Menina troca o tipo sanguíneo após transplante!

15 fevereiro, 2010

Até onde se imaginava é impossível que uma pessoa troque seu tipo sangúineo. Ou seja, uma vez O+ sempre O+ e isso vale para todos os outros tipos de sangue (A, B, AB, positivo ou negativo). Os tipos sanguíneos são determinados por uma substância chamada antígeno. Os antígenos têm uma propriedade especial: toda vez que ele é reconhecido pelo sistema imunológico como algo estranho.

O transplante de órgãos sempre foi, de certa forma, um mistério. Uma australiana de 9 anos de idade teve seu tipo sangüíneo alterado após um transplante de fígado. Demi-Lee Brennan estava muito doente, apresetando falência do fígado e por isso, a única saída para salvar sua vida era o transplante. Teoricamente, a compatibilidade sanguínea  é a mesma para doação de sangue. Assim, as pessoas com sangue do tipo O-, por exemplo, podem doar para todos os tipos.

Foi isso que aconteceu: Demi-Lee tinha sangue do tipo O+ e recebeu um fígado saudável do doador com o sangue do tipo O-. Nove meses depois, os médicos descobriram que ela tinha trocado de tipo sangüíneo, e seu sistema imunológico agora era igual ao do doador do fígado que ela recebeu. Ao que parece, segundo os especialistas, as células do doador migraram para a medula óssea de Demi, o que de alguma forma, alterou seu tipo sanguíneo.

Esta história foi cientificamente publicada no “The New England Journal of Medicine”, uma revista médico-científica e os médicos garantem que este é um caso inédito na literatura científica e poderá ajudar, no futuro, a combater a rejeição de órgãos transplantados.

Na prática, uma situação parecida, dificilmente seria realizada, pois não é possível que doadores e receptores tenham o sangue diferente. Mas o caso de Demi-Lee era tão grave que os médicos arriscaram um transplante com tipos sanguíneos diferentes (embora compatíveis para doação). Era isto, ou vê-la morrer em poucos dias.

:o  Demi-Lee, hoje está com quase 16 anos. É saudável e tem feito um trabalho intenso de conscientização quanto as doações de órgãos. Ela ainda visita os médicos que a transplantaram e tem colaborado com as pesquisas contra rejeição de órgãos!

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Aqui está um trecho do artigo médico-científico do “The New England Journal of Medicine” no qual é relatado o caso!

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Categoria: Histórias incríveis

Desafio para a ciência: Um homem que hibernou por 24 dias

28 novembro, 2009

Em uma incrível demonstração de resistência, um praticante de trilha japonês sobreviveu por 24 dias ao clima frio sem comida e sem água, em outubro de 2006. Na época Mitsutaka Uchikoshi tinha 35 anos, após um churrasco com colegas no alto do Monte Rokko, no oeste do Japão, resolveu descer sozinho a trilha. Ele se perdeu, sofreu uma queda e fraturou a bacia.

Uchikoshi sobreviveu por mais de três semanas em uma floresta de montanha, sem comida ou água em que os médicos acreditam que é o primeiro caso conhecido de um ser humano em estado de hibernação. Ao que parece, após sofrer a queda o rapaz ficou desacordado e seu corpo reduziu ao máximo todos os sentidos e reações, tal como os animais que hibernam. Ele relatou sua última memória: “No segundo dia após ter me perdido, o sol estava quente, eu estava em um campo, e eu me senti muito confortável, tive muito sono e acho que adormeci. Essa é a memória que tenho do que passei”.

Após 24 dias, um alpinista o encontrou. A temperatura do corpo Uchikoshi havia caído para apenas 22 graus, o pulso era pouco perceptível e que ele estava sofrendo de falência de múltiplos órgãos e perda de sangue. Os médicos acreditam que ele perdeu a consciência após sua queda e que a sensação de conforto e sono foi um delírio. Seu corpo e instintos de sobrevivência se apagaram, deixando-o em um estado letárgico no momento em que a temperatura na montanha caiu para 10 graus.

Uchikoshi caiu em um estado de hipotermia numa fase muito precoce, que é semelhante à hibernação, por causa disso seus órgãos baixaram o metabolismo para quase nada, protegendo seu cérebro. Especialistas em hibernação acreditam que esse é um fato extraordinário e revolucionário. Não existe consenso sobre o que pode ter acontecido a este homem, especialistas em nutrição garantem que é possível viver vários dias sem comida, no entanto a falta de água causaria desidratação dos órgãos e consequente morte em poucos dias. Este fato é absolutamente incrível e fisiologicamente impossível.

