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“Carrego seu filho por R$ 100 mil”: redes sociais apimentam o mercado de barriga de aluguel no Brasil

Veja como as redes sociais ajudam no mercado de barriga de aluguel no Brasil

“Carrego seu filho por R$ 100 mil”: redes sociais apimentam o mercado de barriga de aluguel no Brasil
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A gestação de substituição, também conhecida popularmente como barriga de aluguel, não é nenhuma novidade. Essa prática, inclusive já foi tema de uma novela global do início dos anos 1990. Na verdade, teoricamente, essa prática só é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) quando não há fins lucrativos.

Esse tipo de gestação é concebido por fertilização in vitro, para que a gestante não tenha qualquer ligação genética com a criança gerada. Os gametas (espermatozoides e óvulos) podem ser do casal contratante ou vindos dos bancos de doadores anônimos.

O fato é que, conforme o CFM, caso envolva dinheiro, a barriga de aluguel é considerada criminosa. A prática pode culminar em penas de três a oito anos de prisão, além de multa. Mas, na vida real, não é bem assim que acontece.




Diversas páginas e grupos de redes sociais estão cheias de mulheres oferecendo barrigas para alugar e casais em busca de um a barriga saudável para gerar seus filhos. No Facebook, por exemplo, há um grupo com mais de 3500 membros. Lá, é possível ver mulheres oferecendo gerar bebês por R$ 15 mil a mais de R$ 100 mil, além de despesas com a gravidez e estada quando necessário.

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A gravidez

Conforme caso relatado no site da BBC Brasil, umas das participantes deste grupo que engravidou através do procedimento conta como está sendo o processo. “Tenho ingerido doses de ácido fólico para auxiliar na gravidez. Também tomei injeções de hormônios para preparar o útero e aumentar as chances de o procedimento dar certo”, conta a professora Isabel.



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Isabel contou que o casal pediu que ela fizesse sessões de terapia. Eles esperam que ela possa compreender que a criança não vai ficar com ela depois que nascer. Ela diz já ter isso resolvido e saber que não haverá problemas depois do nascimento. “Eles têm me apoiado e disseram que vão me ajudar a pagar um curso técnico que pretendo fazer, para eu não ficar parada durante a gravidez. Eles sempre querem saber de tudo, como está a minha saúde e como estão sendo meus dias. Mas a gente está optando por manter certo afastamento, porque encaro isso como uma relação profissional”, acrescenta.

bbc

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