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Pessoas que estão à beira da morte revelam as 4 situações pelo qual passam que são piores que morrer

Olhando de fora do problema, a morte pode parecer o pior resultado possível para pessoas muito doentes. No entanto, pacientes que sofrem de doenças terminais, tem uma visão um pouco diferente.

180 pacientes terminais internados em um hospital da Pensilvânia, foram entrevistados na pesquisa. Todos com graves doenças que os levariam à morte inevitável brevemente. Pacientes de câncer maligno, insuficiência cardíaca avançada, doença pulmonar obstrutiva e outros.


Os pesquisadores pediram aos pacientes que comparassem o seu sentimento de morrer com a sensação de viver com várias limitações que a doença lhe trouxe. Todos concordaram que certas condições tornariam a vida tão ruim ou pior do que a morte. Os resultados foram publicados na JAMA Internal Medicine.

1- Incontinência

Quase 70% dos pacientes entrevistados disseram que a incapacidade de controlar a bexiga e/ou o intestino é a primeira condição pior que a morte. De acordo com eles, a sensação de fraqueza e vergonha é muito dolorida e que por diversas vezes desejaram morrer a ter que passar o resto dos sias naquela situação.

2- Respiração artificial

67% dos pacientes terminais acham que não poder respirar sozinho já é um bom motivo para não estar mais entre os vivos. Eles argumentam incômodo, dor e sofrimento ter que depender de um tubo e m\aquinas para fazer o básico que é respirar.

3- Sonda gástrica

55% acham que a precisar de tubos de alimentação para se manter vivo é uma das piores limitações de ser um paciente terminal. Afinal, são pessoas que nunca mais sentirão o gosto de um alimento.

4- Depender dos outros

53% concordaram que uma das 4 piores limitações de ser um paciente terminal é sem dúvida depender de cuidados de outras pessoas o tempo todo é muito ruim. Muitos gostariam de morrer ao ter que passar por isso. Todos concordaram que sofrem em ver suas famílias se revezando para não os deixar sozinhos enquanto estão naquela situação.

Fonte: quartz  Artigo: Emily B. Rubin et al

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