‘Google Maps’ para o corpo humano? Conheça a novidade que pode revolucionar  pesquisas e tratamentos de doenças

Que o nosso corpo é fantástico e complexo, isso não há dúvidas! Muitos estudos já foram realizados, e imagens fantásticas de órgãos, tecidos, e até mesmo de algumas células, já foram captadas por câmeras e microscópios muito potentes. No entanto, ainda há muito o que conhecer sobre essa “máquina”, chamada corpo humano. E nesse sentido, uma novidade sensacional está sendo criada, o chamado “Google Maps para o corpo” (“Google Maps for the Body“).

Quem nunca passou algum tempinho olhando várias partes da sua região, ou mesmo do mundo, contemplando paisagens, ou tentando se localizar nesse imenso globo terrestre? Pois é, inspirados no modelo do tradicional Google Maps, engenheiros da Universidade de New South Wales (UNSW), na Austrália, criaram uma tecnologia que permite explorar o corpo humano até o nível de uma célula individual. O projeto, ainda em andamento, usa do mesmo algoritmo do GoogleMaps, contando ainda com uma poderosa tecnologia de miscroscopia eletrônica criada por uma empresa alemã (Zeiss), além de ter a parceria de entidades importantes, como as Universidades de Stanford e Brown. Essa potente tecnologia, recentemente elaborada, já ajudou a encurtar análises que seriam feitas em 25 anos para apenas algumas semanas! Por isso a notícia é muito animadora!

A expectativa é que com esse mapa do corpo humano seja possível, além de vislumbrar partes do corpo nunca antes vistas, com seus processos metabólicos, vendo como ocorre a nutrição das células, etc., é possibilitar futuras terapias e tratamentos preventivos ainda desconhecidos, pois médicos e pesquisadores poderão compreender e tratar vários tipos de doenças. Com isso, pela primeira vez na história é possível explorar todo o corpo humano e a forma como tudo está conectado. Por isso as expectativas sobre essa nova tecnologia são grandes!

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Atualmente, esse projeto, anunciado na reunião da Orthopaedic Research Society, em Las Vegas, está sendo utilizado para pesquisar a osteoartrite, doença considerada como uma das principais responsáveis na incapacitação de idosos. Dados das articulações do quadril já foram obtidos com essa tecnologia. Outras equipes estão tentando mapear outras partes do corpo, como os caminhos e conexões neurais. Agora imagine quando tudo isso estiver pronto e podermos fazer um “tour” pelo corpo, dando “zoom” e diminuindo imagens de todos os músculos e células quando quisermos. Que fantástico, né?! Aposto que você mal pode esperar por isso…

Fontes: misteriosdomundo/hypeness/labgisawebic/ciencia-online/
Imagens: Reprodução/ imaginemed/hypeness