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Que tal tomar pílulas de fezes congeladas para curar infecções intestinais?

Você acha que já ouviu falar dos mais diversos tratamentos de saúde?  Tratamento alternativo com pílulas de fezes congeladas pode curar infecções intestinais.

A nova fórmula, criada por pesquisadores do Massachusetts General Hospital, pode ser a solução para curar uma perigosa infecção causada pela bactéria Clostridium difficil e que mata mais de 14 mil norte-americanos a cada ano. Esta bactéria causa doenças gastrointestinais, podendo ser apenas diarreia, ou até uma Colite pseudomembranosa (inflamação do cólon, que é a porção média do intestino grosso).


 O tratamento realizado utilizando as pílulas de fezes é aparentemente simples, e leva dois dias. As fezes já eram utilizadas para o tratamento desse problema, porém, por meio de transplantes ou sondas, que levam o material ao sistema digestivo do paciente.

Os pesquisadores acreditam que as pílulas, contendo fezes filtradas e saudáveis, são mais adequadas e seguras para o tratamento. Elas são feitas da seguinte forma: primeiro pegam os dejetos, mantidos em soluções salinas (doados por pessoas saudáveis) e depois, eles são filtrados para conseguir as bactérias necessárias.  Após esses processos, colocada em cápsulas e congelada.

Em um pequeno teste, o tratamento curou 19 das 20 pessoas testadas em menos de dois dias. E, além disso, nenhum paciente apresentou efeito colateral negativo. O estudo foi publicado no Journal of the American Medical Association e seu próximo passo é ser replicado em maior escala.

O tratamento realizado utilizando as pílulas de fezes é aparentemente simples, e leva dois dias. As fezes já eram utilizadas para o tratamento desse problema, porém, por meio de transplantes ou sondas, que levam o material ao sistema digestivo do paciente.  Foto: Reprodução/galileu

O tratamento realizado utilizando as pílulas de fezes é aparentemente simples, e leva dois dias. As fezes já eram utilizadas para o tratamento desse problema, porém, por meio de transplantes ou sondas, que levam o material ao sistema digestivo do paciente. Foto: Reprodução/galileu

Fonte: revistagalileu


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