Como interpretar os testes de glicemia no diagnóstico de diabetes

8 julho, 2010

Algumas pessoas não sabem, mas os testes para diagnóstico de diabetes tem evoluído muito e as solicitações e  interpretações vem sofrendo diversas mudanças. Este post vai tentar esclarecer algumas dúvidas seguindo  conceitos mais recentes, embora, eu queria deixar bem claro que não sou médica, nem biomédica e minha especialidade na biologia não é bioquímica, assim… Não tenho competência para receitar medicamentos e  diagnosticar doenças.

Vale a pena saber que o nosso corpo transforma alguns dos carboidratos e açúcares que comemos em glicose e  a glicemia é o nível de glicose presente em nosso sangue. Ou seja, quando comemos muito, nossa glicemia  aumenta, ao passo que quando comemos pouco, a mantemos baixa. Claro que os valores considerados normais  ou alterados depende do sexo, peso corporal, doenças pré-existentes, histórico familiar etc. Os médicos podem  solicitar diferentes tipos de exames para diagnóstico de diabetes, vejam:

GLICEMIA DE JEJUM, o que é? Necessário jejum de 8 horas, no mínimo. É normalmente solicitado para  conhecer a taxa de glicose do sangue para o diagnóstico da diabetes mellitus – aquela que causa  insulinodependente, geralmente descoberta durante a infância porque as células do pâncreas que produzem insulina estão  destruídas. O valor reduzido  acontece na presença de doses aumentadas de insulina no sangue,  ou câncer de pâncreas, sepse bacteriana, abuso de álcool, privação alimentar prolongada. Os valores  aumentados indicam um possível caso de diabetes.

Até 99 mg/dL é considerado normal, de 100 – 125 mg/dl é considerado uma pré-diabetes e 126 mg/dL e acima,  um possível caso de diabetes (A ser confirmado pela realização de uma nova glicemia em outro dia) conforme  mostrado no exemplo abaixo.

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GLICEMIA PÓS-PRANDIAL, o que é? É o aumento das concentrações de glicose, na corrente sanguínea após  determinada refeição. Este exame não é sugerido como um teste diagnóstico, e sim para controle. Deve ser realizado, 1 a 2 horas após qualquer refeição e o valor desejado para a glicemia capilar é de no máximo 180  mg/dl.

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TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE ou CURVA GLICEMICA, o que é? Serve determinar alterações dos níveis de  açúcar no sangue. Permite verificar o quanto a glicose aumenta no sangue após a ingestão de um líquido  contendo um tipo especial de açúcar. Após uma coleta de sangue em jejum para a dosagem da glicose,  ingere-se a solução de glicose. Após a ingestão, são realizadas uma ou mais coletas de sangue para novas dosagens da glicose.  Este exame tem maior sensibilidade que a glicemia de jejum, mas é preciso ficar no laboratório por pelo menos 2 horas para realizar duas coletas de sangue. Para a sua realização é necessário um jejum de 8 horas.

Diagnóstico: 139 mg/dL e abaixo considerado normal; 140 to 199 mg/dL considerado pré-diabetes e 200 mg/dl e acima pode ser um caso de Diabetes. Abaixo, um exemplo:

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DIABETES GESTACIONAL, o que é? Significa que durante a gravidez a futura mãe começa a apresentar elevadas taxas de açúcar no sangue. Uma vez tenha aparecido, o diabetes gestacional dura até o final da gravidez. Para as grávidas, uam glicemia de jejum acima de 126 mg/dl ou uma glicemia feita fora de jejum acima de 200 mg/dl faz o diagnóstico de diabetes mellitus, assim os testes precisam ser confirmados num outro dia. Futuras mamães com histórico familiar, ou suspeita clínica devem a um teste de sobrecarga com 50 g de glicose. Uma glicemia acima de 140 mg após a primeira hora faz o diagnóstico em 80 % da mulheres com suspeita de diabetes gestacional . Em caso de dúvidas deve se realiza um teste de sobrecarga com 100 g de glicose.

Diagnóstico: em jejum até 95 mg/dL -> após 1 hora até 180 mg/dL -> após 2 horas até 155 mg/dL -> após 3 horas até 140 mg/dL.

* O diagnóstico de diabetes mellitus gestacional é feito quando 2 ou mais destes valores estão fora dos limites.

Os principais sintomas de DIABETES!

