é real, é como se eu fizesse a minha própria língua, mas que identifiquei como Inglês. O movimento da boca das palavras é como na vida real (eu leio lábios muito bem) e é impossível que as vozes sejam semelhantes à linguagem da vida real. Acho que é realmente interessante&#8230; É como se eu soubesse o que é estar ouvindo.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/surdos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9973" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/surdos.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: center">O pensamento das pessoas com deficiência auditiva é muito mais complexo do que vocês podem imaginar!</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.dichotomistic.com" target="_blank">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/9970/" data-text="Como pessoas surdas pensam?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2F9970%2F&#038;text=Como%20pessoas%20surdas%20pensam%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Catalepsia patológica: um vivo que parece morto</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 20:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Essa é uma anomalia  que assusta bastante. Catalepsia patológica é um distúrbio neurológico em que a pessoa permanece com os músculos enrijecidos como uma estátua, podendo inclusive ser confundida...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9951" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Essa é uma anomalia  que assusta bastante. Catalepsia patológica é um distúrbio neurológico em que a pessoa permanece com os músculos enrijecidos como uma estátua, podendo inclusive ser confundida com um cadáver, devido a semelhança com o<em> rigor mortis</em>. O <em>rigor mortis</em> é causado por uma mudança química que acontece nos músculos depois de certo tempo que a pessoa morre, causando um endurecimento e impossibilidade de mexer as partes do corpo, principalmente as pernas e braços.</p>
<p style="text-align: justify">A catalepsia é uma condição incomum, o cataléptico não consegue se movimentar apesar de todas as suas funções vitais permanecerem funcionando embora estejam reduzidas. O mais intrigante é que, apesar da pessoa em surto estar totalmente vulnerável, ela consegue perceber, ouvir, raciocinar e entender tudo que se passa a sua volta, mas não consegue reagir fisicamente. Isso causa um sofrimento muito grande ao cataléptico.</p>
<p style="text-align: justify">Na catalepsia, os músculos do doente podem ser movidos para qualquer direção que continuam assim até que o surto passe, ou seja, o corpo tem aspecto de boneco de cera, se o braço da pessoa for direcionado para cima ela permanecerá assim até que o doente se recupere do distúrbio que pode durar alguns minutos, vários dias ou até semanas e suas causas são as mais variadas possíveis. Acredita-se que o cataléptico possui uma predisposição genética combinada com problemas neurológicos graves como histeria, debilidade mental, depressão e outros. O tratamento consiste na utilização de medicamentos que relaxam a musculatura e evita o estado de imobilidade total.</p>
<p style="text-align: justify">Na antiguidade, a catalepsia não era bem compreendida pela medicina e muitos catalépticos foram enterrados vivos, pela crença de que eles estavam mortos. Naquela época os equipamentos que permitiam sondar os sinais vitais eram bem grosseiros e por isso era comum que o doente fosse velado e enterrado vivo. Quando despertavam dos surtos muitos morriam sufocados em suas próprias covas, outros conseguiam se debater e sobreviver e assombravam a população com sua &#8220;presença fantasma&#8221;.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9952" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9953" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia2.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.infoescola.com/">FONTE</a>, <a href="http://super.abril.com.br/home/">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/catalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto/" data-text="Catalepsia patológica: um vivo que parece morto" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fcatalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto%2F&#038;text=Catalepsia%20patol%C3%B3gica%3A%20um%20vivo%20que%20parece%20morto" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Síndrome de Estocolmo: Eu amo meu sequestrador</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 11:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Como estratégia de sobrevivência, a mente humana é capaz de desenvolver anomalias incríveis. Ser sequestrado e se apaixonar pelo sequestrador não é só história de filme. Na Síndrome de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9862" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Como estratégia de sobrevivência, a mente humana é capaz de desenvolver anomalias incríveis. Ser sequestrado e se apaixonar pelo sequestrador não é só história de filme. Na <em>Síndrome de Estocolmo</em> o raptado passa a admirar e até mesmo amar a pessoa que a sequestrou, tudo como parte de uma doença desenvolvida por um transtorno mental. O nome &#8220;Síndrome de Estocolmo&#8221; é devido a um assalto ocorrido em Estocolmo, na Suécia, em 1973, onde quatro pessoas foram mantidas reféns porseis dias. Depois de liberados, os indivíduos desenvolveram a síndrome e defenderam e amenizaram a culpa dos raptores, o que acabou até em casamento.</p>
