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Ovo cozido na urina, gente viva presa em caixões e mais três bizarrices praticadas na China, Coreia do Sul e Japão

Ovo cozido na urina, gente viva presa em caixões e mais três bizarrices praticadas na China, Coreia do Sul e Japão
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China: Ovo cozido em urina de crianças é petisco popular

Bacias e baldes de urina de meninos são coletados dos sanitários das escolas primárias. Trata-se do ingrediente chave na fabricação dos “ovos de meninos virgens”, uma tradição local de molhar e cozinhar os ovos na urina dos meninos, de preferência com idade inferior a 10 anos. Não há nenhuma boa explicação para o fato de precisar ser a urina dos meninos, apenas tem sido assim há séculos.


O cheiro desses ovos que estão sendo cozidos em panelas de urina é inconfundível para pessoas que passam pelos muitos ambulantes que vendem a iguaria em Dongyang, alegando que tem propriedades notáveis para a saúde.

Coreia do Sul: Pessoas depressivas e suicidas são presas em caixões de madeira

Uma terapia aplicada em pessoas depressivas e suicidas na Correia do Sul é no mínimo bizarra. Os doentes são presos em caixões de madeira para que passem por uma falsa experiência da morte. Segundo os desenvolvedores, a situação de se sentir morto ajuda pessoas com depressão a apreciar a vida de uma forma muito melhor. Todo tipo de pessoas com tendências suicidas e depressão podem participar da terapia. O tratamento recebe adolescentes pressionados pela cobrança dos estudos, pais mais velhos que sofrem de isolamento e idosos que têm medo de se tornarem um encargo financeiro para suas famílias.

As sessões terapêuticas acontecem com todos ao mesmo tempo. Os participantes vestem roupas brancas e entram cada um em seus respectivos caixões que são dispostos em fileiras. Sentados dentro dos caixões, eles escutam as palavras incentivadoras de Jeong-mun Yong, um ex-trabalhador funerário que agora é o chefe do centro de cura. Depois, como parte do tratamento, as pessoas se deitam em seus caixões e fecham os olhos.

China: ratinhos recém-nascidos são comidos vivos

A tradução para este prato chinês é, literalmente, “três gritos” e mais adiante você vai perceber porquê. Para “saboreá-lo” é preciso ter ratinhos recém-nascidos, hashis, temperos e coragem. Primeiro é preparado um molho que leva sal, pimenta, molho de hoisin e ervas à gosto. Os bebês são levados ainda vivos à mesa, e são segurados com os hashis (primeiro grito), depois são embebidos no molho até que comecem a afogar (segundo grito) e então são levados diretamente para a boca (terceiro e último grito). A receita é simples e não é para qualquer um!

China: Em festival tradicional, pessoas matam, cozinham e comem cachorros

Todos os anos no mês de junho, cerca de 10 mil cães são comidos por pessoas em Yulin, uma região autônoma em Guangxi Zhuang, na China como parte de uma tradição local. Os animais são brutalmente caçados, mortos e cozidos em um caldeirão. Durante o festival, a carne é servida às pessoas que juntamente com um licor forte celebram a tradição. O festival do cachorro marca o solstício de verão, nesta cidade ao sul da China.

Além dos criadores ilegais que fizeram deste festival um negócio rentável, muitos dos cachorros comidos no festival são animais de rua ou de estimação que são roubados de suas famílias para serem vendidos por cerca de 9 yuan (apenas R$ 3,20, isso mesmo: três reais e vinte centavos).

China: animais vivos são vendidos como chaveiros

Desde 2011 os chaveirinhos de animais vivos tem sido a febre entre os chineses e vem se espalhando rapidamente por todo continente Asiático. Sapinhos, tartarugas de água doce brasileiras, peixinhos, lagartixas e até pequenas salamandras são colocados em recipientes plásticos lacrados a vácuo contendo água colorida e nutrientes que prometem manter os animais vivos por até 2 meses. Os animais mal podem respirar e até mordiscam o lacre, provavelmente na esperança de tentar remove-lo.

O chaveiro, que é vendido como um amuleto e promete sorte ao dono, custa em torno de U$ 2,00 (dois dólares), são facilmente encontrados em qualquer banca nas ruas e condenam estes pequenos animais a morrer em poucos dias.

China: atear fogo no corpo para curar problemas de pele, respiratórios e de ereção

As mulheres estão sempre buscando novos tratamentos de beleza na busca da juventude. Na China, a nova moda é a “Chama Facial” ou “Huö Liao”. Trata-se se um tratamento facial que utiliza o calor máximo antes de se tornar uma queimadura. A tradição diz que as chamas estimulam a regeneração celular da face, deixando-a mais rejuvenescida e saudável. Além disso, melhora as feições e reduz a flacidez e as rugas.

Uma mistura não revelada que os terapeutas chamam de “elixir especial“, parecida com um unguento feita  de cerca de 20 tipos diferentes de ervas de ervas chinesas, é passada no local, depois uma toalha embebida em álcool é colocada por cima. O próximo passo é literalmente atear fogo sobre a toalha, deixando-a queimar sobre a pele da pessoa. Os terapeutas especializados na técnica garantem que o tratamento perfeitamente seguro, quando realizado por um terapeuta treinado. Segundo eles, graças à aplicação do elixir, a pele é somente aquecida e nunca aconteceram queimaduras.

Fonte: diariodebiologia Imagens: Reprodução/ diariodebiologia

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