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Menino de 4 anos morreu de “afogamento secundário” uma semana depois de ter nadado pela última vez

Um acontecimento bastante incomum ocorreu no Texas,  EUA e serve como alerta para os pais com filhos menores. Sete dias depois de ter ido a um parque aquático com os pais, o menino de quatro anos  parou de respirar subitamente, depois de ter manifestado sintomas do que os pais interpretaram como uma virose..

O pai do menino, Francisco Delgado Jr., contou que o filho esteve muito cansado desde o passeio, nos dois dias que se seguiram, teve sintomas de virose com diarreia e vômitos.  Na noite em que morreu, ele reclamou de dor nos ombros, mas não parecia estar com dificuldade de respirar. “Depois disso, do nada, ele acordou, deu um grito e teve o seu último suspiro. Não conseguimos fazer nada, não deu tempo” , lamenta o pai.


Já no hospital, não houve tempo para manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), e a criança morreu. Os médicos atribuíram a morte a um “afogamento secundário” com acúmulo de fluídos no pulmão e em volta do coração. Este tipo de afogamento ocorre quando entra água nos pulmões durante um “quase afogamento”. Mesmo não tendo se afogado a criança acumula líquido nos pulmões, até que em um dado momento, ela sofre finalmente as consequências de um afogamento propriamente dito.

Por  casos como este, a recomendação é que se seu filho teve um quase afogamento, é indispensável que mesmo assim ele vá ao médico o quanto antes, mesmo que a criança se sinta bem. O afogamento secundário pode ocorrer algumas horas ou dias depois de estar na água.

Como reconhecer a criança está tendo afogamento secundário

Se depois de brincar da água a criança passou a ter sono muito além do comum, sentir dormência e perda de forças nas pernas e nos braços, além de tosse e dores nas costas, é indispensável lava-la ao hospital e comunicar os sintomas ao médico.

Somente no hospital é que os exames corretos serão feitos para confirmar o afogamento secundário. Acredite: você não poderá resolver isso em casa.

Atenção: Embora seja mais raro, adultos também podem sofrer de Afogamento Secundário.

 

Fonte e imagens: bebemamae /cnn

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