<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>

<channel>
	<title>Diário de Biologia &#124; BioBlog</title>
	<atom:link href="http://diariodebiologia.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodebiologia.com</link>
	<description>Agora ficou divertido aprender!</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:50:18 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.5</generator>
	<language>en</language>
	<image>
<link>http://diariodebiologia.com</link>
<url>http://diariodebiologia.com/wp-content/mbp-favicon/favicon.ico</url>
<title>Diário de Biologia | BioBlog</title>
</image>
		<item>
		<title>Por que o ataque da água viva dói tanto?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 05:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[água viva]]></category>

		<category><![CDATA[caravelas]]></category>

		<category><![CDATA[celenterado]]></category>

		<category><![CDATA[cnidario]]></category>

		<category><![CDATA[medusa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=5050</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Minha dúvida é sobre as águas vivas, por que dói tanto? O que fazer quando somos atingidos por elas? Uma delas me pegou do joelho pra baixo nas duas pernas e esta me queimando, não sei o que fazer. Vim para teu site que já sou fã há muito tempo, mas não tem nenhum post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #808080;">&#8220;Minha dúvida é sobre as águas vivas, por que dói tanto? O que fazer quando somos atingidos por elas? Uma delas me pegou do joelho pra baixo nas duas pernas e esta me queimando, não sei o que fazer. Vim para teu site que já sou fã há muito tempo, mas não tem nenhum post com o assunto. Muito obrigado pelas ótimas informações.&#8221;<br />
Roberto</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-celenterados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5052" title="agua-viva-celenterados" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-celenterados.jpg" alt="" width="480" height="152" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olá Roberto. Que má sorte, hein? Realmente o ataque da água viva é muito doloroso e parece que nada amenizar o ardor que causa.  Como são bichos muito sensíveis, obviamente que necessitam de alguma estratégia para se livrar do inimigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Águas vivas, hidras, medusas, anêmonas, corais e caravelas são todos invertebrados do filo dos cnidários - ou celenterados - um grupo bem primitivo em comparação com os demais animais.  As águas-vivas e as medusas mais exatamente, são celenterados da classe Scyphozoa. Este grupo é, muitas vezes, uma ameaça para banhistas e pescadores, podendo ocasionar &#8220;queimaduras sérias&#8221;. Mas por que isso acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, para se proteger e também conseguir alimento, a natureza proporcionou uma vantagem: em seus tentáculos sempre posicionados ao redor da cavidade digestiva - que nem podemos chamar de boca, devido à quanto rudimentar ela é. Tais tentáculos são preenchidos por milhares de células especiais os cnidoblastos, dotadas de uma cápsula - chamada nematocisto - que contém toxinas e um filamento inoculador. Esta reação só acontece ao contato, pois o cnidoblasto, quando estimulado, provoca a abertura da tal cápsula que expulsa o filamento inoculador, descarregando suas toxinas sobre o inimigo ou sobre sua a presa.</p>
<p style="text-align: justify;">São milhares de células inoculando toxinas ao mesmo tempo. Mas o perigo está apenas nos tentáculos. Estes bichos não possuem nenhum perigo quando tocados na parte de cima - que aprece um guarda-chuva - lembra daquela cena do filme Procurando Nemo (foto), quando os peixinhos saem pulando sobre as águas vivas e não sofrem nenhuma queimadura, até que a Dori acaba sendo tocada por um tentáculo? Pois é, é exatamente isso, somente os tentáculos oferecem perigo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-celenterados-quei.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5053" title="agua-viva-celenterados-nemo" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-celenterados-quei.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a> <img src='http://diariodebiologia.com/wp-content/plugins/smilies-themer/adiumicons/pinched.png' alt='xD' class='wp-smiley' />  Cena do filme Procurando Nemo: Que medo dos tentáculos!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-tentaculos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5054" title="agua-viva-tentaculos" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/agua-viva-tentaculos.jpg" alt="" width="300" height="268" /></a>Lindas!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/medusa-nematocisto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5055" title="medusa-nematocisto" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/medusa-nematocisto.jpg" alt="" width="300" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Aqui conseguimos ver os pontinhos nos tentáculos, provavelmente as células urticantes!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;FONTE: INVERTEBRATES / BRUSCA&amp;BRUSCA&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-o-ataque-da-agua-viva-doi-tanto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Quando você pensa que já viu tudo&#8230; Formigas-Pote de mel</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/quando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/03/quando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 05:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curiosidades - Animais]]></category>

