Gravidez – Diário de Biologia http://diariodebiologia.com Agora ficou divertido aprender! Sat, 24 Jun 2017 11:44:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8 5538239 Essa mulher estava grávida… E aí, ela ficou grávida de novo! Os bebês têm quase um mês de diferença e cresceram ao mesmo tempo! http://diariodebiologia.com/2017/05/essa-mulher-estava-gravida-e-ai-ela-ficou-gravida-de-novo-os-bebes-tem-quase-um-mes-de-diferenca-e-cresceram-ao-mesmo-tempo/ Sat, 27 May 2017 17:07:52 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=40708 Deu um nó na sua mente? Sim, é compreensível, pois o caso de Julia Grovenburg não é mesmo comum. Ela estava grávida de uma menina e muito animada com gestação. No entanto, durante um ultrassom de rotina já com 5 semanas de gestação, uma surpresa: além da menina que já era do conhecimento dos pais e da médica, agora, havia um coraçãozinho em início de desenvolvimento que crescia ao mesmo tempo dentro do útero.

A médica Dra. Karen Boyle, do Centro Médico de Baltimore demorou para acreditar: “O segundo bebê não estava ali antes. Eles tinham muito, muito tempo de diferença. Um já estava formado e o outro estava no início do desenvolvimento. Funcionalmente, só havia um coração”, disse.

Superfetação

O nome deste fenômeno é “superfetação”, uma condição onde a mulher engravida tempos depois de já estar grávida. Numa gravidez comum após a concepção o corpo da mulher impede que a ovulação aconteça novamente e por isso um outro óvulo não pode ser fecundado. No entanto, pode haver alguma alteração à nível hormonal que faz com que mesmo já estando grávida há alguns dias, a mulher possa ovular novamente, correndo o risco de ser fecundada, passando então a estar grávida de dois bebês, quando na realidade deveria estar esperando apenas 1 bebê.

Os especialistas explicam que essa condição se deve ao aumento atípico dos níveis do hormônio estradiol na fase lútea média, que começa depois da ovulação e pode durar de uma a três semanas. Ocorre uma segunda onda de recrutamento folicular, ou seja, tem início o crescimento de um novo óvulo e, por consequência, uma nova ovulação. Se a mulher tiver relação sexual, a superfetação pode ocorrer.

Fonte: tuasaude / dailymail  Imagens: dailymail

 

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Pesquisa revela qual a melhor idade para uma mulher ter o primeiro filho. Está longe de ser o que você imagina! http://diariodebiologia.com/2017/05/pesquisa-revela-qual-a-melhor-idade-para-uma-mulher-ter-o-primeiro-filho-esta-longe-de-ser-o-que-voce-imagina/ Wed, 24 May 2017 16:40:45 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=40653 Atenção: Os estudos relatados aqui não são de responsabilidade do Diário de Biologia. O autor do texto está divulgando os trabalhos científicos de especialistas. Tais estudos, nem sempre condizem com a absoluta e definitiva verdade.

A “melhor idade” biológica para ter um bebê está claramente desfasada, então, nos resta eleger a “melhor idade” sociológica. Dr. John Mirowsky, professor de sociologia na Faculdade de Artes Liberais, apresentou um estudo feito com 2.215 mulheres que foram acompanhadas por 8 anos de suas vidas e revela qual a melhor idade para se ter um filho nos dias atuais. Apesar de a idade ideal já ter sido apontada como de 23-27 anos. O trabalho feito pelo sociólogo concluiu que a melhor idade para ser mãe é aos 34 anos!

Este estudo levou em consideração apenas a vida social, carreira e maturidade psicológica. Não deu outra, aos 34 anos as mulheres já puderam desfrutar da juventude, já se acertaram nas suas carreiras e são muito mais maduras para educar e cuidar de seus filhos. As mulheres com mais de trinta estão geralmente envolvidas em relacionamentos mais sérios com os seus parceiros, elas ainda desfrutam de uma renda mais estável e tem bastante experiência na vida. O risco de sofrer de depressão pós-parto é muitíssimo menor.

De acordo com a pesquisa nos Estados Unidos, os benefícios para a saúde da mulher ao retardar a maternidade só aumentam ano após ano. A mulher deve iniciar seus projetos de ter filhos aos 27 anos, no entanto, segundo o sociólogo a idade ideal é  34 anos. No entanto, os médicos alertam as mulheres que nos últimos 35 anos , o risco de complicações e de desenvolvimento aumenta de doenças crônicas. Nessa idade, as mulheres devem planejar suas gravidezes sob rigorosa supervisão médica.

