Quando você pensa que já viu tudo… Formigas-Pote de mel

7 março, 2010

Quando você pensa que já viu tudo no mundo dos insetos, surge uma informação diferente de nos deixa de queixo caído! Existem algumas espécies de formigas que são chamadas de “formiga-pote de mel”. A princípio parece estranho, mas elas apenas tem uma maneira bem diferente de guardar comida.

Moradoras de locais de clima desérticos, algumas formigas  vivem como potes de mel, literalmente. Após as chuvas, as plantas do deserto (chamadas efêmeras, por só surgirem em período chuvoso) produzem uma rica quantidade de néctar e as formigas precisam acumular o bom alimento suficiente, sem desperdício para sobreviverem em tempos secos. Pasmem, algumas operárias são escolhidas como “reservatório” de néctar e são alimentadas por outras formigas até que se abdome acumule de forma que inche de forma impressionante, até não consigam mais se mover. Em alguns casos, podem alcançar o tamanho de uma uva!

Depois de estarem completamente inchadas com o mel, elas prendem suas garras no teto do formigueiro subterrâneo, onde se comportam como recipientes reservatórios de comida. Durante os tempos secos, quando o suprimento alimentar do deserto acaba de vez, suas companheiras retornam para a colônia e um simples movimento em suas antenas já é o sinal para que regurgitem o conteúdo armazenado e todo o formigueiro se alimenta com o mel. Pensa que elas morrem? De jeito nenhum, elas acabam voltando ao corpinho esbelto que tinham antes do processo. Isso que eu chamo de “efeito sanfona”. Consegue imaginar?

A escolha dos membros da comunidade que serão “honeypot”, é simples: aquelas operárias que possuem o corpo mais robusto são as escolhidas. Em todo o mundo, existem grupos diferentes destas formigas  que podem ser dos gêneros Myrmecocystus, Camponotus, Melophorus, entre outros!

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Bonobos (Chipanzé pigmeu): O sexo é uma farra!

28 janeiro, 2010

“Sem liberdade de criticar, não existe elogio sincero. “
( Pierre Beaumarchais )

Queridos,

O post dos macacos bonobos foi deletado do Blog. O texto publicado aqui foi retirado do livro: Natureza Radical - O livro dos recordes das plantas e dos animais, um livro incrível ilustrado, com vários assuntos interessantes. O autor é Mark Carwardine, um zoológo sério que ama fotografar animais, quem quiser conhecer, este é o site dele: http://www.markcarwardine.com/index.php

Fiquem a vontade. As críticas são sempre um alerta e  um aprendizado para mim!

Um grande beijo!

Karlla Patrícia…

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Postado por Karlla Patrícia

Curiosidades sobre a visão dos animais!

20 janeiro, 2010

 A tartaruga é um bicho muito carente: enxerga outra tartaruga em qualquer objeto esférico que vê. Um capacete, por exemplo, pode despertar um grande amor.

 • O hipopótamo tem um dos maiores globo ocular de todos os animais, com até 12 centímetros de diâmetro.

• As zebras fazem foco a 1,20 metro de distância e têm três pálpebras!

• A águia tem dois centros de visão em cada olho, além de uma percepção de cores maior que a nossa. Ela pode olhar para a frente e para o chão ao mesmo tempo.

• Existe uma espécie de camarão com 12 tipos de pigmentos coloridos (a visão do bichinho é inimaginável, pois ele vê cores e tons que a gente nem sabe como podem ser).

• Apesar de enxergar muito bem no escuro, a coruja chega a virar a cabeça em até 180 graus para ver o que acontece ao redor e ter uma visão de conjunto.

• Muita gente pensa que os olhos do morcego são dispensáveis pelo fato de ele ter um sonar. Ledo engano. O sonar é uma espécie de sinal vibratório, que serve para o bicho se movimentar ou se comunicar. Mas, para enxergar à noite e caçar as presas, o morcego não abre mão dos seus belos olhos!