		<category><![CDATA[formigas]]></category>

		<category><![CDATA[honeypot ant]]></category>

		<category><![CDATA[insetos]]></category>

		<category><![CDATA[mel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4437</guid>
		<description><![CDATA[
Quando você pensa que já viu tudo no mundo dos insetos, surge uma informação diferente de nos deixa de queixo caído! Existem algumas espécies de formigas que são chamadas de &#8220;formiga-pote de mel&#8221;. A princípio parece estranho, mas elas apenas tem uma maneira bem diferente de guardar comida.
Moradoras de locais de clima desérticos, algumas formigas  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fquando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fquando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honeypot-ant.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4438" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honeypot-ant.jpg" alt="" width="480" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando você pensa que já viu tudo no mundo dos insetos, surge uma informação diferente de nos deixa de queixo caído! Existem algumas espécies de formigas que são chamadas de &#8220;formiga-pote de mel&#8221;. A princípio parece estranho, mas elas apenas tem uma maneira bem diferente de guardar comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Moradoras de locais de clima desérticos, algumas formigas  vivem como potes de mel, literalmente. Após as chuvas, as plantas do deserto (chamadas efêmeras, por só surgirem em período chuvoso) produzem uma rica quantidade de néctar e as formigas precisam acumular o bom alimento suficiente, sem desperdício para sobreviverem em tempos secos. Pasmem, algumas operárias são escolhidas como &#8220;reservatório&#8221; de néctar e são alimentadas por outras formigas até que se abdome acumule de forma que inche de forma impressionante, até não consigam mais se mover. Em alguns casos, podem alcançar o tamanho de uma uva!</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de estarem completamente inchadas com o mel, elas prendem suas garras no teto do formigueiro subterrâneo, onde se comportam como recipientes reservatórios de comida. Durante os tempos secos, quando o suprimento alimentar do deserto acaba de vez, suas companheiras retornam para a colônia e um simples movimento em suas antenas já é o sinal para que regurgitem o conteúdo armazenado e todo o formigueiro se alimenta com o mel. Pensa que elas morrem? De jeito nenhum, elas acabam voltando ao corpinho esbelto que tinham antes do processo. Isso que eu chamo de &#8220;efeito sanfona&#8221;. Consegue imaginar?</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha dos membros da comunidade que serão &#8220;honeypot&#8221;, é simples: aquelas operárias que possuem o corpo mais robusto são as escolhidas. Em todo o mundo, existem grupos diferentes destas formigas  que podem ser dos gêneros <em>Myrmecocystus</em>, <em>Camponotus</em>, <em>Melophorus</em>, entre outros!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4439" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-1.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4442" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-4.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4443" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-5.jpg" alt="" width="300" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4444" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4440" title="Quando você pensa que já viu tudo... Formigas-Pote de mel" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/honey-pot-ant-2.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fquando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/03/quando-voce-pensa-que-ja-viu-tudo-formigas-pote-de-mel/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Por que as pimentas ardem?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-as-pimentas-ardem/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-as-pimentas-ardem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 05:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[aves]]></category>

		<category><![CDATA[capsaicina]]></category>

		<category><![CDATA[galinha]]></category>

		<category><![CDATA[pimenta]]></category>

		<category><![CDATA[pimenteira]]></category>

		<category><![CDATA[receptores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4285</guid>
		<description><![CDATA[Eu como boa mineira adoro uma pimentinha na comida, mas por que as pimentas são ardidas? É verdade que as galinhas podem comer pimentas que não sentem ardência? Aproveito para parabenizar pelo trabalho no site.
Lucimara Lacerda - Belo Horizonte/MG

Também adoro pimenta, Lucimara&#8230; E esta ardência foi uma forma que a Mãe Natureza arranjou para preservar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-as-pimentas-ardem%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-as-pimentas-ardem%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #808080;">Eu como boa mineira adoro uma pimentinha na comida, mas por que as pimentas são ardidas? É verdade que as galinhas podem comer pimentas que não sentem ardência? Aproveito para parabenizar pelo trabalho no site.<br />
Lucimara Lacerda - Belo Horizonte/MG</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/tops1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4286" title="tops1" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/tops1.jpg" alt="" width="480" height="152" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Também adoro pimenta, Lucimara&#8230; E esta ardência foi uma forma que a Mãe Natureza arranjou para preservar as pimenteiras, ou seja, é uma forma de defesa contra os animais que podem atrapalhar sua reprodução e uma forma de atrair aqueles que ajudam. Essa é uma história curiosa, mas as pimentas ardem apenas na língua dos mamíferos. Vamos entender isso melhor!</p>
<p style="text-align: justify;">As pimentas possuem uma substância chamada CAPSAICINA. Essa substância de nome estranho não tem cheiro nem sabor, mas estimulam as células receptoras da boca e da garganta, produzindo aquela sensação de ardor. A capsaicina  é produzida por glândulas localizadas na placenta da pimenta que são aquelas partes brancas no interior da pimenta que descem no centro e nas paredes laterais da mesma, onde ficam grudadas as sementinhas. Por estarem sempre muito próximas a placenta, as sementes são geralmente ardidas também.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para que a pimenteira produz essa substância? Bem, o ardor da pimenta é uma estratégia fantástica  para evitar a ação dos predadores, o que atrapalhariam sua reprodução. Alguns mamíferos são atraídos por frutos com a coloração viva como vermelho, amarelo e laranja, só que  estes animais atrapalham os planos das pimenteiras, pois a passagem pelo trato digestivo torna a germinação das sementes de pimenta impossível. Os mamíferos são muito sensíveis a capsaicina e geralmente evitam atacar as pimenteiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Não só as galinhas, mas as outras aves não possuem receptores para capsaicina, ou seja, não sentem o ardor que esta substância causa. Assim, podem se fartar de pimentas de todos os níveis de ardência. Isso é muito bom para as pimenteiras pois suas sementes não são destruídas quando passam pelo trato digestivo das aves e então além de garantir o &#8220;rango&#8221; elas também ajudam a espalhar sementes de pimenteiras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/eatind.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4310" title="Por que as pimentas ardem?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/eatind.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Os seres humanos, como todo mamífero são sensíveis a capsaicina, mas encontraram uma forma de fazer do ardor um importante aliado a culinária de diversos povos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/2653sweet_pepper.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4311" title="Por que as pimentas ardem?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/2653sweet_pepper.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A substância que causa a ardência da pimenta fica numa região que chamamos de placenta!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4305" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-as-pimentas-ardem%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-as-pimentas-ardem/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Por que lacrimejamos ao bocejar?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-lacrimejamos-ao-bocejar/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-lacrimejamos-ao-bocejar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 05:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[bocejo]]></category>