<p style="text-align: justify">O comportamento de pacientes com essa síndrome sugere um instinto de sobrevivência inconsciente, em um gesto desesperado de preservação pessoal. O problema costuma surgir em situações psicologicamente traumáticas e os efeitos, geralmente, são preservados e as vítimas continuam a defender e a gostar de seus raptores mesmo depois de escapar do cativeiro. Hoje, sabe-se que os sintomas da síndrome de Estocolmo surgiam no relacionamento entre senhor e escravo e nos campos de concentração na Alemanha. Também é possível identificá-los nos casos de esposas agredidas por seus maridos, que mesmo em uma situação de perigo e sofrimento continuam amando e admirando o companheiro.</p>
<p style="text-align: justify">Como já dito, o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência. Assustadoramente, a mente parece desenvolver uma estratégia ilusória para proteger a saúde psicológica da vítima. O afeto e identificação emocional com o sequestrador preservam a vítima da realidade perigosa e violenta.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/image1HJ.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9860" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/image1HJ.jpg" alt="" width="300" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: center">Quem não se lembra do sequestro da filha de Sílvio Santos, Patrícia Abravanel, que, ao dar entrevistas, lembrava com carinho dos seus sequestradores? <a href="http://www.youtube.com/watch?v=16V9BaR9oAs" target="_blank">AQUI </a>você verá o vídeo da entrevista no Jornal Nacional na época, onde é possível ver  afeição com que Patrícia fala dos sequestradores.</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9859" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo.jpg" alt="" width="300" height="347" /></a></p>
<p style="text-align: center">Na Síndrome de Estocolmo a mente desenvolve uma estratégia de sobrevivência impressionante: A vítima se apaixona pelo sequestrador!</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.medicinaealimentacao.com/?" target="_blank">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/sindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador/" data-text="Síndrome de Estocolmo: Eu amo meu sequestrador" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fsindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador%2F&#038;text=S%C3%ADndrome%20de%20Estocolmo%3A%20Eu%20amo%20meu%20sequestrador" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Polidactilia: mais dedos do que o normal</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 03:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Olá Karlla. Vi um de seus post &#8220;Por que temos 5 dedos nas mãos e nos pés?&#8221;, e quero saber por que meu primo possui 6 dedos nos pés, pois...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/seis-dedos150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9491" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/seis-dedos150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Olá Karlla. Vi um de seus post &#8220;Por que temos 5 dedos nas mãos e nos pés?&#8221;, e quero saber por que meu primo possui 6 dedos nos pés, pois a mãe não teve coragem de tirar esses dedos, ele ainda é uma criança!&#8221; Bárbara</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Bem Bárbara, o que seu primo tem parece ser uma alteração genética chamada de polidactilia, que significa a presença de dedos nas mãos e/ou nos pés de um número além do normal. Não é uma condição muito rara, sendo aproximadamente 10 vezes mais comuns em indivíduos negros do que em caucasóides. Quando uma pessoa possui mais dedos nas mãos do que o normal, chamamos de quirodáctilos e são nos dedos do pé, chamamos pododáctilos.</p>
<p style="text-align: justify">A polidactilia é uma anomalia resultante da manifestação de um alelo autossômico (que não está ligado ao sexo e, portanto pode acometer tanto o sexo feminino quanto o masculino) e dominante (que se manifesta mesmo que esteja presente somente uma vez no par de cromossomos, ao contrário do recessivo, que só se manifesta quando aparece em dose dupla). Nessa anomalia os genes possuem penetrância incompleta, isso significa que apenas uma parcela dos portadores apresenta as características da doença, mas a pessoa pode carregar o gene e transferi-lo para seus filhos, mesmo não manifestando a anomalia. Isso significa que se o filho manifestou a anomalia e a mãoe e o pai não, certamente o casal carrega esse gene.  Por se tratar de um gene dominante, a probabilidade de transmissão para os descendentes é de 50%, caso sejam genes heterozigotos (Aa), ou 100% nos casos de genes homozigotos (AA).</p>
