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A revolução dos microchips implantados na pele. Você colocaria um?

Você colocaria um implante de microchip na sua pele

A revolução dos microchips implantados na pele. Você colocaria um?
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O implante de microchip nada mais é que um circuito eletrônico dentro de uma cápsula de vidro. Em formato de pílula ele funciona basicamente como um cartão de crédito sem contato. Muitas pessoas já estão inserindo esses implantes sob a pele. Os chamados “biohackers”, querem dar um reforço tecnológico ao corpo. Os chips intradérmicos mais comuns são os chips de identificação de frequência de rádio.

Cada vez mais o uso desses chips está associado ao desempenho de algumas funções corriqueiras, como transferir seus contatos para o celular de um amigo, por exemplo.


Muitas outras tarefas podem ser realizadas a partir desse microchip. Abrir portas e destravar o computador, por exemplo, são algumas das vantagens. O grande atrativo para a utilização desses chips é a conveniência e a facilidade com que as tarefas do dia a dia podem ser realizadas. Basta tocar ou aproximar a mão ou o local do implante para que aquilo que você quer fazer aconteça. Algumas empresas que aderiram ao uso dos chips já veem seus trabalhadores. Os funcionários podem abrir portas, acessar os computadores e até comprar comida na cantina usando seus implantes.

As empresas que fabricam esse tipo de chip afirmam que mais de 10 mil deles já foram fabricados, além dos kits necessários para colocá-los sob a pele. Esse aumento de procura aumenta a preocupação sobre o que esse implante pode causar em termos de privacidade e segurança.

Algumas pessoas de grupos de liberdade alertam que os dispositivos podem ser usados para invadir a privacidade desses usuários. Mas os detentores dessa tecnologia afirmam que ela já existe em bagagens de aviões, produtos, lojas, animais de estimação, bilhetes de transporte e passaportes. Também é importante lembrar que o celular que carregamos todos os dias pode transferir muito mais informações sobre nós do que o microchip.

 bbc

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