<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário de Biologia &#124; BioBlog &#187; Visitante Curioso</title>
	<atom:link href="http://diariodebiologia.com/category/visitante-curioso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodebiologia.com</link>
	<description>Agora ficou divertido aprender!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Sep 2010 05:07:19 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
<link>http://diariodebiologia.com</link>
<url>http://diariodebiologia.com/wp-content/mbp-favicon/favicon.ico</url>
<title>Diário de Biologia | BioBlog</title>
</image>
		<item>
		<title>Por que o Bonsai não cresce?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/09/por-que-o-bonsai-nao-cresce/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/09/por-que-o-bonsai-nao-cresce/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[aramação]]></category>
		<category><![CDATA[arame]]></category>
		<category><![CDATA[bonsai]]></category>
		<category><![CDATA[tecnicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6154</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Adorei a proposta do site, vocês estão de parabéns&#8230;  Gostaria de saber porque os Bonsais não crescem.&#8221; André Leoni
&#8220;Karlla, se blog é melhor da internet, não pare nunca. Quero saber: O bonsai é uma &#8220;judiação&#8221; com as plantas?&#8221; Carolina &#8211; Salvador/BA
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
Obrigada pelo carinho, André e Carol. Existem muitas dúvidas com relação aos bonsais: Árvore velha? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F09%2Fpor-que-o-bonsai-nao-cresce%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F09%2Fpor-que-o-bonsai-nao-cresce%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/09/bonsai150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6764" title="bonsai150" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/09/bonsai150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Adorei a proposta do site, vocês estão de parabéns&#8230;  Gostaria de saber porque os Bonsais não crescem.&#8221; </span><em><span style="color: #808080;">André Leoni</span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;">&#8220;Karlla, se blog é melhor da internet, não pare nunca. Quero saber: O bonsai é uma &#8220;judiação&#8221; com as plantas?&#8221; </span><em><span style="color: #808080;">Carolina &#8211; Salvador/BA</span></em></strong></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pelo carinho, André e Carol. Existem muitas dúvidas com relação aos bonsais: Árvore velha? Árvore anã? Geneticamente modificada? Árvore pequena e torta? Na verdade, os Bonsais, não necessariamente são árvores velhas e também não é uma árvore anã. A tradução literal da palavra Bonsai é: BON= vaso e SAI= árvore. Ou seja, é uma <em>árvore no vaso</em>. Eles são produzidos seguindo importantes princípios botânicos de cultivo, podas cuidadosas e até cirúrgicas, carinho e dedicação, proporcionamos a uma planta um aspecto de árvore, porém em tamanho pequeno. Em momento algum, a genética da planta é alterada.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que cultivam bonsais são verdadeiros artistas, eles sintetizam miniaturas de árvores à imagem e semelhança das grandes. As técnicas de bonsai são cuidadosamente estudadas e quem sou eu para falar delas aqui. Pelo que sei essas miniaturas não crescem por cuidados específicos, por exemplo: as raízes são cortadas. Este não é um procedimento exclusivo para bonsai, outras plantas que vivem em vasos pequenos também precisam desta poda. Quando se coloca uma planta qualquer em um vaso, suas raízes continuam crescendo, encontram a parede do vaso e começam a se enrolar.  Quando é feito o replantio dos bonsais, um terço do volume das raízes é cortado. Este é um procedimento constante para os bonsais.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra técnica para obtenção de miniaturas perfeitas é a &#8220;aramação&#8221;. Algumas vezes os ramos são enrolados em arame, e isto auxilia mudar a posição de um ramo e colocá-lo numa posição que imite melhor uma árvore grande. Esse procedimento é feito com muito cuidado e de 3 a 6 meses retiramos o arame pois o ramo já se mantém na posição desejada (veja imagens). Os vasos são pequenos, para limitar ou evitar o crescimento exagerado do Bonsai. Plantando-se em vasos pequenos, evita-se o desenvolvimento das raízes e consequentemente o seu crescimento, pois para que uma planta cresça, ela precisa de uma quantidade de raízes suficientes para sua sustentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bonsais não são resultado de &#8220;maldade&#8221; com a planta. Os Bonsaístas garantem que todo procedimento é uma arte que envolve carinho e cuidado. Pensando bem, imagine, existem bonsais que vivem por 10, 20, 200 e até mais de 600 anos, não é mesmo? Será que uma planta poderia viver tanto tempo sendo cultivada como &#8220;uma maldade&#8221;?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/bonsai_parreira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6183" title="bonsai_parreira" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/bonsai_parreira.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Um Bonsai lindo de Parreira, com uva e tudo! Eu quero!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/growing-a-bonsai-tree.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6187" title="growing-a-bonsai-tree" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/growing-a-bonsai-tree.jpg" alt="" width="300" height="327" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Esse é fantástico!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/Sibipiruna002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6189" title="Sibipiruna_bonsai" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/Sibipiruna002.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Aqui uma Sibipuruna, sendo transformada em um Bonsai. Interessante!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;"><a href="http://www.celsobonsai.hpg.com.br">FONTE</a></span></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F09%2Fpor-que-o-bonsai-nao-cresce%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6154&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/09/por-que-o-bonsai-nao-cresce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quais são as substâncias químicas liberadas pelas pessoas apaixonadas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/quais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/quais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 04:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[apaixonado]]></category>
