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Cintilografia, o exame que faz os órgãos ficarem “brilhantes”. Entenda o que é e tudo que acontece durante este procedimento

Alguma vez você já ouviu falar nessa palavra: cintilografia? Parece até o nome de uma profissão, não acham?! Na verdade, a cintilografia é um procedimento diagnóstico por imagem utilizado na medicina nuclear, ou seja, é um tipo de exame onde se utiliza uma substância chamada de radiofármaco que emitem radiação onde são transformados em imagens funcionais do tecido ou órgão de interesse.

É uma técnica bastante utilizada em diversas áreas médicas, como: cardiovascular, oncologia, endocrinologia, traumatologia, nefrologia, urologia, entre outros. O nome desta técnica é derivado da palavra cintilação proveniente do fenômeno da formação da imagem, a partir da radiação emitida pelo órgão. Para que o exame seja eficaz é necessário que a substância chegue ao tecido desejado, por isso são utilizados elementos radioativos que apresentam afinidade natural com esses órgãos.


A substância utilizada emite a radiação gama que é uma onda eletromagnética semelhante à luz visível e o seu brilho, também chamado de cintilação, é visto com a ajuda de uma máquina chamada gama câmara que permite a visualização das imagens dos órgãos internos. Este método é indolor, não invasivo e a substância é administrada por via venosa, oral, inalatória ou subcutânea, não há indicações alérgicas e há uma menor exposição à radiação comparada a outras técnicas de imagem.

Antes do exame, alguns alimentos e medicamentos devem ser evitados, porém o médico realiza uma lista de acordo com o procedimento e órgão analisado. Após o exame é necessário ingerir bastante água e outros líquidos para facilitar a eliminação mais rapidamente da substância radioativa do organismo, além disso, evitar o contato com grávidas e bebês 24 horas depois.

O exame dura normalmente de 3 a 4 horas, mas pode demorar até 2 dias como é o caso da cintilografia renal. O resultado da cintilografia vem num relatório que contém os locais do órgão com a maior concentração do radiofármaco. O mais importante é que o procedimento é seguro, indolor e sua precisão é excelente, onde pode ser diagnosticado várias doenças.

 

ZIESSMAN HA & O’Malley JP, 2006 / dimen  / huap

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