Anomalias e doenças

Cientistas estão testando injeção de botox nos genitais para controlar a ejaculação precoce

Na prática clínica, um homem é considerado como ejaculador precoce aquele que não consegue tolerar um nível alto de excitação sexual sem chegar imediatamente à ejaculação, dando a ele a sensação de que gostaria de ejacular mais tarde e não naquele momento. Esse fato aparenta não possuir causa orgânica, com exceção de alguns problemas neurológicos, diabetes e outros, sendo na maioria dos casos considerada de fundo emocional. Essa parece ser a disfunção sexual masculina mais comum e pode ocorrer em diferentes idades e atinge 40% dos homens.

Pesando nisso, pesquisadores da Universidade de Tulane, em Nova Orleans realizou testes, a princípio com ratos, injetando botox nos genitais dos machos e foi observado o antes e o depois da aplicação na relação entre eles. Para a surpresa, a toxina funcionou. Os ratos que receberam botox puderam manter o coito por muito mais tempo do que aqueles que não receberam a substância.


A toxina botulínica popularmente conhecida como botox é uma toxina produzida por uma bactéria chamada Clostridium botulinum. É a mesma bactéria causadora da doença botulismo, mas a toxina botulínica industrializada é purificada e usada em doses que não causam a doença.  Como promove o efeito tensor sob a pele, o uso estético da toxina botulínica se dá em geral, principalmente para suavizar rugas e linhas de expressão na região da face.

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O estudo que foi publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine, e, agora está sendo testado em 60 voluntários entre 18 e 50 anos, em Londres, pela Allergan, o fabricante da droga. O botox é injetado na base da genitália em parte dos voluntários, enquanto outros recebem o placebo. A aplicação é toda monitorada por médicos especialistas familiarizados com a substância.

Fonte: dailymailminhavidasexologa    Imagens: Reprodução/jornalhoje/ hypescience

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