Animais

Gato criado em hospital sentia “cheiro da morte” e chegou a avisar de 100 mortes em 3 meses

Muita gente costuma contar histórias de animais de estimação que “sentiram” a morte do dono e mudavam o comportamento quando o dia se aproximava. Os gatos são considerados os grandes adivinhões de mortes e desde o Egito Antigo tem incomodado as pessoas por seu misticismo intrigante.

Em 2007 na Inglaterra, um gato chamado Oscar foi adotado por funcionários de um hospital e de maneira que foi convivendo com os médicos, enfermeiros e pacientes, parece ter desenvolvido ou aflorado uma habilidade bastante assustadora. O bichano “sentia o cheiro da morte”! Dizem, que quando Oscar adentrava em um quarto de algum paciente e se deitava ao lado da cama, o resultado na maioria das vezes era o mesmo:  o doente morria depois de algumas horas. Misteriosamente, naquele ano até o mês de março Oscar avisou sobre a morte de 100 pacientes. Os funcionários passaram a ligar para os parentes do doente que havia recebido a visita de Oscar para avisá-los de que talvez o familiar poderia vir a óbito em algumas horas. Muitos familiares aproveitavam para visitar o parente e se despedir.


Os funcionários do hospital contaram que o gato andava pelas alas do hospital em que não era impedido de entrar, farejava o ar, olhava o paciente e então se deitava ali ao lado da cama. Ele ficava lá, até pouco antes da morte, dando conforto a muitos pacientes em suas horas finais de vida. Quando doente morria, o gato deixava o leito.

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Alguns familiares não se importavam com o animal, mas outras não aceitavam sua presença e acreditavam que o animal levava a alma do ente querido. Quando era enxotado, Oscar miava alto e parecia muito chateado de não poder ficar ao lado do moribundo.

Oscar morreu em 2013, vítima de uma séria reação alérgica que desencadeou uma parada cardíaca!

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Explicações científicas

A especialista em comportamento animal Jacqueline Pritchard, acredita que os gatos têm realmente a habilidade de sentir cheiros emitidos pelos órgãos que estão entrando em falência – logo, uma explicação bioquímica e não um poder de prever a morte. Sabe-se que muitos animais são sensíveis a estímulos físicos e biológicos sutis, não notados por seres humanos. Uma teoria é de que o olfato deles ajude a prever a morte e até mesmo uma crise convulsiva iminente.

Fonte: biologiatotal/
mirror  Imagens: dailymail/mirror

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