Há anos, cientistas vêm sugerindo que a hibernação humana seria possível e poderia ser usada para retardar a morte de células durante o tratamento de doenças fatais :o

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FONTE: BBC

Categoria: Histórias incríveis

INCRÍVEL: Uma árvore cresce no pulmão de um homem!

1 outubro, 2009

Lembra quando sua mãe dizia pra você não engolir o caroço da maçã que uma nasceria uma dentro da sua barriga? Hoje você acha que isso era lenda, né? Eu também achava… Mas parece que não. Um site russo deu a notícia de que um homem tinha crescendo, dentro do pulmão, uma árvore de 5 centímetros.

O paciente chegou ao hospital com dores fortes no peito e tossindo sangue. Depois de ser examinado, os médicos acharam que ele estivesse com câncer e, quando foram fazer a biópsia, encontraram os galhos verdes espetando o órgão. Segundo o site, os médicos acham difícil que o paciente tenha engolido o objeto inteiro. Para eles, é mais provável que a mini-árvore tenha crescido lá dentro.

O caso vai ser estudado para entender se existe mesmo a possibilidade de uma planta se desenvolver dentro do corpo humano. Para os médicos, se isso realmente aconteceu, a semente foi aspirada e não engolida. Um vegetal precisa de luz pra fotossíntese, que consiste basicamente uma reação de gás carbônico com água pra formação da glicose. O sangue humano tem glicose, então é possível que a planta tenha conseguido se desenvolver usando a glicose do homem. Para eles, na medicina, nada nunca é impossível.

Os biólogos estão irredutíveis, para eles é impossível que uma planta se desenvolva dentro do organismo humano. As condições para que isso aconteça não poderiam ser explicadas.

Não acredita? Veja no You Tube!

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A Isabel, mandou essa foto com a Belinha… Adoreiii!!! A Bel é leitora assídua do Diário de Biologia. Um carinho mais do que especial.

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Categoria: Histórias incríveis

Mike: Um frango que sobreviveu 18 meses sem cabeça!

24 agosto, 2009

Recebi um link escrito: “mike the headless chicken“. Claro, achei que era brincadeira ou photoshop, mas não era. Um frango chamado Mike conseguiu permanecer vivo por 18 meses sem cabeça. Isso mesmo!

Aconteceu na década de 40 quando Lloyd Olsen decidiu fazer um ensopado de frango e na intenção de aproveitar o máximo do pesçoco do frango, mirou a faca na base da cabeça e decapitou. Só que, o frango não morreu e sim saiu correndo desorientado. O que aconteceu, foi que parte importante do seu sistema nervoso não fora afetada pelo corte, o que permitiu que Mike (o frango) continuasse vivendo.

Mike foi decapitado com um corte diagonal rente à base da cabeça. Esse ângulo fez com que permanecesse grudado à sua espinha a maior parte do tronco encefálico, aquela região que une a medula ao resto do cérebro, e responsável pelas funções básicas para a manutenção da vida, como o controle da respiração e dos batimentos cardíacos. Isso impediu Mike de morrer na hora

Embora não enxergasse mais nada, nem pudesse cacarejar, ele ainda escutava, pois um ouvido tinha sido preservado. Quando o fazendeiro percebeu o “milagre”, decidiu passar a cuidar do frango. Ele precisava comer e beber água e a saída encontrada naquela época, foi usar um conta-gotas para despejar alimento e líquidos diretamente no esôfago do frango, de onde a comida descia até o papo.

O frango duro de matar virou atração nacional e o dono aproveitou para ganhar dinheiro, pois as pessoas formavam filas e pagavam para ver a bizarra atração. Porém, depois de 18 meses a vida de Mike chegou ao fim: Ele sofreu um engasgo e morreu sufocado durante uma de suas viagens como Pop Star.

Até hoje o frango é famoso. Tem até site oficial e muitos fãs com carteirinha e tudo. Você duvida?

CLIQUE AQUI!

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FONTE: SITE OFICIAL DO FRANGO MIKE

ESTE POST FOI INDICADO NO UEBAAAA!!!

Quer saber como? CLIQUE AQUI!

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Larvas de moscas: as assistentes do médico no tratamento de feridas crônicas

10 agosto, 2009

 

Eu amo os insetos e todos sabem disso. Mas assumo que é difícil aceitar a possibilidade de ter larvas nojentas devorando um tecido do nosso corpo. Mas saiba que a larva-terapia está virando moda no mundo inteiro com resultados impressionantes de recuperação. Esta terapia especial resulta numa impressionante “limpeza de feridas” como se fosse uma bio-cirurgia.