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Como entender o exame parasitológico de fezes (EPF)

21 fevereiro, 2010

POR QUE? Quando o médico solicita o EPF (Exame Parasitólogico de Fezes), ele está interessado em pesquisar a presença de vermes parasitas no nosso organismo, principalmente crianças. É utilizado para identificação de diversas infestações parasitárias, ovos ou larvas de helmintos e de cistos de protozoários.Isso é importante, pois, em casos de contaminação grave, outros exames como o hemograma pode se alterar. Leia sobre o hemograma AQUI! Vamos descobrir tudo sobre o EPF.

COMO COLHER AS FEZES: Geralmente os laboratórios ou o médico fornecem o pote coletor de fezes. Colher o material sobre um papel ou plástico e transferir para o pote com aquela colherzinha que vem dentro do pote é a melhor forma. Se possível, é bom proteger bem o frasco com plástico e refrigerar. Em casos, o médico pode pedir três (03) amostras colhidas em dias diferentes, para isso o laboratório fornece um frasco com o MIF (Merthiolate-Iodo-Formol) na dosagem correta, que serve para coletar as amostras e acondiciona-las o tempo necessário. O uso de laxante não é recomendado, pois costuma dificultar o exame.

QUANTIDADE: Apenas o tamanho referente a meia colher de sopa é suficiente. Respeite o profissional do laboratório, não encha o frasco até a tampa. Isto é altamente deselegante. Se o exame der negativo, virá escrito: NEGATIVO, claro! Se o exame der positivo, virá escrito o nome do verme encontrado, geralmente, encontram-se ovos ou cistos que significa presença do verme. Alguns laboratórios preferem colocar o nome da verminose (giardíase, amebíase, por exemplo).

Abaixo seguem alguns vermes que podem aparecer no seu exame. Com as imagens que os profissionais de laboratório eventualmente vêem ao microscópio.

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Giardia lamblia – Giardíase: A infecção é por fezes e água, através da boca. Os sintomas mais comuns são diarréia, dor abdominal, perda de peso. Muito comum é crianças e pacientes com imunidade baixa.

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Entamoeba histolytica – Amebíase: A infecção é por água e alimento contaminados com fezes. Os sintomas mais comuns são diarréia leve e disenteria e abscesso amebiano. Pode ser assintomática em indivíduos ou populações.

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Ascaris lumbricoides – Ascaridíase (lombriga): A infecção é por contaminações fecais do solo (ovos) e vegetais contaminados. Os sintomas mais comuns são cólicas abdominais. Os vermes podem bloquear o intestino e ductos biliares e pancreáticos.

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Strongyloides stercoralis – Estrongiloidíase: A infecção é por contaminação fecal do solo (larvas), entrando pela pele geralmente pela pele, geralmente dos pés (larvas). Causa dor irradiada do estômago, diarréia, urticária linear. Os vermes podem bloquear o intestino e ductos biliares e pancreáticos.

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Trichuris trichiura: A infecção é por contaminação fecal do solo (ovos), entrando pela pele geralmente pela boca. Sintomas são diarréia, dor abdominal, anemia e perda de peso. Pode produzir disenteria, apendicite aguda ou prolapso retal em crianças.

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Enterobius vermicularis (Oxiúros): A infecção é através de ovos em fômites contaminados (ânus-dedo-boca), entrando pela boca. Os sintomas são pruridos perianais (coceira muito forte no anûs e proximidades). Quando a infestação é alta, podem-se observar a olho nú, os vermes na entrada do ânus.

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Hymenolepis nana: A infecção é por ovos contaminando o meio ambiente, entrando pela boca. Causa diarréia, desconforto abdominal em infestações massivas em crianças. Pode ser assintomático.

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Taenia saginata e Taenia solium (solitária) – Teníase: A infecção é através de carne de gado (saginata) e porco (soluim) crua ou inadequadamente cozida. Causa desconforto abdominal, apendicite aguda. Partes do verme (proglotes) podem ser expelidas nas fezes.

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Schistosoma mansoni – Esquistossomose: A infecção é através de água contaminada contendo larvas de hospedeiros caramujos. Causa disenteria, fibrose das paredes intestinal ou da bexiga, fibrose hepática, hematúria.

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ATENÇÃO: Toda a informação descrita neste post tem propósito apenas educacional e informativo. Estas informações não podem ser utilizadas para diagnóstico ou para tratamento de doenças ou problemas de saúde. Nestes casos, procure o seu médico. Não irei responder a perguntas sobre diagnóstico de doenças e tratamento, pois não tenho competência para tal.
Obrigada pela compreensão, Karlla Patrícia

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Como interpretar um exame de URINA ROTINA (EAS)?

