<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário de Biologia &#187; Anomalias</title>
	<atom:link href="http://diariodebiologia.com/category/anomalias-da-medicina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodebiologia.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 20 May 2012 13:54:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
			<item>
		<title>Anomalias da medicina: Agorafobia</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2012/05/anomalias-da-medicina-agorafobia/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2012/05/anomalias-da-medicina-agorafobia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 May 2012 08:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[agorafobia]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=10508</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Agorafobia é um transtorno que pode ser traduzido como o medo de sentir medo, pois se traduz como o medo de sentir medo de estar em espaços abertos ou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2012/02/agorafobia150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10510" src="http://diariodebiologia.com/files/2012/02/agorafobia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Agorafobia é um transtorno que pode ser traduzido como o medo de sentir medo, pois se traduz como o medo de sentir medo de estar em espaços abertos ou no meio de uma multidão. É uma reação antecipatória. A pessoa sente-se mal por medo de sentir mal e não conseguir sair do meio da multidão e ter o socorro com facilidade. A antecipação a sensação de mal estar pode ser tão forte que o agorafóbico passa por um episódio de pânico, simplesmente por saber que vai estar em uma situação o qual seria difícil sair caso sinta-se mal, como frequentar festas, trens, cinemas, grandes avenidas, engarrafamentos.</p>
<p style="text-align: justify">Como consequência dos medos, pessoas com este distúrbio possui comportamentos de fuga em relação a locais ou situações &#8220;ameaçadoras&#8221;, e isso limita cada vez mais a sua qualidade de vida. Atividades simples, como ir ao supermercado, nunca acontecerão, pois o agorafóbico tenderá a pensar de forma obsessiva: &#8220;E se eu me sentir mal, quem é que vai estar lá para me ajudar? Como vou conseguir socorro no meio de pessoas desconhecidas?&#8221; O simples fato de saber que vai sair de casa pode desencadear sintomas como palpitações, taquicardia, ansiedade, pavor, tremedeira, sensação de desmaio, boca seca, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify">Normalmente, a agorafobia é confundida com a fobia social, mas são perturbações diferentes. Uma pessoa com fobia social tem medo de entrar em um local público e ser reparada e julgada pelas pessoas que ali estão. O agorafóbico, ao contrário, não teme ser avaliado pelas pessoas que frequentam aquele espaço, e sim não ter a quem recorrer caso se sinta mal.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2012/05/agorafobia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10514" src="http://diariodebiologia.com/files/2012/05/agorafobia.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: center">O agorafóbico tem crises de ansiedade e pavor somente pelo simples fato de saber que vai sair de casa!</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://pt.wikipedia.org" target="_blank">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2012/05/anomalias-da-medicina-agorafobia/" data-text="Anomalias da medicina: Agorafobia" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2012%2F05%2Fanomalias-da-medicina-agorafobia%2F&#038;text=Anomalias%20da%20medicina%3A%20Agorafobia" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2012/05/anomalias-da-medicina-agorafobia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Por que as pessoas são sonâmbulas?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-pessoas-sao-sonambulas/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-pessoas-sao-sonambulas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[cromossomo]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[gene]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[sonambulismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=10013</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Quando eu era criança, minha mãe diz que eu levantava a noite e fazia as coisas dormindo. Se isso é verdade eu era sonâmbulo. Eu fico intrigado em saber, porque...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #888888"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambula150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-10015" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambula150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Quando eu era criança, minha mãe diz que eu levantava a noite e fazia as coisas dormindo. Se isso é verdade eu era sonâmbulo. Eu fico intrigado em saber, porque as pessoas são sonâmbulas.