		<category><![CDATA[dopamina]]></category>
		<category><![CDATA[endorfina]]></category>
		<category><![CDATA[morfina]]></category>
		<category><![CDATA[noradrenalina]]></category>
		<category><![CDATA[oxitocina]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6364</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8230;Outra coisa que eu queria saber é se a Endorfina tem alguma co-relação em relação a paixão. Antony
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;
Sim, Antony, a endorfina tem relação com a paixão. Mas existem vários outros tipos de substâncias. O símbolo da paixão é o cupido, pela mitologia greco-romana, uma flecha atinge o coração causando a paixão. Isso tem explicação, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fquais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fquais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/paixão150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6762" title="paixão150" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/paixão150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8230;Outra coisa que eu queria saber é se a Endorfina tem alguma co-relação em relação a paixão. <em>Antony</em></span></strong></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</div>
<div style="text-align: justify;">Sim, Antony, a endorfina tem relação com a paixão. Mas existem vários outros tipos de substâncias. O símbolo da paixão é o cupido, pela mitologia greco-romana, uma flecha atinge o coração causando a paixão. Isso tem explicação, pois a paixão causa aceleração cardíaca e aquele fogo no peito que sentimos quando estamos ao lado de quem gostamos. Na verdade a flecha do cupido atinge a cabeça. Todos aqueles suspiros, suores, olhares perdidos e as outras sensações nascem no cérebro e é resultado de várias combinações hormonais do nosso corpo. A seguir veja algumas substâncias naturais do organismo envolvidas na paixão:</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A DOPAMINA é uma das substâncias responsáveis pelas descargas de emoções para o coração e as artérias. É um neurotransmissor da alegria e da felicidade liberado no organismo para potencializar felicidade. A pessoa fica agitada, corajosa e disposta a fazer coisas novas, apesar de dormir e comer mal. O mecanismo cerebral é muito parecido com aquele de se viciar em cocaína. A sensação é tão gostosa que a pessoa pede a Deus para que essa paixão dure para sempre e a dependência pelo amado provoca uma síndrome de abstinência quando eles se distanciam.</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">FENILETAMINA, outra molécula natural parecida com a anfetamina associada a várias mudanças nos apaixonados, assim como a NORADRENALINA, que contribui com a memória para novos estímulos. Por isso os apaixonados costumam se lembrar da roupa que o amado usava, da voz e do jeitinho natural. Os hormônios como a OXITOCINA e VASOPRESSINA, que formam os laços afetivos mais duradouros e intensos,  também tendem a aumentar nas fases mais agudas, preparando o terreno para um relacionamento estável.</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Uma área específica do cérebro se mostra ativadas em pessoas apaixonadas, são locais cheios de DOPAMINA e ENDORFINA, um neurotransmissor com efeito semelhante ao da morfina. Juntos eles estimulam o prazer, com o mesmo mecanismo do prazer em comer quando sentimos fome e em beber quando temos sede. Quanto mais contato se tem com o amado ou a amada, mais liberação de endorfina e dopamina, ou seja, de mais e mais prazer.</div>
<div>-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">FONTE: SUPERINTERESSANTE</span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #888888;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/06/quimica_da_paixão.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6366" title="quimica_da_paixão" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/06/quimica_da_paixão.jpg" alt="" width="300" height="431" /></a><span style="color: #333333;">A química da paixão existe mesmo!</span></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</span></span></div>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fquais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6364&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/quais-sao-as-substancias-quimicas-liberada-pelas-pessoas-apaixonadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De onde vem a revoada de cupins (aleluias)?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/de-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/de-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 05:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[aleluiais]]></category>
		<category><![CDATA[cupins]]></category>
		<category><![CDATA[inseto]]></category>
		<category><![CDATA[revoada]]></category>
		<category><![CDATA[siriri]]></category>
		<category><![CDATA[termites]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6783</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Quem são aqueles bichinhos de asas grandes que voam em revoada em volta das lâmpadas?&#8221; Judith
&#8220;Karlla, como faço para me livrar de revoada de aleluia? Tá me deixando louca.&#8221; Cássia Carneiro &#8211; SP
&#8220;Por que as aleluias fazem aquelas revoadas? por que as asas caem?&#8221; Jorge Nascimento
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Judith, Cássia e Jorge, as aleluias (ou siriri ou sarara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fde-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fde-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/aleluia150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6785" title="aleluia150" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/aleluia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Quem são aqueles bichinhos de asas grandes que voam em revoada em volta das lâmpadas?&#8221; Judith</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;">&#8220;Karlla, como faço para me livrar de revoada de aleluia? Tá me deixando louca.&#8221; Cássia Carneiro &#8211; SP</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;">&#8220;Por que as aleluias fazem aquelas revoadas? por que as asas caem?