23 junho, 2009

O famoso exame de urina, um dos procedimentos laboratoriais mais comuns, é empregado para avaliar e identificar problemas nos rins e no aparelho urinário. É claro que existem vários tipos, hoje vou explicar apenas o exame mais comumente realizado: Exame de Rotina da Urina, também conhecido como EAS (Elementos Anormais e Sedimento).

——————- SOBRE A COLETA ——————-

É preciso que a urina seja colhida desprezando-se a parte inicial. Esse procedimento ajuda a eliminar resíduos e bactérias eventualmente presentes na urina, o que poderia dar um “falso-resultado” de infecção.

——————- FASE 1: ANÁLISE FÍSICA ——————-

COR: Uma urina normal tem coloração amarela ou amarela clara, neste momento o laboratorista observa o aspecto (límpido ou turvo) e odores anormais, um cheiro fétido indica infecções.
* A presença de sangue na urina dá uma cor de laranja a vermelha, é um sinal de várias doenças dos rins e do trato urinário e merece muita atenção.
* Medicamentos podem conferir coloração verde, azul ou laranja escuro. É por isso que os laboratórios sempre perguntam se você está usando medicamento.
* Urina turva: pode ser por presença de bactérias, ou desacamações de células em excesso do trato urinário. Pode indicar infecção.

——————- FASE 2: ANÁLISE BIOQUÍMICA ——————-
Determina a presença ou ausência de algumas substâncias químicas na urina.

* pH: Avaliação de cristalúria e de distúrbios renais que causam incapacidade renal de secretar ou reabsorver ácidos ou bases. Valores altos podem indicar presença de cálculos renais, infecção das vias urinárias, especialmente por microrganismos que utilizam uréia. As drogas e medicamentos podem elevar o pH urinário. Valores baixos indicam perda de potássio, dieta rica em proteínas, infecção das vias urinárias por Escherichia coli, diarréias severas. O uso de anestésicos, assim como medicamentos podem diminuir o pH urinário.
* DENSIDADE: avalia a capacidade do rim de concentrar a urina. Densidade baixa indica uso excessivo de líquidos por via intravenosa, insuficiência renal crônica, hipotermia, aumento da pressão intracraniana, diabetes e hipertensão. Densidade alta mostra desidratação, diarréia, vômitos, febre, diabetes mellitus, glomerulonefrite, insuficiência cardíaca congestiva, etc.
* PROTEÍNA: Ausentes na urina normal. Presentes em diversas doenças renais e diabetes.
* GLICOSE: Ausente na urina normal. Presente em pacientes diabéticos e casos de glicosúria renal.
* CETONAS (Corpos Cetônicos): Presentes em pacientes diabéticos ou após jejum prolongado.
* HEMOGLOBINA (sangue): Ausente na urina normal. Presente nas hemorragias de qualquer causa que atingem o sistema urinário (Infecções urinárias, cálculo renal etc). É normal que a mulher menstruada apresente hemoglobina na urina por contaminação.
* BILIRRUBINA: É a substância resultante do metabolismo da hemoglobina e que dá à urina coloração muito amarela. Valores altos indicam doenças hepáticas e biliares, neoplasias hepáticas ou do trato biliar. Lembrando que os Bebês recém-nascidos possuem valores altos de bilirrubina.
*UROBILINOGÊNIO: Também é substância resultante do metabolismo da hemoglobina. Valores anormais indicam doenças no fígado, distúrbios hemolíticos ou porfirinúria.
* NITRITO: Ausente na urina normal. Sua presença indica presença de alguns tipos de bactérias na urina.

——————- FASE 3: ANÁLISE DO SEDIMENTO ———————
Nesta etapa o sedimento concentrado da urina é analisado no microscópio, à procura de elementos anormais. Urinas anormais podem conter os seguintes elementos:


* LEUCÓCITOS (glóbulos brancos): Indica processos inflamatórios e infecciosos do sistema urinário.
* HEMÁCIAS (glóbulos vermelhos): Sua presença pode ser percebida nas 3 fases da análise e indica lesões inflamatórias, infecciosas ou traumáticas dos rins ou vias urinárias.
* CÉLULAS EPITELIAIS: Sua presença em quantidade elevada é anormal.
* CRISTAIS: Presença normal e tem ligação com a dieta do paciente. Cristais de oxalato de cálcio são normais no uso de algumas verduras na alimentação, mas valores muito altos podem indicar pedra nos rins.
* PARASITAS: Aparecem em casos como infecção por Cândida ou protozoários (Trichomonas vaginalis).
* ESPERMATOZÓIDES: No homem, é normal que apareçam por contaminação e nas mulheres que tiveram relação sexual recente. Geralmente, os laboratórios ignoram sua presença no exame.
* CILINDROS: Cilindros hialinos em pequena quantidade é normal, principalmente após o exercício físico.

