Diário de Biologia http://diariodebiologia.com Agora ficou divertido aprender! Thu, 17 Aug 2017 13:23:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.1 5538239 Soprar as velas de aniversário aumenta as bactérias do bolo em até 1400% e você pode pegar pelo menos 6 viroses, diz estudo http://diariodebiologia.com/2017/08/soprar-as-velas-de-aniversario-aumenta-as-bacterias-do-bolo-em-ate-1400-e-voce-pode-pegar-pelo-menos-6-viroses-diz-estudo/ Thu, 17 Aug 2017 13:04:44 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42248 Um estudo da Universidade de Clemson, da Carolina do Sul (EUA) e publicada no periódico Food Research analisou o número de bactérias nos bolos que tiveram e que não tiveram velas sopradas. Os resultados não são nada animadores.

A pesquisa concluiu que uma simples soprada pode aumentar em até 1.400% a quantidade de bactérias na superfície do bolo. Apesar destes números assustadores, o autor do estudo Paul Dawson garante que não há motivos para preocupação e que o ritual de apagar as velas com um sopro pode continuar.

Em uma entrevista para o jornal “The Atlantic”, o cientista afirmou que, mesmo que alguém sopre as velinhas de um bolo 100 mil vezes, as chances de você ficar doente ao comer um pedaço são pequenas. No entanto, se o aniversariante estiver gripado, resfriado ou com qualquer outra virose transmissível pela saliva, é bom evitar comer daquele bolo.

A saliva muitas vezes serve como meio de transporte para vírus e bactérias expelidas pelas vias respiratórias e ao soprar as velas é possível transmitir algumas doenças como mononucleose, caxumba, candidíase, herpes simples, catapora e gripe.

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Agora deu ruim: Cientistas descobrem que o cheiro da comida já é suficiente para engordar! http://diariodebiologia.com/2017/08/agora-deu-ruim-cientistas-descobrem-que-o-cheiro-da-comida-ja-e-suficiente-para-engordar/ Wed, 16 Aug 2017 19:36:47 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42245 Um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, e publicado no periódico Cell Metabolism, demonstrou que o cheiro da comida age sobre o metabolismo humano e possivelmente é um fator responsável pelos quilinhos a mais.

Este trabalho é um dos primeiros que mostra a manipulação do olfato para alterar a maneira como o cérebro percebe a entrada de calorias e como ele equilibra o metabolismo energético. Os experimentos consistiram em destruir neurônios olfativos de camundongos através de manipulação genética, de modo que esses animais perdessem temporariamente a capacidade de cheirar.

Foi observado que os animais obesos que perderam o olfato também perderam peso. Os animais que tiveram o olfato “melhorado” geneticamente apresentaram maior ganho de peso que os animais com olfato normal.   Esse estudo demonstra uma ligação entre o sistema olfativo e as partes do cérebro que regulam o metabolismo (mais especificamente o hipotálamo) embora os circuitos neurais envolvidos ainda não tenham sido descobertos.

Apesar de não terem desvendado os circuitos neurais, os cientistas sugerem que o cheiro de comida alerta o cérebro da refeição que será ingerida, diminuindo o metabolismo e fazendo com que o corpo armazene mais gordura.

Outro ponto importante do estudo é que os camundongos e os seres humanos são mais sensíveis ao cheiro de comida quando estão famintos. A falta do cheiro pode fazer com que o corpo pense que já comeu. Os pesquisadores ainda sugerem que o aumento de peso está relacionado não só com a ingestão de calorias, mas em como o corpo entende essas calorias.

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Estudo científico comprova os perigos dos lencinhos umedecidos para bebês. Algumas marcas estão sendo retiradas do mercado! http://diariodebiologia.com/2017/08/estudo-cientifico-comprova-os-perigos-dos-lencinhos-umedecidos-para-bebes-algumas-marcas-estao-sendo-retiradas-do-mercado/ Wed, 16 Aug 2017 16:49:05 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42239 Algumas mães já não sabem mais viver sem os lencinhos umedecidos. Eles não servem apenas para limpar o bumbum e quem é mãe sabe que pode salvar o dia em caso de “emergências”.

Agora, uma doutora em dermatologia da Universidade de Connecticut, Mary Wu Chang, revelou depois de um estudo científico que os lencinhos para bebês podem desencadear alergias e eczema graves.  Todas as áreas do corpo que entrem em contato com o produto podem desenvolver dermatite alérgica e sinéquias valvulares nas meninas (o que significa a aderência dos lábios menores da vulva um ao outro).

De acordo com a especialista a culpa do perigo destes lencinhos é um tipo de conservante geralmente usado em produtos para o cuidado pessoal, cosméticos e para o lar. Segundo o site da Academia Americana de Pediatria, é o conservante metilisotiazolinona (MI) que quando utilizado em uma determinada concentração, aumenta as chances de alergias, dermatite e irritações na pele.

