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Uma história de insanidade e loucura: este homem tinha 29 bonecas em tamanho real em casa, mas a polícia descobriu que as bonecas eram múmias de crianças!

Uma história de insanidade e loucura: este homem tinha 29 bonecas em tamanho real em casa, mas a polícia descobriu que as bonecas eram múmias de crianças!
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A história do russo Anatoly Moskvin parece coisa de filme de ficção. Este homem, é um renomado acadêmico, autor famoso de livros de histórias de cemitério, mas ele, na verdade, sofre de um tipo bizarro de “fetiche”.  Ele é fissurado por cadáveres de meninas e agora, seu grande segredo, guardado por toda a vida foi descoberto.

Em uma visita ao homem, um oficial achou muito estranho que ele guardasse em casa várias bonecas feitas à mão em tamanho real. Além disso, havia roupas e brinquedos de meninas espalhadas por toda a casa e o cheiro putrefato do apartamento era forte. O homem era sozinho, nunca teve filhos, por que teria aquelas coisas?


A descoberta

Uma investigação no local foi prontamente iniciada e foram encontradas 29 bonecas. Assim que os policias abriram uma delas o segredo foi revelado: dentro de cada boneca havia o corpo de uma criança e as bonecas, na verdade, eram múmias. Anatoly foi imediatamente preso e seu terrível segredo revelado na imprensa nacional.

Durante 10 anos, este homem visitou cemitérios no meio da noite e desenterrou meninas recém-mortas. Ele levava o corpo para casa onde embalsamava usando técnicas de mumificação meticulosamente estudadas durante anos. Quando a prática dava errado, ele voltava com o corpo para a sepultura. Ele contou em depoimento que já havia desenterrado 150 corpos, mas só conseguiu empregar as técnicas de mumificação em 29 deles.

Uma das bonecas encontradas na casa de Anatoly era a múmia de Olga, de 10 anos, morta 1 ano antes da descoberta do caso.

Insanidade mental

Os detalhes mais sórdidos da convivência com as múmias foram revelados em depoimento. Segundo o próprio Anatoly, ele vestia as bonecas, trocava as roupas periodicamente, fazia lanche com elas na mesa, tomava chá e pela casa existiam caixas de som com vozes de crianças falando, rindo. Mas ele diz nunca ter feito qualquer tipo de abuso sexual com suas “meninas”.

Ele explicou que sua obsessão por múmias de crianças se deu depois que  aos 13 anos perdeu uma amiguinha de 11 anos. No funeral, ele foi forçado a beijar o cadáver para se despedir. Esta experiência profundamente traumatizante e o perturba todos os dias.

Fonte e Imagens: feroce

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