&#8221; Jorge Nascimento</span></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #888888;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Judith, Cássia e Jorge, as aleluias (ou siriri ou sarara  em algumas regiões do Brasil) são insetos da ordem Isóptera. Os isópteros são insetos sociais como as abelhas e formigas. Vivem em cupinzeiros (ou termiteiros) com a sociedade dividida nas seguintes castas: os reprodutores, que são os indivíduos com asas (esses que entram na nossa casa a noite) machos e fêmeas que são encarregados de propagar a espécie fora do cupinzeiro em que nasceram. O casal se encontra e inicia o processo de construção do próprio ninho, vivem juntos por toda vida nas profundezas da nova colônia. Os soldados (fêmeas) e operários (machos) são formados por formas sem asas e estéreis e tem a função de cuidar do cupinzeiro tal como formigas operárias fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">As revoadas são formadas, claro, pelos machos e fêmeas reprodutores. Eles deixam seus respectivos ninhos em busca de um companheiro para iniciar uma nova colônia. Geralmente, na primavera e verão (épocas úmidas) milhares de reprodutores se preparam para a revoada. Primeiro, sob ação de hormônios sociais, as formas aladas, são enviadas a compartimentos subterrâneos. A saída para fora do cupinzeiro é fechada por centenas de operários, o que provoca uma compressão dentro das câmaras de espera. Há um momento, que todos aqueles reprodutores presos são acometidos por um <em>frenesi</em>. Produzem intensa vibração com as asas, provocando calor, os operários então, abrem a saída e milhares de casais saem em revoada numa gigantesca e efêmera nuvem de insetos, ocorrida geralmente no crepúsculo. É incrível! Para se livrar da revoada dentro de casa, com a chegada dos primeiros indivíduos, feche as portas e janelas e apague as luzes!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez fora, saem voando direcionados pela luz, por isso aparecem sempre na lâmpada da nossa casa. Eles não sabem que aquela é uma luz artificial! Então, longe do cupinzeiro onde nasceram os reprodutores perdem suas asas, isso ocorre naturalmente. Uma vez no solo, ou sobre a madeira, se tiverem sorte, encontram o companheiro para o primeiro ato sexual e então o casal se torna um casal real que inicia a escavação de uma galeria, terminada numa cavidade mais ampla, chamada câmara nupcial, onde após alguns dias ocorre a primeira cópula e a fêmea coloca os primeiros ovos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, cerca de um mês depois da revoada, encontro do casal real, abertura da galeria e  postura dos ovos, aparecem as primeiras formas jovens, que serão criadas pelo casal real. Quando estas jovens começarem a se locomover, o casal real passa a ter apenas a função de procriar e o macho fecunda a fêmea periodicamente; o casal real permanece na câmara nupcial que é alargada pelas operárias para acomodar o corpo da fêmea.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/castas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6786" title="castas" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/castas.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a>Castas: Reprodutor, soldado (fêmea), Operário (macho)</p>
<p style="text-align: center;">-</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/cupim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6787" title="cupim" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/cupim.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>Casal real: o abdômen da fêmea  pode atingir até 2.000 vezes o volume do resto do corpo. Ou seja, a fêmea &#8220;engorda&#8221; <em>pra caramba</em> depois de &#8220;casar&#8221;!!!</p>
<p style="text-align: center;">-</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/aleluas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6790" title="aleluas" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/aleluas.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a>Revoadaaaa!!!!!</p>
<p style="text-align: center;">-</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fde-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6783&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/de-onde-vem-a-revoada-de-cupins-aleluias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como nosso corpo reconhece o vírus da gripe?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 05:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[eosinófilos]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>
		<category><![CDATA[hemácias]]></category>
		<category><![CDATA[leucócitos]]></category>
		<category><![CDATA[macrófagos]]></category>
		<category><![CDATA[neutrófilos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=5971</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Meu nome é Rafael e eu tenho 9 anos. Não consigo entender quando o vírus entra no corpo, como o corpo fica sabendo que tem um causador de doença? Não entendo onde fica o sistema imunológico.&#8221; Rafael
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
Querido Rafael, é um pouco difícil explicar sobre imunidade em uma linguagem que uma criança da sua idade entenda, mas vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/gripe-150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6760" title="gripe-150" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/gripe-150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Meu nome é Rafael e eu tenho 9 anos. Não consigo entender quando o vírus entra no corpo, como o corpo fica sabendo que tem um causador de doença? Não entendo onde fica o sistema imunológico.&#8221; Rafael</span></strong></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Querido Rafael, é um pouco difícil explicar sobre imunidade em uma linguagem que uma criança da sua idade entenda, mas vamos lá! Nosso sistema imunológico fica por todo lado é formado por células e órgãos que evoluíram para nos defender contra os microrganismos que causam infecção, numa guerra imunológica. Grande parte do trabalho nesta guerra é realizada por células especializadas, cada tipo com uma função específica. Os famosos anticorpos são produzidos por estas células, eles são proteínas e cada um responde a um antígeno específico (bactéria, vírus ou toxina).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o vírus invade nosso corpo logo encontram o nosso exército imune, da qual fazem parte as células brancas do sangue chamadas “macrófagos” (conhecidas por serem apresentadoras de antígenos). Os macrófagos agarram e engolem tantos vírus quantos consigam, aprisionando-os em pequenas bolhas dentro deles (uau!!!). <em><strong>Mas como eles sabem que os vírus são inimigos?</strong></em> Bem, todas as células e bem como os vírus usam um tipo de “uniforme”, feito de moléculas marcadoras que cobrem as suas superfícies. Tanto as células quanto os vírus mostram moléculas que são únicas, só suas (é como se fossem a impressão digital).</p>
