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Proibição de garrafas plásticas é apenas uma das realidades em San Francisco, que lidera luta contra o aquecimento global

Em seu discurso na cerimônia do Oscar, o ator Leonardo DiCaprio, que também é ambientalista, chamou a atenção da plateia para a questão das mudanças climáticas no planeta e no quanto reverter isso é uma responsabilidade de todos.  E enquanto por aqui o povo briga para que as sacolas plásticas NÃO sejam retiradas dos supermercados, em algumas cidades americanas a própria população se mobiliza para que seus governantes adotem medidas de desenvolvimento sustentável.

Um exemplo disso é a lei que proíbe a venda de água em garrafas plásticas em San Francisco já há algum tempo. Graças a uma série de manifestações e cobranças por parte de grupos ativistas, garrafas plásticas individuais, ou seja, com menos de 600 ml de capacidade, já não são mais comercializadas por lá.


E não é para menos. O Presidente do Conselho de Supervisores David Chiu, que também é o criador da lei, ilustrou o impacto que esse tipo de produto tem no ambiente. Imagine uma garrafa PET pequena. Pelo menos 150ml de sua capacidade é o que utiliza-se em petróleo para produzir e transportar um produto, que, via de regra, será imediatamente descartado após seu primeiro uso, e levará não menos que 100 anos para sumir da natureza. Ou seja, a ínfima utilização real que se faz dessas garrafas não compensa a agressão sofrida pelo ambiente, até porque, como bem lembrou David Chiu, elas quase não eram usadas até o começo dos anos 90. Logo, podemos viver sem elas.

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Várias outras cidades já estão imitando o exemplo de San Francisco, que lidera a luta americana contra o aquecimento global. Vale lembrar que por lá, esses copinhos de isopor, amplamente distribuídos nessas máquinas de café corporativas, também já são proibidos, e agora, outras cidades americanas estão seguindo pelo mesmo caminho.

Já por aqui, embora existam campanhas como a das sacolas plásticas e outras até menos rígidas como aquela do “Adote uma Caneca”, no caso dos copinhos, os resultados ainda são insignificantes já que tais medidas não tem apelo entre o nosso o povo.  Aparentemente, nossa população ainda não se deteve sobre a gravidade das questões ambientais, de como podemos ser irremediavelmente afetados por isso num prazo cada vez menor e que isso não é apenas problema do governo.

Fontes: surftotal/ciclovivo/revistaepoca   Imagens: Reprodução/barnsley/inhabitat

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