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	<title>Diário de Biologia &#187; Imagens da Semana</title>
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		<title>Impressionantes imagens de microscopia eletrônica do corpo humano</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Célula cancerígena em divisão. As células apresentam uma superfície irregular característica com muitas projeções citoplasmáticas, que permitem mobilidade. Incrível! Osso com osteoporose. Mostrando um &#8220;close&#8221; nas estruturas porosas do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002g.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9875" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002g.jpg" alt="" width="500" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: center">Célula cancerígena em divisão. As células apresentam uma superfície irregular característica com muitas projeções citoplasmáticas, que permitem mobilidade. Incrível!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002h.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9876" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002h.jpg" alt="" width="500" height="457" /></a></p>
<p style="text-align: center">Osso com osteoporose. Mostrando um &#8220;close&#8221; nas estruturas porosas do osso doente. A osteoporose é uma doença que atinge os ossos, caracterizada pela perda de massa óssea e pelo desenvolvimento de ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002i.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9877" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002i.jpg" alt="" width="500" height="408" /></a></p>
<p style="text-align: center">Porção de pele. A camada superior é o estrato córneo (marrom) que é composto por células mortas, queratinizada e achatadas que são continuamente descartadas e substituídas por novas células.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002j.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9878" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002j.jpg" alt="" width="500" height="403" /></a></p>
<p style="text-align: center">Tecido gorduroso (adiposo). As células de gordura (adipócitos) estão circundadas por fibras de colágeno. Os lipídios (dentro das células estão representados em verde) Acima, podemos ver células vazias! Aumento de 650X.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002k.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9879" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002k.jpg" alt="" width="500" height="414" /></a></p>
<p style="text-align: center">Revestimento das Tubas uterinas (anteriormente conhecidas como trompas de falópio) são dois canais extremamente finos que ligam os ovários ao útero das mulheres (na verdade de todas as fêmeas de mamíferos). As células da mucosa da tuba aparecem nitidamente ciliadas (verde claro). São esses cílios que batem um tapete mucoso sobre a região onde está esse ovócito ou o ovo, ou então a mórula. Só que esse tapete mucoso é secretado por essas células não ciliadas e secretoras (em marrom claro).</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002l.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9880" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002l.jpg" alt="" width="500" height="483" /></a></p>
<p style="text-align: center">Células pancreática exócrina. O pâncreas é uma glândula do sistema digestivo e endócrino de animais vertebrados. Ele é tanto exócrino (secretando suco pancreático, que contém enzimas digestivas) quanto endócrino (produzindo muitos hormônios importantes, como insulina, glucagon e somatostatina).</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002m.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9881" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002m.jpg" alt="" width="500" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center">Cobertura do endométrio no útero humano durante o início do estágio proliferativo do ciclo menstrual. O endométrio é a membrana mucosa que reveste a parede uterina, formado por fibras musculares lisas. A imagem mostra a fase após a menstruação que quando terminada a eliminação do tecido velho, as células do Endométrio que restaram voltam a multiplicar-se promovendo a sua regeneração. Neste tecido em formação formam-se glândulas tubulares e restabelece-se a rede de vasos sanguíneos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9882" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002n.jpg" alt="" width="500" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center">Tendão, mostrando os feixes de fibras de colágeno. Aumento de 5000X</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002p.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9883" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002p.jpg" alt="" width="500" height="523" /></a></p>
<p style="text-align: center">Vasos sanguíneos em torno dos alvéolos pulmonares. Mostrando hemácias (glóbulos vermelhos) nos vasos. Os alvéolos pulmonares são estruturas de pequenas dimensões, localizadas no final dos bronquíolos, onde se realiza a hematose pulmonar.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002q.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9884" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/002q.jpg" alt="" width="500" height="432" /></a></p>