<p style="text-align: justify;">Os macrófagos e as outras células imunes não são nada bobas, elas reconhecem o &#8220;uniforme&#8221; usados pelas células e germes benéficos do próprio corpo. A presença dos inimigos (vírus, bactérias, fungos&#8230;) que podem causar doença, é logo percebida pois eles usam o &#8220;uniforme&#8221; diferente. Essas moléculas que estimulam o sistema imune a reagir são os chamados “antígenos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Localizado o inimigo, os macrófagos-comilões engolem a maior parte dos vírus que conseguem, mas eles poupam parte do antígeno e os &#8220;levam&#8221; para as “bases do exército” do sistema imune, os chamados “linfonodos”. Os linfonodos são nódulos do tamanho de feijões que ficam espalhados por todo o corpo, e são os pontos de encontro das células do sistema imune. Chegando ao linfonodo e carregando informações do inimigo (antígenos), eles mostram para as outras células do sistema imunológico para que depois disso, todas elas sejam capazes de destruir o inimigo que usar aquele uniforme. Ou seja, os macrófagos mostram os antígenos do vírus para as células brancas de defesa chamadas “linfócitos”, fazendo-as entrar em ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto nossos guerreiros do exército imunológico atuam para livrar nosso corpo da gripe, a gente se sente péssimo, fica de cama, dá febre, coriza, dor de cabeça. Se o nosso sistema imunológico estiver fortalecido, logo  começa a mostrar sinais de vitória. As células vão eliminando o vírus mais rápido do que ele consegue se multiplicar. Mas uma coisa é importante: uma vez reconhecido pelo sistema imunológico  as células de defesa sempre estarão prontas para derrota aquele vírus. Por isso é dificil pegarmos a mesma virose duas vezes!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- PROPRIEDADES DO NOSSO SISTEMA IMUNOLÓGICO&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image081.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5975" title="ESPECIFICIDADE" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image081.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O organismo reconhece e reage com a produção de anticorpos específicos contra determinado agente infeccioso.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image083.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5985" title="Diversidade!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image083.jpg" alt="" width="300" height="303" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O sistema imunológico é capaz de reconhecer milhares de tipos de microorganismos, bastante diferentes uns dos outros, e de desencadear contra cada tipo uma resposta adequada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image085.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5986" title="sensibilidade" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image085.jpg" alt="" width="300" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">As células têm uma grande sensibilidade diante de substâncias estranhas que invadem o corpo. Mesmo diante de pequenas quantidades de antígenos, as células se excitam e desencadeiam uma intensa mobilização da nossa defesa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image087.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5987" title="memória" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/image087.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">Uma vez que o sistema imunológico tenha entrado em contato com um agente infeccioso, poderá desenvolver células capazes de reconhecer esse agente, mesmo depois de várias décadas.</p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<a href="http://www.afh.bio.br/">FONTE</a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<em> </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Depois deste texto, acredito que minha legião de críticos de plantão vai exercitar seus dedinhos mandando emails. Desculpe&#8230;  Mas, não saberia responder a uma criança de outra forma!</em></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=5971&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-nosso-corpo-reconhece-o-virus-da-gripe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que são essas manchas brancas que aparecem nas unhas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 04:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[cutícula]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[mancha]]></category>
		<category><![CDATA[manchas brancas]]></category>
		<category><![CDATA[podologo]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=5930</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Desde que pequena tenho manchas brancas na unha. Vivo de esmalte mas quando tiro tá cheioooo de manchinhas brancas. Vejo que elas acontecem em crianças,  idosos&#8230; Parece ser normal. O que são elas? Por que desenvolvemos essas manchinhas?&#8221; Maria Cláudia &#8211; São Paulo
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
É verdade Maria Cláudia essas manchinhas vem e vão! Nossas unhas são estruturas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5688" title="categoria_visitante21" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" /></a>&#8220;Desde que pequena tenho manchas brancas na unha. Vivo de esmalte mas quando tiro tá cheioooo de manchinhas brancas. Vejo que elas acontecem em crianças,  idosos&#8230; Parece ser normal. O que são elas? Por que desenvolvemos essas manchinhas?&#8221; </span></strong><em><strong><span style="color: #808080;">Maria Cláudia &#8211; São Paulo</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</span></p>
