Curiosidades

Para rir muito: títulos dos artigos científicos ganhadores do prêmio IgNobel





Quem não conhece, o Prêmio IgNobel é um prêmio dado para a descoberta científica mais estranha do ano. Ela engloba diversas as áreas (economia, biologia, medicina, química, física, educação etc..) e os prêmios prometem honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir e depois pensar.

O prêmio fora criado pela revista de humor científico Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável) e os prêmios são entregues em Harvard (então é bem reconhecido!). A ideia é premiar pesquisas raras, honrar a imaginação e atrair o interesse público para a ciência, a medicina e a tecnologia.


Foram entregues pela primeira vez em Harvard em 1991, sendo a cerimônia abrilhantada pela apresentação de verdadeiros ganhadores do Prêmio Nobel, que entregam o respectivo Prêmio IgNobel ao vencedor.

Destacamos aqui as últimas premiações na área de Biologia. Divirta-se! [Sugestão do leitor Sócrates Torres]

2013 –  Marie Dacke, Emily Baird, Marcus Byrne, Clarke Scholtz e Eric J. Warrant, por descobrir que, quando os escaravelhos se perdem, eles encontram o caminho de casa observando a Via Láctea.

2012 – Craig Bennett, Abigail Baird, Michael Miller e George Wolford, por demonstrar que neurocientistas, usando instrumentos complicados e estatísticas simples, podem ver atividade cerebral significativa em qualquer lugar, até em um salmão morto.

2011 – Darryl Gwynne e David Rentz, pela descoberta de que uma certa espécie de besouro se acasala com um tipo de garrafa de cerveja australiana

2010 – Libiao Zhang, Min Tan, Guangjian Zhu, Jianping Ye, Tiyu Hong, Shanyi Zhou, e Shuyi Zhang da China, e Gareth Jones da Universidade de Bristol, Reino Unido, por documentarem cientificamente felação (sexo oral no macho) em morcegos-da-fruta.

2009 – Estudantes japoneses de medicina que demonstraram que os resíduos da cozinha podem ter sua massa reduzida em até 90% com a ajuda de uma bactéria extraída das fezes de pandas gigantes.

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o Prêmio IgNobel é um prêmio dado para a descoberta científica mais estranha do ano. Foto: Reprodução/daumblog

2008 – Marie-Christine Cadiergues, Christel Joubert e Michel Franc, por descobrir que as pulgas que vivem nos cães pulam mais alto do que as que vivem nos gatos.

2007 – Johanna E.M.H. van Bronswijk, por fazer um levantamento de todos os ácaros e outras formas de vida que vivem nas camas das pessoas.

2006 –  Bart Knols e Ruurd de Jong, por mostrar que a fêmea do mosquito da malária é atraída tanto por queijo limburgo quanto por chulé.

2005 –  Benjamin Smith, Michael Tyler, Brian Williams por dolorosamente cheirarem e catalogarem os odores peculiares de 131 diferentes espécies de sapos, quando os sapos estavam estressados.

2004 – Ben Wilson, Lawrence Dill, Robert Batty, Magnus Whalberg e Hakan por demonstrar que arenques aparentemente se comunicam por meio de flatulências.

2003 – C.W. Moeliker,  por documentar o primeiro caso cientificamente comprovado em vídeo de “necrofilia homossexual” de um pato.

2002 – Norma E. Bubier, Charles G.M. Paxton, Phil Bowers, e D. Charles Deeming por mostrar cientificamente os hábitos de corte de avestruzes com os humanos em fazendas na Grã Bretanha.

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Em 2009 cientistas demonstraram que os resíduos da cozinha podem ter sua massa reduzida em até 90% com a ajuda de uma bactéria extraída das fezes de pandas gigantes. Foto: Reprodução/presente

2001 – Buck Weimer por inventar roupa de baixo (cueca e calcinha) com um filtro substituível de carvão que remove o odor da flatulência antes que os gases se escapem.

2000 – Richard Wassersug por documentar o sabor de algumas espécies de girinos da Costa Rica.

1999 – Paul Bosland por cultivar uma pimenta mexicana da espécie Capsicum annuum que não arde.

1998 – Peter Fong por contribuir para a calma e felicidade de mexilhões dando-lhes anti-depressivos (Flourxetina).

1997 – T. Yagyu et. al.  por medir os padrões de ondas cerebrais de pessoas enquanto eles mascavam diferentes tipos de chiclete.

1996 – Anders Barheim e Hogne Sandvik por estudar o  efeito da cerveja, do alho e de creme azedo no apetite das Sanguessugas.

1995 – W. Brian Sweeney, Brian Krafte-Jacobs, Jeffrey W. Britton, e Wayne Hansen, por estudar  a prisão de ventre dos soldados e especialmente pela análise numérica da frequência de movimentos intestinais.

1992 –  Cecil Jacobson, generoso e incansável doador de esperma, e prolífico patriarca do banco de esperma, por desenvolver um método simples e individual de controle de qualidade de semên.

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Em 1997 cientistas mediram os padrões de ondas cerebrais de pessoas enquanto eles mascavam diferentes tipos de chiclete. Foto: Reprodução/thetimes

 

Fonte: Wikipedia

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