<p style="text-align: center">Revestimento do intestino delgado. A camada mucosa que reveste o seu interior apresenta invaginações, as vilosidades intestinais, pelas quais são absorvidas as substâncias digeridas. É esta superfície que secreta os fluidos digestivos.</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/impressionantes-imagens-de-microscopia-eletronica-do-corpo-humano/" data-text="Impressionantes imagens de microscopia eletrônica do corpo humano" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fimpressionantes-imagens-de-microscopia-eletronica-do-corpo-humano%2F&#038;text=Impressionantes%20imagens%20de%20microscopia%20eletr%C3%B4nica%20do%20corpo%20humano" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Diferentes tipos de baratas: sensacional</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/11/diferentes-tipos-de-baratas-sensacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lista dos 5 MAIS...]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem imagina que só existem aquelas baratas de casa, nojentas que vivem nos esgotos se reproduzindo e causando doenças está enganado! O mundo das baratas é incrível. Conheça aqui algumas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888">Quem imagina que só existem aquelas baratas de casa, nojentas que vivem nos esgotos se reproduzindo e causando doenças está enganado! O mundo das baratas é incrível. Conheça aqui algumas baratas que podem mudar todos os seus conceitos sobre estes bichinhos simpáticos.</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966"> Barata verde:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">As baratas do gênero <em>Panchlora </em>(você pode ler as <em>Panchloras </em><a href="http://diariodebiologia.com/2010/05/que-bicho-e-esse-10/" target="_blank">AQUI</a>), comumente chamadas de baratas verdes, baratas cubanas ou baratas da banana são conhecidas por sua cor esverdeada, o que se torna único entre todas as baratas. Os indivíduos jovens, porém podem assumir cores pardas. São baratas com ampla distribuição nas Américas inclusive aqui no Brasil.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/panchlora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10034" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/panchlora.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966">Barata besouro:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Uma grande parte das baratas costumam imitar besouros. O termo mimetismo batesiano se aplica, quando um animal inofensivo imita outro animal nocivo para não ser predado. Não se sabe se é o que acontece aqui, mas alguns gêneros de baratas (e não são poucas) são muito semelhantes a joaninhas e outros besouros crisomelideos como as <em>Prosoplecta </em>e as <em>Phoraspsis</em>. Algumas se assemelham tanto que podem até nos enganar. São conhecidas como baratas besouros, mas de besouro só tem a cara!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/phoraspis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10035" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/phoraspis.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata rinoceronte:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas espécies de baratas ostentam chifres e crenulações no pronoto ( aquela placa da região dorsal da barata que encobre parcialmente ou totalmente a cabeça). A mais conhecida é a barata rinoceronte <em>Macropanesthia rhinoceros</em>. Os machos  destas baratas usam as crenulações para brigarem nas disputas por fêmeas. Porém somente o macho é que possuem estas crenulações para brigarem.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/normal_Macropanesthia_rhino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10036" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/normal_Macropanesthia_rhino.jpg" alt="" width="300" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Baratas cascudas:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas baratas são realmente grandes. Um exemplo são as baratas do gênero <em>Blaberus</em>, chamadas de baratas cascudas que costumam ser utilizadas como bichinhos de estimações e ás vezes alimento para outros animais! São conhecidas pelo seu tamanho extremo podendo chegar até 8cm! Outra grandona é a barata do gênero <em>Hedaia </em>que possui esse nome devido a sua textura semelhante a uma madeira. Esta barata pode chegar a 6cm.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/blaebrus-giganteus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10037" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/blaebrus-giganteus.jpg" alt="" width="300" height="388" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata trilobita:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Algumas baratas se assemelham com os antigos arthropodas já extintos denominados de trilobitas. Estas baratas conhecidas como &#8220;baratas trilobitas&#8221; são espécies que se enterram na areia. Algumas ficam tanto na areia que os sedimentos chegam a ficar incrustados em seu exoesqueleto. Um exemplo é o gênero <em>Calolampra </em>e <em>Polyzosteria</em>.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/trilobita_barata.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10038" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/trilobita_barata.jpg" alt="" width="300" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Barata bombardeio:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">A espécie do gênero <em>Platyzosteria </em>encontrada na Austrália, possui um comportamento de defesa semelhante ao besouro bombardeio. Quando ameaçada, ela empina o abdômen para cima e espirra uma substância caustica que se atingir as mucosas pode causar até cegueira temporária. Ai ai ai&#8230;.