<p style="text-align: justify;">É verdade Maria Cláudia essas manchinhas vem e vão! Nossas unhas são estruturas muito importantes para nosso organismo, elas funcionam como um apoio e proteção  contra o choque, e também guarda um grande quantidade de terminações nervosas ajudam a detectar situações de risco para as mãos como baixa ou alta temperatura e  pressão de um objeto ou com esforço.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas unhas são reflexos da atenção que damos a nossa saúde. E por isso é normal que tenhamos tanta preocupação em mantê-las saudáveis, brilhantes e limpas! No  entanto, apesar do cuidado, muitas pessoas sofrem com o aparecimento inexplicável de manchas brancas em suas unhas, fato que causa desconforto não só, porque  alteram a sua aparência, mas pela crença de que as manchas possam ser um sinal de doença grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dezenas de mitos sobre o aparecimento espontâneo de manchas brancas nas unhas: presentes que estão por vir, mentiras e pecados cometidos, falta de  nutrientes, comer maionese demais, falta de cálcio no organismo e por aí vai! A explicação científica é bem diferente. O termo médico que define esta condição é conhecida  LEUCONÍQUIA e o surgimento se dá como o resultado de &#8220;micro-quebradinhos&#8221; que acontecem na base da unha (matriz), que favorecem a formação de pequenas bolsas  de ar e então, surgem as manchas brancas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é importante saber que existem condições do nosso dia a dia que tornam as unhas mais frágeis e, portanto, mais suscetíveis ao aparecimento dessas manchas:  contato com água quente, o uso frequente de produtos químicos agressivos, como os de limpeza, o uso da unha como alavanca para abrir recipientes por exemplo,  esforço exagerado para cortar a unha.</p>
<p style="text-align: justify;">As manchas brancas causadas por atrito e choque não requerem a ajuda de um dermatologista, pois, como a unha cresce e as manchas vão saindo devagar. É bem  verdade que muitos especialistas consideram a má alimentação como umas das causas, isso faz sentido pois a falta de nutrientes, especialmente aqueles envolvidos na  formação, crescimento e desenvolvimento das unhas tornam-se mais frágeis estas lamelas e assim torná-los suscetíveis à manchas brancas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/manchas_brancas_unhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5955" title="manchas_brancas_unhas" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/manchas_brancas_unhas.jpg" alt="" width="300" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Leuconíquia </strong>é o nome da manchinha branca que surge na nossa unha!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=5930&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-sao-essas-manchas-brancas-que-aparecem-nas-unhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>25</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual a Planta mais mortífera do mundo?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/qual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/qual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 05:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[Georgi Markov]]></category>
		<category><![CDATA[mamona]]></category>
		<category><![CDATA[ricina]]></category>
		<category><![CDATA[Ricinus communis]]></category>
		<category><![CDATA[toxina]]></category>
		<category><![CDATA[veneno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4543</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
 Eu sempre quis saber qual a planta mais venenosa que existe. Existe alguma planta realmente mortífera? Christovan &#8211; São Paulo/SP



Olha só Christovan, é muito difícil dizer que uma planta é a mais perigosa (venenosa) do mundo, até porque, ainda existem muitos mistérios na natureza que o ser humano ainda não foi capaz de desvendar. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fqual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fqual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #808080;"> Eu sempre quis saber qual a planta mais venenosa que existe. Existe alguma planta realmente mortífera? <em>Christovan &#8211; São Paulo/SP</em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/mamonaaa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4586" title="Qual a Planta mais mortífera do mundo?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/mamonaaa.jpg" alt="" width="480" height="146" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olha só Christovan, é muito difícil dizer que uma planta é a mais perigosa (venenosa) do mundo, até porque, ainda existem muitos mistérios na natureza que o ser humano ainda não foi capaz de desvendar. Mas posso falar de uma das plantas mais mortíferas do mundo: a <em>Ricinus communis</em> (o pé de mamona) que produz a ricina, uma toxina vegetal  mais letal que o cianeto.</p>
<p style="text-align: justify;">A mamona possui uma riqueza muito grande na semente. Ali existe um óleo e a ricina, que por ser extremamente tóxica para quase todas as criaturas, protege a semente. A ricina também ocorre nas folhas do vegetal e sua ingestão inibe a produção de proteína essenciais para a manutenção das nossas células.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe antídoto conhecido, nos humanos a morte pode ser demorada, causando convulsões e falência das funções do fígado e de outros órgãos. Como é muito disponível em qualquer lugar do mundo e pode ser facilmente extraída e elaborada, a ricina pode ser usada numa guerra biológica.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma mais comum de envenenamento é por ingestão acidental das sementes, podendo também ser injetada ou adicionada a alimentos. Para se ter uma idéia da força tóxica da ricina, em 1978 o jornalista Georgi Markov foi assassinado no ponto de ônibus em Londres, quando sofreu um arranhão com um guarda-chuva que injetou nele uma dose concentrada de ricina. É muito veneno!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/mamona-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4587" title="Qual a Planta mais mortífera do mundo?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/mamona-1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/ricinus_communis3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4588" title="Qual a Planta mais mortífera do mundo?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/ricinus_communis3.jpg" alt="" width="300" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/foto2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4589" title="Qual a Planta mais mortífera do mundo?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/01/foto2.jpg" alt="" width="300" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O pé de mamona produz a ricina, um veneno letal desenvolvido pela planta para proteger suas sementes. <img src='http://diariodebiologia.com/wp-content/plugins/smilies-themer/adiumicons/sick.png' alt=':sick:' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4305" title="Visitante Curioso!" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a></p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fqual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=4543&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/qual-a-planta-mais-mortifera-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>26</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Existe alergia ao sol?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/existe-alergia-ao-sol/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/existe-alergia-ao-sol/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 00:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[camada de ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[radiação]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[UVA]]></category>