Por enquanto apenas algumas marcas estão sendo retirados do mercado nos Estados Unidos.

O que fazer, então?

Bem, na verdade, existem várias formas de substituir os lencinhos umedecidos na hora da troca da fralda do bebê, bem como em situações emergenciais com crianças. Mas se você é uma das pessoas que não sabe o que fazer sem o produto, compre marcas que não tem o componente mencionado – metilisotiazolinona (MI). Mesmo assim, tente usá-los apenas raramente ou em casos de emergência e nunca use os lenços umedecidos na pele do rosto do seu bebê.

Leitura recomendada: Alerta: Agente microbiano encontrado nos lenços umedecidos pode provocar graves crises alérgicas

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Isso é sério: É por isso que você NUNCA deve viajar com os pés apoiados no painel do carro http://diariodebiologia.com/2017/08/isso-e-serio-e-por-isso-que-voce-nunca-deve-viajar-com-os-pes-apoiados-no-painel-do-carro/ Tue, 15 Aug 2017 19:18:09 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42233 É muito comum que as pessoas no carona de um carro pequeno coloquem os pés no painel para ficar mais “confortável”, principalmente em viagens muito longas. Mas isso é uma atitude extremamente perigosa e irresponsável.

O alerta veio à tona depois que Audra Tatum revelou um acontecimento trágico durante uma viagem com o marido. Ela teve fraturas múltiplas nos pés, tornozelo, fêmur e nariz exatamente por estar viajando nessa posição. Ela sempre viajava com os pés apoiados no painel do carro, mas neste dia, em um cruzamento, o carro foi atingido lateralmente em um impacto ligeiramente forte.

O acidente nem foi tão forte e o marido de Audra nada sofreu, mas ela precisou passar por uma difícil recuperação. Durante a batida, como era de se esperar, os airbags inflaram e com a velocidade da detonação do airbag (que pode chegar a cerca de 300 km/h em determinados modelos), o pé dela foi empurrado contra sua face.

Esse acontecimento serve de alerta para todas as pessoas que gostam de assumir essa posição durante as viagens de carro.

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Como é na sua casa? Todo mundo compartilha a mesma toalha de rosto? Isso é MUITO errado, sabia? http://diariodebiologia.com/2017/08/como-e-na-sua-casa-todo-mundo-compartilha-a-mesma-toalha-de-rosto-isso-e-muito-errado-sabia/ Tue, 15 Aug 2017 17:27:46 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42224 Muito se fala sobre o tempo de trocar a toalha de banho, se pode ou não compartilhar com o companheiro, mas ninguém dá a devida atenção à toalha de rosto. Ela fica ali no canto do banheiro, perto da pia, não parece oferecer risco algum, já que é usada eventualmente pelos moradores da casa.

Grande engano quem pensa assim! As toalhas de rosto, podem oferecer bem mais riscos do que a toalha de banho. De acordo com o infectologista Milton Lapchik, em entrevista ao site Minha Vida, a toalha de rosto também pode acumular bactérias e fungos por ficar úmida por muito tempo e, além disso, como é usada por várias pessoas acaba tornando-se em um meio de transmissão desses micro-organismos.

Na toalha de rosto, as pessoas enxugam suas mãos e rosto passando até próximo à boca quando escovam os dentes. Todo problema de pele contagioso pode ser transmitido de um para todos os membros da família. É possível contrair micoses, acne (sim, acne) e diversas dermatites.

Dentre todas as doenças, uma das transmissões mais sérias e comuns é a transmissão do HPV, vírus do herpes. Está provado, no entanto, que esse vírus é encontrado ainda vivo em sabonetes, vaso sanitário, em toalhas e, apesar de não ser possível determinar com exatidão seu poder de contaminação dessa forma, pode ser que ele fique frágil fora da célula, essa possibilidade existe.

O que fazer: A dica é comprar toalhas para cada membro da família com cores diferentes. Isso facilita a organização e evita trocas. E ainda dá para identificar puxar a orelha de quem esquecer a toalha embolada em cima da cama! Caso isso já não seja possível, a melhor coisa é trocar a toalha de rosto do lavabo todos os dias, ao contrário da toalha de banho que pode ser trocada a cada 5 dias. Não tem outro jeito!

minhavida / vix
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A múmia mais bela e incrível já descoberta, era uma princesa há 900 anos. Ela mantém o penteado, cílios, sobrancelhas e usa brincos http://diariodebiologia.com/2017/08/a-mumia-mais-bela-e-incrivel-ja-descoberta-era-uma-princesa-ha-900-anos-ela-mantem-o-penteado-cilios-sobrancelhas-e-usa-brincos/ Tue, 15 Aug 2017 15:32:47 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42220 A “princesa polar” é uma múmia descoberta na Sibéria, na Rússia, que deixou a comunidade científica bastante surpresa, por ainda manter os órgãos internos intactos. Diferente da múmia Inca conhecida como “Donzela do Gelo”, de cerca de 500 anos, a princesa polar já tem 900 anos de preservação.