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/Platyzosteria-secunda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10039" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/Platyzosteria-secunda.jpg" alt="" width="300" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><em>Este post foi uma fantástica contribuição do  Biólogo<strong> Flávio Matakanskas</strong>. Ele leu um artigo sobre baratas e achou que vocês iam gostar. O flávio trabalha no setor de Entomologia do Museu de Zoologia da USP, onde conduz um estudo com baratas. Adorei, obrigada Flávio!</em></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/11/diferentes-tipos-de-baratas-sensacional/" data-text="Diferentes tipos de baratas: sensacional" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F11%2Fdiferentes-tipos-de-baratas-sensacional%2F&#038;text=Diferentes%20tipos%20de%20baratas%3A%20sensacional" >Tweet</a></span></p>
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		<title>O mistério das ondas congeladas da Antártica!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/o-misterio-das-ondas-congeladas-da-antartica/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 03:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho visto uma série espetacular de imagens circula por e-mail e também foi publicado em vários sites, blogs e fóruns online. São descritas como ondas que congelam imediatamente depois do contato...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/ondacongelada150.jpg"><span style="color: #888888"><img class="alignleft size-full wp-image-9465" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/ondacongelada150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></a><span style="color: #888888">Tenho visto uma série espetacular de imagens circula por e-mail e também foi publicado em vários sites, blogs e fóruns online. São descritas como ondas que congelam imediatamente depois do contato com o ar. Realmente incrível!</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Pesquisando sobre essas ondas a fim de fazer um post interessante sobre elas, descobri que essas imagens NÃO são de ondas que foram instantaneamente congeladas. Que pena! Também pensei isso&#8230; Essas imagens foram feitas pelo cientista <em>Tony Travouillon</em> na Antártida. As fotos não mostram uma onda gigante que foi congelada exatamente no momento em que quebrava na praia. A cor azul das &#8220;ondas&#8221; indica que o fenômeno nunca  poderá ser de uma onda congelada.</p>
<p style="text-align: justify">Nessas regiões super frias, o gelo branco que vimos normalmente é formado juntamente com muitas bolhas de ar. O gelo azul é criado quando o gelo (antes branco), é comprimido de forma que aquelas micro-bolhas de ar são expulsas e então, praticamente só resta a água. O gelo parece azul porque quando a luz passa através da massa gelada espessa e sem bolhas, a luz azul é refletida, mas a luz vermelha é absorvida. O resultado é esse tom azul como de um mar limpinho!</p>
<p style="text-align: justify">O formato de onda é devido à superfície que derrete e as camadas de gelo novo são sobrepostas comprimindo as bolhas de ar restante. De tanto acontecer repetidas vezes o gelo acaba torneando de forma que fique parecido com uma onda. Onda ou não, a natureza é perfeita! Deliciem-se com as imagens e se quiserem visitar o algum do cientista e ver muitas outras maravilhas, clique <a href="http://www.astro.caltech.edu/~tonyt/Tonys_site/About_Me.html" target="_blank">aqui</a>!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9466" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves.jpg" alt="" width="500" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9467" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9468" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9469" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_4.jpg" alt="" width="500" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9470" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_5.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9471" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/frozen_waves_6.jpg" alt="" width="500" height="371" /></a></p>
<p style="text-align: center">É uma pena que não sejam ondas congeladas porque o fenômeno seria muito mais incrível do que já é!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/o-misterio-das-ondas-congeladas-da-antartica/" data-text="O mistério das ondas congeladas da Antártica!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fo-misterio-das-ondas-congeladas-da-antartica%2F&#038;text=O%20mist%C3%A9rio%20das%20ondas%20congeladas%20da%20Ant%C3%A1rtica%21" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Incríveis imagens de microscopia eletrônica (MEV)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 03:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Fibras nervosas mielinizadas. A bainha de mielina aparece na cor  cinza, o rosa é o axoplasma e o endoneuro (tecido conjuntivo) amarelo.  Aumento: 650X Oligodendrócitos são as células da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001g.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9639" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001g.jpg" alt="" width="500" height="471" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fibras nervosas mielinizadas. A bainha de mielina aparece na cor  cinza, o rosa é o axoplasma e o endoneuro (tecido conjuntivo) amarelo.  Aumento: 650X</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001m.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9641" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001m.jpg" alt="" width="500" height="514" /></a></p>
