Comportamento

Descubra porque você sente aquele frio na barriga quando vê a pessoa que gosta

Frio na barriga: o que acontece no seu corpo quando vê a pessoa que você ama

Não adianta disfarçar: quando encontramos “aquela” pessoa algo diferente acontece dentro de nós. Um frio na barriga, um susto do bem. O que acontece no seu corpo nesse momento é uma situação extremo estresse. A pessoa que você ama mexe com tudo dentro de você e isso não é conversa de gente romântica, não. É ciência!

É um momento em que o corpo passa por um estresse e muita ansiedade. Isso desencadeia adequações fisiológicas que preparam o corpo para reagir antes mesmo que possamos processar o que está acontecendo. Uma das reações inclusive são o rosto vermelho e o frio na barriga – as famosas “borboletinhas no estômago”.

Embora deva ser uma coisa boa, encontrar a pessoa especial, é um momento pelo qual o corpo passa por um “estresse”. O corpo todo está sob alerta e há uma rápida liberação quantidade excessiva de adrenalina no organismo – também conhecida como “crise adrenérgica” ou “descarga de adrenalina” – que vai preparar o corpo para passar por esses episódios de muita emoção e estresse.




Assim, como respostas imediatas, ocorre diminuição da circulação do sangue na área do abdômen, contração do estômago e liberação de uma maior quantidade de ácido. Não queremos assustar os leitores, mas encontrar aquela pessoa em um momento inesperado fará você vivenciar diversos sintomas similares aos de um ataque de pânico, como aceleração do pulso ou dos batimentos cardíacos, respiração curta e tontura.

Embora a descarga de adrenalina seja algo desconfortável para algumas pessoas, ela, geralmente, não é perigosa. No entanto, em algumas circunstâncias essas descargas causa um aumento excessivo de batimento cardíaco e, consequentemente, alteração da circulação sanguínea. Neste caso, se alguma artéria que leve o sangue se encontra entupida, o sangue não corre e acontece a morte de algumas células por falta de oxigenação, causando o infarto. Mas, não acredito que o seu “crush” mereceria uma emoção extrema dessas!

Fonte: ciência/ portaleducacao/ veja.abril


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