&#8221; Rogério Cannal</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Rogério, o sonambulismo é uma parassonia, ou seja, um transtorno comportamental do sono em que a pessoa pode desenvolver habilidades motoras complexas, como por exemplo sair da cama e andar, urinar, comer, realizar tarefas comuns e até mesmo sair de casa, enquanto permanece inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify">Em um estado normal, nosso sono tem cinco estágios durante os quais as ondas cerebrais diminuem de intensidade até atingir um profundo estado de relaxamento. A baixa atividade se mantém no hipotálamo, ligado à consciência, e no córtex cerebral, que controla os movimentos do corpo. No caso dos sonâmbulos, essas ondas, vindas de uma área do cérebro chamada ponte, são irregulares. Por isso não cumprem a contento a função de inibir a região motora. Como as áreas motoras permanecem ativas, o sonâmbulo é capaz de se sentar e andar. Já a área relacionada à consciência, no hipotálamo, se mantém quase inativa. E isso explica por que quem sofre desse distúrbio não percebe o que faz nem se lembra de nada no dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify">Os cientistas ainda não sabem as causas do sonambulismo, mas existe uma forte evidência de que existe uma alteração no cromossomo 20 das pessoas que sofrem com esse distúrbio. Eles estudaram famílias de sonâmbulos e descobriram que eles tendem a compartilhar um determinado código genético variante do cromossomo 20, que eles acreditam ser ligada ao sonambulismo. Existe uma suspeita de que o defeito genético pode existir no gene que é responsável por &#8220;desligar&#8221; as funções motoras o que poderia permitir que os sonâmbulos pudessem agir fisicamente, colocando para fora seus impulsos do subconsciente. O resultado disso é a realização de tarefas complexas, apesar de ser adormecido.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambulismo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10016" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sonambulismo.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center">Acordar um sonâmbulo não é fácil e ao contrário das crenças populares acordá-lo não é perigoso e isso não vai matá-lo, no entanto, é bom ter cuidado pois a pessoa pode ter uma reação violenta.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sleepwalke.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10017" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/sleepwalke.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center">1/4 das crianças e 3% dos adultos apresentam essa parassomia!</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://saude.abril.com.br/index.shtml" target="_blank">FONTE</a>, <a href="http://www.lifeslittlemysteries.com/" target="_blank">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-pessoas-sao-sonambulas/" data-text="Por que as pessoas são sonâmbulas?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2012%2F01%2Fpor-que-as-pessoas-sao-sonambulas%2F&#038;text=Por%20que%20as%20pessoas%20s%C3%A3o%20son%C3%A2mbulas%3F" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2012/01/por-que-as-pessoas-sao-sonambulas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Catalepsia patológica: um vivo que parece morto</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/12/catalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/12/catalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 20:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=9948</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Essa é uma anomalia  que assusta bastante. Catalepsia patológica é um distúrbio neurológico em que a pessoa permanece com os músculos enrijecidos como uma estátua, podendo inclusive ser confundida...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9951" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Essa é uma anomalia  que assusta bastante. Catalepsia patológica é um distúrbio neurológico em que a pessoa permanece com os músculos enrijecidos como uma estátua, podendo inclusive ser confundida com um cadáver, devido a semelhança com o<em> rigor mortis</em>. O <em>rigor mortis</em> é causado por uma mudança química que acontece nos músculos depois de certo tempo que a pessoa morre, causando um endurecimento e impossibilidade de mexer as partes do corpo, principalmente as pernas e braços.</p>
<p style="text-align: justify">A catalepsia é uma condição incomum, o cataléptico não consegue se movimentar apesar de todas as suas funções vitais permanecerem funcionando embora estejam reduzidas. O mais intrigante é que, apesar da pessoa em surto estar totalmente vulnerável, ela consegue perceber, ouvir, raciocinar e entender tudo que se passa a sua volta, mas não consegue reagir fisicamente. Isso causa um sofrimento muito grande ao cataléptico.</p>
<p style="text-align: justify">Na catalepsia, os músculos do doente podem ser movidos para qualquer direção que continuam assim até que o surto passe, ou seja, o corpo tem aspecto de boneco de cera, se o braço da pessoa for direcionado para cima ela permanecerá assim até que o doente se recupere do distúrbio que pode durar alguns minutos, vários dias ou até semanas e suas causas são as mais variadas possíveis. Acredita-se que o cataléptico possui uma predisposição genética combinada com problemas neurológicos graves como histeria, debilidade mental, depressão e outros. O tratamento consiste na utilização de medicamentos que relaxam a musculatura e evita o estado de imobilidade total.</p>