<p style="text-align: justify">A expressão anomalia pode ser variável, apresentando desde a presença de um dedo extra completamente desenvolvido, até uma simples profusão carnosa. Apesar de ser uma anomalia, a polidactilia não carrega consigo nenhum problema neurológico  para seus portadores. A remoção cirúrgica é um processo considerado simples e é o único tratamento.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polidactilia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9493" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polidactilia.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/12-dedos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9494" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/12-dedos.jpg" alt="" width="300" height="146" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polydactyly.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9495" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polydactyly.jpg" alt="" width="300" height="319" /></a></p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.infoescola.com/">FONTE</a></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/" data-text="Polidactilia: mais dedos do que o normal" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fpolidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal%2F&#038;text=Polidactilia%3A%20mais%20dedos%20do%20que%20o%20normal" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Anomalias da medicina: O que você faria se tivesse alergia a água?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 03:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece mentira mas não é! Existem pessoas que sofrem de um tipo de alergia que as impede de ter qualquer contato com a água. Tomar aquele banho demorado revigorante, ou ir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergia150.jpg"><span style="color: #888888"><img class="alignleft size-full wp-image-9448" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></a><span style="color: #888888">Parece mentira mas não é! Existem pessoas que sofrem de um tipo de alergia que as impede de ter qualquer contato com a água. Tomar aquele banho demorado revigorante, ou ir a praia e piscina em dias quentes,  nem pensar!</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">A <strong>urticária aquagênica</strong> foi descrita pela primeira vez em 1964 por Shelley e Rawnsley. É uma forma rara de urticária física, caracterizada pela formação de lesões após contato com água. As lesões surgem geralmente alguns minutos após o contato com a água de qualquer temperatura, podem medir de  2 a 3 mm de diâmetro localizam-se geralmente no tronco e parte superior dos braços e pernas e podem durar de 10 a 50 minutos. A doença ataca as mulheres com mais frequência do que homens e em geral inicia-se na puberdade. A ocorrência em crianças é mais rara.</p>
<p style="text-align: justify">Essa patologia não está completamente esclarecida, e várias discussões já foram levantadas em todo mundo. Alguns médicos sugerem que a reação da água com componentes de uma camada da pele ou das glândulas sebáceas formaria uma substância tóxica que seria absorvida pela pele, ocasionando a degranulação dos mastócitos que são células que contém no seu interior uma grande quantidade de grânulos cheios de histamina (substância envolvida nos processos de reações alérgicas. Essa degranulação causaria a liberação de histamina com consequente formação de urticas. Outros acreditam que exista um antígeno solúvel em água na epiderme que em contato com a água se difundiria para a derme, causando liberação de histamina pelos mastócitos. Outros mediadores como acetilcolina, serotonina e bradicinina possivelmente também estão envolvidos no desenvolvimento das lesões. De uma forma ou de outra, essa anomalia é bastante interessante. Não dá pra imaginar que existam pessoas que não podem curtir um banho relaxante depois de um dia cansativo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica-a-agua.jpg"><img class="size-full wp-image-9450 aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica-a-agua.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica_agua.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9451" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica_agua.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: center">Com 19 anos Ashleigh Morris não pode nadar e nem tomar banho como nós. Ela é alérgica à água. Até mesmo o suor faz surgir erupções dolorosas na pele. Esta condição estranha a acompanha desde que tinha 14 anos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/casos-clínicos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9452" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/casos-clínicos-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui um caso clínico publicado em uma revista científica em que relata uma paciente brasileira com urticária aquagênica!