Mas atenção, pelo motivo dos riscos é recomendado que as mulheres com mais de 35 anos de idade que desejem engravidar façam a consulta com médico, anteriormente, para avaliação da forma ampla do próprio quadro de saúde.

Fonte:  utexas / parfait   Imagens: biosom
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Você quer ter filho ou filha? Veja uma estratégia recomendada por especialistas que ajuda a escolher o sexo do bebê antes da concepção http://diariodebiologia.com/2017/05/17273/ Mon, 15 May 2017 17:30:01 +0000 http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=17273

“Sou mãe de um lindo menino e agora estou tentando engravidar novamente. Desta vez, queríamos ter uma menina. Queria saber se há alguma possibilidade de escolher o sexo do bebê durante a relação.” Bruna Carvalho

Olá Bruna,  gostaríamos de esclarecer, antes de tudo, que até hoje, não há uma forma 100% segura de determinar o sexo do bebê naturalmente. Simpatias, técnicas de alimentação, posições na hora da relação sexual, tudo isso são teses e, na prática, nenhuma delas pode realmente garantir a escolha do sexo do bebê. As possibilidades concretas  e seguras são as técnicas de reprodução assistida. Mesmo assim, há sérias restrições éticas à prática.

No entanto, segundo um estudo publicado na Molecular Human Reproduction, há diferenças fisiológicas do espermatozoide que torna possível criar um ambiente mais propício para cada um dos gêneros do bebê, aumentando bastante as chances de você engravidar do bebê com o sexo que você escolheu. Os espermatozoides contendo cromossomos X (que geram meninas) e aqueles contendo o cromossomo Y (que geram meninos) possuem algumas diferenças que podem ajudar nesta escolha. Os espermatozoides masculinos (Y) são menores, mais leves e rápidos que os femininos, mas sobrevivem bem menos que o feminino (X).

Se você quer ter um menino

Se os espermatozoides que geram meninos são mais rápidos e com tempo de vida mais curto, o ideal é ter relações o mais próximo possível da ovulação. É preciso que a mulher esteja certa de que está pouco antes de ovular ou ovulando. O objetivo aqui é os espermatozoides com cromossomo Y nadarão mais rapidamente do que os de cromossomos X e mais Ys chegarão ao óvulo antes. Portanto, as chances de se ter um menino serão maiores.

O ideal também, é não ter relações durante nos dias “férteis transitórios”, 4 ou 5 dias antes de você ovular. Os espermatozoides Y chegarão muito mais facilmente ao óvulo durante os “picos férteis”, ou seja, pouco antes ou depois da ovulação. Outra técnica é cuidar para que as penetrações sejam profundas, ou seja, o mais próximo possível do canal cervical. Neste caso o muco cervical abundante e aquoso (clara de ovo) que acontece durante a ovulação ajudará mais ainda os Ys chegarem ao objetivo antes dos Xs. A posição recomendada é por trás (cachorrinho), para uma penetração mais profunda.

Se você quer ter menina

O que precisamos fazer aqui é usar técnicas inversas. Ou seja, ao invés de cronometrar as relações diretamente antes/durante da ovulação, faça durante os dias transitórios e dois ou três dias antes de ovular, já que os espermatozoides X são mais robustos e lentos, e mais resistentes a um ambiente ácido. Importante também evitar o sexo quando o muco cervical estiver mais fértil (clara de ovo), observe que se está com fluidos cervicais brancos, esses são ideais para ter uma menina.

As penetrações precisam ser mais superficiais, a fim de deixar mais árduo o trabalho do espermatozoide Y de realizar sua jornada, já que são mais fracos, ter que nadar mais vai ser complicado para eles. Por isso, a posição aconselhada para ter uma menina é “papai e mamãe”.

Fonte: principeouprincesa / mamaeonline
Artigo: KH Cui
Imagens: delas

 

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Isso é grave: Encontraram substâncias tóxicas e cancerígenas em fraldas de bebês http://diariodebiologia.com/2017/04/isso-e-grave-encontraram-substancias-toxicas-e-cancerigenas-em-fraldas-de-bebes/ Wed, 19 Apr 2017 09:27:00 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=39428 Uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional do Consumo (INC) da França revelou algo perigoso nas fraldas para bebês mais usadas na Europa. A maioria das marcas examinadas no estudo revelou a presença de produtos tóxicos, incluindo substâncias classificadas como cancerígenas.

Foram encontrados resíduos de pesticidas como o glifosato, o princípio ativo do herbicida Roundup, assinalado como cancerígeno. Além do glifosato, os pesquisadores ainda detectaram vestígios de dioxinas e de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, um derivado do petróleo também qualificado com propriedades cancerígenas. Além disso, foram detectadas a presença de compostos orgânicos voláteis irritantes e neuro-tóxicos em nove das 12 marcas analisadas.