<p style="text-align: center">Oligodendrócitos são as células da neuróglia, responsáveis pela  formação, e manutenção das bainhas de mielina dos axônios. Mostram  um corpo celular arredondado e pequeno, com poucos  prolongamentos, curtos, finos e pouco ramificados. Assim como em diversas células do corpo humano nos oligodendrócitos podem ser geradores tumores.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9642" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001n.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a></p>
<p style="text-align: center">Glomérulo do rim. Os podócitos aparecem em cor de rosa. Podócitos são células do epitélio visceral dos rins que formam um importante componente da barreira de filtração glomerular, contribuindo para a seletividade de tamanho e mantendo uma superfície de filtração massiva. Aumento: 650X</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9643" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002a.jpg" alt="" width="500" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center">Revestimento interno do estômago (mucosa gástrica). As células superficiais produzem o muco que protege o estomâgo do ataque de ácidos e enzimas digestivos. Quando o epitélio se invagina em várias regiões do estômago, há formação de diferentes glândulas tubulares gástricas. Estas glândulas são constituídas por células que secretam muco, enzimas, ácido clorídrico, ou hormônios. Ampliação: 40X</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9644" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002b.jpg" alt="" width="500" height="447" /></a></p>
<p style="text-align: center">Células epiteliais que revestem a traquéia humana. Algumas das  células estão cobertas de cílios (azul), enquanto outros têm microvilos  pequenos (marrom) que aumentam a área de superfície das células.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002f.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9648" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002f.jpg" alt="" width="500" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center">Revestimento do intestino delgado, mostrando as projeções em forma de dedos presentes na superfície  que aumentam a capacidade de absorção dos nutrientes.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9645" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002c.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center">Local de produção de espermatozóides, mostrando essas células sendo produzidas nos túbulos seminíferos nos testículos. para a foto o  tubo foi congelado e cortado horizontalmente. No homem cada  testículo possui de 250 a 1000 túbulos que medem aproximadamente  150 a 250 µm de diâmetro e 30-70 cm de comprimento cada um.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002d.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9646" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002d.jpg" alt="" width="500" height="416" /></a></p>
<p style="text-align: center">Lente dos olhos. O cristalino é a lente dos olhos. É um sistema de células altamente organizado que se localiza entre a íris e o humor vítreo. É constituído por células organizadas longitudinalmente, como uma casca de cebola, que perdem as suas organelas durante a formação, assumindo desta maneira sua característica de ser transparente com formato parecido com uma lentilha.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002e.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9647" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/002e.jpg" alt="" width="500" height="411" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fibras musculares esqueléticas. O endomísio aparece em  verde. Endomísio é uma camada de tecido conjuntivo que encobre uma fibra muscular e é composta principalmente de fibras reticulares.  Também contém capilares, nervos e vasos linfáticos. Aumento: 300X</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001j.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9640" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/001j.jpg" alt="" width="500" height="418" /></a></p>
<p style="text-align: center">Pra terminar, uma minhoca (<em>Lumbricus terrestris</em>). Comopodemos ver na imagem, seu  corpo é formado por anéis (segmentos corporais). Vivem enterradas,  escavam galerias e canais, buscando abrigo e restos vegetais. Elas  são animais detritívoros, pois se alimentam de detritos de várias  origens, que compõem o húmus.</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/09/incriveis-imagens-de-microscopia-eletronica-mev/" data-text="Incríveis imagens de microscopia eletrônica (MEV)" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F09%2Fincriveis-imagens-de-microscopia-eletronica-mev%2F&#038;text=Incr%C3%ADveis%20imagens%20de%20microscopia%20eletr%C3%B4nica%20%28MEV%29" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Como as claras em neve se formam?</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 03:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[ovo]]></category>