		<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[glândulas]]></category>

		<category><![CDATA[lágrimas]]></category>

		<category><![CDATA[músculos]]></category>

		<category><![CDATA[saliva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4299</guid>
		<description><![CDATA[Reparei que toda vez que eu bocejo, sai lágrima nos meus olhos.. Por que isso acontece?
Raliane Mendes

Isso é verdade Raliane. Sempre que bocejamos não só a lágrima como a nossa salivação aumenta. O bocejo acontece sempre que estamos cansados, entediados ou sonolentos. Nessas situações nosso metabolismo diminui, isso faz com que  a circulação sanguínea diminua, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-lacrimejamos-ao-bocejar%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-lacrimejamos-ao-bocejar%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #808080;">Reparei que toda vez que eu bocejo, sai lágrima nos meus olhos.. Por que isso acontece?<br />
Raliane Mendes</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/bocejo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4303" title="Por que lacrimejamos ao bocejar?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/bocejo.jpg" alt="" width="480" height="124" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Isso é verdade Raliane. Sempre que bocejamos não só a lágrima como a nossa salivação aumenta. O bocejo acontece sempre que estamos cansados, entediados ou sonolentos. Nessas situações nosso metabolismo diminui, isso faz com que  a circulação sanguínea diminua, baixando também a concentração de oxigênio no organismo, inclusive no cérebro. O bocejo é um mecanismo de alerta.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que inalamos uma grande quantidade de ar, isso acelera a circulação sanguínea e aumenta a concentração de oxigênio, principalmente no cérebro. Quando isso acontece, é como se &#8220;carregasse” a energia em nosso corpo, por alguns instantes, melhorando nossa atenção e nos deixando mais despertos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o bocejo é necessário e bocejamos, os principais músculos da nossa face se movimentam provocando uma espécie de contorção facial. Todo processo envolve uma grande pressão muscular sobre as glândulas lacrimais e salivares provocando lágrimas e aumento da salivação. O resultado é lágrima e saliva em um momento em que não seriam necessários.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/bocejo-300x300.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4304" title="Por que lacrimejamos ao bocejar?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/bocejo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">:o  O bocejo movimenta os músculos da face e comprime as glândulas lacrimais e salivares!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4305" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fpor-que-lacrimejamos-ao-bocejar%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/03/por-que-lacrimejamos-ao-bocejar/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O que determina o momento do parto?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/o-que-determina-o-momento-do-parto/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/03/o-que-determina-o-momento-do-parto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 05:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[estrogênio]]></category>

		<category><![CDATA[gestação]]></category>

		<category><![CDATA[gravidez]]></category>

		<category><![CDATA[hipófise]]></category>

		<category><![CDATA[hormônios]]></category>

		<category><![CDATA[ocitocinas]]></category>

		<category><![CDATA[parto]]></category>

		<category><![CDATA[parto normal]]></category>

		<category><![CDATA[prostaglandinas]]></category>

		<category><![CDATA[relaxina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4984</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;O que determina o momento do parto? Como o bebê sabe que já é hora de nascer?&#8221;
Fernando Gottlieb