<p style="text-align: justify">Na antiguidade, a catalepsia não era bem compreendida pela medicina e muitos catalépticos foram enterrados vivos, pela crença de que eles estavam mortos. Naquela época os equipamentos que permitiam sondar os sinais vitais eram bem grosseiros e por isso era comum que o doente fosse velado e enterrado vivo. Quando despertavam dos surtos muitos morriam sufocados em suas próprias covas, outros conseguiam se debater e sobreviver e assombravam a população com sua &#8220;presença fantasma&#8221;.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9952" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9953" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/10/catalepsia2.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.infoescola.com/">FONTE</a>, <a href="http://super.abril.com.br/home/">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/catalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto/" data-text="Catalepsia patológica: um vivo que parece morto" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fcatalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto%2F&#038;text=Catalepsia%20patol%C3%B3gica%3A%20um%20vivo%20que%20parece%20morto" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/12/catalepsia-patologica-um-vivo-que-parece-morto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Síndrome de Estocolmo: Eu amo meu sequestrador</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/12/sindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/12/sindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 11:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[instinto]]></category>
		<category><![CDATA[psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[sequestro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=9853</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Como estratégia de sobrevivência, a mente humana é capaz de desenvolver anomalias incríveis. Ser sequestrado e se apaixonar pelo sequestrador não é só história de filme. Na Síndrome de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9862" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Como estratégia de sobrevivência, a mente humana é capaz de desenvolver anomalias incríveis. Ser sequestrado e se apaixonar pelo sequestrador não é só história de filme. Na <em>Síndrome de Estocolmo</em> o raptado passa a admirar e até mesmo amar a pessoa que a sequestrou, tudo como parte de uma doença desenvolvida por um transtorno mental. O nome &#8220;Síndrome de Estocolmo&#8221; é devido a um assalto ocorrido em Estocolmo, na Suécia, em 1973, onde quatro pessoas foram mantidas reféns porseis dias. Depois de liberados, os indivíduos desenvolveram a síndrome e defenderam e amenizaram a culpa dos raptores, o que acabou até em casamento.</p>
<p style="text-align: justify">O comportamento de pacientes com essa síndrome sugere um instinto de sobrevivência inconsciente, em um gesto desesperado de preservação pessoal. O problema costuma surgir em situações psicologicamente traumáticas e os efeitos, geralmente, são preservados e as vítimas continuam a defender e a gostar de seus raptores mesmo depois de escapar do cativeiro. Hoje, sabe-se que os sintomas da síndrome de Estocolmo surgiam no relacionamento entre senhor e escravo e nos campos de concentração na Alemanha. Também é possível identificá-los nos casos de esposas agredidas por seus maridos, que mesmo em uma situação de perigo e sofrimento continuam amando e admirando o companheiro.</p>
<p style="text-align: justify">Como já dito, o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência. Assustadoramente, a mente parece desenvolver uma estratégia ilusória para proteger a saúde psicológica da vítima. O afeto e identificação emocional com o sequestrador preservam a vítima da realidade perigosa e violenta.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/image1HJ.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9860" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/image1HJ.jpg" alt="" width="300" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: center">Quem não se lembra do sequestro da filha de Sílvio Santos, Patrícia Abravanel, que, ao dar entrevistas, lembrava com carinho dos seus sequestradores? <a href="http://www.youtube.com/watch?v=16V9BaR9oAs" target="_blank">AQUI </a>você verá o vídeo da entrevista no Jornal Nacional na época, onde é possível ver  afeição com que Patrícia fala dos sequestradores.</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9859" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/12/estocolmo.jpg" alt="" width="300" height="347" /></a></p>
<p style="text-align: center">Na Síndrome de Estocolmo a mente desenvolve uma estratégia de sobrevivência impressionante: A vítima se apaixona pelo sequestrador!</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.medicinaealimentacao.com/?" target="_blank">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/12/sindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador/" data-text="Síndrome de Estocolmo: Eu amo meu sequestrador" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F12%2Fsindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador%2F&#038;text=S%C3%ADndrome%20de%20Estocolmo%3A%20Eu%20amo%20meu%20sequestrador" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/12/sindrome-de-estocolmo-eu-amo-meu-sequestrador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Polidactilia: mais dedos do que o normal</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 03:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[dedos]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[herança]]></category>