</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.scielo.br/pdf/abd/v84n5/v84n05a15.pdf">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/" data-text="Anomalias da medicina: O que você faria se tivesse alergia a água?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fanomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua%2F&#038;text=Anomalias%20da%20medicina%3A%20O%20que%20voc%C3%AA%20faria%20se%20tivesse%20alergia%20a%20%C3%A1gua%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Miostatina relacionada a hipertrofia: O mini-super-man</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 09:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[músculos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Mais uma vez a natureza mostra que não tem limites. Liam Hoekstra com apenas 3 anos tem sido considerado um mini-super-homem. O garoto possui uma mutação genética que permite...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8651" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Mais uma vez a natureza mostra que não tem limites. Liam Hoekstra com apenas 3 anos tem sido considerado um mini-super-homem. O garoto possui uma mutação genética que permite a substituição da gordura corporal por músculos, causando um crescimento muscular excessivo.</p>
<p style="text-align: justify">A doença provoca uma mutação no Gen responsável pela produção de miostatina, causando sua inibição. A miostatina é uma proteína responsável pelo limite no crescimento  do tecido muscular, pessoas e animais com o nível alto de miostatina possuem músculos atrofiados. É uma condição na qual a doença inibe o inibidor. Assim, no caso de Liam, a miostatina parece permanecer intacta dando à ele uma força muscular incrível.</p>
<p style="text-align: justify">Felizmente não há desvantagens médicas e seu coração não será afetado, pois a doença atinge apenas o músculo esquelético. A grande desvantagem é que sustentar este pequeno super herói não é fácil, ele come muito mais do que um adulto, chegando a fazer cerca de seis grandes refeições diárias. Os geneticistas acreditam que a condição de Liam pode um dia levar a uma cura para a distrofia muscular. Eles acreditam que o estudo da diferença genética Liam poderia beneficiar essas pesquisas!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8652" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra01.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui Liam levanta facilmente dois pesos de 1,5 kg em cada um!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8653" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra02.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center">Liam escala com facilidade, levanta móveis que somente adultos conseguiriam!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/Liam-Hoekstra03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8654" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/Liam-Hoekstra03.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p style="text-align: center">Que criança desta idade poderia se sustentar com tanta facilidade?</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.mlive.com/" target="_blank">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/" data-text="Miostatina relacionada a hipertrofia: O mini-super-man" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F07%2Fmiostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man%2F&#038;text=Miostatina%20relacionada%20a%20hipertrofia%3A%20O%20mini-super-man" >Tweet</a></span></p>
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		<title>É verdade que os dentes do hamster nunca param de crescer?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/07/e-verdade-que-os-dentes-do-hamster-nunca-param-de-crescer/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 03:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[dentes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[Hamster]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O moço do pet shop disse que os dentes do hamster nunca param de crescer. Eu achei estranho porque eles parecem estar sempre do mesmo tamanho. isso é verdade ou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/dentehamster150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8641" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/dentehamster150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;O moço do pet shop disse que os dentes do hamster nunca param de crescer. Eu achei estranho porque eles parecem estar sempre do mesmo tamanho. isso é verdade ou não?&#8221; Anna Carolina, 11 anos.</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">O moço do Pet shop falou a verdade, Anna. Coelhos, hamsters, ratos&#8230; Nesses animais os dentes estão em constante crescimento e precisam ser desgastados o tempo todo. Mas não são todos os dentes que crescem a vida toda, apenas os quatro incisivos, dois em cima e dois embaixo, que ficam posicionados de forma alinhada bem na frente da boca. Por isso, é importante tomar muito cuidado com a alimentação desses bichinhos fofos.</p>