Fernando, realmente é estranho, mas ao mesmo tempo surpreendente. O bebê passa ali 9 meses e de repente resolve que chegou a hora de nascer, o útero começa a contrair e o parto acontece. Como o bebê, sabe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fo-que-determina-o-momento-do-parto%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fo-que-determina-o-momento-do-parto%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #808080;">&#8220;O que determina o momento do parto? Como o bebê sabe que já é hora de nascer?&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #808080;">Fernando Gottlieb</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/sem-titulo-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4987" title="parto_gravidez_gestação " src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/sem-titulo-2.jpg" alt="" width="480" height="148" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fernando, realmente é estranho, mas ao mesmo tempo surpreendente. O bebê passa ali 9 meses e de repente resolve que chegou a hora de nascer, o útero começa a contrair e o parto acontece. Como o bebê, sabe que &#8220;chegou a hora&#8221;? Pois é, o momento certo do parto é regulado através de hormônios principalmente, produzidos pela mãe. O principal é chamado de ocitocina que regula todo o processo de contrações uterinas. No começo da gravidez a produção de ocitocina acontece, mas o útero não possui receptores para este hormônio, é por isso que o bebê passa todo o tempo se desenvolvendo sem que as mães tenham as contrações fora de hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes receptores de ocitocina vão aparecendo gradativamente no decorrer da gravidez. Assim que todos os receptores necessários estão ali e se ligam as ocitocinas e desencadeia as contrações, acaba ocorrendo o estímulo do útero para produção de outro hormônio chamado prostaglandinas. Sem a produção destes hormônios, não haverá a adequada dilatação do colo do útero e o parto poderá não progredir normalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo o que realmente desencadeia o trabalho de parto, mas sabe-se que, quando o hipotálamo - região do cérebro responsável determinar processos metabólicos) do feto alcança certo grau de maturação, estimula a hipófise fetal a liberar hormônios que estimulam a placenta a secretar mais protaglandinas. Estas promovem contrações da musculatura lisa do útero.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que todo o trabalho de parto é ordenado por ações hormonais. Outros hormônios também agem em todo processo: relaxina (aumenta os receptores de ocitocina no útero), estrogênio (aumenta o grau de contratilidade uterina)&#8230; Ainda não se conhecem os fatores que realmente interferem no trabalho de parto, mas uma vez que ele tenha iniciado, há um aumento no nível de ocitocina, elevando muito sua secreção, o que continua até a expulsão do feto.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, mas quando uma gravidez já alcançou 9 meses e o bebê já está amadurecido mas a mãe não sente nenhuma contração. Os médicos costumam injetar uma ocitocina sintética que ajuda a acelerar o trabalho de parto. Mas o corpo também produz outras substâncias inibitórias. A progesterona, por exemplo, mantém seus níveis elevados durante toda a gravidez e isto inibe as contrações uterinas, pois bloqueia sua resposta a ocitocina e as prostaglandinas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/parto12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4990" title="parto_normal_cordão" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/parto12.jpg" alt="" width="320" height="200" /></a>O momento do parto é desencadeado através de hormônios!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<a href="http://www.afh.bio.br/">FONTE</a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fo-que-determina-o-momento-do-parto%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/03/o-que-determina-o-momento-do-parto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Lista dos 5 MAIS&#8230; Insetos mais agressivos!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/02/lista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/02/lista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 05:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lista dos 5 MAIS...]]></category>

		<category><![CDATA[barbeiro]]></category>

		<category><![CDATA[formiga touro]]></category>

		<category><![CDATA[formigas]]></category>

		<category><![CDATA[insetos]]></category>

		<category><![CDATA[joaninha]]></category>

		<category><![CDATA[libélulas]]></category>

		<category><![CDATA[lista on line]]></category>

		<category><![CDATA[listagem]]></category>

		<category><![CDATA[listas]]></category>

		<category><![CDATA[mantis]]></category>

		<category><![CDATA[predador]]></category>

		<category><![CDATA[predadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=5082</guid>
		<description><![CDATA[

ASILÍDEOS, gostam dos grandões: São moscas predadoras de vários insetos: abelhas, grilos, esperanças e outros. Os asilídeos não tem medo de nada, geralmente, atacam insetos grandes, muitas vezes maiores que si próprio. Aqui está devorando uma libélula muito maior. Algumas espécies preferem atacar o inseto durante o vôo, outros aproveitam o momento de descanso.

&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;
LIBÉLULAS, predadoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Flista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Flista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/formiga_touro_predador.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5083" title="formiga_touro_predador" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/formiga_touro_predador.jpg" alt="" width="480" height="147" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">ASILÍDEOS, gostam dos grandões:</span> São moscas predadoras de vários insetos: abelhas, grilos, esperanças e outros. Os asilídeos não tem medo de nada, geralmente, atacam insetos grandes, muitas vezes maiores que si próprio. Aqui está devorando uma libélula muito maior. Algumas espécies preferem atacar o inseto durante o vôo, outros aproveitam o momento de descanso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/robber_fly_eats_odonata.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5084" title="robber_fly_eats_odonata" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/robber_fly_eats_odonata.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">LIBÉLULAS, predadoras implacáveis:</span> O Biólogo vê coisas que outra pessoa não veria. As libélulas parecem lindas e indefesas, mas são muito agressivas. São predadoras em todas as fases de vida. Como as larvas são aquáticas, se alimentam de outras larvas de peixes e insetos. Os adultos adoram qualquer tipo de inseto, inclusive outras libélulas como mostrado na figura.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/untitled-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5085" title="libélula_predador_inseto" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/untitled-2.jpg" alt="" width="300" height="318" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">JOANINHAS, nada &#8220;boazinha&#8221;:</span> Todo mundo acha a joaninha &#8220;um amor de inseto&#8221;, mas mal sabem que no seu mundo são temidos predadores agressivos. Joaninhas geralmente se fartam de pulgões sem dó nem piedade!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/joaninha_come.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5086" title="joaninha_come_o_que" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/joaninha_come.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">FORMIGAS-TOURO, mandíbulas de dar medo</span>: Essas formigas são super perigosas. Possuem mandíbulas enormes, capazes de arrancar a cabeça de outros insetos com apenas um golpe, em seres humanos,  a mordida é capaz de causar uma reação muitíssimo dolorosa por vários dias. É considerada uma das maiores espécies de formiga que existe no mundo, podendo chegar até 3 cm.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/bull_ant.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5087" title="bull_ant" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/bull_ant.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">LOUVA-DEUS, o mais assustador: </span>Acredito que todos os insetos morrem de medo das garras do louva-deus. Esses bichos são devoradores de outros insetos, e inclusive, existem registros destes insetos atacando pequenos beija-flores (uau!!!). São extremamente agressivos e as fêmeas são famosas por comerem a cabeça do macho depois da cópula. Lindos, amo!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/mantis_praying.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5088" title="mantis_praying" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/mantis_praying.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-FONTE: STUDY OF THE INSECTS - BORROR&amp;DELONGS&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Flista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/02/lista-dos-5-mais-insetos-mais-agressivos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Que bicho é esse?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/02/que-bicho-e-esse-5/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/02/que-bicho-e-esse-5/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 05:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Que bicho é esse?]]></category>

