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Copinhos plásticos. Veja 3 riscos graves que eles oferecem à sua saúde e você nem imagina

Usar copos descartáveis tornou-se um hábito em escritórios ou festas, e em meio à crise hídrica, foi até uma opção sugerida por muitos lugares afim de economizar água. Mas o que muitos não sabem são os riscos para o meio ambiente e até para a saúde ao utilizar esse tipo de material.

O tempo de decomposição de um copo descartável está entre 250 e 400 anos e a maioria dos copos utilizados no planeta não é reciclado. Mas não é só isso. Esse e outros objetos feitos do material apresentam risco relacionado ao câncer e à infertilidade.

Xenoestrogênios e Bisfenol A

Os xenoestrogênios atuam como falsas moléculas dos esteroides, deslocando os estrogênios naturais dos seus respectivos receptores hormonais, causando quebra no comando da cadeia endócrina. Os danos causados por esses “intrusos” incluem ampla variedade de transtornos menstruais, infertilidade, fibroma do útero, cistos de mama, endometriose, etc. Para alguns, são substâncias que representam os frutos do desenvolvimento da ciência; no entanto, do ponto de vista holístico e para a saúde reprodutiva, representam um monstruoso desastre.

Há um interesse especial pelo xenoestrogênio presente no plástico dos recipientes para alimentação, que podem ser ingeridos e ter seus efeitos aumentados. Nesse caso, o nome dado ao xenoestrogênio é Bisfenol A.  Essa substância tem um efeito negativo sobre a saúde, o que ainda é um mistério é qual quantidade da dele pode ser prejudicial. O Bisfenol A, afeta as comidas e bebidas quando o plástico é aquecido, o que ocorre quando você coloca um pote para guardar alimento no micro-ondas, bebe a água da garrafa que você esqueceu no carro ou coloca café quente no copinho plástico.

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3 problemas que você pode ter

Câncer: O médico especialista em reprodução humana Maurício Chehin deixa claro que alguns tipos de câncer são dependentes de estrogênio, o que significa que o aparecimento está relacionado aos níveis desse hormônio no corpo. Esse é o caso do câncer de mama, que pode ser influenciado pela presença do xenoestrogênio Bisfenol A no organismo. No entanto, ainda não se tem certeza da quantidade da substância pode estar relacionada à doença.

Infertilidade: É possível que os xenoestrogênio tenha efeitos parecidos com os do hormônio sexual estrogênio, alterando a ovulação e diminuindo a fertilidade. O excesso do hormônio provocaria um distúrbio da ovulação.

Gravidez: Há também a possibilidade do xenoestrogênio passar pela placenta e alterar o funcionamento dos órgãos do feto. Os meninos nascem sadios, mas podem ficar inférteis no futuro por causa de um dano na produção de espermatozoides

Fonte: drbayma/huntington/meucopoeco  Imagem: cienciahoje/super
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