		<category><![CDATA[UVB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=4362</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Eu queria saber por que quando eu ando com o sol muito quente eu fico toda vermelha e espirro pra caramba? Existe alergia ao sol, será que eu tenho? Ah, parabéns pelo blog! Nayara Sedlmaier
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;

Nayara, obrigada pelo email e pelo carinho. Alergia ao sol existe SIM! Só que eu não saberia dizer se os sintomas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fexiste-alergia-ao-sol%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fexiste-alergia-ao-sol%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/visitante.jpg"></a><strong><span style="color: #808080;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5688" title="categoria_visitante21" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" /></a>&#8220;Eu queria saber por que quando eu ando com o sol muito quente eu fico toda vermelha e espirro pra caramba? Existe alergia ao sol, será que eu tenho? Ah, parabéns pelo blog! <em>Nayara Sedlmaier</em></span></strong></span></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Nayara, obrigada pelo email e pelo carinho. Alergia ao sol existe SIM! Só que eu não saberia dizer se os sintomas que você apresenta ao estar sob o sol estão relacionados a alergia solar (<em>Dermatite solaris</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">A pele é o maior órgão do corpo humano, é a primeira barreira contra as agressões do meio ambiente. Assim é bem natural que sofra diretamente com alterações externas. A camada de ozônio é como se fosse uma &#8220;capa&#8221; de gás que envolve a Terra e a protege de várias radiações. Como já sabemos, esta proteção vem sendo destruída pelo homem a muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais motivos que desencadeia a alergia ao sol tem origem na agressão à camada do ozônio, que permite que tenhamos contatos diretos com as radiações solares, mas está também influenciada pela predisposição genética e a existência de outras alergias que podem provocar vários tipos de reações cutâneas. As pessoas que fazem uso de analgésicos, antibióticos, anti-histamínicos, antifúngicos, anestésicos e até conservantes de produtos cosméticos, podem causar a sensibilidade aos raios do sol, provocando alergia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem tem a pele mais clara, ou pessoas idosas e as que usam medicamentos com substâncias sensíveis a luz, apresentam também uma probabilidade maior de apresentar reações ao sol. Normalmente a alergia ao sol é persistente por vários anos, mas pode desaparecer de um momento para o outro. Apesar dos raios ultravioletas do tipo UVA ter maior capacidade de provocar uma reação cutânea, na maioria das vezes a situação é agravada da ação combinada com os raios UVB.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que normalmente ocorrem são: alterações da coloração da pele, aranhas vasculares, pele espessada e de superfície áspera com manchas dispersas, pápulas e coceira, principalmente nas zonas expostas como decotes, tronco e braços. Para evitar e tratar, o bloqueador solar ainda é o maior aliado!</p>
<p style="text-align: justify;">Para complementar a leitura, leia estes dois posts: <a href="http://diariodebiologia.com/2009/10/o-que-e-a-alergia-ao-calor-como-ela-se-da/">&#8220;O que é alergia ao calor? E como ela se dá?&#8221;</a> e &#8220;<a href="http://diariodebiologia.com/2009/12/por-que-a-luz-do-sol-provoca-o-espirro/">Por que a luz do sol provoca espirro?&#8221;</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/hives1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4366" title="Existe alergia ao sol?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/hives1.jpg" alt="" width="300" height="274" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A agressão à camada do ozônio é uma das principais causa da alergia solar em algumas pessoas!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/protetor-solar-28.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4367" title="Existe alergia ao sol?" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2009/12/protetor-solar-28.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Filtros solares ainda são os mais indicados, mesmo se não for frequentar praia ou piscina!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tuasaude.com/">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;FONTE&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.netdoctor.co.uk/">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;FONTE&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pessoal, saiu outra matéria com minha colaboração na <span style="color: #ff0000;">Revista Recreio (Ed. abril)</span>&#8230; Ebaaa!!! O sucesso é culpa de vocês!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>CLIQUE PARA AUMENTAR!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/revista-recreio-542-peq.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6697" title="revista-recreio-542-peq" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/08/revista-recreio-542-peq-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fexiste-alergia-ao-sol%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=4362&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/existe-alergia-ao-sol/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como os peixes sobrevivem em águas congeladas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 05:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[congelado]]></category>
		<category><![CDATA[gelo]]></category>
		<category><![CDATA[glocoproteína]]></category>
		<category><![CDATA[hibernação]]></category>
		<category><![CDATA[letargia]]></category>
		<category><![CDATA[pexies]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6033</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8230; o que me intriga aqui na Dinamarca: Como os peixes que vivem em águas que congelam conseguem sobreviver?&#8221; Érika Maia &#8211; Viborg/Dinamarca
