Bebê orangotango que sofria maus tratos abraça a si mesma por medo e angústia. Veja o vídeo.

Joss, uma bebê orangotango de 2 anos de idade, vivia como animal de estimação exótico, passou por um profundo sofrimento e foi resgatada recentemente pela International Animal Rescue (IAR). O problema sofrido nestes dois anos de vida resultaram em um forte trauma.  A IAR diz que a bebê tem uma expressão assombrada e medo nos olhos. “Ela está tão profundamente traumatizada pelo seu passado que tem desenvolvido uma série de comportamentos angustiantes para lidar com isso.”, diz um dos cuidadores.

Um vídeo mostra o quão psicologicamente danificada está a pequena macaca. Ela se abraça apertado enquanto violentamente e voluntariamente se joga no chão. Ela se levanta de novo e de novo, se jogando no chão a cada vez. Joss vive com os braços envoltos pelo corpo apertando fortemente, uma reação, segundo especialistas devido ao fato de perder sua mãe em uma idade tão jovem. A equipe da IAR nunca viu uma orangotango tão jovem exibir comportamento estereotipado tão grave – padrões anormais que os animais desenvolvem para lidar com o estresse do cativeiro.

Como muitos animais “de estimação” exóticos, Joss provavelmente assistiu sua mãe ser morta para que o orangotango bebê pudesse ser vendido para o cativeiro. A pequena orangotango viveu em uma casa com crianças e foi tratada como bichinho de pelúcia, sendo jogada de lado quando não era do interesse. Era obrigada a andar de mãos dadas com as crianças e usar roupas de humanos. “Ela foi carregada por aí, abraçada e apertada, sem nenhuma compreensão do quão assustador e angustiante isso deve ter sido para ela.”, disse a IAR.

A equipe inteira está empenhada em dar segurança para a pequenina. Eles tenta a consolar com abraços, mas ela obviamente mostra muito stress e não aceita que os cuidadores a toquem. “Nós também tentamos a acalmar com um ursinho de pelúcia fofinho e gigante mas isso também não ajudou. Ela só ficava batendo sua pobre cabeça contra a parede.”, disse um deles.

A  equipe da IAR reconhece que as feridas psicológicas podem ser mais difíceis de curar do que as físicas, e está determinada a fazer o seu melhor para guiar a pequena Joss através do longo processo de anos que levarão para ela curar.

Fonte: anda  Imagens: Reprodução/anda