		<category><![CDATA[polidactilia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=9489</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Olá Karlla. Vi um de seus post &#8220;Por que temos 5 dedos nas mãos e nos pés?&#8221;, e quero saber por que meu primo possui 6 dedos nos pés, pois...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #888888"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/seis-dedos150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9491" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/seis-dedos150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Olá Karlla. Vi um de seus post &#8220;Por que temos 5 dedos nas mãos e nos pés?&#8221;, e quero saber por que meu primo possui 6 dedos nos pés, pois a mãe não teve coragem de tirar esses dedos, ele ainda é uma criança!&#8221; Bárbara</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Bem Bárbara, o que seu primo tem parece ser uma alteração genética chamada de polidactilia, que significa a presença de dedos nas mãos e/ou nos pés de um número além do normal. Não é uma condição muito rara, sendo aproximadamente 10 vezes mais comuns em indivíduos negros do que em caucasóides. Quando uma pessoa possui mais dedos nas mãos do que o normal, chamamos de quirodáctilos e são nos dedos do pé, chamamos pododáctilos.</p>
<p style="text-align: justify">A polidactilia é uma anomalia resultante da manifestação de um alelo autossômico (que não está ligado ao sexo e, portanto pode acometer tanto o sexo feminino quanto o masculino) e dominante (que se manifesta mesmo que esteja presente somente uma vez no par de cromossomos, ao contrário do recessivo, que só se manifesta quando aparece em dose dupla). Nessa anomalia os genes possuem penetrância incompleta, isso significa que apenas uma parcela dos portadores apresenta as características da doença, mas a pessoa pode carregar o gene e transferi-lo para seus filhos, mesmo não manifestando a anomalia. Isso significa que se o filho manifestou a anomalia e a mãoe e o pai não, certamente o casal carrega esse gene.  Por se tratar de um gene dominante, a probabilidade de transmissão para os descendentes é de 50%, caso sejam genes heterozigotos (Aa), ou 100% nos casos de genes homozigotos (AA).</p>
<p style="text-align: justify">A expressão anomalia pode ser variável, apresentando desde a presença de um dedo extra completamente desenvolvido, até uma simples profusão carnosa. Apesar de ser uma anomalia, a polidactilia não carrega consigo nenhum problema neurológico  para seus portadores. A remoção cirúrgica é um processo considerado simples e é o único tratamento.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polidactilia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9493" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polidactilia.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/12-dedos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9494" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/12-dedos.jpg" alt="" width="300" height="146" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polydactyly.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9495" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/polydactyly.jpg" alt="" width="300" height="319" /></a></p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.infoescola.com/">FONTE</a></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/" data-text="Polidactilia: mais dedos do que o normal" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fpolidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal%2F&#038;text=Polidactilia%3A%20mais%20dedos%20do%20que%20o%20normal" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/10/polidactilia-mais-dedos-do-que-o-normal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Anomalias da medicina: O que você faria se tivesse alergia a água?</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 03:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=9445</guid>
		<description><![CDATA[Parece mentira mas não é! Existem pessoas que sofrem de um tipo de alergia que as impede de ter qualquer contato com a água. Tomar aquele banho demorado revigorante, ou ir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergia150.jpg"><span style="color: #888888"><img class="alignleft size-full wp-image-9448" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergia150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></a><span style="color: #888888">Parece mentira mas não é! Existem pessoas que sofrem de um tipo de alergia que as impede de ter qualquer contato com a água. Tomar aquele banho demorado revigorante, ou ir a praia e piscina em dias quentes,  nem pensar!</span></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">A <strong>urticária aquagênica</strong> foi descrita pela primeira vez em 1964 por Shelley e Rawnsley. É uma forma rara de urticária física, caracterizada pela formação de lesões após contato com água. As lesões surgem geralmente alguns minutos após o contato com a água de qualquer temperatura, podem medir de  2 a 3 mm de diâmetro localizam-se geralmente no tronco e parte superior dos braços e pernas e podem durar de 10 a 50 minutos. A doença ataca as mulheres com mais frequência do que homens e em geral inicia-se na puberdade. A ocorrência em crianças é mais rara.</p>