 Além do corpo, os fios de cabelo também permanecem perfeitos com o penteado feito para o ritual de sepultamento. As sobrancelhas e cílios também estão incrivelmente preservados. Os brincos indicam que a moça pertenceu a uma família nobre. Quando morreu, ela tinha aproximadamente 35 anos de idade e media 1,55 metros.

Os arqueólogos dizem que terá pertencido a uma tribo siberiana desconhecida que vivia da pesca e da caça, próximo do Círculo Polar Ártico. A incrível preservação da Princesa Polar, pode ser explicada pelas camadas de permafrost que a cobriram ao longo destes 900 anos, além do fato de ter sido enterrada em um casulo de pele e cobre.

Esta é a primeira múmia do sexo feminino encontrado nesta região. Antes, achava-se que apenas os homens e crianças passavam por um ritual de sepultamento, mas agora, os cientistas encontraram também o corpo de uma mulher.

Agora, os pesquisadores retiraram amostras da múmia e um teste de DNA será realizado afim de conhecer melhor presença humana na inóspita região do Ártico. Ainda, esperam conseguir reconstruir o rosto da mulher o mais breve possível.

Ela preserva os brincos de argola, cílios, sobrancelhas…

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Veja quantos megapixels o olho humano é capaz de enxergar… uma resolução inacreditável! http://diariodebiologia.com/2017/08/veja-quantos-megapixels-o-olho-humano-e-capaz-de-enxergar-uma-resolucao-inacreditavel/ Tue, 15 Aug 2017 09:14:09 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42215 Nosso olho não funciona exatamente como uma câmera. Nas câmeras digitais existem os photosites, cada um deles responsável por um ponto das imagens (pixel). Nos olhos o photosite é substituído por cones e bastonetes. Mas em termos de comparação, especialistas dizem que resolução máxima que nosso olho – saudável –  alcança é algo em torno de 250 megapixels.

A câmera digital cria arquivos de imagem compostos de milhões de pontos. Cada ponto é um pixel registrados pelo photosite, o componente fotossensível das câmeras digitais. Ou seja: uma câmera que usa 1 milhão de photosites registra 1 milhão de pixels, ou 1 megapixel.

No olho humano, o papel do photosite é desempenhado por dois tipos de células fotossensíveis distribuídos ao longo da retina, os cones e os bastonetes. Os Cones são as células do olho humano que tem a capacidade de reconhecer as cores. Já os bastonetes têm a capacidade de reconhecer a luminosidade. Nos dois olhos temos cerca de 250 milhões dessas células e, portanto, podemos captar 250 milhões de pontos luminosos. Ou 250 megapixels.

A visão humana é ainda mais elaborada, pois além da captura superior, também possuímos um sistema interno de interpolação das imagens. Interpolação é um processo utilizado por programas de edição de imagens para aumentar artificialmente a resolução das imagens capturadas. Com a interpolação sendo feita pelas próprias células oculares, a visão humana amplia os aproximados 250 megapixels para deixar as imagens captadas com ainda mais qualidade.

tecmundo / mundoestranho
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Exploradores encontram um bolo de frutas de 107 anos em cabana da Antártida que ainda parece estar bom para comer http://diariodebiologia.com/2017/08/exploradores-encontram-um-bolo-de-frutas-de-107-anos-em-cabana-da-antartida-que-ainda-parece-estar-bom-para-comer/ Mon, 14 Aug 2017 20:20:37 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42209 Durante uma expedição o grupo de conservacionista do Antartic Heritage Trust, da Nova Zelândia, encontrou um bolo de mais de 100 anos em uma das cabanas utilizada por exploradores em 1910.

O bolo estava intacto e ainda guardado selado em sua embalagem original da marca  Huntley & Palmers. A guloseima estava protegida por um papel manteiga e guardada em uma lata de ferro do fabricante. A lata estava em alto grau de oxidação depois da exposição à umidade durante tanto tempo.

O bolo, com sabor de frutas, tinha cheiro e aspecto normais. Ao que tudo indica, o bolo ainda parece ter condições para consumo (eu não arriscaria!).