		<category><![CDATA[proteína]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O que a clara de ovo tem que faz com que a clara em neve fique crescida e dura, sem colocar nada, só batendo com o garfo.&#8221; Gustavo Olá Gustavo, essa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/claras150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9273" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/claras150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;O que a clara de ovo tem que faz com que a clara em neve fique crescida e dura, sem colocar nada, só batendo com o garfo.&#8221; Gustavo</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Olá Gustavo, essa foi uma ótima pergunta. Bem, as proteínas presentes na clara do ovo (principalmente a albumina) são responsáveis por uma propriedade impressionante: a capacidade de absorver o ar. Quando batemos as claras (seja com garfo ou batedeira) vimos que no início começam a surgir bolhas grandes. Conforme continuamos a bater, essas bolhas diminuem de tamanho e o volume total vai aumentando. Isso acontece porque os elementos presentes na clara têm a capacidade de envolver e reter as bolhas de ar, que vão ficando cada vez menores até serem totalmente incorporadas.</p>
<p style="text-align: justify">Por causa disso, o volume das claras em neve pode chegar até a três vezes do volume das claras em estado natural. Quanto mais batemos, mais estabilizada ela fica, pois as bolhas se tornam menores e mais e mais incorporadas às claras. Se forem muito bem batidas, as claras podem alcançar uma firmza tão grande que é capaz de suportar um peso de um ovo inteiro sem que ele afunde. Uau!!!!</p>
<p style="text-align: justify">Mas atenção! Esse processo não funciona na presença de gordura. Por isso, quando batemos a clara do ovo junto com a gema, nunca acontece o mesmo. Os Chefs de cozinha garantem que é preciso separar muito bem a clara da gema para conseguir uma boa clara em neve!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9272" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/002.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">As claras em neve são cheias de minúsculas bolhas de ar</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://super.abril.com.br">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/09/como-as-claras-em-neve-se-formam/" data-text="Como as claras em neve se formam?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F09%2Fcomo-as-claras-em-neve-se-formam%2F&#038;text=Como%20as%20claras%20em%20neve%20se%20formam%3F" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Surpreendentes imagens de microscopia eletrônica</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/07/surpreendentes-imagens-de-microscopia-eletronica/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 07:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Microscopia eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[MEV]]></category>
		<category><![CDATA[microscopia eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Bactéria Escherichia coli. São bactérias em forma de bastonete que fazem parte da nossa flora normal do intestino. Algumas cepas produzem uma toxina provocando, na maioria dos casos, uma diarreia grave. Placa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001aa.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-9280" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001aa.jpg" alt="" width="500" height="412" /></a></p>
<p style="text-align: center">Bactéria <em>Escherichia coli</em>. São bactérias em forma de bastonete que fazem parte da nossa flora normal do intestino. Algumas cepas produzem uma toxina provocando, na maioria dos casos, uma diarreia grave.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001oa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9289" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001oa.jpg" alt="" width="500" height="591" /></a></p>
<p style="text-align: center">Placa bacteriana no dente. A placa é o acúmulo de bactérias da microbiota bucal sobre a superfície dos dentes. Assim, a placa consiste de uma película de bactérias (vermelho) embebidas numa matriz de glicoproteína.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9281" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ba.jpg" alt="" width="500" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: center">Estruturas externas mineralizadas (cocosferas) de pequenos organismos marinhos chamados cocolitóforos. Os cocolitóforos ou cocolitoforídeos são algas marinhas unicelulares que fazem parte do fitoplâncton.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9282" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ca.jpg" alt="" width="500" height="459" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fibras nervosas mielínicas. Em roxo podemos ver a bainha de mielina. Nos axônios de maior diâmetro, a célula envoltória forma dobras em torno do axônio. Ao conjunto dessas dobras múltiplas chamamos de bainha de mielina.Sua função é acelerar a velocidade da condução do impulso nervoso.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001da.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9283" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001da.jpg" alt="" width="500" height="455" /></a></p>
<p style="text-align: center">Jujubas?? Não! São células do sangue humano.  Hemácias (vermelho), Linfócito (azul), Neutófilo (amarelo, maior), Macrófago (verde) e Plaquetas (amarelo, pequeno). Aumento: 3300x.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ea.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9284" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ea.jpg" alt="" width="500" height="426" /></a></p>
<p style="text-align: center">Produção de espermatozóides dentro dos túbulos seminíferos dos testículos. Este é o processo de espermatogênese. As caudas esão representadas em rosa muito claro e a<br />
cabeça dos espermatozóides são rosa escuro.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001fa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9285" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001fa.jpg" alt="" width="500" height="489" /></a></p>