<p style="text-align: justify">Essa patologia não está completamente esclarecida, e várias discussões já foram levantadas em todo mundo. Alguns médicos sugerem que a reação da água com componentes de uma camada da pele ou das glândulas sebáceas formaria uma substância tóxica que seria absorvida pela pele, ocasionando a degranulação dos mastócitos que são células que contém no seu interior uma grande quantidade de grânulos cheios de histamina (substância envolvida nos processos de reações alérgicas. Essa degranulação causaria a liberação de histamina com consequente formação de urticas. Outros acreditam que exista um antígeno solúvel em água na epiderme que em contato com a água se difundiria para a derme, causando liberação de histamina pelos mastócitos. Outros mediadores como acetilcolina, serotonina e bradicinina possivelmente também estão envolvidos no desenvolvimento das lesões. De uma forma ou de outra, essa anomalia é bastante interessante. Não dá pra imaginar que existam pessoas que não podem curtir um banho relaxante depois de um dia cansativo!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica-a-agua.jpg"><img class="size-full wp-image-9450 aligncenter" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica-a-agua.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica_agua.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9451" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/alergica_agua.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: center">Com 19 anos Ashleigh Morris não pode nadar e nem tomar banho como nós. Ela é alérgica à água. Até mesmo o suor faz surgir erupções dolorosas na pele. Esta condição estranha a acompanha desde que tinha 14 anos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/casos-clínicos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9452" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/07/casos-clínicos-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui um caso clínico publicado em uma revista científica em que relata uma paciente brasileira com urticária aquagênica!</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.scielo.br/pdf/abd/v84n5/v84n05a15.pdf">FONTE</a></p>
<p>&nbsp;<span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/" data-text="Anomalias da medicina: O que você faria se tivesse alergia a água?" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F10%2Fanomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua%2F&#038;text=Anomalias%20da%20medicina%3A%20O%20que%20voc%C3%AA%20faria%20se%20tivesse%20alergia%20a%20%C3%A1gua%3F" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/10/anomalias-da-medicina-o-que-voce-faria-se-tivesse-alergia-a-agua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Miostatina relacionada a hipertrofia: O mini-super-man</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 09:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[músculos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=8650</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Mais uma vez a natureza mostra que não tem limites. Liam Hoekstra com apenas 3 anos tem sido considerado um mini-super-homem. O garoto possui uma mutação genética que permite...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8651" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Mais uma vez a natureza mostra que não tem limites. Liam Hoekstra com apenas 3 anos tem sido considerado um mini-super-homem. O garoto possui uma mutação genética que permite a substituição da gordura corporal por músculos, causando um crescimento muscular excessivo.</p>
<p style="text-align: justify">A doença provoca uma mutação no Gen responsável pela produção de miostatina, causando sua inibição. A miostatina é uma proteína responsável pelo limite no crescimento  do tecido muscular, pessoas e animais com o nível alto de miostatina possuem músculos atrofiados. É uma condição na qual a doença inibe o inibidor. Assim, no caso de Liam, a miostatina parece permanecer intacta dando à ele uma força muscular incrível.</p>
<p style="text-align: justify">Felizmente não há desvantagens médicas e seu coração não será afetado, pois a doença atinge apenas o músculo esquelético. A grande desvantagem é que sustentar este pequeno super herói não é fácil, ele come muito mais do que um adulto, chegando a fazer cerca de seis grandes refeições diárias. Os geneticistas acreditam que a condição de Liam pode um dia levar a uma cura para a distrofia muscular. Eles acreditam que o estudo da diferença genética Liam poderia beneficiar essas pesquisas!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8652" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra01.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center">Aqui Liam levanta facilmente dois pesos de 1,5 kg em cada um!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8653" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/liam_hoekstra02.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center">Liam escala com facilidade, levanta móveis que somente adultos conseguiriam!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/Liam-Hoekstra03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8654" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/05/Liam-Hoekstra03.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p style="text-align: center">Que criança desta idade poderia se sustentar com tanta facilidade?</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.mlive.com/" target="_blank">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/" data-text="Miostatina relacionada a hipertrofia: O mini-super-man" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F07%2Fmiostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man%2F&#038;text=Miostatina%20relacionada%20a%20hipertrofia%3A%20O%20mini-super-man" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/07/miostatina-relacionada-a-hipertrofia-o-mini-super-man/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Mãe assassina: síndrome de Münchausen</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/06/mae-assassina-sindrome-de-munchausen/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/06/mae-assassina-sindrome-de-munchausen/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 05:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sua saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.booger.net.br/?p=8407</guid>