• Os olhos compostos que se encontram nos insetos e animais similares são formados por unidades de detecção chamadas omatídeos, que dão uma imagem pixelada dos objetos. Alguns tem até 28.000 desses sensores, que são arranjados hexagonalmente, e que podem dar um campo de visão de 360 graus.

• A lula-colossal possui os maiores olhos no reino animal, chegando ao tamanho de um prato.

 

 

 

 

 

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Você sabe como se formam as pérolas?

16 janeiro, 2010

É incrível como a natureza nos envolve com sua beleza e perfeição. A formação das pérolas verdadeiras envolve proteção, dor e um pouco de magia da mãe natureza.

As pérolas são produzidas através de um processo muito natural. Como muitos já sabem, são resultado de um demorado trabalho das ostras. As ostras são moluscos bivalves, que recebem esse nome por apresentarem um par de conchas. Essas conchas são formadas por nácar (uma mistura orgânica de camadas de conchiolina, calcite e carbonato de cálcio cristalizado) que é secretado por células ectodérmicas do molusco. Bom, a função desse nácar não é ficar produzindo pérolas por aí e sim se depositar interior da concha do animal proporcionando um meio para alisar a própria concha, como se isso reasultasse em mais conforto. Já repararam como uma concha é sempre lisinha por dentro?

Pois bem, mas esse nácar (conhecido como madrepérola) também serve como mecanismo de defesa contra organismos parasitas e dejetos prejudiciais. Quando um molusco é invadido por um parasita ou é incomodado por um objeto estranho (um grão de areia, por exemplo), e isso causa dor e irritação no tegumento do animal, entra em ação um processo que chamamos de enquistação. Neste processo, como forma de proteção desta irritação, a ostra começa a cobrir aquele grãozinho de areia com nácar. Com o passar do tempo são sendo depositadas muitas e muitas camadas de nácar, o que acaba por ocasionar a formação de uma pérola. A qualidade e espessura destas camadas microscópias de nácar são importantes fatores que determinam o brilho de uma pérola.

 

Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra , como um parasita ou um grão de areia. Pérolas são feridas curadas. :(

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Como as arraiais matam?

2 janeiro, 2010

Existem vários tamanhos de arraias, mas todas elas usam o mesmo mecanismo de ataque, independentemente do tamanho. Esse mecanismo se chama aguilhão, localizado perto da base da cauda e um espinho com os lados serrilhados, voltados para o corpo do peixe. Existe uma glândula de veneno na base do espinho e um revestimento parecido com um membrana que cobre todo o mecanismo do aguilhão.

Quando uma arraia ataca, ela precisa estar de frente para a vítima porque a única coisa que faz é levantar sua longa cauda sobre seu corpo para atingir qualquer coisa que esteja a sua frente. Quando o aguilhão entra no corpo de uma pessoa, a pressão faz com que o revestimento protetor rasgue e libere o veneno.

O veneno de uma arraia não é necessariamente fatal, mas provoca muita dor. Ele é composto pelas enzimas 5-nucleotidase e fosfodiesterase e pelo neurotransmissor serotonina. A serotonina provoca contração da musculatura lisa e torna o veneno mais doloroso. As enzimas provocam a morte de tecidos e de células. Se a área não for tratada rapidamente, pode ser necessária a amputação. Se o veneno penetra no abdômen ou na cavidade torácica pode ser fatal.

Mesmo com tudo isso, a parte mais destrutiva do mecanismo do aguilhão são as farpas no espinho. A ponta afiada do aguilhão penetra no corpo da pessoa facilmente, mas sua saída pode causar graves danos. Mesmo que não houvesse veneno, puxar um espinho do peito ou do abdômen de um humano poderia ser o suficiente para causar a morte devido à quantidade de tecidos que são rasgados!

Eu já me arrisquei em tocar numa arraia e não me arrependo nem um pouco. É fantástico!!!!

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Olha eu ali pertinho dela… Incrível como são passivas e calmas!

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O ciclo de vida impressionante de uma mariposa!