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
Érika a natureza pode ser mais surpreendente do que você possa imaginar! Ver os lagos congelados permitindo que se patine sobre o gelo causa mesmo muita confusão se imaginarmos que ali embaixo a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;"><img class="alignleft" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" />&#8230; o que me intriga aqui na Dinamarca: Como os peixes que vivem em águas que congelam conseguem sobreviver?&#8221; <em>Érika Maia &#8211; Viborg/Dinamarca</em></span></strong></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Érika a natureza pode ser mais surpreendente do que você possa imaginar! Ver os lagos congelados permitindo que se patine sobre o gelo causa mesmo muita confusão se imaginarmos que ali embaixo a vida continua para os organismos que vivem no fundo dos lagos.Só que existem algumas adaptações que permitem que o organismos destas espécies de peixes, plantas e outros não congele.  E estratégia é: tudo acontece em câmera lenta!</p>
<p style="text-align: justify;">Isso mesmo: Quando os lagos não estão congelados (no verão e primavera) a vida é normal lá embaixo: os peixes se alimentam e nadam de lá pra cá o tempo todo. Durante o outono e principalmente no inverno, os peixes passam por um estado de hibernação e com isso desaceleram naturalmente o metabolismo&gt; eles passam a comer muito menos e quase não se mexem. Algumas espécies entram num estado letárgico, como se dormisse para não gastar muita energia esperando a chegada das estações mais quentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquela camada de gelo superficial raramente passa de 3 metros de espessura. A temperatura lá embaixo, gira em torno dos 4 oC. Vários tipos de bactérias, crustáceos, peixes e poucos tipos de plantas vivem ali totalmente adaptados a ambientes frios. Para estes animais a temperatura de 4 oC não são suficientes para congelar o sangue e algumas espécies possuem no organismo uma substância &#8216;anticongelante&#8217; que as ajuda a enfrentar o frio chamada GLICOPROTEÍNA. Esta substância impede a cristalização dos elementos líquidos do organismo e é muito comum em peixes que precisam sobreviver em águas marinhas mais geladas ainda, como as polares.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/pesca_no_gelo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6035" title="pesca_no_gelo1" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/pesca_no_gelo1.jpg" alt="" width="300" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/peixe_em_lagos_congelados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6036" title="peixe_em_lagos_congelados" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/peixe_em_lagos_congelados.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sem a glicoproteína e sem a hibernação os animais e as plantas não sobreviveriam sob o gelo no inverno!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<a href="http://revistagalileu.globo.com/">FONTE</a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fcomo-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6033&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/como-os-peixes-sobrevivem-em-aguas-congeladas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que a vacina BCG deixa uma cicatriz?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/por-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/por-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 05:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[bcg]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
		<category><![CDATA[pústula]]></category>
		<category><![CDATA[reação]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6647</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Sempre que posso, leio o diário de biologia. Minha dúvida é sobre a vacina BCG. Por que ela deixa uma ferida que demora muiro pra sarar e ainda aquela cicatriz? Há algo que possa fazer pra a cicatriz ficar menor ou não aparecer?&#8221; Andrea Silva
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;
Oi Andrea&#8230; Muita gente não sabe, mas a BCG é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fpor-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fpor-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #888888;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5688" title="categoria_visitante21" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" /></a>&#8220;Sempre que posso, leio o diário de biologia. Minha dúvida é sobre a vacina BCG. Por que ela deixa uma ferida que demora muiro pra sarar e ainda aquela cicatriz? Há algo que possa fazer pra a cicatriz ficar menor ou não aparecer?&#8221; Andrea Silva</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Oi Andrea&#8230; Muita gente não sabe, mas a BCG é a sigla do nome: Bacillus Calmette-Guérin em homenagem aos seus inventores. Ela é muito eficiente para evitar e tuberculose e é indispensável que os bebês tomem essa vacina, mesmo sabendo que depois ficará aquela marquinha.</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Existem vários mitos envolvendo a marquinha da BCG. Por exemplo, antigamente se dizia que a enfermeira esquentava a ponta da agulha antes de usá-la e por isso a marca de queimadura ficava. Mas não é nada disso, aquela marquinha é formada a partir de uma reação do nosso organismo aos componentes presentes na vacina. Um dos componentes da BCG é uma bactéria responsável pela tuberculose em bovinos, chamada <em> Mycobacterium bovi</em>s. Usada para vacina em um estágio enfraquecido.</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Assim que a vacina é injetada ela inicia um processo inflamatório, pois nosso corpo envia células de defesa para &#8220;acabar&#8221; com a bactéria. Nessa &#8220;briga&#8221; é formado nódulo local que evolui para pústula (bolsinha de pus), seguida de crosta e uma ferida, com duração habitual de seis a 10 semanas (demora muito mesmo!), dando origem quase sempre a pequena cicatriz, sendo que, durante a fase de úlcera, pode haver o aparecimento de secreção.</div>