		<description><![CDATA[Você se assustaria se soubesse que existem mães que, movidas por um distúrbio emocional, produzem, simulam, inventam sintomas de doenças em seus filhos? Pois existe uma &#8220;anomalia&#8221; conhecida como &#8220;síndrome...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/maeassassina150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8408" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/maeassassina150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Você se assustaria se soubesse que existem mães que, movidas por um distúrbio emocional, produzem, simulam, inventam sintomas de doenças em seus filhos? Pois existe uma  &#8220;anomalia&#8221; conhecida como &#8220;síndrome de Münchausen&#8221;, na qual de forma compulsiva, deliberada e contínua, uma pessoa provoca ou simula sintomas de doenças. A razão para isso é apenas a de obter cuidados médicos e de enfermagem.</p>
<p style="text-align: justify">Fonte de inspiração para um programa da Discovery,  na síndrome de Münchausen, a mãe  de forma intencional, provoca sintomas em seu filho, para que ele seja considerado doente, usando medicamentos, ervas, asfixia e até comida estragada, colocando a vítima geralmente em situação de risco. Em casos mais graves em que a mãe não recebe tratamento médico, a situação pode alcançar a extrema condição, ou seja, a morte do filho.</p>
<p style="text-align: justify">É um comportamento considerado compulsivo. A pessoa é incapaz de se livrar desse comportamento mesmo quando sabe que trata-se de um problema de risco. Apesar de compulsivos os atos são voluntários, conscientes, intencionais e premeditados. A doença é considerada uma grave perturbação da personalidade, de tratamento difícil e prognóstico reservado. Estes atos são descritos nos tratados de psiquiatria como distúrbios factícios.</p>
<p style="text-align: justify">Existem casos na qual a própria pessoa simula doença em si (<em>by self</em>) e quando a pessoa, geralmente uma mãe, simula doença em alguém que ela cuida (<em>by prox</em>). Essa doença não deve ser confundida com Hipocondria, na quala pessoa exagera em pequenos sintomas reais. Nos últimos tempos, tem sido relatados, casos da síndrome de Munchausen virtual, na qual o doente simula em fóruns na internet sintomas de doenças para chamar a atenção dos internautas!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/caso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8409" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/caso.jpg" alt="" width="480" height="292" /></a></p>
<p style="text-align: center">Um caso de síndrome de Münchausen, descrito em um artigo científico!</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/capa-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8410" src="http://diariodebiologia.com/files/2011/03/capa-1.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p style="text-align: center">Na síndrome de Münchausen, as mães simulam, provocam ou inventam sintomas de doenças graves nos filhos!</p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.munchausen.com.br/index.html">FONTE</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/06/mae-assassina-sindrome-de-munchausen/" data-text="Mãe assassina: síndrome de Münchausen" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F06%2Fmae-assassina-sindrome-de-munchausen%2F&#038;text=M%C3%A3e%20assassina%3A%20s%C3%ADndrome%20de%20M%C3%BCnchausen" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/06/mae-assassina-sindrome-de-munchausen/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Febre kuru: coisa de zumbi</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2011/02/febre-kuru-coisa-de-zumbi/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2011/02/febre-kuru-coisa-de-zumbi/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 04:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[O corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[proteína]]></category>
		<category><![CDATA[zumbi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=7392</guid>
		<description><![CDATA[Estou de volta com mais uma inacreditável anomalia da medicina . A Febre Kuru, é uma das doenças mais raras do mundo. Isso porque a chance de contrairmos ou desenvolvermos essa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/comedor_DE_CEREBRO150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7394" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/comedor_DE_CEREBRO150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Estou de volta com mais uma inacreditável anomalia da medicina . A  Febre Kuru, é uma das doenças mais raras do mundo. Isso porque a chance de contrairmos ou desenvolvermos essa doença é praticamente zero. Para ter febre Kuru você teria que viajar a uma região remota nas montanhas da Nova Guiné, encontrar um dos poucos portadores da doença que ainda existem e simplesmente comer seu cérebro.</p>
<p style="text-align: justify">A febre kuru é um tipo raro de doença causada por príons que induzem que as proteínas das células do cérebro sejam alteradas. Essa alteração das proteínas leva à formação de um tecido cerebral diferente do normal, resultando em lesões progressivas e incuráveis no cérebro. &#8220;Kuru&#8221; quer dizer &#8220;doença do riso&#8221; e com muita razão pois as pessoas afetadas dão ataques de riso histérico. Vai entender!</p>