<p style="text-align: center">Cristais de pedra nos rins. As pedras nos rins são geralmente formados pela precipitação do oxalato de cálcio vindos da urina. Os cálculos renais (pedras) podem causar fortes dores abdominais.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9286" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ha.jpg" alt="" width="500" height="377" /></a></p>
<p style="text-align: center">Grão de pólen de Castanha-da- Índia  (<em>Aesculus hippocastanum</em>). O grão apresenta três lobos, separados por sulcos pronfundos através do qual o tubo polínico emerge.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9287" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001ia.jpg" alt="" width="500" height="405" /></a></p>
<p style="text-align: center">Superfície da folha de orégano (<em>Origanum vilgare</em>). Os tricomas glandulares estão representados em vermelho e os tricomas como pelinhos estão em verde.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001la.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9288" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/001la.jpg" alt="" width="500" height="345" /></a></p>
<p style="text-align: center">Células ciliadas da orelha interna mostrando os pêlos sensoriais (estereocílios) do órgão de Corti, da cóclea do ouvido interno.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/07/surpreendentes-imagens-de-microscopia-eletronica/" data-text="Surpreendentes imagens de microscopia eletrônica" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F07%2Fsurpreendentes-imagens-de-microscopia-eletronica%2F&#038;text=Surpreendentes%20imagens%20de%20microscopia%20eletr%C3%B4nica" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Pequenos monstros: imagens de microscopia eletrônica</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 08:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Microscopia eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[MEV]]></category>
		<category><![CDATA[microscopia eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[monstros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A mosca-de-estábulo pertence a família dos muscídeos, muito semelhante a mosca-doméstica, embora dela se diferencie pela tromba alongada do aparelho bucal, uma vez que a utiliza para sugar o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #0000ee"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-stable-fly.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9260" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-stable-fly.jpg" alt="" width="500" height="351" /></a></span></p>
<p style="text-align: center">A mosca-de-estábulo pertence a família dos muscídeos, muito semelhante a mosca-doméstica, embora dela se diferencie pela tromba alongada do aparelho bucal, uma vez que a utiliza para sugar o sangue de animais, especialmente de cavalos, causando-lhes feridas nas orelhas e transmitindo doenças.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-brown-ant-biting-a-blade-.jpg"><img class="size-full wp-image-9253 aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-brown-ant-biting-a-blade-.jpg" alt="" width="500" height="499" /></a></p>
<p style="text-align: center">Um formiga marrom com a mandíbula presa a uma folha de grama.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-tsetse-fly.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9261" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-tsetse-fly.jpg" alt="" width="500" height="502" /></a></p>
<p style="text-align: center">A mosca tsé-tsé é aquela que transmite a doença do sono, causada pelo <em>Tripanossoma brucei</em>. A tsé-tsé não é a causa dessa doença, apenas  transporta o agente causador.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-maggot-head.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9259" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-maggot-head.jpg" alt="" width="500" height="626" /></a></p>
<p style="text-align: center">A cabeça de uma larva de inseto. Que medo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-human-head-louse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9258" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-human-head-louse.jpg" alt="" width="500" height="472" /></a></p>
<p style="text-align: center">Piolho prendendo seu ovo (lêndea) no fio de cabelo.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/a-hover-fly.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9257" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/a-hover-fly.jpg" alt="" width="500" height="419" /></a></p>
<p style="text-align: center">Mosca da família Syrphidae, também conhecida como mosca-da-flor. O nome é por serem vistas sempre junto a flores, onde estes insetos, na sua forma adulta, se alimentam de néctar e de pólen.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-grain-weevil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9256" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-grain-weevil.jpg" alt="" width="500" height="371" /></a></p>
