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Nova terapia faz mulher com câncer terminal no cérebro se manter viva há nove anos com a doença

Uma mulher de 68 anos de idade, chamada Sandy Hillburn, nos Estados Unidos sobrevive há nove anos com um câncer maligno no cérebro, chamado de Glioblastoma. Esse tipo de câncer tem um crescimento rápido e o tumor se espalha rapidamente, invadindo todo tecido cerebral. O fato inusitado é que os médicos assim que diagnosticaram o caso de Sandy informaram a mesma que ela viveria no máximo alguns meses, pois esse tipo de câncer é agressivo e não tem um tratamento especifico, além de não existir cura!

Então, Sandy foi submetida a um experimento com mais doze pacientes que faziam parte de um novo estudo para o tratamento de câncer cerebral na Duke University Medical Center, em Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Esses pacientes receberam uma vacina antitetânica anteriormente, como parte do novo tratamento que consiste no seguinte: foi preparada uma espécie de vacina a partir de células brancas do sangue de um paciente saudável, onde foi inserida uma substância química extraída do tumor, chamada de citomegalovírus, ou simplesmente CMV, onde logo depois eram injetadas no paciente com o tumor para que essa vacina “treinasse” o sistema imunológico para assim ir à busca das células cancerosas e destruí-las.


Além disso, os pacientes foram submetidos a uma combinação de tratamentos que incluíam cirurgia, radiação e quimioterapia, além da vacina antitetânica. O grupo foi dividido em dois: seis pacientes recebiam placebo (sem nenhum tipo de vacina, ou seja, nada) e os outros seis pacientes recebiam a vacina normalmente. Foi observado que os pacientes que receberam a vacina sobreviveram muito mais anos do que o outro grupo. E o mais impressionante foi que a Sra. Sandy vive até hoje depois de nove anos de tratamento! Ela conta que tem uma vida super normal e que faz tudo o que todos fazem. Joga golfe, faz caminhadas, sai com os amigos, se diverte com a família e ama cuidar dos cinco netos que viu nascerem durante esses nove anos com o câncer!

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Esse tipo de câncer tem um crescimento rápido e o tumor se espalha rapidamente, invadindo todo tecido cerebral. O fato inusitado é que os médicos assim que diagnosticaram o caso de Sandy informaram a mesma que ela viveria no máximo alguns meses, pois esse tipo de câncer é agressivo e não tem um tratamento especifico, além de não existir cura! Foto: dailymal

Esse estudo específico é inovador e pode ser um ponto de partida para o tratamento da Glioblastoma. O Dr. John Sampson que iniciou essa experimentação afirma que busca alternativas para tratar esse tipo de câncer cerebral que é tão brutal e que atualmente possui opções limitadas para tratamento. Os resultados ainda são preliminares e necessitam de muitos anos de pesquisa para conseguir chegar a resultados satisfatórios, explica o Dr. Sampson, professor de cirurgia da Universidade de Duke.

O fator principal é que os resultados foram eficazes e o caso de Sandy pode ser comemorado com grande alegria tanto pela paciente e sua família, como para a medicina.

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Foi preparada uma espécie de vacina a partir de células brancas do sangue de um paciente saudável, onde foi inserida uma substância química extraída do tumor, chamada de citomegalovírus, ou simplesmente CMV, onde logo depois eram injetadas no paciente com o tumor para que essa vacina “treinasse” o sistema imunológico para assim ir à busca das células cancerosas e destruí-las. Foto: Dailymail

Fonte: cbsnewsdailymail e oncoguia


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