<p style="text-align: justify">A febre kuru ocorre apenas na tribo isolada  da Nova Guiné. A doença surgiu na década de 50 e rapidamente dizimou aldeias inteiras. Os cientistas logo descobriram que a única forma de contrair a doença era através do consumo de tecido cerebral contaminado. A tribo praticava o canibalismo em rituais fúnebres, cozinhando e comendo os mortos. Eles acreditavam que fazendo isso a força espiritual do morto passavam para o vivo. As mulheres e crianças, parentes do morto, consumiam o cérebro e contraíam a febre kuru. Quando  o canibalismo foi abolido na região, os casos da doença praticamente desapareceram.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/familia_zumbi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7395" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/11/familia_zumbi.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.hsw.uol.com.br/">fonte</a></p>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2011/02/febre-kuru-coisa-de-zumbi/" data-text="Febre kuru: coisa de zumbi" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2011%2F02%2Ffebre-kuru-coisa-de-zumbi%2F&#038;text=Febre%20kuru%3A%20coisa%20de%20zumbi" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2011/02/febre-kuru-coisa-de-zumbi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
			<item>
		<title>Narcolepsia: Episódios incontroláveis de sono!</title>
		<link>http://diariodebiologia.com/2010/11/narcolepsia-episodios-incontrolaveis-de-sono/</link>
		<comments>http://diariodebiologia.com/2010/11/narcolepsia-episodios-incontrolaveis-de-sono/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 05:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlla Patrícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anomalias]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[hipocretina]]></category>
		<category><![CDATA[narcolepsia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodebiologia.com/?p=6749</guid>
		<description><![CDATA[ Parece mentira, mas não é! As pessoas que sofrem com Narcolepsia possuem um distúrbio neurológico do sono na qual passam por episódios incontroláveis e recorrentes de sonolência durante o dia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/08/iStock_000009164519XSmall1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6752" title="iStock_000009164519XSmall1" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/08/iStock_000009164519XSmall1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <img src='http://diariodebiologia.com/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':o' class='wp-smiley' />   Parece mentira, mas não é! As pessoas que sofrem com Narcolepsia possuem um distúrbio neurológico do sono na qual passam por episódios incontroláveis e recorrentes de sonolência durante o dia mesmo estando no meio das mais diversas atividades como comer, dirigir, tomar banho, fazer sexo e etc. isso mesmo! Narcolépticos estão no meio do prato de sopa e de repente &#8220;zzz&#8230;zzz&#8230;zzz&#8230;zzz&#8221;, dormem literalmente em cima do prato.</p>
<p style="text-align: justify;">As causas da doença ainda não estão totalmente claras. Mas pesquisas indicam que os Narcolépticos não possuem quantidades suficientes de hipocretina no cérebro. Os peptídeos de hipocretina são um tipo de neurotransmissor cerebral envolvido no controle do sono e do apetite. Nessas pessoas a quantidade de neurônios com esta substância é de 85% a 95% a menos do que em pessoas sem a doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores também já descobriram que o cérebro com Narcolepsia apresentavam um processo inflamatório associado a degeneração neural, chamado Gliose e por consequencia disso, os níveis de Hipocretina são sempre tão baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de episódios incontroláveis de sono em qualquer e qualquer lugar, os doentes podem desenvolver ataques repentinos de fraqueza muscular, breves paralisias no momento em que a pessoa está pegando no sono ou acordando, alucinações intensas visuais e auditivas. Ou seja, apesar de ser de certa forma engraçado de imaginar, a coisa é bem séria! Bom, o tratamento é ainda incerto, pois a doença ainda não tem cura. No entanto, os doentes vem sendo tratados com estimulantes e antidepressivos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodebiologia.com/files/2010/08/sleep-narcolepsy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6753" title="sleep-narcolepsy" src="http://diariodebiologia.com/files/2010/08/sleep-narcolepsy.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center;">-</p>
</div>
<p><span style="float: left;" ><a class="twitter-share-button"  data-via="" data-count="horizontal" data-related="mohanjith:S H Mohanjith" data-lang="en" data-url="http://diariodebiologia.com/2010/11/narcolepsia-episodios-incontrolaveis-de-sono/" data-text="Narcolepsia: Episódios incontroláveis de sono!" href="http://twitter.com/share?via=&#038;count=horizontal&#038;related=mohanjith%3AS%20H%20Mohanjith&#038;lang=en&#038;url=http%3A%2F%2Fdiariodebiologia.com%2F2010%2F11%2Fnarcolepsia-episodios-incontrolaveis-de-sono%2F&#038;text=Narcolepsia%3A%20Epis%C3%B3dios%20incontrol%C3%A1veis%20de%20sono%21" >Tweet</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodebiologia.com/2010/11/narcolepsia-episodios-incontrolaveis-de-sono/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using apc
Page Caching using apc
Database Caching 29/32 queries in 0.002 seconds using apc
Object Caching 1563/1565 objects using apc

Served from: diariodebiologia.com @ 2012-05-21 16:20:30 -->