O item passou por um tratamento para conservação para compor a exposição sobre explorações do continente antártico. A ferrugem da lata foi removida e tomou um banho de estabilizador químico para que o processo de ferrugem não evoluísse. A etiqueta foi restaurada dentro do possível e o papel manteiga também foi corrigido. O bolo que estava em ótimas condições, não passou ainda por nenhum processo químico e está pronto para a exposição.

O bolo ainda estava lacrado em sua embalagem original que o conservou muito bem!

sciencealert /hypescience
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Através de publicações de usuários das redes sociais, é possível detectar suas doenças mentais, diz estudo http://diariodebiologia.com/2017/08/atraves-de-publicacoes-de-usuarios-das-redes-sociais-e-possivel-detectar-suas-doencas-mentais-diz-estudo/ Mon, 14 Aug 2017 19:49:19 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42206 Se você publica muitas fotos nas redes sociais, saiba que elas podem indicar seu estado de saúde mental. A partir da detecção de alegria ou tristeza, essas fotos podem até ajudar a detectar uma depressão, antes do diagnóstico clínico.

Cientistas de duas universidades norte-americanas divulgaram que o tipo de fotografias que as pessoas colocam na rede social Instagram pode ajudar a prever e detectar através de um algoritmo um estado de depressão. Esse algoritmo pode detectar mais rapidamente a doença do que o próprio diagnóstico clínico.

Esse estudo, publicado na EPJ Data Science, mostrou que a taxa de detecção de 70% através das redes sociais é mais garantido em comparação ao sucesso de 42% dos casos resolvidos por médicos. Os cientistas contaram com a participação de voluntários, que compartilharam o seu Instagram e o seu histórico de saúde mental. Ao todo foram recolhidas 43.950 fotografias de 166 pessoas, sendo metade pessoas que declararam ter passar por um momento de depressão nos últimos três anos.

Ao analisar as fotos, aliadas à informação psicológica sobre a preferência das pessoas pelo brilho, cor e sombra na fotografia, os pesquisadores concluíram que pessoas mais deprimidas tendiam a divulgar fotos mais melancólicas, escuras e com menos qualidade em comparação com aquelas publicadas por pessoas saudáveis.

Outra observação importante foi que as pessoas saudáveis usam filtros com cores mais quentes e brilhantes, já as pessoas deprimidas utilizam filtros que normalmente utilizam as cores preto e branco. O fato de mostrarem menos o rosto nas fotos compartilhadas também pode ser um indicador de que as pessoas deprimidas tendem a interagir menos.

Os cientistas afirmam que a utilização desse algoritmo pode ser capaz de auxiliar as pessoas no início das doenças mentais, evitando falsos diagnósticos. Essa ferramenta também pode ser utilizada para apoiar a detecção precoce para aquelas pessoas que não tem acesso a médicos especialistas.

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Polêmica: Mulher submete seu cão a cirurgia plástica para que ele pareça com pet de filme http://diariodebiologia.com/2017/08/polemica-mulher-submete-seu-cao-a-cirurgia-plastica-para-que-ele-pareca-com-pet-de-filme/ Mon, 14 Aug 2017 12:55:12 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=42199 Depois que o filho de Marina Esmat assistiu o filme “O Máscara” se apaixonou pelo cãozinho do personagem. Ela então, resolveu presentear o filho com um filhote da raça Jack Russel, o mesmo do filme.

De maneira que o cãozinho foi crescendo suas orelhas foram ficando eretas, ao contrário do cachorro do filme. Para terem um cão o mais parecido possível com o cão do filme, os pais do menino resolveram procurar um especialista em cirurgia plástica para cães. O que eles queriam é que a orelha ficasse sempre caída, mesmo se cachorro estivesse contente ou em estado de alerta.

Diversos veterinários se negaram a realizar o procedimento, alegando que fazer uma cirurgia no cão era algo completamente desnecessário. “Os médicos tentaram nos convencer a não realizar o procedimento, mas nós decidimos que isso faria com que ele ficasse mais ‘estético’,” explica Marina. “Nós gostaríamos de transformá-lo em um reprodutor, mas do jeito que estavam suas orelhas, dificilmente conseguiríamos uma fêmea para cruzamento. Além disso, nós queremos que ele participe de concursos.”

A família então conheceu o cirurgião Andrey Mezin, que decidiu fazer a cirurgia no cão. O médico disse que é comum as pessoas buscarem cirurgias em orelhas dos cães para que fiquem esteticamente bonitos e que, para ele, isso é muito comum.

O veterinário contou que para ter o efeito desejado, ele danificou a cartilagem que dá sustentação à orelha, fazendo com que ela ficasse caída o tempo todo. “A dona do cachorro insistiu no procedimento devido ao grande número de critérios a serem seguidos em concursos e competições”, contou o veterinário.

A decisão da família do cão e do veterinário foi amplamente criticada quando a história foi parar nas redes sociais.

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