		<category><![CDATA[Coccinelidae]]></category>

		<category><![CDATA[insetos]]></category>

		<category><![CDATA[joaninha]]></category>

		<category><![CDATA[lady bug]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4252</guid>
		<description><![CDATA[
Que inseto estranho é esse?
Foto de: Giseli Trento (Criciúma -  Santa Catarina)

Gi, isso é na verdade a larva de um besouro. O  mais interessante e eu sei que será uma grande surpresa para muitos é que esta é a larva da &#8220;joaninha&#8221;. Isso mesmo! Poucas pessoas conhecem as larvas de joaninha, elas são muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fque-bicho-e-esse-5%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fque-bicho-e-esse-5%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><em><span style="color: #000000;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/topbicho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4265" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/topbicho.jpg" alt="" width="480" height="175" /></a></span></em></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #808080;">Que inseto estranho é esse?<br />
Foto de: Giseli Trento (Criciúma -  Santa Catarina)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/dsc06081.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4258" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/dsc06081.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Gi, isso é na verdade a larva de um besouro. O  mais interessante e eu sei que será uma grande surpresa para muitos é que esta é a larva da &#8220;joaninha&#8221;. Isso mesmo! Poucas pessoas conhecem as larvas de joaninha, elas são muito pequenas, tal como os adultos e como são predadoras, estão sempre escondidas em busca de uma presa.</p>
<p style="text-align: justify;">As joaninhas são coleópteros (Besouros) da família Coccinelidae e talvez seja um dos grupos de coleópteros mais simpáticos e interessantes. São conhecidos por apresentarem aquelas cores brilhantes e fortes, com ou sem manchas nas asas anteriores. O que muitas pessoas não sabem é que tantos os adultos quanto as larvas são, na maioria das vezes, predadoras e podem ser frequentemente vistas junto a colônias de pulgões, seu prato preferido.  Por causa disso, são muito importantes no controle de pragas na agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta larva enviada pela Gisele, em especial parece ser tratar de uma espécie do gênero Harmonia, aquelas joaninhas tradicionais (vermelha, ou laranja com bolinhas pretas, podendo variar muito o padrão das bolinhas). Essas, além dos pulgões também se alimentam de psilídeos (veja <a href="http://diariodebiologia.com/2010/02/que-bicho-e-esse-3/">ESTE LINK</a>, a própria Gisele havia enviado a foto de uma larva de psilídeo fotografada no mesmo local). As larvas são um pouco achatadas e alongadas, e são cobertas por espinhos e faixas de cores.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos conhecer um pouco do ciclo de vida dessas fofurinhas:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/harmonia_axyridis_sex2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4253" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/harmonia_axyridis_sex2.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Todos os adultos são sexualmente maduros e geralmente copulam próximo a uma grande fonte de alimento. Isso facilita o desenvolvimento das larvas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/olmzblxz2l2rtzxrshxr3zxrjzf.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4254" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/olmzblxz2l2rtzxrshxr3zxrjzf.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Esses são os ovos amarelinhos de joaninha. É claro, nem preciso dizer que são minúsculos quase imperceptíveis.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/h060k0e0yqkqbrfkurfk9r3kwrf.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4255" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/h060k0e0yqkqbrfkurfk9r3kwrf.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Com um dia de vida, as larvas são muito pequenas e feiosas. Veja a comparação com a unha!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-harmonia-axyridis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4256" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-harmonia-axyridis.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Nesta fase, a larva já apresenta faixas coloridas e muitos espinhos. Normalmente quando molestada ela se retrai como uma forma de defesa. As larvas de joaninha passam por 4 fases e normalmente esta já é a fase final!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-me5-harmonia-pupa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4259" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-me5-harmonia-pupa.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Todos os besouros são holometábolos, ou seja, passam pela fase de ovo, larva, pupa, para só então se formar o adulto. Essa é a fase da pupa, na qual a larva passa por uma grande transformação (assim como a metamorfose das borboletas). Elas ficam assim por pelo menos 5 dias, sem mudanças perceptíveis por fora, mas uma intensa mudança por dentro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/uzglnzml9zxlwz2haz0lah0lbh5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4260" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/uzglnzml9zxlwz2haz0lah0lbh5.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Depois de 5 dias como pupa, a joaninha fofa deixa a casquinha e sai para a vida adulta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-harmonia-exuviae.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4261" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/i-harmonia-exuviae.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A casquinha é deixada ali  mesmo e não é utilizada para mais nada!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/harmonia_axyridis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4262" title="Que bicho é esse?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/harmonia_axyridis.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O adulto começa sua nova fase em busca de alimento e de um par para recomeçar o ciclo reprodutivo.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<a href="http://bugguide.net/node/view/15740">FONTE</a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a style="text-decoration: none;" href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/que-bicho-e-esse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4613" title="Que BICHO é esse? PARTICIPE!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/que-bicho-e-esse.jpg" alt="" width="300" height="265" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fque-bicho-e-esse-5%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/02/que-bicho-e-esse-5/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Por que temos cinco dedos nos pés e nas mãos?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 05:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[carbonífero]]></category>