Em todos os casos, as concentrações permanecem abaixo dos limites estabelecidos pelos regulamentos. Mas em se tratando de bebês, que são ainda muito vulneráveis, qualquer resíduo potencialmente perigoso deve ser descartado das fraldas.

Marcas famosas como a Pampers e Carrefour não foram aprovadas!

O estudo também revelou que há plástico em contato com a pele dos bebês. Fraldas como a Pampers, diz possuir uma cobertura “suave como seda” em contato com a pelo do bebê? Na verdade, essa cobertura é plástica, mais precisamente de polipropileno, um termo-plástico altamente resistente e de baixo custo. E isto verifica-se mesmo nas fraldas vendidas como ecológicas.

Resultados prévios

♣ Pampers baby Sec contêm pesticidas (quintozeno e hexaclorobenzeno) e dioxinas.

♣ Carrefour Eco baby contém glifosato, herbicida Roundup, bem como dois outros elementos não aconselháveis.

Em 9 das 12 marcas estudadas continham vestígios de compostos orgânicos voláteis (VOCs), alguns deles, naftaleno e estireno, sendo classificados como “possivelmente cancerígeno para os seres humanos pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa sobre o Cancro ).

Fonte: huffingtonpost / 60millions
Imagens: Reprodução/ roteirobaby / foundation
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A sua menstruação é igual à de todo mundo? Fizemos uma brincadeira só para as meninas! http://diariodebiologia.com/2017/04/a-sua-menstruacao-e-igual-a-de-todo-mundo-fizemos-uma-brincadeira-so-para-as-meninas/ http://diariodebiologia.com/2017/04/a-sua-menstruacao-e-igual-a-de-todo-mundo-fizemos-uma-brincadeira-so-para-as-meninas/#respond Wed, 12 Apr 2017 15:47:54 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=39257 Menstruação é um assunto bastante discutido aqui no Diário de Biologia. Percebemos que durante muito tempo, as mulheres viveram sem ter muito a quem perguntar suas dúvidas e isso gerava bastante transtornos pessoais. Já discutimos por exemplo, sobre o famoso “copinho menstrual” e foi de bastante ajuda para quem procurava uma alternativa prática e ecológica para passar “aqueles dias”. Um dos textos mais lidos foi aquele em que listamos os tipos de menstruação e o que podem nos dizer. Além desses, as irregularidades menstruais e seus significados também foram bastante visitados pelas meninas.

Agora resolvemos fazer uma brincadeira para descobrir qual  é o padrão menstrual das mulheres que visitam nosso site. Depois, isso poderá virar um texto bastante útil para muitas mulheres!

Responda as perguntas e veja se com você acontece como na maioria das meninas:

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E então, meninas? Você concordou com a maioria?

Fonte: buzzfeed
Imagens: Reprodução/meni / dicas /  douti / gravi
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Pesquisadores dizem que o sêmen “controla a mente” das mulheres http://diariodebiologia.com/2017/02/pesquisadores-dizem-que-o-semen-controla-a-mente-das-mulheres/ http://diariodebiologia.com/2017/02/pesquisadores-dizem-que-o-semen-controla-a-mente-das-mulheres/#respond Tue, 14 Feb 2017 12:16:56 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=38458 Cientistas da Universidade de Saskatchewan, no Canadá surgiram com uma afirmação que vai mexer com muita mulher com a vida sexual ativa. Segundo eles, é possível que mulheres que entram em contato com o sêmen frequentemente, tenham a chance de que o fluido sexual masculino esteja “influenciando” seus cérebros.

Muita calma nessa hora, as mulheres de vida sexual ativa não estão com espermatozoides na cabeça. Mas, de acordo com essa pesquisa, uma proteína que está presente em diversas espécies de mamíferos, inclusive nos humanos, pode estimular o cérebro induzindo o sistema reprodutor a ativar a ovulação em fêmeas. Essa proteína, conhecida como Nerve Growth Factor (tradução: Fator de crescimento nervoso, sigla: NGF), tem fundamental importância no crescimento, manutenção e sobrevivência de determinados neurônios, funcionando também como molécula de sinalização entre as células nervosas.

A novidade é que, segundo o estudo, no sêmen dos mamíferos, a NGF funciona como um sinalizador hormonal que envia informações ao hipotálamo, que, por sua vez, libera os hormônios responsáveis pela ovulação. Em outras palavras, sob ação desta proteína e em presença de esperma, o hipotálamo “ordena” via sinalização química que o ovário libere óvulo maduro, disponível para a fecundação.

