Anomalias e doenças

No início do século XX, 300 crânios alongados incomuns foram encontrados. Entenda a quem pertenciam e porque eram tão diferentes de nós!





Paracas é uma península localizada no deserto província de Pisco, na costa sul do Peru. Foi lá que o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928: um cemitério contendo túmulos com ossadas de indivíduos com os maiores e alongados crânios encontrados em qualquer lugar do mundo. No total foram encontrados 300 desses crânios alongados, que possuem pelo menos 3.000 anos.

Já foram encontrados crânios alongados em muitas partes do mundo. São claramente resultado de uma prática de deformação craniana resultado de costumes tribais. Sabemos que o crânio de uma criança é “flexível” ao nascer, os ossos ainda não estão totalmente posicionados. É costume de algumas tribos, principalmente no passado, modelar o crânio com uma placa de madeira na parte posterior e anterior do crânio que eram amarrados com uma corda ou tecido, e deixavam por um grande período. Acredita-se que seja de 6 meses a 3 anos. As placas de madeira eram retiradas mas as pessoas mantinham tecidos fortemente amarrados ao crânio reforçando a deformação.


Povos do Sudão, Iraque, Síria, Rússia, a ilha de Malta, assim como muitos lugares no Peru e na Bolívia, e entre os olmecas do México usaram esta técnica para deformar suas cabeças. Ninguém sabe ao certo o porquê deste costume, mas algumas tribos relatam acreditar que as pessoas com cabeças alongadas têm maior inteligência. Outras razões incluem o reforço da beleza, aumentar a posição social, ou torná-los parecendo mais ferozes na guerra.

Elongated-Skull-Peru-Red-Hair-450x549

Já foram encontrados crânios alongados em muitas partes do mundo. São claramente resultado de uma prática de deformação craniana resultado de costumes tribais.

Recentemente tem se visto pela internet, em vários sites que um estudo de DNA foi realizado em amostras dos crânios de Paracas e que é possível que estes indivíduos não sejam seres humanos. Que na verdade são seres distantes Homo sapiens, Neandertais. Também afirma-se que os crânios de Paracas são 25% maiores e 60% mais pesados que os crânios humanos, e que possui apenas um osso parietal, enquanto nosso crânio possui um par destes ossos. Tudo isso não passa de uma grande farsa. Nenhum destes estudos foi comprovado. Essa comunidade de Paracas eram sim de seres humanos que tinham o hábito de deformar o crânio usando as técnicas citadas acima.

001-600x450

Comparando com o crânio sem deformação

cranio-deformado-mexico-alien-history-channel

É costume de algumas tribos, principalmente no passado, modelar o crânio com uma placa de madeira na parte posterior e anterior do crânio que eram amarrados com uma corda ou tecido, e deixavam por um grande período. Acredita-se que seja de 6 meses a 3 anos

cranio-dolicocefalo-paracas

Povos do Sudão, Iraque, Síria, Rússia, a ilha de Malta, assim como muitos lugares no Peru e na Bolívia, e entre os olmecas do México usaram esta técnica para deformar suas cabeças.

paracas-cranial-deformation

Ninguém sabe ao certo o porquê deste costume, mas algumas tribos relatam acreditar que as pessoas com cabeças alongadas têm maior inteligência.

ParacasSkullsIcaMuseum

Outras razões incluem o reforço da beleza, aumentar a posição social, ou torná-los parecendo mais ferozes na guerra.

dd958a810849

Algumas tribos tem o costume de alongar o crânio com madeira e tecidos.

 

Fonte: Doubtfull News

Novidades

Topo