31 dezembro, 2009

Nada como o início de um ano para um post como este: metamorfose! Desejo um 2010 perfeito para todos meus leitores, em especial meus seguidores carinhosos do TWITTER, os membros da comunidade do Diário de Biologia no ORKUT e todos aqueles que já me enviaram centenas de emails com dúvidas para o “visitante Curioso”. 

:love:  Beijos, Karlla Patrícia!

 

Michael Cook, é um fanático por mariposas. Ele vive em meio a milhares lagartas, casulos e  mariposas. Retirei do seu site algumas imagens interessantíssimas no que ele registra o ciclo de  vida impressionante de uma Cecropia. A Cecropia é considerada a maior mariposa americana.  Pertence a família Saturniidae, se alimentam de árvores de maçã, pêra, cereja e várias outras. Os  experimentos foram feitos na casa do pesquisador e, por causa disso, pode ser que o tempo de  desenvolvimento da mariposa tenha sofrido algumas alterações. Os comentários foram baseados na observação de Michael. DIVIRTAM-SE!

1º dia: A fêmea coloca os ovos que tem uma aparência de amendoim. A mamãe fixa os ovos nas  folhas com uma espécie de cola, que não permite que os ovos caiam ou se virem numa posição  que prejudicaria os futuros bebês.

2º dia: As larvas começam a emergir. Elas são escuras e cobertas de cerdas. Assim que saem dos  ovos as lagartinhas estão famintas e devoram a casca dos ovos antes de saírem a procura de  comida.

 3º dia: As lagartas já estão bem desenvolvidas. Nesse caso,  foram alimentadas com folhas de  pêra a fome é muito intensa na fase larval.

7º dia: As lagartas começam a trocar as suas peles pela primeira vez. Vão abandonar a pele  escura cerdosa e revelar uma pele com uma coloração mais alegre. Algumas vezes elas comem  parte da pele que solta. Cada vez que a lagartas troca a pele, dissemos que elas avançaram um  instar.

12º dia: As lagartas trocam de pele novamente (já é o terceiro instar).  Elas continuam fazendo  seu trabalho: comer, comer, comer.

17º dia: Ainda com a terceira pele, mas as cores agora são mais brilhantes. As lagartas estão  cada vez maiores e mais lindas!

29º dia: Mais uma troca de pele. Esta imagem mostra a lagarta abandonando a “roupa velha”. Cook disse que ela ficou quase dois dias imóvel como se tivesse paralisada antes dessa troca.

32º dia: A lagarta está enorme. As cores são menos intensas. Aqui podemos observar a cabeça  da lagarta, que nesta fase fica a maior parte do tempo meio escondida, é apenas esticada para  comer ou movimentar. Os espiráculos (buraquinhos na lateral do corpo que servem para respiração) são muito visíveis nessa fase.  As reservas alimentares estão provocando um crescimento espantoso. LINDA!

 
45º dia: Acabou a “boa vida” (come, descansar, comer, descansar). Chegou a hora de trabalhar duro. A lagarta começa a tecer o casulo. Ela espalha sua seda por toda parte e forma uma espécie de cobertura com as folhas que estão por perto.

50º dia: O casulo é composto de três camadas diferentes. A primeira é uma casca dura, a segunda é uma camada de ar e a mais interna lembra uma casca de coco. Dentro, encontra-se a pré-pupa, neste estágio a lagarta não precisará mais comer e andar, mas ela pode se mexer e mudar de posição dentro do casulo.

57º dia: A pré-pupa mostra sinais de que está pronta para perder a pele novamente. O corpo está desbotado e é possível ver alguns pontos onde a pele está afrouxando. No 58º dia a mudança foi rápida. A pupa já surgiu por baixo da última pele da lagarta. As cores da pupa recém formada lembra um sarcófago esculpido com pedras preciosas multicoloridas. Incrível!

59º dia: A pupa perde suas cores e se torna marrom. Agora sim a antena está muito visível na canto superior direito ( é um macho. Nessa espécie, os machos possuem uma antena enorme), as asas estão abaixo acondicionadas ao corpo.