Biologicamente falando, esse mecanismo faz muito sentido e parece ser uma estratégia evolutiva para garantir a fecundação. Afinal, uma vez que a mulher sinalize constantemente a presença de espermatozoides no organismo, a NGF sinaliza ao hipotálamo: “Dê suas ordens ao sistema reprodutivo, tem espermatozoides disponíveis no organismo!

Agora os pesquisadores responsáveis por este estudo pretendem analisar as propriedades do NGF e verificar se, futuramente, esta proteína poderá ser utilizada em tratamentos de fertilidade.

Fonte: revistagalileu / boasaude / Fator_de_crescimento_nervoso
Imagens: Reprodução/danibado / 20minutos/ maeaflordapele
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Especialistas garantem: As cesarianas estão afetando a evolução do corpo humano http://diariodebiologia.com/2017/01/especialistas-garantem-as-cesarianas-estao-afetando-a-evolucao-do-corpo-humano/ http://diariodebiologia.com/2017/01/especialistas-garantem-as-cesarianas-estao-afetando-a-evolucao-do-corpo-humano/#respond Thu, 26 Jan 2017 18:03:18 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=38299 Pesquisadores austríacos constataram que, a partir de 1950, os bebês estão nascendo maiores, pela prática cada vez maior de cesarianas. A força de seleção que agia sobre os bebês menores perdeu força devido ao fato da realização de cesarianas, disse um pesquisador do departamento de biologia teórica na Universidade de Viena. Segundo ele, a intenção da pesquisa não foi criticar a intervenção médica e sim dizer que ela teve um efeito evolutivo.

Atualmente, cada vez mais mães têm optado por cesarianas como via de parto. Esses casos aumentaram de uma média de 30 em cada 1000 em 1960 para 36 em 1000 atualmente.

Evolutivamente, com a as mortes materno-infantis geradas pelo trabalho de parto, os genes não passavam das mães para os filhos. Dessa forma, a cesariana contribuiu para a falta de proporção entre o tamanho do feto e o canal pélvico. No entanto, é intrigante perceber que o canal pélvico não evoluiu para ser maior e reduzir as taxas de obstrução durante o trabalho de parto.

Esse ainda é um estudo que merece ser desmembrado e discutido entre a comunidade médica. Daghni Rajasingam, obstetra e porta-voz do Royal College of Obstetricians, lembrou que existem outros fatores, como diabetes e obesidade, que podem exercer influência sobre o número de cesarianas.

cesarianas-estao-afetando-a-evolucao-do-corpo-humano

Esse estudo indica que “a incidência de trabalho de parto obstruído em seres humanos é surpreendentemente alta, cerca de 3% a 6% em todo o mundo”. Em grande parte dos casos, essa falta de proporção está ligada ao tamanho da cabeça do bebê e as dimensões pélvicas da mãe.

Fonte: dn.pt /
Imagens: Reprodução/ maemequer / guiasaudedamulher
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Artigo científico indica que os bebês gerados com o vírus da zika podem desenvolver microcefalia após o nascimento http://diariodebiologia.com/2017/01/artigo-cientifico-indica-que-os-bebes-gerados-com-o-virus-da-zika-podem-desenvolver-microcefalia-apos-o-nascimento/ http://diariodebiologia.com/2017/01/artigo-cientifico-indica-que-os-bebes-gerados-com-o-virus-da-zika-podem-desenvolver-microcefalia-apos-o-nascimento/#respond Sun, 15 Jan 2017 19:09:46 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=38230 Um novo trabalho mostrou que a microcefalia pode se desenvolver meses após o nascimento de crianças que foram consideradas com medidas normais do perímetro encefálico. Essas crianças foram expostas ao vírus da Zika durante a gestação.

Os Centros de Controle e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos (CDC) divulgaram um estudo relacionando 13 casos nos estados de Pernambuco e Ceará. Desses 13 casos, 11 desenvolveram microcefalia mais tarde, com sérias complicações neurológicas. Segundo os cientistas, foi observado um retardamento no crescimento da cabeça dos bebês a partir do 5º mês de idade.

Desses 13 bebês, 7 sofreram epilepsia e todos apresentaram problemas similares ao que acontece em casos de paralisia cerebral, que comprometeram a motricidade. Entretanto, os bebês eram muito pequenos para que as deficiências cognitivas fossem avaliadas.

Novo trabalho é o primeiro a identificar sintomas meses após o nascimento em crianças que inicialmente tinham medidas da cabeça consideradas normais.