		<category><![CDATA[dedos]]></category>

		<category><![CDATA[evolução]]></category>

		<category><![CDATA[homem]]></category>

		<category><![CDATA[homem é tudo igual]]></category>

		<category><![CDATA[por que]]></category>

		<category><![CDATA[tetrápode]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4237</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Por que na evolução nos desenvolvemos 5 dedos? Não seria perfeitamente possível viver somente com 4 ou 3? Afinal, o dedinho do pé por exemplo (parece que) não serve pra nada&#8230; &#8221;
Carol Hanada

Carol, essa é uma longa e complicada história e nada do que for dito aqui, pode realmente ser considerado como uma &#8220;Teoria da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #808080;">&#8220;Por que na evolução nos desenvolvemos 5 dedos? Não seria perfeitamente possível viver somente com 4 ou 3? Afinal, o dedinho do pé por exemplo (parece que) não serve pra nada&#8230; &#8221;<br />
Carol Hanada</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/5-dedos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4238" title="Por que temos cinco dedos nos pés e nas mãos?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/5-dedos.jpg" alt="" width="480" height="188" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Carol, essa é uma longa e complicada história e nada do que for dito aqui, pode realmente ser considerado como uma &#8220;Teoria da Evolução&#8221;. Alguns cientistas acreditam que há milhares e milhares de anos atrás, o primeiro vertebrado (antes aquático) que conseguiu respirar em terra firme tinha este padrão (5 dedos). Desde então, acredita-se que este se tornou o padrão original de todos os bichos com vértebras que colonizaram a terra firme, e são chamados de tetrápodes, inclusive os seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que nem sempre foi assim. Nosso possível ancestral (estou falando de pelo menos 360 milhões de anos atrás) não tinha cinco dígitos. O Ancanthostega, por exemplo, foi uma criatura desde tempo que possuía 8 dedos nas patas, no entanto, eram adaptadas para o ambiente aquático e se por acaso este animal fosse viver na terra, suas patas com 8 dedos jamais sustentariam o corpo pesado pois, elas só serviam mesmo para nadar.</p>
<p style="text-align: justify;">Possivelmente, este padrão de 5 dedos só surgiu mesmo 10 milhões de anos depois (350 milhões de anos atrás), no começo do período carbonífero. Os estudos fósseis indicam que este padrão está diretamente associado a patas voltadas para frente, adaptadas a locomoção em terra firme e combinando flexibilidade com estabilidade. Outra razão para este padrão de 5 dígitos, pode ser por nossos ancestrais aquáticos terem perdido as membranas entre os dedos exatamente para viver em terra firme. Fora da água existe a necessidade de controlar cada dedo individualmente. Mas tudo isso, envolve muito estudo e especulação!</p>
<p style="text-align: justify;">E não pense que nosso dedo &#8220;mindinho&#8221; do pé não serve para nada, na verdade ele faz parte de um processo evolutivo que determinou que seu tamanho quase insignificante fosse ideal para o equilíbrio no nosso corpo. Parece estranho dizer isso, mas se uma pessoa tiver o dedo mindinho amputado seu equilíbrio corporal pode sofrer sérios danos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, a presença de um dos nossos dedos terem se transformado no polegar, já é outra história que envolve também uma história de milhares de anos atrás envolvendo os primatas. Ou seja, os ancestrais dos macacos, e nossos ancestrais. Essa vale outro post!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/1149948102kc54k3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4239" title="Por que temos cinco dedos nos pés e nas mãos?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/1149948102kc54k3.jpg" alt="" width="300" height="322" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <img src='http://diariodebiologia.com/wp-content/plugins/smilies-themer/adiumicons/surprised.png' alt=':o' class='wp-smiley' /> Temos cinco dedos porque há 350 milhões de anos o primeiro tetrápode terrestre tinha 5 dedos!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: right;">T<em>ive o prazer de assistir um Seminário sobre Darwin oferecido pela UFRJ, onde por coincidência houve uma palestra exatamente com este tema: por que temos 5 dedos!   <img src='http://diariodebiologia.com/wp-content/plugins/smilies-themer/adiumicons/lol.png' alt=':lol:' class='wp-smiley' />  Karlla Patrícia</em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://super.abril.com.br/home/">FONTE</a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-temos-cinco-dedos-nos-pes-e-nas-maos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como entender o exame parasitológico de fezes (EPF)</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/02/como-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/02/como-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 04:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Como decifrar exames?]]></category>