Aí está ela! Nossa mariposa emerge do casulo. Um macho, veja está antena grandona. Essa estrutura ajuda a detectar os feromônios liberados pela fêmea.

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Sexo animal!

19 dezembro, 2009

Sem dúvida que o ser humano está no ranking das espécies que mais acasalam. Isso por causa de uma das característica que o diferenciou na escala evolutiva: o homem desligou o ato sexual do fim puramente reprodutivo. Mas que tal conhecer como funciona o ato sexual no mundo animal?

O Guppy, um tipo de peixe de aquários ornamentais. Apesar de pequeno (3-6 cm) energia e virilidade são dois atributos que não faltam a esse peixinho: ele copula mais de 5 vezes por minuto! A todo momento é possível observar seu ímpeto reprodutivo não só para com as fêmeas de sua espécie: se nadar e tiver barbatana, ele investe!

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O leão é outro animal conhecido por seu anseio pelo coito. Durante o período de cio das fêmeas, que dura de 2 a 4 dias, elas copulam, dia e noite, a cada 15 minutos. Algo em torno de 280 coitos por cio - ou cerca de 140 em um só dia.

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Durante o período de reprodução dos elefantes-marinhos, o macho estabelece uma hierarquia e domina um grupo de 40 a 50 fêmeas, formando um verdadeiro harém. Não contentes, ele ainda briga com outros machos pelas fêmeas que esses conquistaram.

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O pássaro-caramanchão também gosta de ter muitas amantes. Para conquistá-las, faz uma pequena construção de gravetos e folhas, que vai servir como seu ninho de amor para as mais de 30 fêmeas com as quais ele consegue copular durante a época de reprodução.

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Os hamsters iniciam a vida sexual aos 45 dias de idade. O macho copula com até 6 fêmeas em um dia. Como as fêmeas dão cria quase todos os meses (4 a 18 por ninhada), assim que dão à luz os filhotes, recomeçam a se reproduzir e seguem esse ciclo.

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As fêmeas de chimpanzés são adeptas do sexo grupal. No cio, que dura 37 dias, elas têm até 1 000 relações sexuais com vários machos. Há relatos científicos de fêmeas que chegaram à marca de 84 cópulas em 8 dias, com 7 parceiros distintos.

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FONTE: SUPERINTERESSANTE


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As zebras são brancas com listras pretas ou pretas com listras brancas?

18 novembro, 2009

Os zoólogos ainda não desvendaram todos os mistérios genéticos que existem por trás da pelagem listrada que caracteriza a zebra. O padrão de cores alternadas funciona como um desvio de calor. Acredita-se que as litras podem desviar cerca de 70% do calor que atinge o corpo.

Caso você esteja vestindo uma roupa com listras de zebra em local movimentado, é quase inevitável que alguém o aviste, facilmente. Mas nas zebras as litras possuem estratégias diferentes: como elas vivem em rebanhos, os especialistas acreditam que a massa de listras possam confundir os predadores ao agir como ilusão de óptica que dificulta distinguir os espécimes individuais. Consequentemente, um grupo de 10 zebras pode parecer um gigantesco borrão listrado que um leão preferiria não encarar sozinho.

Mesmo que você não seja especialista em equinos, é fácil identificar uma zebra por sua pelagem branca e preta. Mas ela é branca com listras pretas ou o contrário? Bom, a genética é que determina a variedade de listras das zebras. As litras são como impressão digital, ou seja: cada zebra do mundo possui um padrão de litras diferente.Se você pesquisar em busca da resposta, não demorará a encontrar muitas explicações conflitantes.

Os especialistas descrevem geralmente, a pelagem de uma zebra como “”PRETO COM LISTRAS BRANCAS”. Isso faz sentido, porque o padrão resulta de ativação de pigmentos (pretos) e de sua inibição (branco).

As zebras possuem o pelo preto, e as listras brancas ficam onde não existe pigmentação. Ao observar de perto, é possível confirmar que a maioria das zebras tem pele escura por sob o pelo. Porém, nada foi confirmado cientificamente!

