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Mulher britânica diz ser alérgica a eletricidade. Ondas de Wifi e redes de celular podem matá-la

A Hipersensibilidade Eletromagnética (ou EHS, na sigla em inglês), é uma doença ainda não reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que tem dividido a comunidade científica. Que sofre com a doença garante que a EHS afeta a saúde de quem estiver exposto a sinais de telefones celulares, roteadores de banda larga e outros aparelhos de ondas eletromagnéticas. Essas pessoas dizem que têm queimaduras na pele e dores de cabeça quando estão próximas a um telefone celular, tornando-se forçadamente antissociais. A doença tem sido tratado como uma “alergia invisível”. A condição é tida como psicológica, mas os pacientes se recusam a acreditar que esse seja o caso — especialmente porque o número de afetados parece crescer a cada ano, junto com o maior uso de tecnologias.

A britânica Jackie Lindsay, de 50 anos, afirma sofrer  com este problema. Pelo que diz, o simples fato de alguém usar WiFi ou rede de celular por perto, já é motivo para que ela desencadeie um ataque parecido com um choque anafilático, sofrendo problemas de pressão e circulação, podendo, inclusive, levá-la à morte.


Os problemas de Jackie começaram quando há oito anos, ela passou a ter vertigens, dores de cabeça, tremores pelo corpo, entretanto nenhum médico conseguia diagnosticar o problema. Quando descobriu a EHS, passou a prestar atenção em seus sintomas em locais onde havia ondas de Wifi,  e redes de celulares, foi então, que ela mesmo viu-se com o problema. Jackie se mudou para uma localidade rural da Inglaterra onde não tem televisão, computador ou telefone celular. Durante a noite sua casa é iluminada por velas e a cozinha tem fogão à gás. Ao sair de casa sempre usa uma roupa prateada parecida com um armadura, que segundo ela, é capaz de rebater os campos elétricos. Além disso, usa também uma vestimenta parecida com a roupa de apicultores, o que a deu o apelido de “apicultora louca” pelos vizinhos. Ela ainda carrega consigo um medidor de campo eletromagnético.

Jackie diz que sente falta de sua família, de ter água quente instantaneamente, iluminação com luz elétrica e de ter a vida normal, mas, ela sabe que tudo que ela deseja está cada dia mais difícil e não sabe onde isso vai parar!

A Hipersensibilidade Eletromagnética (ou EHS, na sigla em inglês), é uma doença ainda não reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que tem dividido a comunidade científica. Foto: Reprodução/

A Hipersensibilidade Eletromagnética (ou EHS, na sigla em inglês), é uma doença ainda não reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que tem dividido a comunidade científica. Foto: Reprodução/megacurioso

Quando descobriu a EHS, passou a prestar atenção em seus sintomas em locais onde havia ondas de Wifi,  e redes de celulares, foi então, que ela mesmo viu-se com o problema.

Ao sair de casa sempre usa uma roupa prateada parecida com um armadura, que segundo ela, é capaz de rebater os campos elétricos. Além disso, usa também uma vestimenta parecida com a roupa de apicultores. Foto: Reprodução/megacurioso

Ela ainda carrega consigo um medidor de campo eletromagnético. Foto: Reprodução/megacurioso

Ela ainda carrega consigo um medidor de campo eletromagnético. Foto: Reprodução/megacurioso

Fonte: oglobosuper e megacurioso

 

 

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