Fotografias de assassinatos – Parte 2

29 novembro, 2008

Quase como um romance de Agatha Christie: Na calma de um jardim florido a aranha assassina envolve sua presa (uma vespa inocente) em sua inquebrável linha de seda, até formar um casulo impossível de ser rompido. A vespa se manterá viva até que a aranha volte mais tarde para comer seu “lanchinho”.

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Um assassino não tem tamanho: O círculo de vida, apresentado sua glória ensangüentada. Uma pobre rã é descarnada até o osso por incontáveis aranhas jovens, ansiosas para devorar os restos mortais. Assim, uma pobre criatura é cruelmente morto para deixar alimentados tantos outros.

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Atrás de uma carinha simpática, se esconde uma assassina cruel: A quem pense que as joaninhas são vegetarianas e sua imagem colorida e seu corpo gordinho são amados pelas nossas crianças… Mas não engane! Na verdade as joaninhas são comedoras vorazes de pulgões e eventualmente pode ser observadas devorando quantos pulgões seu estômago aguentar.

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Categoria: Imagens de assassinatos

Por que os animais quando choram não tem lágrimas?

27 novembro, 2008

Pois é pessoal, essa é uma pergunta que os cientistas ainda não conseguiram responder. De acordo com alguns etólogos (pessoas que estudam o comportamento animal),  não existe uma unanimidade entre os pesquisadores se o choro, enquanto manifestação de sentimentos, existe de verdade no mundo animal. O que os zoólogos sabem é que, assim como nós humanos, a maioria dos vertebrados, como cães, gatos e macacos, contam com um sistema lacrimal bem desenvolvido, ou seja eles produzem lágrimas como os seres humanos.

No caso dos animais, as lágrimas têm a função de lubrificar e limpar os olhos. Se elas podem ter alguma coisa a ver com as emoções, isso continua um mistério. É, de certa forma, impossível discernir se as lágrimas vertidas pelos animais têm fundo emocional (dor, tristeza, medo, saudade, alegria) ou são meramente resultado de um cisco que entrou no olho.

Em vez do nosso chororô habitual, os especialistas acreditam que um instrumento usado por outros vertebrados para expressar suas prováveis emoções é a emissão de sons específicos. De fato, os pungentes gemidos de filhotes separados da mãe ou os ganidos de cachorrinhos com saudade do dono já deixaram muita gente com lágrimas nos olhos, não é mesmo?

Se você já viu seu cachorro “se debulhar em lágrimas”, deixe um comentário!

Fonte: Revista Mundo Estranho

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Categoria: Curiosidades

Postado por Karlla Patrícia

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Síndrome de Proteus – Doença do homem elefante

25 novembro, 2008

Essa é uma anomalia da medicina realmente “incrível” (para não dizer assustadora). Trata-se do surgimento de uma grande quantidade de malformações cutâneas e subcutâneas, com hiperpigmentação, malformações vasculares e crescimento irregular dos ossos. Produz-se o gigantismo parcial dos membros ou o crescimento excessivo dos dedos enquanto algumas zonas do corpo crescem menos do que deveriam. Tudo isto provoca uma desfiguração extrema da pessoa que costuma ser socialmente estigmatizada.

A síndrome de Proteus é uma doença congênita extremamente rara: se descreveram cerca de 100 casos em todo mundo, embora acredita-se que existam outros não descritos na literatura. Alguns médicos especialistas defendem que provavelmente seja causado por um gene dominante letal. Outros dizem que se deva a uma recombinação no embrião dando lugar a três tipos de células: Células normais, células de crescimento mínimo e células de crescimento excessivo. O tratamento infelizmente ainda está em fase de pesquisa, não existe uma cirurgia específica para os casos.

 

Esta doença teria permanecido desconhecida, se não fosse o caso de Joseph Merrick, O homem elefante, foi um caso particularmente grave desta síndrome.

Um outro caso. Uma mulher com Sídrome de Proteus na mão.

Fonte: RBO, winkipedia

 

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Categoria: Anomalias da medicina

Dentro do Corpo Humano – Terceira parte

23 novembro, 2008

ESTOMAGO: Ao contrário do que muitos pensam, o estomago não tem a função de absorver os nutrientes dos alimentos que ingerimos, na verdade este órgão do sistema digestivo prepara o alimento para então liberá-lo no duodeno na forma de uma mistura pastosa denominada quimo e isto é feito através da ação ácidos liberados por células presentes no próprio estômago e pelo movimento peristáltico que ele realiza. Ele também está envolvido por uma série de células que secretam um muco. Esta substância secretada serve para proteger o estomado no ácido gástrico, ajuda a triturar os pedaços mais duras de alimento e mata as bactérias prejudiciais que, ocasionalmente, entram no organismo através do alimento ingerido.