Esse trabalho é o primeiro a demonstrar que o vírus zika pode causar problemas após o nascimento, com o desenvolvimento de sintomas tardiamente. Entretanto, é preciso salientar que nem todos os bebês nascidos após a exposição ao zika podem desenvolver esse problema.

Imagens de ressônancia do cérebro de duas crianças avaliadas no estudo dos CDC

Fonte: G1
Imagens: Reprodução/tapurahonline / mariocelso
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Especialista suíço cria chocolate que acaba com as cólicas menstruais http://diariodebiologia.com/2016/11/especialista-suico-cria-chocolate-que-acaba-com-as-colicas-menstruais/ http://diariodebiologia.com/2016/11/especialista-suico-cria-chocolate-que-acaba-com-as-colicas-menstruais/#respond Sun, 20 Nov 2016 08:28:39 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=37934 Menstruação + chocolate. Parece uma combinação perfeita, e agora realmente é. Isso porque, o Suíço Marc Widmer, especialista em desenvolver diferentes tipos de chocolates, criou um chocolate à base de ervas que promete acabar de vez com as cólicas menstruais.

“Frauenmond” é o nome desta nova criação que quer aliar o prazer de comer chocolate ao poder aliviador das cólicas menstruais. A ideia nasceu há três anos, quando o também dono da “Chocolate with Love” passeava pelas montanhas. Ao aperceber-se dos benefícios das ervas, Marc pensou que juntá-las ao chocolate poderia dar um produto cheio de benefícios e com um bom sabor.

Ao chocolate (com teor de 60% de cacau) Marc adicionou 17 ervas medicinais originárias dos Alpes Suíços. Ao que parece, a combinação de chocolate e ervas provoca um aumento dos níveis de serotonina, diminui o desconforto do período menstrual e tem ainda o poder de relaxar e acalmar. A médica Elisabeth Morray em resposta ao Daily Mail, disse que comer uma pequena quantidade de chocolate de qualidade (normalmente com 65% ou mais de cacau) pode ajudar a aliviar os sintomas da TPM. Isso porque, o chocolate contém magnésio, o que ajuda a aliviar as cólicas e a aumentar os níveis de energia. Além disso, contém endorfinas, conhecidas como “hormônio da felicidade”, que podem ajudar a levantar o nosso estado de espírito.

Se a moda pegar, em breve a mulheres terão chocolates especiais para comer à vontade durante a menstruação. Isso não é fantástico?

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Fontes: aeiou / bomdia / dailymail
Imagens: Reprodução/aeiou / mundodastribos
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Nasce bebê gerado a partir de 3 DNAs diferentes: duas mães e um pai biológicos! Entenda o caso. http://diariodebiologia.com/2016/11/nasce-bebe-gerado-a-partir-de-3-dnas-diferentes-duas-maes-e-um-pai-biologicos-entenda-o-caso/ http://diariodebiologia.com/2016/11/nasce-bebe-gerado-a-partir-de-3-dnas-diferentes-duas-maes-e-um-pai-biologicos-entenda-o-caso/#respond Fri, 11 Nov 2016 09:28:36 +0000 http://diariodebiologia.com/?p=37882 Cientistas anunciaram recentemente o nascimento de um bebê com três pais biológicos. A técnica de fertilização in vitro foi realizada para combinar o DNA de três pessoas, não duas, como é feito tradicionalmente. A criança já está com cinco meses de idade e tem como pais duas mulheres e um homem, com seus DNAs combinados. Essa nova técnica poderá ser utilizada para permitir que pais com mutações genéticas possam ter filhos saudáveis.

Foi o que aconteceu nesse caso, já que a mãe do bebê apresenta a síndrome de Leigh, uma enfermidade neurológica e hereditária. Naturais da Jordânia, os pais receberam atendimento nos EUA. Dois filhos anteriores dessa mãe já haviam morrido por conta dessa doença. Depois que Abrahim Hassan (como foi ch11amado o bebê) nasceu, ele foi testado para a doença. Menos de 1% de suas células carregavam os traços da síndrome. A doença apresenta riscos quando 18% das células mostram problemas.

Essa técnica combina o espermatozoide do pai, o óvulo da mãe e mitocôndrias de uma “mãe” doadora. Por causa disso, o bebê é gerado com DNA de três pessoas diferentes. As mitocôndrias são responsáveis por carregar alguns problemas genéticos, como a síndrome de Leigh. Por isso esse recurso ajudará cientistas a conceber crianças saudáveis de pais que tenham problemas genéticos. Essa é uma técnica revolucionária no campo da fertilização e manipulação genética.

Fonte: super.abril
Imagens: endireitandofacil / meiobit
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