		<category><![CDATA[cistos]]></category>

		<category><![CDATA[criança]]></category>

		<category><![CDATA[da criança]]></category>

		<category><![CDATA[exame]]></category>

		<category><![CDATA[interpretar]]></category>

		<category><![CDATA[laboratoriais]]></category>

		<category><![CDATA[manual sobre]]></category>

		<category><![CDATA[parasitas]]></category>

		<category><![CDATA[parasitas intestinais]]></category>

		<category><![CDATA[tudo sobre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=5175</guid>
		<description><![CDATA[
POR QUE? Quando o médico solicita o EPF (Exame Parasitólogico de Fezes), ele está interessado em pesquisar a presença de vermes parasitas no nosso organismo, principalmente crianças. É utilizado para identificação de diversas infestações parasitárias, ovos ou larvas de helmintos e de cistos de protozoários.Isso é importante, pois, em casos de contaminação grave, outros exames como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fcomo-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fcomo-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/interpretar_exames.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5191" title="interpretar_exames" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/interpretar_exames.jpg" alt="" width="480" height="124" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">POR QUE?</span> Quando o médico solicita o EPF (Exame Parasitólogico de Fezes), ele está interessado em pesquisar a presença de vermes parasitas no nosso organismo, principalmente crianças. É utilizado para identificação de diversas infestações parasitárias, ovos ou larvas de helmintos e de cistos de protozoários.Isso é importante, pois, em casos de contaminação grave, outros exames como o hemograma pode se alterar. Leia sobre o hemograma <a href="http://diariodebiologia.com/2009/06/como-interpretar-um-exame-de-hemograma-completo/">AQUI</a>! Vamos descobrir tudo sobre o EPF.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">COMO COLHER AS FEZES</span>: Geralmente os laboratórios ou o médico fornecem o pote coletor de fezes. Colher o material sobre um papel ou plástico e transferir para o pote com aquela colherzinha que vem dentro do pote é a melhor forma. Se possível, é bom proteger bem o frasco com plástico e refrigerar. Em casos, o médico pode pedir três (03) amostras colhidas em dias diferentes, para isso o laboratório fornece um frasco com o MIF (Merthiolate-Iodo-Formol) na dosagem correta, que serve para coletar as amostras  e acondiciona-las o tempo necessário. O uso de laxante não é recomendado, pois costuma dificultar o exame.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">QUANTIDADE: </span>Apenas o tamanho referente a meia colher de sopa é suficiente. Respeite o profissional do laboratório, não encha o frasco até a tampa. Isto é altamente deselegante. Se o exame der negativo, virá escrito: NEGATIVO, claro! Se o exame der positivo, virá escrito o nome do verme encontrado, geralmente, encontram-se ovos ou cistos que significa presença do verme. Alguns laboratórios preferem colocar o nome da verminose (giardíase, amebíase, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo seguem alguns vermes que podem aparecer no seu exame. Com as imagens que os profissionais de laboratório eventualmente vêem ao microscópio.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/cisto_giardia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5177" title="cisto_giardia" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/cisto_giardia.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Giardia lamblia</em> - Giardíase: A infecção é por fezes e água, através da boca. Os sintomas mais comuns são diarréia, dor abdominal, perda de peso. Muito comum é crianças e pacientes com imunidade baixa.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ameba_ovo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5192" title="ameba_ovo" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ameba_ovo.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entamoeba histolytica</em> - Amebíase: A infecção é por água e alimento contaminados com fezes. Os sintomas mais comuns são diarréia leve e disenteria e abscesso amebiano. Pode ser assintomática em indivíduos ou populações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_ascaris.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5178" title="ovo_ascaris" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_ascaris.jpg" alt="" width="300" height="292" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ascaris lumbricoides</em> - Ascaridíase (lombriga): A infecção é por contaminações fecais do solo (ovos) e vegetais contaminados. Os sintomas mais comuns são cólicas abdominais. Os vermes podem bloquear o intestino e ductos biliares e pancreáticos.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_ancilostomideo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5180" title="ovo_ancilostomideo" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_ancilostomideo.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ancylostoma duodenale</em>: A infecção é por contaminação fecal do solo (larvas), entrando pela pele geralmente dos pés e, possivelmente a boca. Causa dor abdominal, anemia, insuficiência cardíaca, sangramento intestinal, retardo do crescimento. Antigamente era conhecida como &#8220;amarelão&#8221;, devido a forte anemia que causa.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/strongyloides_adulto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5186" title="strongyloides_adulto" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/strongyloides_adulto.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>Strongyloides stercoralis</em> - Estrongiloidíase: A infecção é por contaminação fecal do solo (larvas), entrando pela pele geralmente pela pele, geralmente dos pés (larvas). Causa dor irradiada do estômago, diarréia, urticária linear. Os vermes podem bloquear o intestino e ductos biliares e pancreáticos.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_trichuris_verme.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5187" title="ovo_trichuris_verme" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_trichuris_verme.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Trichuris trichiura</em>: A infecção é por contaminação fecal do solo (ovos), entrando pela pele geralmente pela boca. Sintomas são diarréia, dor abdominal, anemia e perda de peso. Pode produzir disenteria, apendicite aguda ou prolapso retal em crianças.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_vermicularis_enterobius.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5181" title="ovo_vermicularis_enterobius" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_vermicularis_enterobius.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Enterobius vermicularis</em> (Oxiúros): A infecção é através de ovos em fômites contaminados (ânus-dedo-boca), entrando pela boca. Os sintomas são pruridos perianais (coceira muito forte no anûs e proximidades). Quando a infestação é alta, podem-se observar a olho nú, os vermes na entrada do ânus.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/hymenolepis_ovo_verme.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5182" title="hymenolepis_ovo_verme" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/hymenolepis_ovo_verme.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Hymenolepis nana</em>: A infecção é por ovos contaminando o meio ambiente, entrando pela boca. Causa diarréia, desconforto abdominal em infestações massivas em crianças. Pode ser assintomático.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_taenia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5183" title="ovo_taenia" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_taenia.jpg" alt="" width="300" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Taenia saginata</em> e  <em>Taenia solium</em> (solitária) - Teníase: A infecção é através de carne de gado (saginata) e porco (soluim) crua ou inadequadamente cozida. Causa desconforto abdominal, apendicite aguda. Partes do verme (proglotes) podem ser expelidas nas fezes.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_smansoni.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5184" title="ovo_smansoni" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/02/ovo_smansoni.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Schistosoma mansoni</em> - Esquistossomose:  A infecção é através de água contaminada contendo larvas de hospedeiros caramujos. Causa disenteria, fibrose das paredes intestinal ou da bexiga, fibrose hepática, hematúria.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<a href="http://www.plugbr.net/">FONTE</a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;"><em>ATENÇÃO: Toda a informação descrita neste post tem propósito apenas educacional e informativo. Estas informações não podem ser utilizadas para diagnóstico ou para tratamento de doenças ou problemas de saúde. Nestes casos, procure o seu médico. Não irei responder a perguntas sobre diagnóstico de doenças e tratamento, pois não tenho competência para tal.<br />
</em> </span><span style="color: #003300;"><em> Obrigada pela compreensão, Karlla Patrícia</em></span></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fcomo-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/02/como-decifrar-o-exame-parasitologico-de-fezes-epf/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Por que arrepiamos?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-arrepiamos/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-arrepiamos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>