<p style="text-align: justify">Ás vezes os hamsters possuem um forte instinto sair roendo tudo, e por isso ficam horas roendo a grade da gaiola ou tentando destruir a rodinha. Isso é normal. Afinal, os dentes precisam mesmo ser desgastados. Esses bichinhos necessitam de uma alimentação que estimule o desgaste dos seus dentes e por isso oferecer sempre alimentos molinhos não é uma boa idéia. Nada de facilitar descascando as sementes de girassol e o amendoim! Oferecendo alimentação amolecida pode custar a vida dos hamsters, pois os dentes vão crescendo, crescendo e crescendo até fechar a abertura da boca e até causar uma perfuração (veja nas imagens).</p>
<p style="text-align: justify">Ainda existe uma anomalia genética que pode atacar os hamsters. Os dentes da frente são perfeitamente alinhados, porém, em alguns casos de má formação em que os dentes de cima não se alinham com os de baixo. Quando isso acontece, eles não se desgastam e crescem desproporcionalmente, impedindo o animal de se alimentar e levando-o à morte.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/hamster_dente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8642" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/hamster_dente.jpg" alt="" width="300" height="276" /></a></p>
<p style="text-align: center">Se o dente do hamster atingir esse tamanho, ele não poderá mais comer!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/hamster_dente_grande.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8643" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/hamster_dente_grande.jpg" alt="" width="300" height="312" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui, os incisivos de baixo cresceram demais!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://super.abril.com.br/">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/07/e-verdade-que-os-dentes-do-hamster-nunca-param-de-crescer/" data-text="É verdade que os dentes do hamster nunca param de crescer?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F07%2Fe-verdade-que-os-dentes-do-hamster-nunca-param-de-crescer%2F&#038;text=%C3%89%20verdade%20que%20os%20dentes%20do%20hamster%20nunca%20param%20de%20crescer%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Tique nervoso: Síndrome de Gilles de la Tourette</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/07/tique-nervoso-sindrome-de-gilles-de-la-tourette/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 05:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[incontrolável]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu tenho um cacoete (tique nervoso). Eu fico mexendo ou girando o pescoço para estalar repetidamente. Acontece de 3 em 3 Minutos. Eu eu queria saber o que causa e o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/tiques150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8610" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/tiques150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Eu tenho um cacoete (tique nervoso). Eu fico mexendo ou girando o pescoço para estalar repetidamente. Acontece de 3 em 3 Minutos. Eu eu queria saber o que causa  e o que é cacoete.&#8221; Henrike Nunes</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">O tique nervoso não tem lugar certo para acontecer. Pode ser no meio de uma conversa, na fila do banco, ou durante uma aula. Parece incontrolável e acaba levando a pessoa a ser o centro das atenções por não controlar o comportamento estranho. São tremiliques, grunhidos, estalidos com a língua e tantos outros. A doença é conhecida como Síndrome de Gilles de la Tourette ou Síndrome dos Tiques, mais popularmente chamada de &#8220;cacoete&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Poucas pessoas sabem que os tiques são a expressão mais perceptível de uma doença neurológica ainda incurável e pouco conhecida. É um distúrbio de origem genética, mas que não compromete as capacidades mentais, de raciocínio e nem as habilidades físicas. Como essa síndrome tem uma expressão variável, a maioria dos portadores, não tem idéia de portar a patologia, tratam como se fosse uma &#8220;mania feia&#8221; e  por isso não procuram tratamento.</p>