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FONTE: DIAGNOSTICOSAMERICA.COM; URINALISE; WIKIPEDIA


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Como interpretar um exame de HEMOGRAMA COMPLETO?

1 junho, 2009

Quando recebemos o resultado do HEMOGRAMA vimos uma série de número e nomes estranhos. Vou tentar explicar o mais simplificadamente possível do que se trata cada um deles. Lembrando que, cada pessoa é um caso diferente e ninguém melhor que seu médico para explicar e orientar sobre medicamentos e diagnose de doenças.

O hemogramaé um exame que analisa as variações quantitativas e morfológicas dos elementos figurados do sangue. Os médicos pedem esse exame para diagnosticar ou controlar a evolução de uma doença como anemia e infecções de diversos tipos. Hoje em dia este exame envolve muita tecnologia e decifra-lo pode ser muito interessante!

———————–SÉRIE VERMELHA———————

Geralmente a primeira parte do Hemograma é a série vermelha (Eritrograma) onde são avaliados os números de hemácias e a concentração de hemoglobina. Geralmente, encontram-se os seguintes itens no exame:


HEMÁCIAS: São os glóbulos vermelhos, os valores normais variam de acordo com o sexo e com a idade (todo laborátorio coloca os valores de referência no próprio resultado de exame). Valores baixos de hemácias podem indicar um caso de anemia normocítica (aquela que as hemácias tem tamanho normal, mas existe pouca produção dessas células), valores altos são chamados de eritrocitose e podem indicar policitemia (oposto da amenia, pode aumentar a espessura do sangue, reduzindo a sua velocidade de circulação).

HEMOGLOBINA é uma proteína presente nas hemácias. É um pigmento que dá a cor vermelha ao sangue e é responsável pelo transporte de oxigênio no corpo. A hemoglobina baixa causa descoramento do sangue, palidez do paciente, e falta de oxigênio em todos os órgãos.

HEMATÓCRITO é a porcentagem da massa de hemácia em relação ao volume sanguíneo. Valores baixos podem indicar uma provável anemia e um valor alto também pode ser um caso de policitemia.

VCM (Volume Corpuscular Médio): Ajuda na observação do tamanho das hemácias e no diagnóstico da anemia. No exame pode vir escrito: microcíticas (indica hemácias muito pequenas), macrocíticas (hemácias grandes). Todas essas alterações indicam que algo está errado.

HCM (Hemoglobina Corpuscular Média): é o peso da hemoglobina dentro das hemácias. Também ajudam a decifrar casos diferentes de anemias.

CHCM (concentração de hemoglobina corpuscular média): é a concentração da hemoglobina dentro de uma hemácia. Pode vir escrito: hipocrômica (pouco hemoglobina na hemácia), hipercrômica (quantidade de hemoglobina além do normal).

———————–SÉRIE BRANCA———————

A segunda parte do hemograma é a série branca (leucograma) é constituída pelos glóbulos brancos. Nesta parte, acontece a avaliação do número de leucócitos, além disso, é feita a diferenciação celular.

LEUCÓCITOS: É o valor total dos leucócitos no sangue. Valores altos, é chamado leucocitose e assinala, principalmente, uma infecção. Claro, mas também pode indicar outras doenças. Quando essa contagem dá mais baixa que o normal (leucopenia) indica depressão da medula óssea, resultado de infecções virais ou de reações tóxicas. Os leucócitos são diferenciados em cinco tipos no hemograma. Seus valores colaboram para esclarecer e diagnosticar doenças infecciosas e hematológicas.

Basófilos: Em um indivíduo normal, só é encontrado até 1%, além desse valor indica processos alérgicos.
Eosinófilos: Seu número além do normal, indica casos de processos alérgicos ou parasitoses.
Neutrófilos: É a célula mais encontrada em adultos. Seu aumento pode indicar infecção bacteriana, mas pode estar aumentada em infecção viral.
Linfócitos: É a célula predominante nas crianças. Em adultos, seu aumento pode ser indício de infecção viral ou, mais raramente, leucemia.
Monócitos: Quando estão aumentados indica infecções virais. Os valores são alterados também, após quimioterapia.

CONTAGEM DE PLAQUETAS: As plaquetas são componentes do sangue fabricados pela medula óssea responsáveis pela coagulação do nosso sangue. É por isso que a queda brusca do valor das plaquetas pode indicar a dengue hemorrágica.

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