		<category><![CDATA[arrepiado]]></category>

		<category><![CDATA[arrepio]]></category>

		<category><![CDATA[o medo]]></category>

		<category><![CDATA[pelos]]></category>

		<category><![CDATA[porque brasil]]></category>

		<category><![CDATA[sistema nervoso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=3701</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Karlla, eu acho o Diário de Biologia um dos sites mais &#8220;gostosinhos&#8221; de ler. As respostas e perguntas que você mostra são muito interessantes. Não sou Biólogo, trabalho com informática, mas me identifico muito com seus textos. Tenho uma pergunta: Por que, para que a gente arrepia?
Marco Antônio, Analista de Sistemas

  Boa pergunta, Marco! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-arrepiamos%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-arrepiamos%2F" height="61" width="51" /></a></div><div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #808080;"><strong>&#8220;Karlla, eu acho o Diário de Biologia um dos sites mais &#8220;gostosinhos&#8221; de ler. As respostas e perguntas que você mostra são muito interessantes. Não sou Biólogo, trabalho com informática, mas me identifico muito com seus textos. Tenho uma pergunta: Por que, para que a gente arrepia?<br />
Marco Antônio, Analista de Sistemas</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/09/arrepio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3704" title="Por que arrepiamos?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/09/arrepio.jpg" alt="" width="480" height="156" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> <img src='http://diariodebiologia.com/wp-content/plugins/smilies-themer/adiumicons/lol.png' alt=':lol:' class='wp-smiley' /> Boa pergunta, Marco! De onde vem o arrepio&#8230; A resposta é simples: Embora não tenhamos mais muito pêlos pelo corpo (como nossos ancestrais), nós ainda mantivemos o mesmo sistema neuronal que eriçava os pêlos dos nossos ancestrais para protegê-los do frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os animais peludos (ou cheios de penas) eriçam essas estruturas como uma estratégia para aumentar o &#8220;colchão de ar&#8221; que recobre o corpo e assim, manter o seu calor. Como assim? Bem, o colchão de ar, é o espaço entre os pêlos eriçados e o corpo do animal. Quando os pêlos estão eriçados o calor produzido pelo corpo fica mais tempo retido e assim, é mais fácil para o animal peludo ficar mais quentinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pêlos são eriçados, graças a inervação de uma musculatura que envolve a base de cada pelinho. Quando o frio causa um estresse suficiente para que nosso sistema nervoso responda, esses músculos se contraem e então os pêlos ficam eriçados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Mas e o arrepio, de onde vem?</em> Na verdade, quando arrepiamos, estamos fazendo a mesma coisa que os animais quando eles eriçam os pêlos. O que acontece é que nossos pêlos são mais finos e curtos e com a contração dos músculos a base dos pêlos fica mais evidente, formando aquelas &#8220;pelotinhas na pele&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E então pessoal, com a evolução nós seres humanos perdemos os pêlos fartos, mas continuamos com a capacidade de buscar diminuir a perda de calor eriçando os pelinhos curtos e finos que temos, por isso arrepiamos. Na falta de pêlos, é obvio: um agasalho ajuda muito!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/09/arrepiar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3705" title="Por que arrepiamos?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/09/arrepiar.jpg" alt="" width="300" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3706" title="Por que arrepiamos?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/09/arre.jpg" alt="" width="300" height="284" /></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;">FONTE: MUNDO ESTRANHO, HOWSTUFFSWORKS</span></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F02%2Fpor-que-arrepiamos%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/02/por-que-arrepiamos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