PAREDE DO DUODENO: A primeira região do intestino delgado é o duodeno, um tubo onde se tem espaço para a maior parte do processo digestivo. Suas paredes se compõe de uma série de pregas (em azul) que incrementam a superfície de absorção e secreção. No duodeno os alimentos se misturam a bile (uma espécie de detergente) expulsada pela vesícula biliar e com os sucos digestivos enviados pelo pâncreas. Seu nome procede do latim “duodenum digitorum”, que faz uma referência a crença de que esta região media 12 dedos. Atualmente, sua medida é estimada em 25 centímetros.

 

APÊNDICE: Quem nunca ouviu falar de uma inflamação de apêndice na qual o indivíduo foi levado às pressas para o hospital para remove-lo em uma cirurgia de urgência? Pois bem, este tubo com forma de verme ao que se parece em algum momento pode ter tido uma função importante do nosso processo digestivo, mas hoje em dia, não desempenha nenhuma função no organismo humano. Nos animais herbívoros ele está envolvido na digestão de celulose. Como já sabemos, sua inflamação é chamada de apendicite e sua extração é uma das cirurgias mais frequentes em todo mundo.

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Categoria: Dentro do corpo humano

Por que espirramos?

21 novembro, 2008

Por mais inoportuno que seja, o espirro tem uma função importante: livrar o nosso corpo de sujeiras que irritam o interior do nariz ou os pulmões, empurrando com toda a força um jato de ar pelo nariz e pela a boca também. Esse espirro sai levando consigo tudo o que está em seu caminho (inclusive meleca, digo, secreção).

E põe força nisso! Por mais diferente que pareça, a respiração normal e o espirro são controlados pela mesma região do cérebro, chamada de centro respiratório. E ambos são involuntários, claro! Ser involuntário quer dizer que o centro respiratório do cérebro controla a respiração sozinho, fazendo você respirar, sem que seja preciso pensar nisso (o que é ótimo, pois, uma pessoa esquecida, como eu, poderia morrer em dois minutos!). Ser involuntário também quer dizer, que mesmo que você queira prender o espirro, nem sempre é possível, ele acontece automaticamente.

Os músculos das costas, abdômen, aqueles abaixo das costelas estão envolvidos no espirro. Quando poeira, fumaça ou cheiro irrita o nariz, o centro respiratório é informado e interrompe a respiração normal, faz você inspirar profundamente…. e subitamente faz todos esses músculos se contraírem, empurrando todo o ar para fora de uma vez só. A glote bloqueia a saída do ar dos pulmões, como se fosse uma tampa na garganta e logo em seguida se abrem, liberando o caminho.

  

As sujeirinhas no caminho que se cuidem! Um espirro pode sair do corpo a 150Km/h.

Fonte: Livro – Por que o bocejo é contagioso, Suzana H. Houzel

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Categoria: Curiosidades

Você sabe a diferença entre “Menta” e Hortelã”?

19 novembro, 2008

Bom, na realidade os nomes menta e hortelã, são nomes populares, usados para designar espécies que pertencem a um mesmo gênero, chamado Mentha. Ou seja, essas duas plantas, são espécies diferentes, mas são parentes muitíssimos próximas.

Ao redor do mundo existem de 25 a 30 espécies naturais desse gênero (além de outras tantas espécies híbridas criadas pelo homem). Aqui no Brasil, costuma-se chamar de hortelã os pezinhos da espécie Mentha piperita e de menta os da Mentha spicata. As demais espécies, como são bem parecidas, costumam variar entre os dois nomes populares ( tudo virou ou menta ou hortelã).

A confusão é comum porque o cruzamento entre as Menthas resulta em plantas parecidas, embora bem diferentes biologicamente. Isso faz com que os pesquisadores (especialistas nessas plantas) tenham dificuldades em identificar que tipo de Mentha é. Parte dessa confusão também se deve ao fato de os nomes populares variarem de região para região. Enquanto no sul do Brasil a maioria das espécies é chamada de menta, no interior de São Paulo e no Nordeste é mais comum usar hortelã para designar qualquer uma delas.

 

Mentha spicata (MENTA): tem sabor mais suave, é usada para fazer temperos e as folhas são mais largas.

 

Mentha piperita (HORTELÃ): tem sabor forte e ardido, é usado para dar sabor de pastas de dentes e balas e como fitoterápico e as folhas são pontiagudas, compridas e estreitas.

fonte: Revista Mundo Estranho

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Categoria: Curiosidades

Postado por Karlla Patrícia

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