Curiosidades

Seu cérebro ama magnésio e você precisa fazer alguma coisa em relação a isso!





Nosso cérebro trabalha baseado nos fatores ambientais e seu bom funcionamento depende principalmente do que comemos. O que ingerimos, fornece ao cérebro substâncias como as proteínas, carboidratos, as gorduras que organizam as membranas das células os sais que participam do equilíbrio elétrico das células e sinais nervosos, etc. Quando comemos mal, a deficiência de nutrientes causam um desequilíbrio estrutural e bioquímico dos processos neurológicos. O magnésio é um mineral encontrado nos alimentos com várias funções importantes no organismo, como a contração muscular. Pode ser encontrado em alimentos como sementes de abóbora e girassol, amêndoas, castanha-do-pará, espinafre, beterraba e muitos outros.

O magnésio participa de cerca de 300 reações químicas no nosso organismo e estudos comprovam que a aprendizagem e memória aumentam quando existe maior concentração de magnésio no cérebro. Este nutriente acrescenta plasticidade sináptica e densidade das sinapses no hipocampo (região cerebral que abriga a memória), provocando um enriquecimento das capacidades de aprendizado e das memórias de curto e longo prazo.


Happy-woman-eating-Spinach

Cientistas animados com a ação positiva do magnésio no cérebro, desenvolveram um novo composto chamado de magnésio-L-treonato ou MgT que seria mais dinâmico do que os suplementos orais de magnésio já vendidos nas lojas. O novo suplemento tem maior absorção e tem um efeito mais ativo no sistema nervoso. Estudos indicaram que o MgT acrescenta níveis de magnésio ao cérebro de ratos em 15% após 24 dias. É uma porcentagem bastante significativa! O suplemento mostrou ter potencial terapêutico para o tratamento de Mal de Alzheimer em seres humanos, funcionando como protetor das sinapses e limitando a extensão de lesões e disfunções neurológicas.

A falta do magnésio no organismo pode ocasionar problemas como cãibra, fadiga, perda de memória, depressão, irritabilidade, insônia, enxaquecas, problemas cardíacos e, mais raramente, zumbidos nos ouvidos e perda da audição. Aquelas pessoas acostumadas com comidas processadas diariamente podem sofrer seriamente pela deficiência de magnésio. Além disso, situações de estresse podem desencadear uma perda deste nutriente através da urina. Os idosos devem tomar muito mais cuidado com a falta de magnésio, já que a deficiência aumenta com o tempo de vida.

A ingestão de magnésio deveria ser de 320 a 420 mg por dia, apesar disso o consumo médio não passa de 250 mg.

Fonte: ecycle/tuasaude  Imagens: youqueen/huffingtonpos
Comentários

Novidades

Topo