Anomalias e doenças

Sempre ter que fazer xixi sentado é o menor dos problemas. Homem de 35 anos conta como é ter um ‘microfalo’

Para os médicos, a micropenia é uma condição de um p*nis cujo comprimento quando esticado flácido está a 2,5 (ou mais) centímetros a menos que o tamanho médio da sua faixa etária, porém funcionando normalmente. De acordo com estudos, um em cada 200 homens passa pelo problema.

As causas identificáveis são a deficiência do hormônio do crescimento e/ou gonadotrofinas, pequenos graus de insensibilidade a andrógeno, diversas síndromes genéticas (doenças congênitas) e diversas variações em genes homeobox.


Robert (nome fictício), de 35 anos contou à Cosmopolitan como é a vida de um homem adulto com microp*nis. Seu órgão mede 2,5 cm quando flácido e 6,8 cm completamente rígido. É ainda um órgão bem fino, se assemelhando, segundo ele, a uma salsicha de coquetel, em máxima rigidez.

Ele diz que na infância, a única coisa que ele queria era fazer xixi em pé, como todos os meninos. Mas que hoje, a pior coisa em ter um microp*nis é ter que conviver com mulheres e homens falando o tempo todo sobre o quanto o tamanho do genital masculino é importante para uma relação. “Um dia, eu ouvi quatro das minhas colegas no trabalho concordando que homens com genital pequeno são simplesmente indesejáveis”, disse. “É obvio, que elas não sabiam que eu era um desses homens.”

Durante toda sua vida, Robert teve apenas uma relação sexual aos 23 anos, e que, para ele foi extremamente humilhante. “Ela era estudante universitária e quando tirei a roupa, ela olhou para ele e colocou a mão na boca mostrando que estava imensamente surpresa. Neste dia, descobri que o preservativo jamais ficaria nele, mas resolvemos tentar sem proteção. O pior momento foi quando eu já estava lá e ela repetia: ‘Já está dentro?’. Todas as vezes que ela disse isso eu só queria morrer. Ela parecia não sentir nada, e, quando por um momento eu pensei que pudesse estar fazendo algo direito, ela se levantou e disse que precisava de um copo d’agua. E foi assim”, contou, extremamente desapontado.

Robert também revela que além das péssimas experiências pessoais, a mídia tem sido cruel com homens que sofrem de micropenia. “A sensação é que não somos bons o suficiente para nenhuma mulher. Passo todos os meus dias lendo artigos, posts de fóruns, vendo vídeos sobre o assunto, mas até agora nada muito concreto foi feito a respeito, ” explicou.

Ele tem tidos conversas virtuais com centenas de mulheres e, todas elas, se mostram interessadas e entusiasmadas em “conhecer um microp*nis”. “… Mas eu não estou preparado, ” argumenta.

Atualmente, não estou focado em ter uma vida amorosa. Eu tento me concentrar em outros assuntos que me interessam. Neste momento da vida, lutar para conquistar alguém e ter que me afirmar como homem me deixaria mais ansioso e deprimido ainda. Não preciso dessa humilhação.”

Robert termina a entrevista contando que quando se sente atraído por uma mulher, tenta focar no que ela tem no coração e não em seu corpo.

cosmopolitanc
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