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Por que os mosquitos não transmitem o vírus HIV?

12 novembro, 2009

Muitas pessoas vêem os mosquitos como pequenas seringas hipodérmicas e se agulhas podem transmitir HIV de um indivíduo a outro então os mosquitos possuem a capacidade de fazer o mesmo. Essa possibilidade foi levantada pela imprensa logo que a doença foi reconhecida. Na verdade é tudo uma estratégia para vender as matérias e com isso ganhar dinheiro.

O aparelho de alimentação do mosquito é uma estrutura extremamente complicada que é totalmente distinto de uma simples seringa. Ao contrário de uma seringa, os mosquitos, inclusive o mosquito da dengue, soltam fluídos salivares através de uma passagem e sugam sangue por outra.

Quando um mosquito transmite um agente infeccioso de uma pessoa a outra, o agente (no caso o vírus) deve permanecer vivo dentro do mosquito até que a transferência esteja completa. Se o mosquito digere o parasita, o ciclo da transmissão é finalizado e o parasita não pode passar para o próximo hospedeiro. Para o vírus ser passado adiante, ele teria que sobreviver dentro do mosquito, de preferência reproduzindo-se e então migrar para as glândulas salivares do mosquito.

Por que não ocorre a contaminação:

[1] O HIV, responsável pela infecção da AIDS, é tratado pelo mosquito como alimento e é digerido juntamente com o sangue que lhe serve de alimento. Como resultado, mosquitos que ingerem sangue infectados pelo HIV digerem este sangue de 1 a 2 dias e destroem completamente qualquer partícula de vírus que possam potencialmente produzir uma nova infecção.

[2] O vírus da AIDS não sobrevive para reproduzir-se e invadir as glândulas salivares o mecanismo que os mosquitos portadores de parasitas usam para levar de um hospedeiro a outro não é possível com o HIV.

[3] Mosquitos são incapazes de ingerir partículas suficiente de HIV para Transmitir AIDS por Contaminação.

Os mosquitos não são agulhas hipodérmicas voadoras e um mosquito que injeta saliva em seu corpo não está o injetando o resto de sua última refeição

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Um percevejo realiza “estupro perfurante homossexual”

6 novembro, 2009

:whistle: Imagine um macho tão “possessivo” que simplesmente lacra a abertura genital da fêmea para evitar que ela copule com outros machos? E então o macho tem tanto mêdo do “Ricardão” que injeta seu esperma em outros machos para garantir que se o “ricardão” conseguir copular com a fêmea, eles estejam transferindo para ela seus genes e de ninguém mais. Parece mentira, não é?

O mundo animal nos surpreende! As espécie de percevejo da família Cimicidae possui um hábito reprodutivo um tanto estranho: após a cópula os machos isolam a abertura genital das fêmeas. E ele não faz isso por fazer, esse ato garante uma diferente vantagem evolutiva, uma vez que impede que outros machos possam acasalar com ela. No entanto, quando algum macho encontra uma fêmea que já copulou e por isso está com a abertura “lacrada” pelo primeiro, eles não hesitam em encontrar um caminho pouco usual para consumar o ato. Eles injetam o esperma nessa fêmea perfurando seu abdomen contornando assim o “selo” colocado pelo primeiro macho. Isso é assustador… :o

Porém, uma espécie em especial (Xylocaris maculipennis) encontrou uma forma bastante “homossexual” de contornar o assédio dos demais machos na fêmea que já foi fertilizada. Sabendo que a fêmea poderá ser atacada por um outro macho que injeterá esperma perfurando seu abdomem, ele perfura e insemina outros machos forçadamente, de modo a que seus genes sejam carregados para as fêmeas quando o macho devidamente “estuprado” acasalar com elas. Ou seja, de qualquer forma, o macho ciumento “insemina por procuração”. Imagina se isso vira moda?

Olha aí um macho contornando a “rolha” da fêmea e injetando o esperma pelo abdomen! :(

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 MICHELY lê todos os posts do Diário de Biologia e enviou uma foto para participar da campanha! Obrigada Mi!

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