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É PROIBIDO FUMAR! A nicotina pode fazer a cicatrização de ferimentos e cirurgias um pesadelo!

Que o tabagismo é problemático à saúde, isso é inquestionável. Fumar aumenta o risco de doenças cardiovasculares, (como o infarto), cancerígenas e respiratórias (como a bronquite). Doenças do coração e o câncer, aliás, são as principais causas de morte por enfermidades no Brasil! Além do risco de morte, outras complicações como impotência sexual, problemas na gravidez, envelhecimento precoce e infecções nos aparelhos digestório, respiratório e circulatório são possíveis.

Fumar reduz o fluxo de corrente sanguínea, devido a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, impedindo a oxigenação normal de vários órgãos, a distribuição de nutrientes e, portanto, o processo de cicatrização. Isso aumenta muito os riscos de quem realiza uma cirurgia, pois quando se desloca um tecido da pele, normalmente já ocorre uma diminuição da irrigação sanguínea. Por isso, muitos médicos têm se negado a realizar cirurgias plásticas em pacientes que fumam mais de um maço de cigarros por dia, pois a dificuldade de cicatrização pode ocasionar problemas como gangrena e necrose (morte de tecidos do corpo), além de riscos de queloides, rompimentos de sutura (“pontos”), tromboembolismo (formação de coágulos que atrapalham a circulação sanguínea), dentre outros.


Recomenda-se então que as pessoas parem de fumar antes e após uma cirurgia. Quanto tempo? Depende, quanto mais complexa a cirurgia, maior é o tempo exigido. Normalmente, em um procedimento simples, é aconselhável que o tabagismo seja interrompido no mínimo um mês antes, e em casos mais complexos em torno de seis meses! Porém, nem sempre as cirurgias são algo programado, como o caso de muitas intervenções com motivações estéticas, não é mesmo?

Fumar reduz o fluxo de corrente sanguínea, devido a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, impedindo a oxigenação normal de vários órgãos, a distribuição de nutrientes e, portanto, o processo de cicatrização.  Foto: Reprodução/comunitaria

Fumar reduz o fluxo de corrente sanguínea, devido a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, impedindo a oxigenação normal de vários órgãos, a distribuição de nutrientes e, portanto, o processo de cicatrização. Foto: Reprodução/comunitaria

Além dos riscos de saúde, a questão estética também é prejudicada. Em cirurgias que envolvem o “esticamento” da pele, fumantes correm um maior risco de obter maus resultados. Sua pele pode enrugar, devido à falta de sustentação dos tecidos, que ocorre    por causa da baixa oxigenação e falta de vitaminas antioxidantes essenciais (A, B e E, principalmente) para a produção de colágeno (principal proteína da pele) por nosso organismo. A falta de vitaminas antioxidantes causa prejuízos a pele e acelera o processo de envelhecimento, que nada mais é do que um processo de oxidação!

Sendo a pele o maior órgão de nosso corpo, chegando a corresponder 40% de nosso peso, os efeitos do cigarro parecem ser bastante prejudiciais. É claro que parar de fumar não é uma tarefa fácil. Trata-se de um vício, uma dependência química, relacionada a vários fatores, como o estresse e ansiedade que muitos sofrem em seu cotidiano. Mas avaliando tantos riscos, será que vale apena? Certamente, não!

Sendo a pele o maior órgão de nosso corpo, chegando a corresponder 40% de nosso peso, os efeitos do cigarro parecem ser bastante prejudiciais. Foto: Reprodução/curiosidadesdomundo

Sendo a pele o maior órgão de nosso corpo, chegando a corresponder 40% de nosso peso, os efeitos do cigarro parecem ser bastante prejudiciais. Foto: Reprodução/curiosidadesdomundo

 

 Fonte: ibacbrasilclicrbsfolhaminhavida e inca

 


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