<p style="text-align: center">Caruncho ou gorgulho, esses pequenso besouros (ordem Coleoptera) são insetos que perfuram madeira, cereais e feijão armazenado, reduzindo-os a pó.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-female-Lucilia-blowfly-la.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9255" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-female-Lucilia-blowfly-la.jpg" alt="" width="500" height="383" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fêmea de mosca da família Calliphoridae fazendo postura de ovos. Imagem incrível!!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-European-hornet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9254" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/A-European-hornet.jpg" alt="" width="500" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: center">Uma vespa europeia. Linda!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/mosquito.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9262" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/06/mosquito.jpg" alt="" width="500" height="381" /></a></p>
<p style="text-align: center">A cabeça de um mosquito, detalhe para os omatídeos de cada olho. SHOW!</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">Pessoal, essas são imagens de Microscopia Eletrônica de Varredura e foram coloridas em um programa de computador, essas não são as cores originais, ok? Karlla Patrícia</p>
</blockquote>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/06/pequenos-monstros-imagens-de-microscopia-eletronica/" data-text="Pequenos monstros: imagens de microscopia eletrônica" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F06%2Fpequenos-monstros-imagens-de-microscopia-eletronica%2F&#038;text=Pequenos%20monstros%3A%20imagens%20de%20microscopia%20eletr%C3%B4nica" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Rapidinhas do mês!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/04/rapidinhas-do-mes-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 05:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[antartica]]></category>
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		<category><![CDATA[gestação]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- CAMPANHA EU LEIO O DIÁRIO DE BIOLOGIA! O Vanderson é leitor assíduo do Diário de Biologia e  está cursando Ciências Biológicas! Obrigada Van.. Fico feliz com sua iniciativa de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/coelhos.jpg"><img class="size-full wp-image-5543  aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/coelhos.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/girafa.jpg"><img class="size-full wp-image-5542  aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/girafa.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/camaleao.jpg"><img class="size-full wp-image-5541  aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/camaleao.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/beijaflor.jpg"><img class="size-full wp-image-5540  aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/beijaflor.jpg" alt="" width="300" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/antartida.jpg"><img class="size-full wp-image-5539  aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/03/antartida.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><strong><span style="color: #339966">CAMPANHA EU LEIO O DIÁRIO DE BIOLOGIA!</span></strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/04/vanderson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5941" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/04/vanderson.jpg" alt="" width="295" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: center">O Vanderson é leitor assíduo do Diário de Biologia e  está cursando Ciências Biológicas! Obrigada Van.. Fico feliz com sua iniciativa de participar da campanha. Beijos!</p>
<p style="text-align: center">Quer participar também? <a href="http://diariodebiologia.com/participe-da-campanha/">CLIQUE AQUI!</a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center">
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2010/04/rapidinhas-do-mes-2/" data-text="Rapidinhas do mês!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F04%2Frapidinhas-do-mes-2%2F&#038;text=Rapidinhas%20do%20m%C3%AAs%21" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Uma fantástica sequência do desenvolvimento de um beija-flor</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/03/uma-fantastica-sequencia-do-desenvolvimento-de-um-beija-flor/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 05:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[beija-flor]]></category>
		<category><![CDATA[colibri]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha querida amiga Nelly, mora em um sítio delicioso na serra do Rio de Janeiro. No quintal de casa ela recebe visita de lagartos, aranhas, várias espécies de pássaros, insetos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Minha querida amiga Nelly, mora em um sítio delicioso na serra do Rio de Janeiro. No quintal de casa ela recebe visita de lagartos, aranhas, várias espécies de pássaros, insetos diversos, etc&#8230;  Ela dividiu o seu quintal com uma maternidade de beija-flores. Não deu outra: Fotografou o desenvolvimento dos pequenos bebês e me presenteou com as imagens. Obrigada Nelly!</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Karlla Patrícia</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beijatop.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4917" title="Beija-flor!" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beijatop.jpg" alt="" width="480" height="130" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Beija-flores, são um dos menores pássaros que se conhece. Geralmente, nunca passam de 5 ou 6 centímetros. São conhecidos por suas cores brilhantes e na sua capacidade de parar no ar com o simples bater de asa. Esses pequenos pássaros &#8211; também chamados de Colibris &#8211;  possuem uma vida agitada, é capaz de gastar muito mais energia do que qualquer outro animal de sangue quente. Por isso está sempre comendo para repor suas energias. As fêmeas são cautelosas e trabalham muito mais que os machos. São elas que constroem os ninhos, chocam os ovos e protegem os filhotes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4907" title="beija01" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija01.