<p style="text-align: justify">O início da síndrome geralmente se manifesta na infância ou juventude do indivíduo, eventualmente atingindo estágios classificados como crônicos. Os tiques podem se manifestar em qualquer parte ou conjunto de partes do corpo (barriga, nádegas, pernas, braços etc.), mas tipicamente eles ocorrem no rosto e na cabeça. Assim como não conseguimos ficar o tempo todo com os olhos abertos porque o corpo reage de forma inconsciente para que os olhos pisquem, essa síndrome também possuem sintomas que ocorrem involuntariamente. Raramente o portador é capaz de controlar um mínimo os seus tiques por períodos prolongados de tempo.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro caso da Síndrome de la Tourette apontado pela literatura médica data de 1825. É a descrição do quadro clínico da Marquesa de Dampierre. Ela apresentava muitos tiques involuntários simples afetando diversas partes do corpo e também imitava frases ditas pelos outros (ecolalia) e repetia gestos obscenos (coprolalia), que são tiques complexos. Ela viveu até os 86 anos e teve seu quadro estudado pelo neurologista francês Gilles de la Tourette, que deu nome à síndrome.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/tic-nervoso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8611" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/tic-nervoso.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p style="text-align: center">A Síndrome de Gilles de la Tourette provoca no portador movimentos e/ou sons involuntários e incontroláveis.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/anaeboli.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8612" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/anaeboli.jpg" alt="" width="300" height="429" /></a></p>
<p style="text-align: center">Marquesa de Dampierre foi o primeiro caso da síndrome registrado na medicina!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.gdf.df.gov.br/045/04501001.asp">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/07/tique-nervoso-sindrome-de-gilles-de-la-tourette/" data-text="Tique nervoso: Síndrome de Gilles de la Tourette" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F07%2Ftique-nervoso-sindrome-de-gilles-de-la-tourette%2F&#038;text=Tique%20nervoso%3A%20S%C3%ADndrome%20de%20Gilles%20de%20la%20Tourette" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Mãe assassina: síndrome de Münchausen</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 05:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/maeassassina150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8408" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/maeassassina150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Você se assustaria se soubesse que existem mães que, movidas por um distúrbio emocional, produzem, simulam, inventam sintomas de doenças em seus filhos? Pois existe uma  &#8220;anomalia&#8221; conhecida como &#8220;síndrome de Münchausen&#8221;, na qual de forma compulsiva, deliberada e contínua, uma pessoa provoca ou simula sintomas de doenças. A razão para isso é apenas a de obter cuidados médicos e de enfermagem.</p>
<p style="text-align: justify">Fonte de inspiração para um programa da Discovery,  na síndrome de Münchausen, a mãe  de forma intencional, provoca sintomas em seu filho, para que ele seja considerado doente, usando medicamentos, ervas, asfixia e até comida estragada, colocando a vítima geralmente em situação de risco. Em casos mais graves em que a mãe não recebe tratamento médico, a situação pode alcançar a extrema condição, ou seja, a morte do filho.</p>
<p style="text-align: justify">É um comportamento considerado compulsivo. A pessoa é incapaz de se livrar desse comportamento mesmo quando sabe que trata-se de um problema de risco. Apesar de compulsivos os atos são voluntários, conscientes, intencionais e premeditados. A doença é considerada uma grave perturbação da personalidade, de tratamento difícil e prognóstico reservado. Estes atos são descritos nos tratados de psiquiatria como distúrbios factícios.</p>
<p style="text-align: justify">Existem casos na qual a própria pessoa simula doença em si (<em>by self</em>) e quando a pessoa, geralmente uma mãe, simula doença em alguém que ela cuida (<em>by prox</em>). Essa doença não deve ser confundida com Hipocondria, na quala pessoa exagera em pequenos sintomas reais. Nos últimos tempos, tem sido relatados, casos da síndrome de Munchausen virtual, na qual o doente simula em fóruns na internet sintomas de doenças para chamar a atenção dos internautas!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/caso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8409" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/caso.jpg" alt="" width="480" height="292" /></a></p>
<p style="text-align: center">Um caso de síndrome de Münchausen, descrito em um artigo científico!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/capa-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8410" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/capa-1.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p style="text-align: center">Na síndrome de Münchausen, as mães simulam, provocam ou inventam sintomas de doenças graves nos filhos!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.munchausen.com.br/index.html">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/06/mae-assassina-sindrome-de-munchausen/" data-text="Mãe assassina: síndrome de Münchausen" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F06%2Fmae-assassina-sindrome-de-munchausen%2F&#038;text=M%C3%A3e%20assassina%3A%20s%C3%ADndrome%20de%20M%C3%BCnchausen" >Tweet</a></span></p>
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