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O secador de mãos espalha 1.300 vezes mais bactérias que as toalhas descartáveis, diz estudo



Na tentativa de criar uma alternativa mais sustentável que as toalhas de papel, as máquinas de ar quente têm se tornado uma febre em banheiros públicos para secar as mãos. Vistas principalmente nos shoppings, essas máquinas parecem substituir as toalhas descartáveis e ajudar na preservação do meio ambiente. Mas não é nada disso.

Um estudo da Universidade de Westminster (Inglaterra) mostrou que, apesar de contribuir com a diminuição das toalhas de papel, em termos de higiene, os secadores não são nada eficazes. Eles espalham 1.300 vezes mais bactérias que as toalhas descartáveis.


A descoberta veio quando os pesquisadores recrutaram participantes para usarem luvas e, com elas, passavam nas mãos uma solução contendo o vírus MS2. Em seguida, se secaram com toalhas de papel, secadores com jatos de ar e  máquinas de ar quente. Quem utilizou a toalha espalhou vírus até 25 cm ao redor de onde estava. As máquinas de ar quente lançaram o vírus a 75 cm de distância. Já as máquinas de jatos de ar eram verdadeiras bombas de microrganismos, jogando o vírus por 3 metros. Além disso, ela também espalha maior quantidade de vírus.

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A Dyson fabricante mais famosa do mundo desta marca, diz que seu produto mais vendido, a Air Blade filtra 99,9% das bactérias do ar que sai dela. Então, o problema deixa de ser da máquina e passa a ser seu: o ar que sai dali pode estar limpo, mas se as suas mãos não estiverem bem lavadas, os germes são espalhados do mesmo jeito. Espalhar microrganismos deste jeito triplicam as chances de transmitir diarreia, pneumonia e gripes como H1N1.

Fonte:super.abrilonlinelibrary/
    Imagens: Reprodução/ ecopensarideias-verdes
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