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Os ninhos são pequenos e belíssimos. E, por incrível que pareça, esse pequeno e frágil abrigo resiste ao vento, às chuvas e ao crescimento dos filhotes. As mamães são construtoras habilidosas, os ninhos são sempre muito caprichados e confortáveis. A construção do ninho é incrível. Elas grama, folhas, flores, pétalas e musgo. O abrigo é fixado com  o fio da teia de aranha que foi &#8220;roubado&#8221; nas redondesas. Isto o deixa bem firme.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4908" title="beija02" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija02.jpg" alt="" width="300" height="247" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, os beija-flores botam apenas dois ovos. Os são tão pequneos que não comportam mais que isso. Além disso, a fêmea não consegue alimentar mais que dois filhotes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4909" title="beija03" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija03.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao nascer, os filhotes são muito pequenos e frágeis. Não tem penas nem enxerga. A mãe os alimenta colocando em sua garganta o bico cheio de néctar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4910" title="beija04" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija04.jpg" alt="" width="300" height="321" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4911" title="beija05" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija05.jpg" alt="" width="300" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria das vezes, os filhotes abrem os olhos com 3 ou 4 dias. Nesta fase ficam bastante agitados quando a mãe se aproxima com comida.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4912" title="beija06" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija06.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4913" title="beija07" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija07.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4914" title="beija08" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija08.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com duas semanas de idade, a maioria dos beija-flores já tem o corpo coberto de penas. Às vezes, se levantam no ninho e batem as asas &#8211; exercícios importantes para desenvolver os músculos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4915" title="beija09" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/02/beija09.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com 3 ou 4 semanas, o pequeno beija-flor já está pronto para deixar o ninho e começa a dominar o vôo com rapidez e facilidade. Mas ainda tem dificuldade para se alimentar sozinho: nesta fase  coloca o bico em objetos coloridos confundindo-os  com flores.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">FONTE: SAÚDE ANIMAL</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">IMAGENS: NELLY</span></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2010/03/uma-fantastica-sequencia-do-desenvolvimento-de-um-beija-flor/" data-text="Uma fantástica sequência do desenvolvimento de um beija-flor" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F03%2Fuma-fantastica-sequencia-do-desenvolvimento-de-um-beija-flor%2F&#038;text=Uma%20fant%C3%A1stica%20sequ%C3%AAncia%20do%20desenvolvimento%20de%20um%20beija-flor" >Tweet</a></span></p>
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		<title>Bichinho de estimação!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 05:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[cobras]]></category>
		<category><![CDATA[estimação]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Bom, o que posso dizer sobre esse garotinho? Acho que tenho mais medo dele do que da cobra!     Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2009/03/bichoestimacao2.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #339966;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2009/07/bichoestimacao2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2940" title="Imagens da Semana!" src="http://diariodebiologia.com/files/2009/07/bichoestimacao2.jpg" alt="" width="300" height="399" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2009/03/03_snakelover_66878.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1298" title="Bichinho de estimação!" src="http://diariodebiologia.com/files/2009/03/03_snakelover_66878.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2009/03/02_snakelover_56697.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1299" title="Bichinho de estimação!" src="http://diariodebiologia.com/files/2009/03/02_snakelover_56697.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">Bom, o que posso dizer sobre esse garotinho? Acho que tenho mais medo dele do que da cobra!</span></p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2009/12/bichinho-de-estimacao/" data-text="Bichinho de estimação!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2009%2F12%2Fbichinho-de-estimacao%2F&#038;text=Bichinho%20de%20estima%C3%A7%C3%A3o%21" >Tweet</a></span></p>
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