O tratamento consiste no uso de larvas de moscas com hábito saprófago, ou seja, que se alimentam de tecido necrosado (podre). Normalmente vem sendo usadas as larvas da mosca Lucilia sericata (um tipo de mosca-varejeira) gostam exatamente daquilo que causa um problema na ferida: o tecido morto que não cicatriza. Essas larvas não possuem pequenos dentes. Elas liberam uma enzima que prepara o seu “alimento” e ainda acaba com bactérias resistentes a antibióticos.

As larvas da mosca varejeira são cultivadas livres de germes em um laboratório. Em comparação com o método tradicional de limpeza da ferida com bisturi e do combate à infecção com medicamentos realizam o seu trabalho totalmente sem dor e sem efeitos colaterais. As larvas trabalham de maneira altamente seletiva, assimilando somente tecidos mortos, sem mexer nas partes saudáveis. Como nos tecidos mortos não há mais fibras nervosas, o paciente não sente nada. Após três ou quatro dias é efetuada a troca do curativo e das larvas. As larvas aumentaram seu volume corporal em 10 vezes quando o existe muito tecido necrosado. O tratamento demora de 2 a 6 meses.

A aplicação destes “bio-cirurgiões” é contra-indicada quando há uma abertura corporal perto da ferida ou no caso de ferimentos agudos. É muito indicada para feridas crônicas, como abcessos nas pernas do diabético ou escaras (feridas crônicas, abertas no paciente que fica longos períodos deitado).

Como outros métodos de cura que já caíram no esquecimento, o tratamento de feridas com a larva Lucilia sericata não é nenhuma invenção da atualidade. Durante a guerra de recessão norte-americana, os médicos nos campos de batalha observavam que os feridos deitados a céu aberto apresentavam uma cura surpreendentemente rápida, depois que moscas varejeiras haviam posto seus ovos nas feridas. Também na 2ª Guerra Mundial os médicos usaram esse método com sucesso. Somente no decorrer do desenvolvimento dos antibióticos a terapia com a ajuda das larvas foi esquecida.

1- As larvas criadas em laboratório são acondicionadas em frascos etiquetados dessa forma: Larvas Medicinais Desinfetadas :(

2- A ferida necrosada é preparada para receber as larvas. Notem a quantidade de tecido apodrecido e infeccionado. :sick:

3- As larvas recén-emergidas e famintas são colocadas diretamente na ferida, protegidas com gaze e então o curativo é fechado normalmente. :o

4- A cada 2  dias o curativo é trocado. Impressionante: As larvas devoram o tecido necrosado e aumentam 10 vezes o seu tamanho. :sick:

 

 5- A ferida é lavada, as larvas gordinhas são retiradas. :bandit:

6- O processo é repetido: a ferida recebe outro “carregamento” de larvas (cerca de 200). Geralmente o tratamento demora de 2 a 6 meses dependendo da gravidade. :(

7- O resultado é impressionante! :woot:

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VEJA NO YOUTUBE! ECAAAA….. :sick:

 

 

Categoria: Histórias incríveis

Um amor impossível: “uma cisne” e um pedalinho!

7 junho, 2008

Uma curiosa história de amor aconteceu em um zoológico de Münster, na Alemanha. Petra, uma cisne negra tornou-se uma celebridade ao “se apaixonar” por um pedalinho em forma de cisne. Isso mesmo, aqueles barquinhos que pagamos para dar voltinhas dentro de um lago.

Curiosamente, este cisne fêmea se sentia atraído pelo pedalinho em 2006 quando começou a nadar incansavelmente atrás do falso cisne. A atração era tanta que mesmo quando os funcionários do zoológico levaram o pedalinho para manutenção, Petra se negou a abandonar o “amado” e passava horas e horas ao lado do pedalinho na oficina.

No início de 2008, um choque de realidade: Petra se apaixonou por um macho de verdade e abandonou a companhia do objeto inanimado. O romance de Petra com um cisne de verdade durou pouco. Depois de trocar o pedalinho em forma de cisne por um cisne de verdade, ela foi abandonada (certamente o cisne com quem vivia descobriu que não era o único. Hahaha!). Porém, ela voltou ao lago em que fica o pedalinho e continua o seguindo incansavelmente.

 

Petra se tornou a principal atração do zoológico, deixando grandes leões, elefantes e ursos para trás.

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FONTE: G1

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