Anomalias e doenças

5 tratamentos médicos da Idade Média que vão deixar você apavorado para sempre!

Quando falamos de Idade Média, logo vem as absurdas falta de higiene em que as pessoas viviam na época. Mas agora, imagine como eram os procedimentos médicos na Idade Média, quando existia pouquíssimo conhecimento do corpo humano, o achismo imperava entre os médicos da época, praticamente não existia anestesia e a higiene muitas vezes passava longe do procedimento cirúrgico. Como as doenças muitas vezes eram consideradas castigos divinos, além de doente a pessoa podia ser considerada pecadora e a doença, a justa penitência pelo pecado.

1- Cirurgias dolorosas e sujas


Na idade média, os chamados cirurgiões não tinham qualquer conhecimento sobre a anatomia humana, sobre antissépticos e, muito menos, anestésicos. Era aterrorizante ser um paciente nessas horas, mas não havia muita escolha. Para se livrar da dor, o doente era submetido a mais dor. Em grande parte da história, monges se tornavam cirurgiões, já que eles tinham acesso à literatura sobre medicina. Mas, em meados de 1215, o Papa em questão ordenou que os monges parassem com este trabalho. As cirurgias passaram a ser feitas por fazendeiros que tinham um pouco de experiência tratando animais.

2- Cura da catarata

A catarata era tratada por “procedimento cirúrgico”. O cirurgião inseria uma faca ou de uma agulha pela córnea, forçando as lentes do olho até o fundo do órgão. Depois, uma seringa era usada para extrair por sucção a catarata.

3- Sangria era o tratamento para quase tudo

Na idade média, os médicos acreditavam que praticamente todas as doenças eram causadas por excesso de líquido no corpo. Então praticar a sangria era uma forma de resolver quase todos os problemas de saúde. Se uma mulher menstruava por mais dias, eles faziam a sangria para diminuir o sangramento. Os médicos cortavam a veia do braço e o sangue fluía. A sangria matou muitas pessoas na época.

4- Parto, condenadas à morte

Quando uma mulher engravidava, já estava convencida da morte. Se sobrevivesse, era por obra divina. O parto normal era a única forma de colocar uma criança no mundo. Os partos eram feitos com mulher sentada sendo amparada pelo marido e a parteira fazia o serviço. Quando um bebê estava morto no útero, uma faca era usada para que ele fosse desmembrado ainda na barriga da mãe, para facilitar a “retirada” do feto. Quando a mãe morria no parto sua barriga era aberta para tentar salvar o bebê, que geralmente, também estava morto.

5- Hemorroidas, que dor!

Quem tinha hemorroidas passava por um sofrimento exponencial. O tratamento era queima-las com ferro quente. Há até uma história sobre um monge que, sofrendo com suas hemorroidas enquanto trabalhava no jardim, sentou se em uma pedra que, milagrosamente, o curou do problema. A pedra existe até hoje, com a marca das hemorroidas do monge, e é visitada por muitos que esperam curar seu “problema” até hoje.

Fonte: oddee
Imagens: verseka

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