<div style="text-align: justify;">-</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Em resumo, aquela feridinha que sempre deixa uma cicatriz nada mais é do que o resultado de reação inflamatória típica que esse a <em>Mycobacterium bovis</em> gera. O tamanho da marca e o tempo para a cura da ferida depende do organismo de cada um. Algumas pessoas tem marcas pequenas que mal podem ser notadas, outras já possuem um cicatriz enorme que parece ter sido causada por algo muito mais forte do que uma simples agulhada.</div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/07/vacina_bcg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6650" title="vacina_bcg" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/07/vacina_bcg.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a><span style="font-family: sans-serif;">A administração é intradérmica, de preferência no braço direito, na altura da inserção inferior do Músculo deltóide.</span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: sans-serif;">-</span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: sans-serif;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/07/Vacina_BCG_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6651" title="Vacina_BCG_2" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/07/Vacina_BCG_2.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A inflamação pode persistir por várias semanas e sempre deixa uma cicatriz!</span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: sans-serif;">-</span></div>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fpor-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6647&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/por-que-a-vacina-bcg-deixa-uma-cicatriz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que acontece no corpo quando estamos com diarréia?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 05:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[cocô mole]]></category>
		<category><![CDATA[cólica]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[dor de barriga]]></category>
		<category><![CDATA[intestino delgado]]></category>
		<category><![CDATA[intestino grosso]]></category>
		<category><![CDATA[soro caseiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6007</guid>
		<description><![CDATA[
			
				
			
		
&#8220;Sempre tive uma dúvida:  Na diarréia, o que acontece no corpo que as fezes saem diluídas e de onde vem tanta água de uma vez só?&#8221; Guilherme Caruso &#8211; Espírito Santo
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
Gui, embora seja altamente desconfortante, a diarréia é um mal necessário. É através dela que o corpo elimina de certa forma o que pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia%2F&amp;source=karllapatricia&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #808080;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5688" title="categoria_visitante21" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/04/categoria_visitante21.jpg" alt="" width="150" height="108" /></a>&#8220;Sempre tive uma dúvida:  Na diarréia, o que acontece no corpo que as fezes saem diluídas e de onde vem tanta água de uma vez só?&#8221; </span></strong><em><strong><span style="color: #808080;">Guilherme Caruso &#8211; Espírito Santo</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">Gui, embora seja altamente desconfortante, a diarréia é um mal necessário. É através dela que o corpo elimina de certa forma o que pode lhe fazer mal. As causas da diarréia são inúmeras: viroses, bactérias, fungos, verminoses, infecções alimentares e várias outras! Isso realmente nos leva a pensar: o que acontece no nosso corpo quando ele resolve reagir desta forma diante de um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos intestinos, dentre todas as suas funções, também absorve os líquidos que bebemos e aqueles que estão nos alimentos. Além disso,  o líquidos produzidos pelo próprio organismo, como as secreções,  como a saliva, o suco gástrico, a bile do fígado, o suco do pâncreas e os líquidos liberados pelas células dos intestinos. Assim, nosso intestino possui muito líquido (ingeridos e produzidos pelo aparelho digestório), mas ainda contém os alimentos sólidos, ar deglutidos, gases produzidos pelas bactérias intestinais (a chamada flora intestinal). Em situação normal, nossas fezes possui uma proporção de elementos sólidos, líquidos e gasosos e são eliminadas com aspectos considerados normais: forma característica e consistência firme, porém macia. A maciez das fezes tem a ver com a quantidade de fibras, líquidos ingeridos.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer alteração no trânsito intestinal pode provocar diarréia, pois para que as fezes adquiram uma consistência normal, devem permanecer no intestino grosso durante certo tempo até que a água seja absorvida, faz com que estas tenham a consistência líquida. Isso acontece quando tomamos laxantes, estes contém substâncias como magnésio que interferem na retenção de água dos intestinos e nas terminações nervosas, fazendo com que as fezes sejam expelidas bem molinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso das viroses (que provocam a maioria das diarréias que vimos por aí), os vírus invadem nosso trato intestinal, causam irritação e inflamação das paredes intestinais. Os vírus também induzem as células que revestem os intestinos a produzirem mais líquidos. O aumento do volume de líquido, por sua vez, aumenta a peristalse (movimento de contrações &#8220;em ondas&#8221; dos intestinos). O resultado é cólica e fezes soltas, líquidas e frequentes. Ou seja, a bendita diarréia.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, qualquer dificuldade do intestino em absorver líquidos e/ou que estimule a uma produção exagerada de secreções, a proporção líquida aumenta, diluindo ou dissolvendo as fezes, que aparecem como diarréia pastosa ou líquida, geralmente acompanhada de cólicas que são devido ao peristaltismo forte exigido para expelir as fezes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/diarreia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6014" title="diarreia" src="http://diariodebiologia.com/wp-content/uploads/2010/05/diarreia.jpg" alt="" width="300" height="316" /></a>A diarréia é uma estratégia do trato intestinal para se livrar de um &#8220;impostor&#8221;!</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<div class="postreachclickcomments"><script type="text/javascript" src="http://www.postreach.com/ccengine/display_iframe?perlink=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F08%2Fo-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia%2F&amp;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com"></script></div><img src="http://diariodebiologia.com/?ak_action=api_record_view&id=6007&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/08/o-que-acontece-no-corpo-quando-estamos-com-diarreia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
